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	<title>Comments on: Entenda os Homens, uma visão real</title>
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	<description>Digital Awareness and Flying Spirit</description>
	<pubDate>Sat, 17 May 2008 03:51:30 +0000</pubDate>
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		<title>By: Pessoa da Internet (mulher)</title>
		<link>http://avi.alkalay.net/2008/03/entenda-os-homens-uma-visao-real.html#comment-127900</link>
		<dc:creator>Pessoa da Internet (mulher)</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 May 2008 12:30:38 +0000</pubDate>
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		<description>Em pleno século XXI e fazia tempo que não via algo tão retrato do machismo e materialismo nas relações humanas.
Sim, existem homens assim, e até é a maioria.
A maioria das pessoas é vulgar e conformista, além de viver exclusivamente para seus instintos.

Um pouco de evolução espiritual e moral não faz mal a ninguém.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Em pleno século XXI e fazia tempo que não via algo tão retrato do machismo e materialismo nas relações humanas.<br />
Sim, existem homens assim, e até é a maioria.<br />
A maioria das pessoas é vulgar e conformista, além de viver exclusivamente para seus instintos.</p>
<p>Um pouco de evolução espiritual e moral não faz mal a ninguém.</p>
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		<title>By: Bianca</title>
		<link>http://avi.alkalay.net/2008/03/entenda-os-homens-uma-visao-real.html#comment-122959</link>
		<dc:creator>Bianca</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Apr 2008 20:15:50 +0000</pubDate>
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		<description>A questão não se referente a quem escreveu ou não o texto: ele tem um fundo de verdade e a qual muito me incomoda!
Bom, ao menos fica a dica: não existe mulher fácil ou difícil, meninos! Mas mulheres a fim e não a fins.
Abraços.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A questão não se referente a quem escreveu ou não o texto: ele tem um fundo de verdade e a qual muito me incomoda!<br />
Bom, ao menos fica a dica: não existe mulher fácil ou difícil, meninos! Mas mulheres a fim e não a fins.<br />
Abraços.</p>
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	<item>
		<title>By: um Homem com H!!</title>
		<link>http://avi.alkalay.net/2008/03/entenda-os-homens-uma-visao-real.html#comment-122950</link>
		<dc:creator>um Homem com H!!</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Apr 2008 18:21:40 +0000</pubDate>
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		<description>Texto ridículo! Esse texto representa única e exclusivamente a visão do MENINO que o escreveu! É de uma fraqueza cultural e espiritual irretocável! E alias ele é tão homem que esse texto é atribuido a Arnaldo Jabor, e não a sí próprio! Infeliz, muito infeliz em suas colocações!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Texto ridículo! Esse texto representa única e exclusivamente a visão do MENINO que o escreveu! É de uma fraqueza cultural e espiritual irretocável! E alias ele é tão homem que esse texto é atribuido a Arnaldo Jabor, e não a sí próprio! Infeliz, muito infeliz em suas colocações!</p>
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	<item>
		<title>By: Anonymous</title>
		<link>http://avi.alkalay.net/2008/03/entenda-os-homens-uma-visao-real.html#comment-122740</link>
		<dc:creator>Anonymous</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Apr 2008 12:39:00 +0000</pubDate>
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		<description>Sim, realmente vale a pena refletir sobre este texto. A começar pela autoria. Não encontrei nada que relacionasse a autoria do texto a Arnaldo Jabor - renomado cineasta, crítico e escritor. Para quem conhece um pouco do histórico, do estilo literário, das crônicas, temáticas e textos de Arnaldo Jabor, fica realmente difícil acreditar que a autoria possa ser atribuída a ele. 

Escrever um texto, atribuir sua autoria a terceiros e disseminar pela internet é trabalho pra qualquer moleque. Mais fácil ainda é pegar um texto qualquer, assinar o nome de alguém conhecido para agregar credibilidade a seu conteúdo e jogar na rede. Certamente num país como o nosso, no qual a educação de qualidade é coisa de elite, são poucas as pessoas que terão senso crítico mínimo para questionar a autoria – o conteúdo então, nem se fale! Mais sério ainda é saber que com a democratização do acesso a internet cada vez mais e mais pessoas vão ler um montão de porcaria que circula pela internet em velocidade absurda, sem ter condições mínimas de discernir sobre sua veracidade ou validade.

