Avi Alkalay Digital Awareness and Flying Spirit

Archive for category “Info & Biz Technology”

Information Technology for business.

OOXML na ISO e os números que na verdade não existem 5 comments By AviPublished: Thu, 06 Mar 2008 22:00:07 +0000 Published: 6 Mar 2008 Published: 10:00 pm Categories: OpenDocument Format Tags:

Li algumas coisas na Internet sobre o resultado final do BRM. Em alguns lugares encontrei números e interpretações das mais diversas sobre estes resultados. Como faço parte do comitê da ABNT que analisou o OOXML, resolvi conversar com o Jomar, que foi um dos delegados brasileiros em Genebra.

Ele me disse que não pode comentar nada sobre estes números e sobre o resultado, pois no último dia do BRM, a autoridade da ISO lá presente alertou a todos que nenhum número deveria deixar a sala de reuniões, pois sem conhecer os processos de decisão lá adotados, nenhum número ou estatística faz sentido.

Avisou ainda que qualquer divulgação ou utilização marketeira destes números é no mínimo irresponsável e segundo o entendimento dele uma
clara violação das regras estabelecidas (mas aliás… alguma regra foi seguinda neste processo todo ?).

Eu tentei insistir com o assunto (e olha que o cara é meu amigo), mas ele se recusou a me dar mais informações. Me pediu apenas para entrar em contato com quem divulgou as informações e pedir a ele os devidos esclarecimentos (incluíndo os critérios e regras de votação).

Como eu sou insistente mesmo, acabei arrancando pelo menos uma explicação metafórica dele:

“Se eu te disser que 85% da população mundial sobreviveu à II Guerra Mundial, você consegue concluir que esta guerra não foi tão ruim assim? Se não consegue é porquê conhece os detalhes do processo. Se consegue… vai ler os livros de história e estudar o processo e aproveite pois este episódio não teve uma “Lei do Silêncio” que obrigou todos os envolvidos a se calar. O BRM não vai ter “livro de história” para explicar a estatística.”.

Números são apenas números e marketing será sempre marketing (e o Jomar não abre a boca mesmo… que chato).

OOXML: Está rolando um barraco na ISO 4 comments By AviPublished: Tue, 04 Mar 2008 22:43:15 +0000 Updated: Tue, 04 Mar 2008 22:47:37 +0000 Published: 4 Mar 2008 Published: 10:43 pm Updated: 10:47 pm Categories: OpenDocument Format Tags:

Veja como as coisas são…

Segundo o post do Jomar que esteve no BRM da ISO, um cidadão chegou nele num intervalo e sutilmente pediu para que não levantasse uma questão importante no processo do OOXML da Microsoft virar ou não um padrão ISO: a inexistência do mapeamento entre o formato legado (ex: .doc) e o formato novo (ex: .docx).

Sem esse mapeamento, o propósito primordial da existência do OOXML como padrão ISO deixa de existir.

Só pra lembrar qual é o propósito do OOXML, extraido (em livre tradução) de sua especificação:

O objetivo deste padrão [OOXML] é [...] representar fielmente o corpo de documentos existentes [...]

Os tais “documentos existentes” são no caso todos os documentos em formato binário legado do MS Office (.doc, ,ppt, .xls), algo fora do escopo do OOXML.

Se esse mapeamento não fizer parte da especificação OOXML, seu objetivo primordial é inválido. A especificação é inválida. E a delegação brasileira queria levantar essa bola: cadê o mapeamento ?

Mas o barraco aqui é outro. Um cidadão pedir pra ele não levantar essa bola é uma coisa. Sei lá, tal cidadão deve ter razões políticas ou financeiras para querer ver uma especificação com sérios problemas conceituais [OOXML] virar um padrão internacional.

O que me escapa o entendimento é por que a ISO não deixou o Brasil apresentar esse questionamento ?

Só sei que a blogosfera vai desabar sobre esse assunto nos próximos dias e vou acompanhar de perto os blogs do Rob Weir, Bob Sutor, Andy Updegrove, Groklaw e a quantidade de reações que o post traduzido do Jomar recebe. Muitos desses blogs já estão descendo a lenha.

How to Make High Quality DVD Rips 41 comments By AviPublished: Sun, 02 Mar 2008 09:36:50 +0000 Updated: Wed, 11 Mar 2009 09:48:50 +0000 Published: 2 Mar 2008 Updated: 11 Mar 2009 Published: 9:36 am Updated: 9:48 am Categories: Multimedia Tags:

Some friends asked so the following is how I encode (rip) DVDs.

Choosing the file format: .AVI, .OGG, .MP4 or .MKV ?

The ripped video file format is a decision you must make. Currently my format of choice is .MKV or Matroska. I’ll explain why.

It is quite idiotic to say that an .MP4 movie has better quality than a .AVI or vice-verse (or any other combination of comparisons). OGG, MP4 (MPEG-4 Part 14), MKV (Matroska), AVI, WMV (or ASF) are just containers, envelopes. Video quality depends on what goes inside it.

“Multimedia” has this name because you have multiple types of media: video in multiple angles, multiple audio options including different languages and channels (stereo, 5.1, 6 channels etc), subtitles in several languages, chapter information, menu etc. Think about a DVD. So this is a graphical view of how things are organized inside a 900MB movie file in a modern format as MKV or MP4:

Header with tags, track names, chapters info, seek positions Main Video track (MPEG-4 AVC/H.264) Attachments as JPG images, documents, scripts or text files
Video segment showing another angle (MPEG-4 ASP/Xvid/DivX)
Audio track: English Dolby Surround 5.1 (AC3)
Audio track: Director’s comments stereo (MP3)
Audio track: Portuguese Dolby Surround 5.1 (DTS)
Subtitle track: Portuguese (Unicode text)
Subtitle track: Chinese (Unicode text)
Subtitle track: English (VobSub)
byte 100K byte 100M byte 200M byte 310M byte 420M byte 530M byte 650M byte 780M byte 895M byte 900M

A digital multimedia file format must be capable to contain all this different medias and multiplex them in parallel so you won’t have the video in the first 500MB of the file and the audio on the following 500MB (this can’t work for streaming). And this is exactly what modern file formats as MP4 and MKV do: they carry all your movie-related data together.

This is a comparison of all these file formats based on my personal experience with them (a more formal comparison can be found in Wikipedia):

.MKV .MP4 .AVI
Industry support Almost none Good and increasing, specially on Apple platforms, the mobile scene and Nero Digital ecosystem Treated as legacy popular format
Usage on the web Very popular on HD or high quality DVD rips Very popular on HD or high quality DVD rips, supported by Flash Player, YouTube, Google Video Popular amongst low-quality DVD rips
Support for advanced video formats and multiple video angles Yes. MPEG-4 ASP (DivX, Xvid), MPEG-4 AVC (a.k.a. H.264) etc Yes. Only MPEG-4 systems and a few others Problematic and No
Support for multiple audio tracks (channels, formats, languages and “director’s comments”) Yes Yes. Formats are only MP3, AAC and a few others not very popular Yes
Support for tags (artist, title, composer, etc as MP3’s ID3) Yes Can be supported by MP4 extensibility but this is not very well standardized across authoring tools (iTunes, GPAC etc) and players (Amarok, Media Player Classic, iPod, Windows Media Player etc) No
Support for attachments with mime-types (used to attach movie posters images or other files) Yes No
Support for chapter marks Yes No
Support for multiple language embedded soft-subtitles Yes. VobSub (as extracted from DVDs), plain timed UTF-8 text (SRT, SUB) etc No
Support for naming tracks with human names as “Director’s comments” or “Portuguese subtitles” etc Yes Yes No
Support for carrying menus information (as in DVDs) and interaction Yes through an XML idiom, but unsupported by most players Yes through SVG, but unsupported by most players No
The container overhead in bytes in the final file Very small Very small Very big
Supported by free and Open Source multiplatform authoring tools Perfect on Linux, Unix, Windows and Mac Yes (see GPAC), with some intellectual property issues. Tools need to mature. Yes
Ready for popular web streaming as in Flash player No Yes. The popular Flash Player that is installed on everybody’s browser supports playing MP4 files as long as they contain H.264 video and AAC audio tracks. I recommend the LongTail FLV/MP4 Player since it also plays subtitles embedded in MP4 files. No

Personally I believe MP4 is the multimedia file format for the future because since it is getting popular, all these non–standardized features will get stabilized. MP4 is an ISO standard and the increasing industry support can be felt on iPods and portable devices, and most notable on home DVD players capable of playing the 700MB MP4 video file burned in a CD.

By the way, remember this:

  • MP4 is not an evolution of MP3. AAC (MPEG-4 Part 3) is.
  • MP5 and MP6 (used to classify portable media players) are things that simply doesn’t exist in the multimedia scene.
  • .M4A, .M4V, .MOV and .3GP files can safely be renamed to .MP4. They just use to be different extensions to help user’s eyes easily identify whats inside.

