| Cantá seja lá cumu fô Si a dô fô mais grandi qui o peito Cantá bem mais forte qui a dô Cantá pru mor da aligria Cantá sintino sodade Cantá coieno as coieta Cantá cumu quem dinuncia Cantá nossa vida i a roça |
Cantá as caboca cum jeito, Cum viola i catiguria Si elas cantá nu seu peito Num tem cantá qui alivia Cantá pru mor dispertá Cantá cum muitos amigos Cantá, cantá sempri mais: Cantá seja lá cumu fô |
| Autoria de Gildes Bezerra.
Escrito como uma resposta a um cartão de fim-de-ano de Rolando Boldrin. Mais detalhes pelo próprio autor. |
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eu quero jogar este jogo
aro poeta.
Amei ter te encontrado por acaso. Estou feliz-VIVA A NET!…Quero conversar trocarmos idéias. Um abraço
Avi, tudo bem?
O poema transcrito nesta página não é “Tradição Oral Brasileira”, é de minha autoria. É uma resposta a um cartão de fim-de-ano que recebi do Rolando Boldrin na década de 80′, por ter participado do “Som Brasil”, que ele apresentava, na Globo.
Nasci em Campina Grande-PB, mas a partir dos quatro anos de idade já morava, com os meus pais, em Itajubá, Minas, onde moro até hoje.
Obrigado pela consideração.
Um abraço.
Gildes
[...] que a canção Azucar de Caña dos peruanos Trio Los Chasquis é a melhor companheira da poesia Cantá. Na simplicidade da vida, na alegria do trabalho, no trabalho no [...]
Também partilho dessa opinião, esse poema é lindo e recitado na música Beira cantada pela Isa Taube, É COMOVENTE!!!
Conheço o Ânima e o poema eu ouvi através do grupo, me sinto orgulhosa de morar em Campinas e ter um grupo tão rico de repertório.
Abraços
Celinha
Hoje apresento meu artigo na faculdade e finalizo com o poema…que medo…
Gildes Bezerra nasceu em Campina Grande, Paraíba, e provavelmente compôs o poema em Itajubá, sul de Minas Gerais, onde reside atualmente.
Este poema está publicado em seu livro “Cantações”.
Eu choro ao recitar esse poema, em que procuro lembrar sempre de Ivan Vilela. Maravilha.
Poema maravilhoso! Estou feliz em tê-lo conhecido, vc deve ser um ser muito especial…
um beijo
Celinha
É, eu conheço o Anima.
Na verdade foi no CD deles que eu conheci esta poesia.
É o Ivan Vilela que gosta de recita-la em toda parte.
Cara, procura uma banda chamada Anima, de campinas e a musica chamda Beira Mar/Cantá…
Tem esse poema ae no meio da musica, mto bom.
A proposta do grupo tb eh mto boa e deveria ser propagada.
Uma pena eh q eles nunca iriam distribuir as musicas em uma licenca libre/aberta…
Falou!