Enfim, não posso afirmar com 100% de certeza que o texto não é de autoria de Arnaldo Jabor, mas tenho 100% de dúvida de que o seja.

Ao contrário do que o autor coloca no final e ao contrário do que muita gente sente ao ler o texto, não sinto revolta pelo seu conteúdo sexista, reducionista e biologicista. E também não é este o sentimento que permeia o texto que escrevo agora. Escrevo sim com a intenção única de questionar e refletir.

Após esta breve meta-reflexão, vamos ao texto propriamente dito. Algumas perguntas a serem feitas 

1)	A que tipo de mulher o texto se refere?
Ao meu ver às mulheres que apesar de se esconderem atrás da “máscara de mulher moderna”, contaminadas por resquícios sócio-culturais ainda definem sua identidade como nossas avós e bisavós. Ou seja, acreditam que seu valor na sociedade se dá única e exclusivamente através de dois únicos papéis sociais que lhe eram permitidos exercer: o de mãe e esposa (nota: termo esposa comumente é substituído pelo termo “mulher” – afinal fulana é mulher de ciclano, mas não se costuma dizer que ciclano é homem de fulana. Certamente não é um acaso lingüístico e sim um retrato sócio-cultural).

2)	A que tipo de homem o texto se refere?
Está explícito que se refere ao círculo social do autor e que este extrapola os dados de sua amostra – extremamente tendenciosa não se esqueça – para o universo de homens a estatística quase que unânime (99,9%!!!) sem fundos científicos. Já diria Nelson Rodrigues: toda unanimidade é burra. O texto provavelmente se refere àqueles homens criados e educados por mulheres do milênio passado, obrigadas a fecharem os olhos para as sacanagens de seus maridos, sob pena de perderem sua identidade social de esposas e, com ela, os meios de subsistência.
Mulheres modernas desempenham atualmente outros papéis sociais que legitimam e dão sentido à sua existência. São profissionais, amigas, amantes, mães, filhas e podem inclusive escolher entre ser ou não esposas e mães. Esposa e mãe certamente são papéis, cuja grande maioria das mulheres gostaria de desempenhar, porém não são mais destinos exclusivos e obrigatórios à existência da mulher. O autor parece estar um pouco confuso. Ele mesmo menciona “estamos em 2008 e não em 1957”, mas parece que não se deu conta disso – ou só se dá conta disso para fundamentar o seu ponto de vista. Sim, estamos em 2008 e isso vale também para as mulheres.

3)	Qual a ideologia do autor?
a) Ele alerta no começo: “Se não estiver preparada nem continue a ler”. Ou seja, direciona seu discurso diretamente para as mulheres. Repete o procedimento dando dicas à “leitora amiga” de como agir (ou como não agir) para segurar seu marido/casamento (“Finja que não sabe que ele dá umas pegadas por fora. Isso é o segredo para um bom casamento” / “Para ser uma boa esposa e para ter um casamento pelo resto da vida, faça o seguinte”). Vale lembrar que “segurar casamento” é coisa para nossas avós ou bisavós (novamente, não se esqueça: estamos em 2008 e não em 1957!). Mulheres modernas tem mais o que fazer do que lutar exaustivamente para “salvar” relações afetivas que não lhe são favoráveis, sacrificando sua felicidade em prol de um status sem o qual perderá sua identidade pessoal e social. Divorciada não é mais atestado de doença social.

b) De visão extremamente reducionista, resume a essência masculina ao aspecto biológico (“A traição do homem é hormonal” /  “se não puder ter acesso a outras
fêmeas”) e a essência feminina ele reduz à função maternal (“A mulher se realiza satisfazendo o desejo maternal” / . A traição do homem é hormonal, efêmera, para satisfazer a lascívia.
Não é como a da mulher”). Será que o autor se deu o trabalho de pesquisar a respeito do desejo feminino? Ou será que ele fez um exercício bem simples: perguntar aos psicólogos de plantão quais são as temáticas trazidas pelos clientes – homens e mulheres – aos consultórios? Bem, até onde sabemos – e é cientificamente provado – mulheres também têm hormônios. Abra o olho, caro escritor!

c) Partindo do pressuposto que foi um homem que escreveu o texto, nada mais óbvio do que defender seus interesses pessoais sob sua ótica da realidade. Certamente o autor deve ter tido experiências afetivas bastante pobres e tem uma visão extremamente vazia das relações humanas. O autor faz apologia ao sexo gratuito (Homem adora mulher fácil). 