Meanwhile, MKV wins everything but on the Industry Support category. But this doesn’t really matter, and I’ll explain why. Since MKV is just a container, the large video, audio etc streams can be extracted and repackaged into MP4 and vice-versa in seconds. No transcoding (decoding followed by a lossy encoding into another format) is needed.

So today I store my videos in the most feature rich and well supported by players format: MKV.

OGG or OGM (the container file format) is practically dead in my opinion. They were created as part of the Xiph initiative for a complete open source patent-free multimedia framework, but seems nobody uses it anymore for video. From the same family, Vorbis (the audio codec compared to MP3, a.k.a. .OGG) is very good but also very not popular. Theora (the video codec) is frequently comparable to old MPEG-1 in terms of quality and compression ratio so currently, if you want quality and are not concerned about patents, MPEG-4 AVC is the best choice. FLAC, Xiph’s lossless audio codec, is the winner of the family: very popular, massively used, and recommended.

Encoding the DVD

I use HandBrake, the most practical Open Source (and overall) movie encoder. It runs on Linux, Mac and Windows and uses the same Open Source libraries as ffmpeg, mplayer/mencoder, xine, etc. While these programs are generic video handlers (with thousands of confusing configuration parameters to sustain this generalistic status) HandBrake is optimized only for ripping so it is very easy to use, yet extremely powerful.

#!/bin/bash

##
## This is the script I use to make hifi DVD rips including chapter markers and
## subtitles. It uses Handbrake.
## Contains what I found to be the best quality ripping parameters and
## also let me set simple parameters I need.
##
## Avi Alkalay <avi at unix dot sh>
## http://avi.alkalay.net/2008/03/mpeg4-dvd-rip.html
##
## $Id$
##

#set -vx

HANDBRAKE=${HANDBRAKE:=~/bin/HandBrakeCLI}
#HANDBRAKE=${HANDBRAKE:="/cygdrive/c/Program Files/Handbrake/HandBrakeCLI.exe"}
## Where is the Handrake encoder executable.
## Handbrake is the most practical free, OSS, DVD riper available.
## Download HandBrake for Linux, Mac or Windows at http://HandBrake.fr

INPUT=${INPUT:=/dev/dvd}
## What to process. Can also be a mounted DVD image or simply '/dev/dvd'

TITLE=${TITLE:=L}
## The title number to rip, or empty or "L" to get the longest title

#CHAPTERS=${CHAPTERS:=7}
## Example: 0 or undefined (all chapters), 7 (only chapter 7), 3-6 (chapters 3 to 6)

#VERBOSE=${VERBOSE:="yes"}
## Wether to be verbose while processing.

SIZE=${SIZE:=1200}
## Target file size in MB. The biggest the file size, the best the quality.
## I use to use from 1000MB to 1400MB for astonishing high quality H.264 rips.

OUTPUT=${OUTPUT:="/tmp/output.mkv"}
## Output file. This will also define the file format.
## MKV (Matroska) is currently the best but MP4 is also good.

AUDIO=${AUDIO:="-E ac3 -6 dpl2 -D 1"} # For AC3 passthru (copy).
#AUDIO=${AUDIO:="-E lame -B 160"} # For MP3 reencoding. Good when input is DTS.
## Audio parameters. If input is AC3, use it without transcoding.
## If is DTS, reencode to MP3.

MATRIX=${MATRIX:=`dirname $0`/eqm_avc_hr.cfg}
## x264 matrix to use. The matrix file may increase encoding speed and quality.
## This one is Sharktooth's as found
## at http://forum.doom9.org/showthread.php?t=96298

######### Do not change anything below this line ##############

## Make some calculations regarding title and chapters based on parameters.
SEGMENT=""
if [[ "$TITLE" == "L" || -z "$TITLE" ]]; then
	SEGMENT="-L"
else
	SEGMENT="-t $TITLE"
fi

[[ -n "$CHAPTERS" && "$CHAPTERS" -ne 0 ]] && SEGMENT+=" -c $CHAPTERS"

[[ "$VERBOSE" != "no" ]] && VERB="-v"

# Define args for the x264 encoder. These are some values I found on the net
# which give excelent results.
X264ARGS="ref=3:mixed-refs:bframes=6:b-pyramid=1:bime=1:b-rdo=1:weightb=1"
X264ARGS+=":analyse=all:8x8dct=1:subme=6:me=umh:merange=24:filter=-2,-2"
X264ARGS+=":ref=6:mixed-refs=1:trellis=1:no-fast-pskip=1"
X264ARGS+=":no-dct-decimate=1:direct=auto"
[[ -n "$MATRIX" ]] && X264ARGS+=":cqm=$MATRIX"

# Encode...
"$HANDBRAKE" $VERB -i "$INPUT" -o "$OUTPUT" \
	-S $SIZE \
	-m $SEGMENT \
	$AUDIO \
	-e x264 -2 -T -p \
	-x $X264ARGS

# Repackage to optimize file size, to include seek and to include this
# this script as a way to document the rip...
echo $OUTPUT | grep -qi ".mkv"
if [[ $? && -x `which mkvmerge` && -f $OUTPUT ]]; then
	mv $OUTPUT $OUTPUT.mkv
	mkvmerge -o $OUTPUT $OUTPUT.mkv \
		--attachment-name "The ripping script" \
		--attachment-description "How this movie was created from original DVD" \
		--attachment-mime-type application/x-sh \
		--attach-file $0

	[[ -f $OUTPUT ]] && rm $OUTPUT.mkv
fi

The script seems long because it is fully documented but it actually only collects some parameters and simply runs the HandBrake encoder like this (passed parameters are in red):

~/bin/HandBrakeCLI -v -i /dev/dvd -o /tmp/output.mkv \
    -S 1200 \
    -m -L \
    -E lame -B 160 \
    -e x264 -2 -T -p \
    -x ref=3:mixed-refs:bframes=6:b-pyramid=1:bime=1:b-rdo=1:weightb=1:analyse=all:8x8dct=1:subme=6:me=umh:merange=24:filter=-2,-2:ref=6:mixed-refs=1:trellis=1:no-fast-pskip=1:no-dct-decimate=1:direct=auto:cqm=~/src/randomscripts/videotools/eqm_avc_hr.cfg

All the rest is what I found to be the best encoding parameters.

The resulting video file (/tmp/output.mkv in this case) will contain correctly cropped video and audio quality as good as the DVD (it is almost lossless), and chapter breaks at the same positions read from the DVD.

In a Core Duo machine as my laptop running Fedora 8 or Windows XP, a 2 pass H.264 encoding (2 pass improves quality and H.264 is newer standard MPEG-4 technology better than DivX/Xvid) takes about 4 to 5 hours for a regular 2 hours movie, so leave it encoding while you go to sleep. A Pentium 4 machine running Ubuntu takes about 17 hours for the same rip.

I use to rip one chapter from the movie first (use your preferred video player or lsdvd command to find the shortest chapter), check quality, compare to DVD, fine tune, try again and then shoot full DVD ripping.

After encoding I use to repackage the audio/video stream with Matroska’s mkvmerge (or mmg, its GUI version available on any Linux distribution as “mkvtoolnix” package, and installable for Windows or Mac OS from Matroska’s website) to optimize seeks and to include soft subtitles (that can be turned on and off as on regular DVDs), but I’ll explain that in another HOWTO.

Give Your Ripped Movie a Descriptive File Name

I use to organize my media library in a standard way I invented for myself and which I suggest you to use too.

My movie file names shows everything that the file includes. Some examples:

  • Indiana_Jones_and_The_Raiders_of_the_Lost_Ark_IMDB{tt0082971}-Xvid{720×304_23.98fps}+MP3{ENG,POB_VBR}+Sub{ENG,SPA,POB}+Covers.mkv

    This is the Indiana Jone’s Raiders of the Lost Ark movie, whose IMDB index is tt0082971 (IMDB{tt0082971}). It was ripped with the old Xvid codec and contains 720×304 pixels frame size at a rate of 23.98 frames per second (Xvid{720×304_23.98fps}). It also contains selectable audio tracks in English and Brazilian Portuguese encoded in variable bit rate MP3 (MP3{ENG,POB_VBR}). In addition, there is also selectable subtitles in English, Spanish and Brazilian Portuguese (Sub{ENG,SPA,POB}). The file also contains the cover images as attachments.
  • Harold_and_Maude_IMDB{tt0067185}-H264{672×368_3Pass_25fps}+HEAAC{EN}+Sub{POR,EN,FRE}+Chapters+Covers.mkv

    The old Harold and Maude movie whose IMDB index is tt0067185 (IMDB{tt0067185}). It is encoded with H.264 in 3 passes and has 672×368 pixels frame size at a rate of 25 frames per second (H264{672×368_3Pass_25fps}). There is only one English audio track encoded in modern HE-AAC (HEAAC{EN}). Subtitles in Portuguese, English and French (Sub{POR,EN,FRE}), chapter information and attached cover images. This is very complete high quality DVD backup.
  • I_Am_Legend_IMDB{tt0480249}-H264{704×304_23.98fps}+AC3{ENG_5.1}+Sub{POR}.mkv

    The I Am Legend movie whose IMDB index is tt0480249 (IMDB{tt0480249}), video encoded in H.264 with 704×304 pixels frame size (H264{704×304_23.98fps}), original 5.1 channels AC3 audio in English (AC3{ENG_5.1}) and subtitles in Portuguese (Sub{POR}).

The advantages of this scheme are:

  • It is web safe with no spaces in filenames. All underlines. It is also DOS safe.
  • To have the IMDB index let me know exactly which movie this file contains. This is particularly good to avoid ambiguity for movies that have remakes as Ben Hur, or movies that have an official name but are well known by other names or have international titles.
  • To know the encoding method, subtitles included and chapters info give me the overall quality of the movie right away.
  • Special attention to audio and subtitle languages. Having them on the filename let me know I will understand its content without having to play. Sometimes I can’t play the file because I logged in my home computer remotely.

Playing the Ripped File

To play this advanced Matroska media file that contains such a rich set of metainformation and highly compressed digital content you will need an advanced player too. And happens that the best players are the Open Source ones. So use these players:

These are Media Player Classic screenshots demonstrating how to activate the advanced content inside a Matroska file. Players on other platforms have similar capabilities and menus.

Activating embedded subtitles and languages
The player lets you choose the audio language and subtitles. On MPC for example, this is how you turn on and off and choose the language for subtitles.
Choosing subtitles language

As you can see, the player found subtitles embedded in the MKV file in English, Hebrew and Portuguese.

If the MKV file contains many audio tracks (as different languages, director’s comments etc) this is how to select it:

Selecting audio track to play in Media Player Classic

And to jump directly to a specific chapter on the movie, if the MKV file contains this kind of information:

Using Media Player Classic to browse chapter in a movie file

Improving audio volume
If you ripped the movie without reencoding the audio, the final file will contain DVD’s original AC3 audio tracks in 6 channels (5+1). This may sound with a lower volume when played in a 2-speaker system as your laptop, iPod, etc because 4 channels are simply not being played. To remediate this the player will have to downsample the audio. In other words, it will remix the 6 channels into 2 stereo channels while playing. The Media Player Classic options should look like this:

Selecting Media Player Classic\'s Audio Options

Configuring audio downsample on Media Player Classic

Google Supports ODF and Defeats OOXML as Unnecessary 0 comments By AviPublished: Thu, 28 Feb 2008 10:51:18 +0000 Published: 28 Feb 2008 Published: 10:51 am Categories: OpenDocument Format Tags:

A few days ago I saw a post in Google Blog with Google’s position regarding the document format war.

Google supports OpenDocument Format.

The post also provides some short documents with Google’s findings (2 pages) and sample of technical issues unresolved in OOXML (4 pages). This is a fast reading for who wants to understand the main issues of OOXML.

Primeiro dia de BRM do OOXML e Violência em Genebra 0 comments By AviPublished: Mon, 25 Feb 2008 20:37:05 +0000 Updated: Mon, 25 Feb 2008 21:57:14 +0000 Published: 25 Feb 2008 Published: 8:37 pm Updated: 9:57 pm Categories: Community and SocietyOpenDocument Format Tags:

Não estou em Genebra, no Ballot Resolution Meeting do OOXML na ISO, mas falei pelo Google Talk com o Deivi do Serpro que é chefe da delegação brasileira, e em linhas gerais me contou o seguinte:

A delegação brasileira pediu para que eu tirasse as informações do ar para evitar problemas na ISO. O Jomar vai publicar algumas informações no blog dele.

Bob Sutor também publicou umas palavras.

A violência ficou para o sábado que antecedeu a reunião. Deivi saiu de um pub a noite para caminhar e foi atacado do nada por uns rapazes. Tomou um soco no rosto que lhe quebrou o maxilar. Fernando Gebara deu o maior apoio mas terá que ficar 6 semanas sem poder mastigar nada, nem o chocolate e queijo suiços que tanto prometeu degustar na viagem.

E agente achando que não há violência nas ruas da Europa…

Índice Linux Journal, Janeiro de 2008 1 comment By AviPublished: Sat, 23 Feb 2008 15:53:07 +0000 Updated: Sat, 23 Feb 2008 20:56:19 +0000 Published: 23 Feb 2008 Published: 3:53 pm Updated: 8:56 pm Categories: Linux Journal Index Tags:
  1. Receita de Linux da Novell, em milhões de dólares, no últimos 9 meses reportados: 100
  2. Aumento em porcentagem do anterior em relação ao ano fiscal passado: 243
  3. Número de metros quadrados do laboratório da aliança Microsoft-Novell: 232
  4. Receita da Red Hat, em milhões de dólares, no último trimestre reportado: 127.3
  5. Aumento em porcentagem representado pelo anterior: 28
  6. Porcentagem de computadores em escolas russas em que Linux será instalado até 2009: 100
  7. Número de computadores Linux na biblioteca pública Takoma Park, Maryland: 28
  8. Milhares de vezes que pessoas se logaram em tais computadores no último ano: 40
  9. Porcentagem de mercado de Linux em PCs conectados à Internet em janeiro de 2006: .29
  10. Porcentagem de mercado de Linux em PCs conectados à Internet em dezembro de 2006: .37
  11. Porcentagem de mercado de Linux em PCs conectados à Internet em setembro de 2007: .81
  12. Porcentagem da taxa de crescimento do mercado de Linux em PCs conectados à Internet em 2007, até agora: 219
  13. Milhões de dólares investidos em Linux e companhias Open Source por empresas de venture capital no terceiro trimestre de 2007: 77.8
  14. Milhões de dólares investidos em Linux e companhias Open Source por empresas de venture capital do primeiro ao terceiro trimestre de 2007: 226.7
  15. Milhões de dólares que a Citrix pagou pela XenSource (virtualização Open Source) em agosto de 2007: 500
  16. Milhões de dólares que o Yahoo pagou pela Zimbra (e-mail e colaboração Open Source) em setembro de 2007: 350
  17. Posição de “Faça Ubuntu laptops mais baratos que Windows laptops (em todos os países)” entre as mais populares idéias do Dell IdeaStorm: 1
  18. Posição de “Faça Linux e nenhum sistema operacional opções padrão em todos os futuros produtos” entre as mais populares idéias do Dell IdeaStorm: 2
  19. Posição de “Coloque Ubuntu na lista de sistemas operacionais quando construir um PC!” entre as mais populares idéias do Dell IdeaStorm: 3
  20. Número de resultados de uma busca por “linux” em dell.com: 648

Fontes

  • 1–5: CNET.com
  • 6: CNews Russian IT Review
  • 7, 8: Phil Shapiro in PCWorld.com
  • 9–12: NetApplications.com, via Datamation
  • 13, 14: The 451 Group, via InternetNews.com
  • 15, 16: InternetNews.com
  • 17–19: DellIdeaStorm.com em 11 de Outubro de 2007
  • 20: Dell.com em 11 de Outubro de 2007

Por Doc Searls. Original: http://www.linuxjournal.com/article/9925#mpart1

Linux on Dell IdeaStorm 0 comments By AviPublished: Sat, 23 Feb 2008 10:03:37 +0000 Updated: Sat, 23 Feb 2008 15:50:52 +0000 Published: 23 Feb 2008 Published: 10:03 am Updated: 3:50 pm Categories: Linux & Open SourceWeb 2.0 Tags:
Anúncio de Abertura de Formatos e Padrões da Microsoft 1 comment By AviPublished: Thu, 21 Feb 2008 20:53:26 +0000 Updated: Thu, 21 Feb 2008 20:58:31 +0000 Published: 21 Feb 2008 Published: 8:53 pm Updated: 8:58 pm Categories: Info & Biz TechnologyOpenDocument Format Tags:

Teve um remelexo hoje na indústria de TI quando a Microsoft fez seu anúncio “interoperability by design”.

Gato escaldado tem medo de água fria…

Quem se lembra da promessa de portar o Internet Explorer para Solaris? Cadê? Bem, não que agente estivesse esperando por isso, nem precisasse…

E da promessa de abrir o .NET? Falando nisso, pra que reinventar a roda com .NET quando Java já estava bombando no mercado de desenvolvimento de aplicações comerciais? Simplesmente porque — é o que a história nos mostrou — não está no DNA dessa empresa trabalhar de forma cooperativa, num esquema ganha-ganha.

Esse anúncio agente tem que contextualizar no tempo e no espaço. O tempo é 2 dias úteis antes da reunião da ISO que vai decidir o destino do OOXML como padrão. E usuários estão percebendo que seus documentos não são realmente deles e sim do dono da ferramenta que os lê e grava, o que se traduz em indignação. Então o espaço é de aperto, o aperto dos acionistas da Microsoft que pediram mais ética.