Enfim, penso que o texto é muito interessante por traduzir um momento social de transição: saímos de um período histórico de repressão-sexual-a-todo-custo para o liberou-geral-uhuuuu! Homens e mulheres ainda estão confusos com seus papéis na relação homem-mulher, buscando meios de construir uma relação saudável respeitando suas diferenças e necessidades. Claro que traições existem e não é de hoje! Claro que existem homens cafajestes – mas mulheres com este perfil também estão em evidência. Num mundo no qual o que vale é o ter (carrões, corpões, mulherões, casa na praia, etc.), muito mais do que o ser, todos aqueles que saem do padrão “sou-o-que-tenho” são vistos como idiotas. Como resultado, observamos pessoas desiludidas e sozinhas com seus pequenos tesouros, alimentando a cultura capitalista 

Como diz o autor, “Todo ser humano busca a felicidade, a realização. E a realização nada mais é do que a sensação de prazer”. Pelas idéias traçadas no texto, o autor concebe a extração de prazer única e exclusivamente pelas vias sexuais. Nem mesmo levando Freud ao pé da letra -   que utilizou termos que de conotação sexual em sua teoria  – poderíamos supor tamanha tolice. Se sexo fosse sinônimo de felicidade, não existiria puta triste. Economizaríamos, ainda, muito dinheiro gasto em restaurantes, festa com amigos, viagens, realização profissional, etc em troca de uma “rapidinha”. Sexo é bom – homens e mulheres hão de concordar neste ponto. Mas quem vive exclusivamente disso é dono de motel. 

Leia textos autênticos de Arnaldo Jabor e tire suas conclusões. Compare com a pobreza de conteúdo e recursos literários do presente texto – ou limite-se apenas a observar a concordância verbo-nominal no decorrer do texto. Continuo duvidando que a autoria do referido texto seja dele. Quem escreve:

“O homem corneado, carente, é feio de ver. A mulher enganada ganha ares de heroína, quase uma santidade. É uma fúria de Deus, é uma vingadora, é até suicida. Mas nunca corna. O homem corno é um palhaço. Ninguém tem pena do corno. O ridículo do corno é que ele achava que a possuía. A mulher sabe que não tem nada, ela sabe que é um processo de manutenção permanente. O homem só vira homem quando é corneado”
“O amor exige coragem. E o homem... é mais covarde. O homem, quando conquista, acha que não tem mais de se esforçar e aí , dança...”