Da análise técnica do OOXML aprendi que aquilo não foi exatamente “desenhado para interoperabilidade”. As víceras tiveram que ser abertas na marra porque a vantagem do ODF era periclitante.

Em face de todos esses fatos do passado, esse anúncio, por enquanto, não passa de marketing.

Mas vamos esquecer o passado e ser otimistas. Se a Microsoft realmente estiver a fim de mudar, isso deve ser recebido de braços abertos. A Web nos ensinou que quanto mais gente colaborar melhor ela fica. Não é diferente no mundo dos padrões e tecnologias. Então Microsoft, seus clientes, programadores, concorrentes, comunidade de software livre e o mercado em geral só tem a ganhar se tanto otimismo se pagar.

Vou me manter otimista e esperar agora por ações práticas, porque o blablablá nós já ouvimos. E foi ± isso que eu disse na entrevista ao IDG.

ODF in the State of Paraná 1 comment By AviPublished: Wed, 20 Feb 2008 08:08:00 +0000 Updated: Wed, 20 Feb 2008 17:41:17 +0000 Published: 20 Feb 2008 Published: 8:08 am Updated: 5:41 pm Categories: Community and SocietyOpenDocument Format Tags:

The state of Paraná, here in Brazil, is the first to have laws that specifically promotes the use of OpenDocument Format. This is a free translation of such law:

  1. All public companies and institutions under the state of Paraná administration will adopt, preferably, open formats for creation, storage and public availability of digital documents.
  2. We understand open formats as the ones that:
    1. promote interoperability between multiple applications and platforms, internal and externally;
    2. let users chose applications free from royalties;
    3. can be freely and independently implemented by multiple computer software vendors, in multiple platforms, without any charge for the intellectual property of the technology.
  3. The companies cited in point 1 must be enabled for receiving, publishing, visualization and preservation of digital documents in open formats according to norm ISO/IEC 26300:2600 (OpenDocument format – ODF).

This law was signed by Roberto Requião, the state gorvernor, and Nizan Pereira Almeida, secretary for strategic initiatives.

Other states in Brazil, inspired by Paraná, are creating similar laws.

Folks related to the ODF initiative in Paraná

The folks in the photo, left to right, are: Henrique Menezes, government relations, IBM. Jomar Silva, ODF Alliance chapter Brazil. State congressman Edson Praczyk. Vitorio Furusho, Celepar (a state public company), BrOffice.org users group and Open Source Movement in Paraná. Reginaldo Radel, congressman Prazyk assistent.

Linux e ODF no Banco do Brasil 1 comment By AviPublished: Wed, 20 Feb 2008 07:28:00 +0000 Updated: Wed, 20 Feb 2008 09:19:27 +0000 Published: 20 Feb 2008 Published: 7:28 am Updated: 9:19 am Categories: Linux & Open SourceOpenDocument Format Tags:

Logo do Banco do BrasilEssas reuniões do grupo de trabalho da ABNT servem também para encontrar velhos amigos e um deles foi o Penna do Banco do Brasil, um dos responsáveis pela adoção em massa de Linux na empresa.

Contou que 100% das agências tem seus servidores rodando Linux. 100% dos caixas de atendimento. E a grande maioria dos PCs de atendimento personalizado.

Contou que por volta de 2004 e 2005 tudo rodava sobre OS/2 e havia a necessidade iminente de sair dessa plataforma. Mas grande parte do trabalho de porte das aplicações já havia sido feito em Linux pela equipe técnica.

Migrou-se então.

Apesar de terem ainda muitos documentos legados em formatos proprietários, o uso de BrOffice.org é praticamente universal e um departamento precisa ter um motivo que justifique a compra de qualquer outra suite de escritório. Na minha opinião, BrOffice.org é gratuito e bom o suficiente a ponto de o Banco do Brasil (ou qualquer empresa) poder ser chamada de financeiramente irresponsável se não o considerar.

A partir daí, como todo funcionário tem BrOffice.org em seu PC mas nem todos tem outra suite paga, o formato de documentos que circula tem que ser algo universal. E há algo mais universal que ODF?

Certa vez o Penna me contou também que pegaram um Sharp Zaurus (PDA que roda Linux) e recompilaram as aplicações da agência para rodar nele. Sim, eles montaram uma agência de demonstração com um PDA como seu servidor, só pra mostrar a portabilidade e que é simplesmente possível.

RIO D’JANEIRO É NOSSOOOO !!!!!!!!!!1111 6 comments By AviPublished: Tue, 19 Feb 2008 22:45:15 +0000 Updated: Thu, 21 Feb 2008 09:20:45 +0000 Published: 19 Feb 2008 Updated: 21 Feb 2008 Published: 10:45 pm Updated: 9:20 am Categories: OpenDocument Format Tags:

Quando o Brasil votou NÃO ao OOXML em agosto, anexou também sessenta e tantos comentários justificando o porquê dessa rejeição. Muitos países fizeram o mesmo, inclusive alguns que votaram SIM.

Desde novembro a ECMA tem respondido a esses comentários em forma de alterações e melhorias a especificação OOXML para remediar os problemas apontados. O Grupo de Trabalho instaurado pela ABNT que esteve analisando essas respostas terminou seu trabalho hoje e foi um sucesso. A reunião aconteceu no Rio de Janeiro.

Semana que vem acontece a reunião final da ISO em Genebra onde os países terão chance de discutir as respostas da ECMA, quais aceitaram e quais não resolveram problemas de interoperabilidade, padronização etc do OOXML. O Brasil vai levar as seguintes resoluções:

  • De fato vários problemas principalmente editoriais foram resolvidos e as modificações propostas pela ECMA foram aceitas.
  • Há ainda diversos problemas de inconsistência como multiplos formatos de datas não padronizados e que chocam entre sí.
  • Há problemas de interoperabilidade: um documento OOXML pode conter trechos binários cujo formato do conteúdo não é aberto nem está especificado. Exemplo:
    <o:ink i="AMgFHQSWC+YFASAAaAwAAAAAAMA...">
  • Há problemas de interoperabilidade com itens “deprecated”, ou seja a especificação suporta sub-formatos proprietários antigos junto com novos para coisas do tipo representação de funções matemáticas, desenhos vetoriais etc. Neste ponto, a posição do Brasil é de que só deve entrar na especificação ítens “deprecated” que não se pode converter automaticamente, por exemplo, de .DOC para .DOCX.
  • Outros aspectos relacionados a falta de documentação na especificação.

A somatória desses ítens por enquanto mantém o voto do Brasil: NÃO ao OOXML.

Além disso, o grupo varreu e classificou também diversos comentários de outros países — e suas respectivas respostas da ECMA — para que a delegação brasileira possa argumentar quando esses pontos forem discutidos na reunião da ISO.

O trabalho do grupo foi excelente, de alto nível, pragmático e saudável. E por isso eu gostaria de agradecer e rasgar a seda:

Fernando Gebara da Microsoft que coordenou as reuniões, fez o “trabalho sujo” de documentação, agendar calls, administrar portais, wikis etc, manteve a neutralidade técnica que sem ela todo o trabalho teria empacado na guerra ideológica. Jomar Silva da ODF Alliance, o Homembit, que foi o catalisador e hub de toda a comunidade livre nessa empreitada, além de mergulhar de cabeça na missão técnica. Deivi Kuhn do SERPRO que se envolveu em cada detalhe e mereceu ser o chefe da delegação a Genebra. Marisa Rublescki do SERPRO também superenvolvida, responsável e dona de um olhar clínico para debulhar especificações gigantescas. Murilo Barreto do Banco do Brasil, pela dedicação e magia negra contra sua agenda apertada. Daniel Assad e Leandro Jekimim, da facção da UNESP a favor do OOXML, por trazerem argumentos técnicos para a discussão. Cezar Taurion da IBM, articulador, blogueiro, evangelista e fonte de inspiração para todos. E tantos outros que trabalharam na linha de frente ou retaguarda para esse trabalho sair, um muito obrigado.

Como essa reunião era do comitê que trata de padrões de documentos, foi feita também uma deliberação para acelerar a aprovação do ODF como o padrão brasileiro de documentos. E, na verdade por causa disso, RIO D’JANEIRO É NOSSOOOO !!!!!!!!!!1111

PS: O Jomar publicou mais alguns detalhes, alguns bem irônicos. Confira.

Ted Tso Quer Brasileiros Trabalhando no LSB 2 comments By AviPublished: Thu, 14 Feb 2008 15:26:58 +0000 Updated: Thu, 14 Feb 2008 15:29:54 +0000 Published: 14 Feb 2008 Published: 3:26 pm Updated: 3:29 pm Categories: Linux & Open Source Tags:

Ted TsoAcabei de tomar um café com o Theodore Tso (blog), um dos jedi master hackers do universo Linux e Open Source de todos os tempos.

Acontece que ele trabalha na IBM a alguns anos e atualmente está num assignment temporário na Linux Foundation (a mesma casa do Linus Torvalds) focado em melhorar o framework LSB, que padroniza as distribuições Linux do ponto de vista das aplicações.

Ele está no Brasil por alguns dias entrevistando talentos, especialmente estudantes, para trabalharem com ele nessa empreitada. Um trabalho que deve ser prá lá de divertido também pela quantidade de interações com celebridades da comunidade Linux.

Boa sorte aos que conseguirem sua vaga na Linux Foundation !

Web 2.0 Party 3 comments By AviPublished: Thu, 07 Feb 2008 18:00:13 +0000 Updated: Fri, 19 Sep 2008 20:02:17 +0000 Published: 7 Feb 2008 Updated: 19 Sep 2008 Published: 6:00 pm Updated: 8:02 pm Categories: Music & PodcastsWeb 2.0 Tags:

Web 2.0 is about people. Its a global party where human beings exchange knowledge, experiences, information and even emotions.

Yesterday I saw the Xanadu movie again with ELO’s All Over the World, a good-vibe song from the 80’s that still has very current lyrics that explain what people are doing in our 2008’s Web 2.0.

Check out the movie excerpt with the song and the lyrics.

Everybody all around the world
Gotta tell you what I just heard
There’s gonna be a party all over the world

I got a message on the radio
But where it came from I don’t really know
And I heard these voices calling all over the world

All over the world,
Everybody got the word
Everybody everywhere is gonna feel tonight

Everybody walkin’ down the street
Everybody movin’ to the beat
They’re gonna get hot down in the U.S.A.
(New York, Detroit, L.A.)

We’re gonna take a trip across the sea
Everybody come along with me
We’re gonna hit the night down in gay Pareee

All over the world,
Everybody got the word
Everybody everywhere is gonna feel tonight

London, Hamburg, Paris, Rome, Rio, Hong Kong, Tokyo
L.A., New York, Amsterdam, Monte Carlo, Shard End and

All over the world,
Everybody got the word
Everybody everywhere is gonna feel tonight

Everybody all around the world
Gotta tell you what I just heard
Everybody walkin’ down the street
I know a place where we all can meet
Everybody gonna have a good time
Everybody will shine till the daylight

All over the world,
Everybody got the word
Everybody everywhere is gonna feel tonight

All over the world
Everybody got the word
All over the world
Everybody got the word
All over the world
Everybody got the word

Ditados Populares Atualizados 30 comments By AviPublished: Thu, 07 Feb 2008 12:11:01 +0000 Updated: Tue, 19 Aug 2008 05:49:56 +0000 Published: 7 Feb 2008 Updated: 19 Aug 2008 Published: 12:11 pm Updated: 5:49 am Categories: Info & Biz Technology Tags:

Recebi isso por e-mail e achei bem oportuno, e um barato.

  1. A pressa é inimiga da conexão
  2. Amigos, amigos, senhas à parte.
  3. Antes só do que em chats aborrecidos
  4. Arquivo dado não se olha o formato
  5. Diga-me qual a sala de chat que você freqüenta e te direi quem és!
  6. Para todo bom provedor uma senha basta.
  7. Não adianta chorar sobre o arquivo deletado.
  8. Em briga de namorados virtuais, não se mete o mouse!
  9. Em casa de programador, o espeto é de par trançado
  10. Em terra off-line, quem tem 486 é rei!
  11. Hacker que ladra, não morde!
  12. Mais vale um arquivo no HD do que dois baixando…
  13. Mouse sujo se limpa em casa!
  14. Melhor prevenir que formatar.
  15. O barato sai caro e lento…
  1. Programa velho é que faz site bom…
  2. Quando a esmola é demais, o santo desconfia que veio algum vírus anexado!
  3. Quando um não quer dois não teclam!
  4. Quem ama um 486, Pentium 4 lhe parece!
  5. Quem clica seus males multiplica!
  6. Quem com vírus infecta, com vírus será infectado!
  7. Quem envia o que quer, recebe o que não quer!
  8. Quem não tem banda larga, caça com modem!
  9. Quem nunca errou, que aperte a primeira tecla!
  10. Quem semeia e-mails, colhe SPAM!
  11. Quem tem dedo vai a Roma.com !
  12. Um é pouco, dois é bom, três é chat!
  13. Vão-se os arquivos e ficam os back-ups!
  14. Vírus no winchester dos outros é refresh!
Yahoo, Microsoft, Google 1 comment By AviPublished: Tue, 05 Feb 2008 09:50:24 +0000 Updated: Tue, 05 Feb 2008 09:57:42 +0000 Published: 5 Feb 2008 Published: 9:50 am Updated: 9:57 am Categories: Info & Biz Technology Tags:

O Google tem claramente uma posição dominante. Eles detêm cerca de 75% das buscas pagas no mundo.

Disse Steve Ballmer a uma entrevista ao New York Times, e ele continua…

Nós acreditamos que nossa proposta vai melhorar a concorrência.

Ah tá.

Tired of Feeding the Machine? 0 comments By AviPublished: Thu, 31 Jan 2008 17:46:30 +0000 Published: 31 Jan 2008 Published: 5:46 pm Categories: OpenDocument Format Tags:

What a cute movie about $$ spent with office suites.

OOXML Tem Nome Inapropriado 2 comments By AviPublished: Thu, 24 Jan 2008 12:52:06 +0000 Updated: Thu, 24 Jan 2008 12:52:07 +0000 Published: 24 Jan 2008 Published: 12:52 pm Categories: OpenDocument Format Tags:

Vejam esta conversa com uma agente de marketing e comunicações, por mensagem instantânea:

  • Ela: Recebemos a ligação de um jornalista da ###### dizendo que a IBM apoia o padrão XML porque os programaa IBM Lotus Quikr , IBM Websphere Portal , IBM DB2 9 XML suportam XML… vc sabe dizer se é verdade ? E se sim, porque fazemos isso ?
  • Eu: XML é um padrão universal de todos… com certeza apoiamos! Mas acho que ele quis dizer “Office OpenXML” da MS.
  • Ela: isso… quer dizer que estes produtos suportam XML não OPEN XML da MS ? é isso ? entendi certo ?
  • Eu: sim… todo mundo suporta XML… mas “Office Open XML” só a MS suporta
  • Ela: ah….
  • Eu: se “XML” fosse um “meio de transporte genérico”, então “Office OpenXML” seria um “Gol GL 1.6″.
  • Ela: ahah… essa foi boa

Ou seja, tem muita gente trocando as bolas entre XML e OpenXML, especialmente gente que tem acesso a mídia.

Índice Linux Journal, Dezembro de 2007 0 comments By AviPublished: Wed, 16 Jan 2008 13:49:55 +0000 Updated: Wed, 23 Jan 2008 20:19:02 +0000 Published: 16 Jan 2008 Updated: 23 Jan 2008 Published: 1:49 pm Updated: 8:19 pm Categories: Linux Journal Index Tags:
  1. Porcentagem mínima do tráfego da Internet identificado como ponto-a-ponto (peer-to-peer): 50
  2. Porcentagem máxima do tráfego da Internet identificado como ponto-a-ponto (peer-to-peer): 90
  3. Porcentagem mínima do tráfego ponto-a-ponto que usa BitTorrent: 50
  4. Porcentagem máxima do tráfego ponto-a-ponto que usa BitTorrent: 75
  5. Porcentagem de americanos entrevistados que acreditam que a constituição estabelece uma nação cristã: 55
  6. Número de vezes a palavra “Christian” (Cristão) aparece na constituição: 0
  7. Número de vezes a palavra “God” (Deus) aparece na constituição: 0
  8. Número de vezes a palavra “liberty” (liberdade) aparece na constituição: 3
  9. Número de vezes a palavra “freedom” (liberdade) aparece na constituição: 1
  10. Milhões de récordes de estudantes belgas gerenciados por uma suite de gerência de processo de negócio (business proccess management suite, BPMS): 1
  11. Milhares de escolas envolvidas no BPMS belga: 3
  12. Milhares de clientes da Intalio, o criador open-source do BPMS belga: 10
  13. Preço da ação da SCO em centavos no dia em que fez o pedido de falência: 37
  14. Milhões de dólares que a Rackspace vai investir no novo sede em San Antoni: 100
  15. Milhares de novos empregados que a Rackspace pretende contratar em sua nova sede: 4
  16. Milhares de hostnames servidos pelos datacenters da Rackspace: 920
  17. Número de anos que a Rackspace está no radar da Netcraft com seus web servers Linux: 11
  18. Porcentagem de mainframes IBM System z que se calcula rodarem cargas de Linux: 25
  19. Porcentagem de disconto no preço do System z especializado para rodar Linux: 90
  20. Número de servidores que a IBM está consolidando em 30 mainframes System z rodando Linux no projeto Big Gree: 3900