dificilmente escreveria coisas do tipo e do nível de “Uma visão real”.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sim, realmente vale a pena refletir sobre este texto. A começar pela autoria. Não encontrei nada que relacionasse a autoria do texto a Arnaldo Jabor - renomado cineasta, crítico e escritor. Para quem conhece um pouco do histórico, do estilo literário, das crônicas, temáticas e textos de Arnaldo Jabor, fica realmente difícil acreditar que a autoria possa ser atribuída a ele. </p>
<p>Escrever um texto, atribuir sua autoria a terceiros e disseminar pela internet é trabalho pra qualquer moleque. Mais fácil ainda é pegar um texto qualquer, assinar o nome de alguém conhecido para agregar credibilidade a seu conteúdo e jogar na rede. Certamente num país como o nosso, no qual a educação de qualidade é coisa de elite, são poucas as pessoas que terão senso crítico mínimo para questionar a autoria – o conteúdo então, nem se fale! Mais sério ainda é saber que com a democratização do acesso a internet cada vez mais e mais pessoas vão ler um montão de porcaria que circula pela internet em velocidade absurda, sem ter condições mínimas de discernir sobre sua veracidade ou validade.</p>
<p>Enfim, não posso afirmar com 100% de certeza que o texto não é de autoria de Arnaldo Jabor, mas tenho 100% de dúvida de que o seja.</p>
<p>Ao contrário do que o autor coloca no final e ao contrário do que muita gente sente ao ler o texto, não sinto revolta pelo seu conteúdo sexista, reducionista e biologicista. E também não é este o sentimento que permeia o texto que escrevo agora. Escrevo sim com a intenção única de questionar e refletir.</p>
<p>Após esta breve meta-reflexão, vamos ao texto propriamente dito. Algumas perguntas a serem feitas </p>
<p>1)	A que tipo de mulher o texto se refere?<br />
Ao meu ver às mulheres que apesar de se esconderem atrás da “máscara de mulher moderna”, contaminadas por resquícios sócio-culturais ainda definem sua identidade como nossas avós e bisavós. Ou seja, acreditam que seu valor na sociedade se dá única e exclusivamente através de dois únicos papéis sociais que lhe eram permitidos exercer: o de mãe e esposa (nota: termo esposa comumente é substituído pelo termo “mulher” – afinal fulana é mulher de ciclano, mas não se costuma dizer que ciclano é homem de fulana. Certamente não é um acaso lingüístico e sim um retrato sócio-cultural).</p>
<p>2)	A que tipo de homem o texto se refere?<br />
Está explícito que se refere ao círculo social do autor e que este extrapola os dados de sua amostra – extremamente tendenciosa não se esqueça – para o universo de homens a estatística quase que unânime (99,9%!!!) sem fundos científicos. Já diria Nelson Rodrigues: toda unanimidade é burra. O texto provavelmente se refere àqueles homens criados e educados por mulheres do milênio passado, obrigadas a fecharem os olhos para as sacanagens de seus maridos, sob pena de perderem sua identidade social de esposas e, com ela, os meios de subsistência.<br />
Mulheres modernas desempenham atualmente outros papéis sociais que legitimam e dão sentido à sua existência. São profissionais, amigas, amantes, mães, filhas e podem inclusive escolher entre ser ou não esposas e mães. Esposa e mãe certamente são papéis, cuja grande maioria das mulheres gostaria de desempenhar, porém não são mais destinos exclusivos e obrigatórios à existência da mulher. O autor parece estar um pouco confuso. Ele mesmo menciona “estamos em 2008 e não em 1957”, mas parece que não se deu conta disso – ou só se dá conta disso para fundamentar o seu ponto de vista. Sim, estamos em 2008 e isso vale também para as mulheres.</p>
<p>3)	Qual a ideologia do autor?<br />
a) Ele alerta no começo: “Se não estiver preparada nem continue a ler”. Ou seja, direciona seu discurso diretamente para as mulheres. Repete o procedimento dando dicas à “leitora amiga” de como agir (ou como não agir) para segurar seu marido/casamento (“Finja que não sabe que ele dá umas pegadas por fora. Isso é o segredo para um bom casamento” / “Para ser uma boa esposa e para ter um casamento pelo resto da vida, faça o seguinte”). Vale lembrar que “segurar casamento” é coisa para nossas avós ou bisavós (novamente, não se esqueça: estamos em 2008 e não em 1957!). Mulheres modernas tem mais o que fazer do que lutar exaustivamente para “salvar” relações afetivas que não lhe são favoráveis, sacrificando sua felicidade em prol de um status sem o qual perderá sua identidade pessoal e social. Divorciada não é mais atestado de doença social.</p>
<p>b) De visão extremamente reducionista, resume a essência masculina ao aspecto biológico (“A traição do homem é hormonal” /  “se não puder ter acesso a outras<br />
fêmeas”) e a essência feminina ele reduz à função maternal (“A mulher se realiza satisfazendo o desejo maternal” / . A traição do homem é hormonal, efêmera, para satisfazer a lascívia.<br />