Fontes

  • 1, 2: Ipoque.com, sourced by ArsTechnica.com
  • 3, 4: Ellacoya Networks, sourced by ArsTechnica.com
  • 5: First Amendment Center
  • 6–9: USConstitution.net
  • 10–12: Intalio, Inc.
  • 13: TheStreet.com
  • 14–17: Netcraft.com
  • 18, 19: searchenterpriselinux.com
  • 20: IBM

Por Doc Searls. Original: http://www.linuxjournal.com/article/9890#mpart1

Índice Linux Journal, Novembro de 2007 0 comments By AviPublished: Wed, 16 Jan 2008 11:04:11 +0000 Published: 16 Jan 2008 Published: 11:04 am Categories: Linux Journal Index Tags:
  1. Velocidade média medida em MBps de uma conexão de banda larga com velocidade de download de “até 8Mbps”: 2.7
  2. Menor velocidade medida em MBps de uma conexão de banda larga com velocidade de download de “até 8Mbps”: 90
  3. Quantos, entre 5 consumidores, recebem a velocidade de banda larga contratada: 1
  4. Porcentagem de consumidores pesquisados que se sentiram desorientados pelas propagandas dos provedores: 30
  5. Bilhões de usuários de Internet em 2006: 1.1
  6. Usuários de Internet adicionais esperados até 2010, em milhões: 500
  7. Milhões de streams de vídeo servidos por dia pelo YouTube: 100
  8. Número de câmeras de segurança em Londres: 200
  9. Trilhões de bits enviados pelas câmeras de segurança de Londres aos seus data centers: 64
  10. Terabytes acumulados por dia pela Chevron: 2
  11. Número total de exabytes em dados em 2006: 161
  12. Múltiplo em milhões do total de dados de 2006 para toda a informação em todos os livros jamais escritos: 3
  13. Porcentagem do universo digital que vai ser criado por individuais em 2010: 70
  14. Porcentagem do universo digital corrente que está sujeita a regras de compliance e padrões: 20
  15. Porcentagem do universo digital corrente que está potencialmente sujeita a aplicações de segurança: 30
  16. Exabytes de “conteúdo criado pelo usuário” projetado para 2010: 692
  17. Total de exabytes de dados projetados para 2010: 988
  18. Porcentagem do universo digital de 2010 no qual organizações serão responsáveis por segurança, privacidade, confiabilidade e compliance: 85
  19. Capacidade em exabytes de mídia pronta para armazenar dados novos e replicados no universo digital de 2010: 601
  20. Ano em que a quantidade de informação criada vai ultrapassar a capacidade de storage disponível pela primeia vez: 2007

Fontes

  • 1, 2: which.co.uk, sourced by David Meyer for ZDNet UK
  • 3, 4: moneysupermarket.com, sourced by David Meyer for ZDNet UK
  • 5–20: “Expanding the Digital Universe”, by John F. Gantz, et al., a March 2007 IDC whitepaper

Por Doc Searls. Original: http://www.linuxjournal.com/article/9871#mpart1

Índice Linux Journal, Outubro de 2007 0 comments By AviPublished: Tue, 15 Jan 2008 11:24:09 +0000 Updated: Tue, 15 Jan 2008 11:27:15 +0000 Published: 15 Jan 2008 Published: 11:24 am Updated: 11:27 am Categories: Linux Journal Index Tags:
  1. Quantos dólares a mais um Dell Inspiron 1420, baseado em Linux, custa comparado ao mesmo rodando Vista, antes do erro ter sido corrigido: 225
  2. Quantos dólares a menos um Dell Inspiron 1420, baseado em Linux, custa comparado ao mesmo rodando Vista, depois do erro ter sido corrigido: 50
  3. Preço base corrigido de um notebook Dell 1420 Inspiron rodando Ubuntu: 774
  4. Número de opções de cores para o 1420: 8
  5. Porcentagem de computadores revitalizados pelo Alameda County Recycling Center (ACCRC) que rodam Linux: 100
  6. Preço cobrado pelo ACCRC para receber qualquer computador: 0
  7. Preço cobrado pelo ACCRC para receber “qualquer coise que você possa conectar na tomada” que não seja grandes dispositivos não-computacionais e monitores e TVs: 0
  8. Preço em centavos cobrado por libra por receber monitores e TVs: 50
  9. Milhares de sistemas rodando Linux com suporte dados pelo ACCRC por ano: 1
  10. Milhares de novos sites rodando Apache encontrados pelo Netcraft em sua pesquisa de julho de 2007: 556
  11. Milhares de novos sites do Google encontrados pelo Netcraft em sua pesquisa de julho de 2007: 592
  12. Milhões de novos sites Microsoft encontrados pelo Netcraft em sua pesquisa de julho de 2007: 2.4
  13. Porcentagem do Apache de todos os sites ativos pesquisados pelo Netcraft: 49.98
  14. Porcentagem de Microsoft de todos os sites ativos pesquisados pelo Netcraft: 35.48
  15. Porcentagem do Google de todos os sites ativos pesquisados pelo Netcraft: 4.35
  16. Porcentagem do Google de todos os sites ativos pesquisados pelo Netcraft em julho de 2006: 0
  17. Vantagem na porcentagem do Apache comparado a Microsoft em julho de 2006: 33.4
  18. Vantagem na porcentagem do Apache comparado a Microsoft em julho de 2007: 14.5
  19. Porcentagem de desenvolvedores norte-americanos de olho em Linux em 2007: 11.8
  20. Crescimento percentual do anterior comparado a 2006: 34

Fontes

  • 1–3; 18–20: DesktopLinux.com
  • 4–7: APPC (www.accrc.org)
  • 8: ZaReason, Inc.
  • 9–17: Netcraft.com

Por Doc Searls. Original: http://www.linuxjournal.com/article/9768#mpart1

Índice Linux Journal, Setembro de 2007 0 comments By AviPublished: Tue, 15 Jan 2008 11:03:44 +0000 Updated: Tue, 15 Jan 2008 11:25:51 +0000 Published: 15 Jan 2008 Published: 11:03 am Updated: 11:25 am Categories: Linux Journal Index Tags:
  1. Dólares gastos pela nike em seu logotipo swoosh: 35
  2. Bilhões de dólares gastos em marketing no ano passado pela Nike: 1.7
  3. Porcentagem de web sites que são pornográficos: 12
  4. Porcentagem de requisições por pornografia em mecanismos de busca: 25
  5. Porcentagem de pornografia em todos os downloads: 35
  6. Número de usuários vendo pornografia por segundo: 28358
  7. Dólares americanos gastos em pornografia a cada segundo: 89
  8. Número de novos sites de pornografia surgindo todos os dias: 266
  9. Bilhões de páginas web estimadas: .372
  10. Posição de “sex” entre as palavras mais procuradas: 1
  11. Renda em 2006 proveniente de pornografia na Internet, nos EUA, em bilhões de dólares: 2.84
  12. Porcentagem masculina dos usuários de pornografia na Internet: 72
  13. Porcentagem de tráfego de pornografia durante as 8 horas úteis do dia: 70
  14. Porcentagem de sites de pornografia produzidos pelos EUA: 89
  15. Posição do AdultFriendFinder entre os sites de pornografia mais populares: 1
  16. Número de sites AdultFriendFinder acompanhados pelo Netcraft: 75
  17. Número de sites AdultFriendFinder que sabe-se serem servidos por Desconhecido: 46
  18. Número de sites AdultFriendFinder que sabe-se serem servidos por Windows: 1
  19. Número de sites AdultFriendFinder que sabe-se serem servidos por BSD: 2
  20. Número de sites AdultFriendFinder que sabe-se serem servidos por Linux: 28

Fontes

  • 1–15: Good Magazine
  • 16–20: Netcraft.com

Por Doc Searls. Original: http://www.linuxjournal.com/article/9786#mpart1

Tecnologia Orgânica 0 comments By AviPublished: Tue, 15 Jan 2008 10:00:13 +0000 Updated: Tue, 15 Jan 2008 10:03:10 +0000 Published: 15 Jan 2008 Published: 10:00 am Updated: 10:03 am Categories: Ecology & EnvironmentInfo & Biz Technology Tags:

Numa cobertura do evento CES no caderno Link do Estadão, entre um monte de matérias sobre as novas tralhas tecnológicas apresentadas lá, há uma nota tímida sobre as bizarricies do evento.

Uma delas é uma bateria ou pilha que é recarregada com líqüidos tipo saliva ou urina.

Uma ótima invenção, de um gênero que deveria ser cada vez mais incentivado !

Porque afinal, toda essa mobilidade eletrônica e digital que a gente gosta cobra seu preço ao meio ambiente.

Diga-se de passagem, isso me lembrou as stillsuites do fictício universo de Duna (livro e filme): roupas especiais que capturam e reciclam a umidade do corpo de quem a veste, para serem usadas em ambientes inóspitos como o planeta-deserto Duna.

Deslizes e Tentáculos ao redor do OOXML 1 comment By AviPublished: Fri, 11 Jan 2008 08:48:12 +0000 Published: 11 Jan 2008 Published: 8:48 am Categories: OpenDocument Format Tags:

Algumas notas da blogosfera:

  • Roberto Salomon, do BrOffice.org e IBM, faz questão de lembrar quem são os verdadeiros donos dos documentos .doc, .ppt e .xls. O Service Pack 3 do MS Office 2003 simplesmente proibe um usuário abrir versões antigas desses formatos por serem declarados inseguros. Jomar também monta em cima e manda sua letra. Salomon discute muitas coisas interessantes ao redor da guerra de padrões em seu blog.
  • E o mesmo Salomon comenta com citações que o OOXML “é uma simples questão de interesses comerciais”, segundo a Microsoft.
Google Maps com Posicionamento por Antenas de Celular 13 comments By AviPublished: Mon, 07 Jan 2008 19:58:33 +0000 Updated: Wed, 30 Jan 2008 20:34:59 +0000 Published: 7 Jan 2008 Updated: 30 Jan 2008 Published: 7:58 pm Updated: 8:34 pm Categories: MobilityWeb 2.0 Tags:

Já faz um tempo que tenho me divertido com a nova versão do Google Maps que se instala no celular.

Ele faz uma coisa incrível: te diz mais ou menos onde você está agora, mesmo se seu celular não é equipado com GPS. É um recurso que se chama “My Location”.

Me falaram que a técnica que usada para fazer isso chama-se triangulação de antenas. Parece que é conhecida a posição geográfica de cada antena de celular e o Google Maps sente a potência de cada antena próxima e calcula a posição aproximada de acordo com a força do sinal de cada uma delas.

No mapa abaixo, estou realmente no ponto mais ao sul mas o Google Maps do meu celular calculou que estou um pouco mais ao norte, ponto este que vejo de minha janela a uns 100m mais ou menos.

Center of map
map
Estou realmente aqui
map
O Google Maps calculou que estou aproximadamente aqui

É bastante bom para eu que não tenho GPS.

Já disse antes e continuo repetindo: o Google Maps é o serviço mais legal da Web. Mais ainda que o Google Earth por ser mais acessível e leve.

O mapa desta página é feito com o Google Maps plugin para WordPress.

Mobile Codes começam a ser usados no Brasil 0 comments By AviPublished: Mon, 07 Jan 2008 15:57:04 +0000 Updated: Mon, 07 Jan 2008 16:02:20 +0000 Published: 7 Jan 2008 Published: 3:57 pm Updated: 4:02 pm Categories: Mobility Tags:

Já contei aqui no blog o que são Mobile Codes (ou QR Codes) e o drebes comentou que no Japão são muito usados.

Mas nunca vi ninguém usar isso aqui no Brasil. Até hoje.

No caderno Link do Estadão de hoje apareceu uma propaganda de um varejista de eletrodomésticos contendo um QR Code e uma chamada para o site descubraocodigo.com.br.

Entrando no site não há nenhuma informação útil. Mas se você ler o código da propaganda com um celular com câmera e software que interpreta Mobile Codes, surge uma URL escondida contendo promoções da loja.

Como isso é uma coisa nova ainda no Brasil, parece que o varejista está inteligentemente usando a tecnologia para criar um certo hype em torno dela.

Com a disseminação desses códigos, eles serão usados para se comunicar de forma física e impressa diretamente com os avatares digitais de uma sociedade da informação: seus computadores móveis, também conhecidos por “telefone celular”.

Software Security from a Specialist: Gary McGraw 0 comments By AviPublished: Thu, 27 Dec 2007 15:48:11 +0000 Updated: Tue, 05 Aug 2008 13:45:52 +0000 Published: 27 Dec 2007 Updated: 5 Aug 2008 Published: 3:48 pm Updated: 1:45 pm Categories: Linux & Open Source Tags:

I just listened to an excellent interview with Gary McGraw, a security guru, in the Software Engineering Radio, and I suggest software developers to hear it too.

Some points he touched:

  • Software security is about how to approach computer security if you are a developer or a software architect.
  • Security problems come from 2 points: (a) bad or buggy implementation as buffer overflows etc and (b) lack or poor architectural risk analysis. So even if you took a lot of care while writing the code you may have forgotten completely to authenticate users. This is a bad design (b) issue. Both problems — implementation and design — must be mitigated.
  • You can’t be 100% secure, but if you have considered security in the design and in the implementation of your software, you will be a lot better than simply shipping software without thinking about security.
  • Although people may have very good reasons to think that Open Source software is less secure than closed source because a cracker can see the code and find flaws, the bad guys actually use the binary version of a software to find the flaws, using low level debuggers, stack analyzers, decompilers and other kinds of things. Open Source software is not really in any worse shape that any other kind of software. He also says that Open Source software is not also better, from a security perspective. He does not believe in that theory that everybody is looking at the code and may find and fix bugs. Me neither.

I guess this is my last post of 2007 and I wish everybody a happy new year.

A Blogosfera 9 comments By AviPublished: Wed, 26 Dec 2007 11:47:14 +0000 Updated: Thu, 31 Jan 2008 18:56:42 +0000 Published: 26 Dec 2007 Updated: 31 Jan 2008 Published: 11:47 am Updated: 6:56 pm Categories: Community and SocietyEssaysWeb 2.0 Tags:

Um blog é um website qualquer cujo conteúdo é organizado como um diário (log, em inglês), ou seja, por datas e em ordem cronológica. O nome surgiu quando “web log” virou “weblog”, que em uma brincadeira se transformou em “we blog”, para enfim se popularizar em “blog”.

A cultura dos blogs tem um dicionário de jargões:

  • Post: um artigo ou publicação que pode conter texto, imagens, links, multimídia, etc. Um post tem um título, data e hora, é categorizado sob um ou mais assuntos como “vinhos”, “tecnologia”, “viagens”, “poesia”, etc., definidos pelo dono do blog. Usa geralmente linguagem mais direta e descontraída, e pode ser tão longo quanto um extenso artigo, ou conter somente poucas palavras. Um blog é uma seqüência de posts.
  • Comentário: visitantes do blog podem opinar sobre os posts, e esse é um lado muito importante da interatividade dos blogs.
  • Permalink: um link permanente, o endereço direto de um post específico.
  • Trackback e Pingback: um post que faz referência a outro post, até mesmo em outro blog.
  • Feed: há ferramentas que permitem ler vários blogs de forma centralizada, sem ter que visitá-los separadamente. O feed é uma versão mais pura do blog, contendo somente os últimos posts em formato XML (RSS ou ATOM), e serve para alimentar essas ferramentas. Podcasts nada mais são do que feeds contendo mídia, ao invés de só texto.

Blog é um nome mais atual para o que se costumava chamar de “home page”. A diferença é que antes da era dos blogs, uma pessoa que quisesse ter um website pessoal, tinha um enorme trabalho para publicar conteúdo de páginas, que geralmente eram estáticas, não interativas, e francamente, sem graça. Era um processo manual que exigia algum conhecimento técnico, e por isso eram geralmente os técnicos que publicavam conteúdo na web.

Com a padronização do conteúdo em ordem cronológica, em posts, surgiram uma série de ferramentas e serviços de blogging, sendo os mais conhecidos o WordPress, Blogger, LiveJournal e MovableType.

Eles facilitaram a publicação de textos, links, multimídia, de forma organizada e bonita, e a web ficou muito mais interessante. Se antigamente um escritor precisava ter influência com editoras para publicar trabalhos, hoje qualquer pessoa é um escritor em potencial. E, sim, os blogs revelaram inúmeros ótimos escritores — alguns viraram celebridades —, só porque agora eles tem acesso a uma plataforma de publicação independente e direta: a Internet.

Os “blogueiros” (bloggers, pessoas que possuem e escrevem em seus blogs) visitam e lêem outros blogs, fazem comentários, criam links e se referenciam, criando uma espécie de conversa distribuída.

A consolidação da cultura dos blogs fez surgir alguns serviços como Technorati, Truth Laid Bear, BlogBlogs, Ping-o-matic, Digg, dentre outros, que tem a habilidade de seguir a conversa. Mais ainda, eles conseguem medir a popularidade de um blog ou de um assunto, e mensurar sua vitalidade e popularidade na web. Usando extensamente idiomas XML como XHTML, RDF, RSS e ATOM, eles conseguem notificar um blog de que ele foi citado em outro blog, ajudando o primeiro a publicar automaticamente um pingback ou trackback, mostrando quem o citou e como.

A Blogosfera é o fenômeno sócio-cultural materializado nessa malha de interações digitais entre os blogs e seus autores. Pode ser comparada a Comunidade de Software Livre. Onde esta cria software de forma distribuída e de acesso livre e direto aos usuários finais, a Blogosfera trabalha com idéias em geral, poesia, fotografia, multimídia, notícias, de qualquer um que se disponha a escrever para qualquer um interessado em ler.