Não é como a da mulher”). Será que o autor se deu o trabalho de pesquisar a respeito do desejo feminino? Ou será que ele fez um exercício bem simples: perguntar aos psicólogos de plantão quais são as temáticas trazidas pelos clientes – homens e mulheres – aos consultórios? Bem, até onde sabemos – e é cientificamente provado – mulheres também têm hormônios. Abra o olho, caro escritor!</p>
<p>c) Partindo do pressuposto que foi um homem que escreveu o texto, nada mais óbvio do que defender seus interesses pessoais sob sua ótica da realidade. Certamente o autor deve ter tido experiências afetivas bastante pobres e tem uma visão extremamente vazia das relações humanas. O autor faz apologia ao sexo gratuito (Homem adora mulher fácil). </p>
<p>Enfim, penso que o texto é muito interessante por traduzir um momento social de transição: saímos de um período histórico de repressão-sexual-a-todo-custo para o liberou-geral-uhuuuu! Homens e mulheres ainda estão confusos com seus papéis na relação homem-mulher, buscando meios de construir uma relação saudável respeitando suas diferenças e necessidades. Claro que traições existem e não é de hoje! Claro que existem homens cafajestes – mas mulheres com este perfil também estão em evidência. Num mundo no qual o que vale é o ter (carrões, corpões, mulherões, casa na praia, etc.), muito mais do que o ser, todos aqueles que saem do padrão “sou-o-que-tenho” são vistos como idiotas. Como resultado, observamos pessoas desiludidas e sozinhas com seus pequenos tesouros, alimentando a cultura capitalista </p>
<p>Como diz o autor, “Todo ser humano busca a felicidade, a realização. E a realização nada mais é do que a sensação de prazer”. Pelas idéias traçadas no texto, o autor concebe a extração de prazer única e exclusivamente pelas vias sexuais. Nem mesmo levando Freud ao pé da letra -   que utilizou termos que de conotação sexual em sua teoria  – poderíamos supor tamanha tolice. Se sexo fosse sinônimo de felicidade, não existiria puta triste. Economizaríamos, ainda, muito dinheiro gasto em restaurantes, festa com amigos, viagens, realização profissional, etc em troca de uma “rapidinha”. Sexo é bom – homens e mulheres hão de concordar neste ponto. Mas quem vive exclusivamente disso é dono de motel. </p>
<p>Leia textos autênticos de Arnaldo Jabor e tire suas conclusões. Compare com a pobreza de conteúdo e recursos literários do presente texto – ou limite-se apenas a observar a concordância verbo-nominal no decorrer do texto. Continuo duvidando que a autoria do referido texto seja dele. Quem escreve:</p>
<p>“O homem corneado, carente, é feio de ver. A mulher enganada ganha ares de heroína, quase uma santidade. É uma fúria de Deus, é uma vingadora, é até suicida. Mas nunca corna. O homem corno é um palhaço. Ninguém tem pena do corno. O ridículo do corno é que ele achava que a possuía. A mulher sabe que não tem nada, ela sabe que é um processo de manutenção permanente. O homem só vira homem quando é corneado”<br />
“O amor exige coragem. E o homem&#8230; é mais covarde. O homem, quando conquista, acha que não tem mais de se esforçar e aí , dança&#8230;”</p>
<p>dificilmente escreveria coisas do tipo e do nível de “Uma visão real”.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Evandro Pastor</title>
		<link>http://avi.alkalay.net/2008/03/entenda-os-homens-uma-visao-real.html#comment-122010</link>
		<dc:creator>Evandro Pastor</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Apr 2008 14:41:59 +0000</pubDate>
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		<description>Avi, valeu por compartilhar esse texto. Não conhecia ele e achei excelente!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Avi, valeu por compartilhar esse texto. Não conhecia ele e achei excelente!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: dudus</title>
		<link>http://avi.alkalay.net/2008/03/entenda-os-homens-uma-visao-real.html#comment-122005</link>
		<dc:creator>dudus</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Apr 2008 14:14:22 +0000</pubDate>
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		<description>TRUE, porém sincero demais para mostrar ra minha namorada.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>TRUE, porém sincero demais para mostrar ra minha namorada.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: caio1982</title>
		<link>http://avi.alkalay.net/2008/03/entenda-os-homens-uma-visao-real.html#comment-121999</link>
		<dc:creator>caio1982</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Apr 2008 12:51:06 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://avi.alkalay.net/?p=645#comment-121999</guid>
		<description>Wtf! Por acaso existe alguma relação uma direta entre machismo idiota e ser judeu que eu não tava sabendo? Juro que não consegui achar graça, afinal estamos em 5768 e não mais em 1930.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Wtf! Por acaso existe alguma relação uma direta entre machismo idiota e ser judeu que eu não tava sabendo? Juro que não consegui achar graça, afinal estamos em 5768 e não mais em 1930.</p>
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