Como dizem Doc Searls e David Weinberger no artigo Mundo de Pontas (“World of Ends”), a Internet é uma grande esfera oca com a superfície formada por pontas interconectadas. Bem, nós somos as pontas e ela é oca porque não há nada no meio que limite a nossa interação. Essa metáfora explica como os bloggers ganharam voz ativa na sociedade livre da Internet, onde falam bem de quem gostam e denunciam quem ou o que não gostam. Sendo público e interativo, qualquer assunto verídico e bem conduzido tem potencial para virar uma bola de neve ao ponto de iniciar um escândalo político (exemplo), obrigar uma empresa a admitir que deve fazer um recall de produtos defeituosos, ou de dar informações muito precisas sobre a bomba que explodiu no bairro durante uma guerra (warblog).

O Software Livre, a Blogosfera e outros movimentos socioculturais que estão por vir são um resultado direto da benéfica massificação da Internet.

Empresas têm usado blogs como forma de se aproximarem de seus clientes. Sua linguagem descontraída, não-institucional e principalmente interativa derruba barreiras e potencializa comunidades. Bons blogs corporativos passaram a ser peça chave do ciclo de desenvolvimento de produtos, como plataforma de divulgação das próximas novidades e ponto de coleta direta de opiniões de usuários.

O que você está esperando para ingressar na Blogosfera ?

OOXML é Incompatível com Formatos Anteriores 1 comment By AviPublished: Fri, 21 Dec 2007 19:28:03 +0000 Updated: Thu, 31 Jan 2008 19:02:56 +0000 Published: 21 Dec 2007 Updated: 31 Jan 2008 Published: 7:28 pm Updated: 7:02 pm Categories: OpenDocument Format Tags:

É importante enfatizar que a Microsoft anda dizendo que o OOXML é bom e necessário porque garante compatibilidade com o formato anterior (.doc etc).

Isso é uma imprecisão grosseira que cai bem nos ouvidos de quem não é técnico ou quem não pára pra pensar o que isso significa.

Explico: O .doc e companhia são formatos binários (ilegivel aos olhos humanos), e o OOXML é um formato baseado em XML (texto puro comprimido). Só este fato faz com que seja impossível haver compatiblidade entre os dois formatos. Dessa perspectiva, OOXML é mais compatível com ODF do que com .doc e companhia.

O que sim pode ser compatível com .doc e OOXML ao mesmo tempo é a suite de escritório MS Office, um programa que lê e escreve esses formatos — e que pode fazer o mesmo com ODF. Mas a guerra toda é sobre os formatos e não sobre programas, certo !?.

OOXML — o formato — não é compatível com nada anterior a ele, e agradeceria se pessoas influentes (mas imprecisas) parassem de achar e dizer que é.

Complete a Ponte 0 comments By AviPublished: Thu, 20 Dec 2007 18:28:15 +0000 Updated: Thu, 20 Dec 2007 18:50:36 +0000 Published: 20 Dec 2007 Published: 6:28 pm Updated: 6:50 pm Categories: OpenDocument FormatWeb 2.0 Tags:

Lotus SymphonyE parece que o pessoal de marketing aqui na IBM tem usado a imaginação para mostrar a linha de produtos de colaboração com o lúdico site Complete A Ponte. Fizeram também uns vídeos engraçadinhos.

Um dos produtos mais em voga que está lá é o Lotus Symphony, suite de escritório gratuita, compatível com o formato aberto ODF, os proprietários do MS Office (.doc, .xls, .ppt) e também com o formato do antigo Lotus Smart Suite (.lwp, .prz, .123, .wk4). Ou seja, o Symphony pode ser usado para converter tudo isso para o moderno ODF.

Mas há outras coisas lá também como o Lotus Connections que traz para o ambiente corporativo o que há de mais atual na Web 2.0, como Wikis, Blogs, tagging e comunidades e redes sociais (a la Orkut). E claro não poderiam ficar de fora o Lotus Domino, servidor de workgroup mais popular do mundo, e outros.

Visite e complete a ponte !

Anarchy at ISO 7 comments By AviPublished: Thu, 20 Dec 2007 14:36:07 +0000 Updated: Thu, 31 Jan 2008 19:00:22 +0000 Published: 20 Dec 2007 Updated: 31 Jan 2008 Published: 2:36 pm Updated: 7:00 pm Categories: OpenDocument Format Tags:

The fundamental question, lack of tangible answer and the probable consequences

This is a translation for a blog post by Jomar Silva, head of the ODF Alliance Chapter Brazil.

In the coming days I’ll celebrate (or regret) one year working with OpenXML in ISO, and I must admit that the more time goes by I’m more far of finding a plausible answer to the most fundamental (and forgotten) question: “Why two standards ?”

The claim of proponents is the legacy support, which is not technically proven in more than 6 thousand pages of specification. It is also not proven the claim that the OpenXML fulfills the specific users needs… Did any of them read the specification of ODF (ISO / IEC 26300)?

The commercial reasons for the existence of this second standard is more than obvious and have been widely commented worldwide, but doesn’t it work as a warning that something is going wrong? Does the initiatives of international standardization are just moved by commercial interests of six guys and the argument that standardization helps to reduce artificial barriers to free trade is nothing more than cheap and utopian ideology?

Would the ISO 9000 be what it is for Quality worldwide if its opponents had proposed and made whatever was needed to ensure many different standards of quality, addressing different user needs? Will ISO accept in the coming years a proposal for more flexible quality standard, which is compatible with the legacy of disorganization that some companies still have today? Does the lack of ability of a small company to have and maintain decently a quality system based on the ISO 9000 configures “specific users needs” and therefore demand a new international standard?

Let us move to environmental issues? Do small and medium businesses have conditions and structure to maintain an ISO 14000 certificate correctly? Do the allegations of China on emissions of carbon (by the way, supported by USA position) configures the existence of the specific user needs in order to prepare a new environmental standard?

The precedent that OpenXML brought to international standardization, in my point of view, is the worst possible because based on the existence of two standards for editable documents, or at least the ability to mobilize the world and spend huge amounts of money in this discussion, will not allow the JTC1, the ISO, IEC and anyone else to refuse the discussions of new rules or alternatives standards for any economic sector. This really worries me, because all the efforts of standardization achieved in recent decades can go up in the garbage can in a short time and the worst is that everyone seems not to see it is happening. Want to see an example of the mess… I give one of the bests…

The PDF format is an ISO standard, the PDF/A which is the ISO 19005-1:2005, published in October 2005. It was developed based on a subset of the specification PDF 1.4 of Adobe. Several countries and organizations around the world have already adopted this standard as the default for non-editable documents.

Microsoft has released Windows Vista along with a new standard for non-editable electronic documents, called XPS (XML Paper Specification), which uses the same packaging concepts of OpenXML (OpenPackaging Convention) to represent non-editable documents. Who guess where XPS is standardized as another “Open Standard” wins a gift… ECMA… A lot of creativity is not needed to understand that this standard will also be submitted to ISO through a FasTrack in the coming months, just following the OpenXML opened path to that.

Adobe has realized this and has already expressed itself. A press release from the company itself, from January of this year already announced the delivery of version 1.7 of the standard to ISO. This proposal has followed their natural path and this week the vote of the standard in ISO has finished. According to the expectation of a blog from Adobe, published yesterday, the standard was adopted. My personal opinion is that this approval is very important, because now PDF becomes a full international standard, not a subset as was the PDF/A.

So I warn all involved and concerned to allocate a part of their budget for 2008 to discuss the FasTrack of XPS, because I think it will be inevitable.

I wonder what will be the other standards that will be run over (or who tries to trample) within ISO. How much money will be spend in this decade to learn this lesson?

What makes me more disappointed is to see that all these things can put ISO in a delicate position in the international standardization scene. The mess ISO is letting to happen in its own rules may cause that to be an ISO standard or a John Doe’s standard will have same value (at least to IT industry). I think this whole mess threatens the reputation that this entity has, which for me has always been synonymous with seriousness and responsibility.

The existence of unique standards, built through community is what today allows me to access the internet and write this article and that allows you to read it here from anywhere, using any browser and any operating system. This is what allows us to buy any CD with music and to use in any CD player (from $50 thousand to $1.00). This is the world created by international standards but looks like its not good for everybody.

Commodity market competition is for serious companies, competent and committed with the differentiation to their customers… It is not for anyone, regardless of their size or achievements in the past…

To relieve a little bit the post, in the last weekend I decided to play my acoustic guitar and ended up playing a song that reminded me a lot about all that I wrote here. I think it encouraged me to write this article.

The song is “Anarchy in UK” by the Sex Pistols and when I played in the weekend, just switched the UK to ISO and things made sense… Perhaps this is the answer to the question that doesn’t have an answer…

The part that I found most interesting is:

Anarchy at the ISO
It’s coming sometime and maybe.
I give a wrong time, stop a traffic line.
Your future dream is a shopping scheme.

That is what they want… Anarchy at ISO!

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