Avi Alkalay Digital Awareness and Flying Spirit

Archive for category “Info & Biz Technology”

Information Technology for business.

Sun uses ODF 0 comments By AviPublished: Fri, 15 Jun 2007 02:37:36 -0300 Updated: Fri, 15 Jun 2007 02:43:44 -0300 Published: 15 Jun 2007 Published: 2:37 am Updated: 2:43 am Categories: OpenDocument Format Tags:

Sun logoI spent the day in an Office Open XML conference in Brasília with many colleagues from companies in the industry, including Red Hat, Novell, 4Linux, ODF Alliance, IBM and Sun Microsystems.

For Sun, I was able to confirm they have ODF as their standard format for all documents, globally. OK, this was pretty much expected, but its exciting to hear it as an official statement from a Sun executive.

Investing on Sun Microsystems 3 comments By AviPublished: Thu, 14 Jun 2007 08:16:15 -0300 Updated: Fri, 15 Jun 2007 02:47:35 -0300 Published: 14 Jun 2007 Updated: 15 Jun 2007 Published: 8:16 am Updated: 2:47 am Categories: Community and SocietyInfo & Biz Technology Tags:

I met a friend that works on an investments bank and gives advises to his customers about companies that are good to invest now.

He has Sun Microsystems on his short list.

He didn’t make any organic research about this company. He only analyzed the behavior of their graph.

Anyway, I told him Sun Microsystems is a company that I would not invest nowadays. They were very innovative in the past, but their future, in my opinion, is uncertain.

Novell uses ODF 2 comments By AviPublished: Wed, 13 Jun 2007 13:26:37 -0300 Updated: Fri, 15 Jun 2007 05:02:17 -0300 Published: 13 Jun 2007 Updated: 15 Jun 2007 Published: 1:26 pm Updated: 5:02 am Categories: OpenDocument Format Tags:

Novell logoYesterday, in a meeting on the beutifull Novell office in São Paulo, I was able to confirm that ODF is their document standard. Globally, for all Linux and Windows users. If they need to exchange documents with customers, they send in PDF.

I supose Red Hat, a 100% Linux company, is also in this direction. I just didn’t have the chance to confirm this with the folks I know in Red Hat. But I’m pretty sure its the same. By the way, Red Hat, together with IBM and Sun, is member of our local ODF Alliance Chapter Brazil.

Quando Abrir o Código Fonte 13 comments By AviPublished: Mon, 11 Jun 2007 17:13:26 -0300 Updated: Thu, 31 Jan 2008 20:03:12 -0200 Published: 11 Jun 2007 Updated: 31 Jan 2008 Published: 5:13 pm Updated: 8:03 pm Categories: EssaysLinux & Open Source Tags:

Open Source LogoNum evento promovido na Universidade Federal de São Carlos eu fiz uma palestra longa sobre middleware IBM em Linux. No final os estudantes fizeram ótimas perguntas sobre carreira, trabalho, tecnologia e uma das mais interessantes foi essa do título.

A resposta rápida é: se um software fechado ainda traz lucro para seu dono não há porque abrir seu código fonte.

Mas na verdade essa é uma questão deveras delicada, e a decisão é muito difícil de se fazer.

Um software tem dois grandes valores:

  1. O valor de seu código, ou o quanto o mercado valoriza financeiramente a quantidade de trabalho empregada para desenvolver aquele software.
  2. Seu valor ecossistêmico, ou quantas pessoas conhecem bem esse software e estão prontas para trabalhar com (e para) ele, usando, desenvolvendo extensões, escrevendo livros, etc.


O segundo ponto é mais difícil de entender, então para explicar tomemos como exemplo o Adobe Photoshop versus o Gimp. O último tem a maioria das funcionalidades do primeiro e é de graça, mas o primeiro continua sendo muitíssimo mais popular, conhecido, usado, etc. O valor ecossistêmico do Photoshop é bem maior que o do Gimp e isso inclusive aumenta seu valor financeiro.

E para o primeiro ponto, lembrem-se do excelente webserver de código fechado da Netscape que perdeu a guerra ao se deparar com o Apache HTTP Server. O mercado não estava mais disposto a gastar dinheiro com algo tão simples e estrutural como o código fonte de um webserver.

Se você abrir o código cedo demais, vai perder lucro, mas se esperar muito pode perder ecossistema porque seus usuários irão migrar para opções abertas mais flexíveis e mais baratas. A qualidade geral da opção aberta talvez seja inferior num certo momento, mas conforme seu ecossistema cresce, a qualidade também cresce talvez ultrapassando as alternativas fechadas.

Community ROI

Há duas vantagens em abrir o código fonte:

  1. A primeira é tática e está relacionada a terceirizar o trabalho massante de manter um código que não tem mais valor comercial, mas que ainda é vital para outros produtos de maior valor.
  2. A segunda é de ordem estratégica e muito interessante. Consiste em usar o poder social do Open Source em agregar comunidades e assim estabelecer um padrão na área do código que foi aberto. Isso aniquila a concorrência, e se não há um padrão geral estabelecido, a abertura bem sucedida e amadurecida define um Padrão Aberto.

Abrir só com o primeiro ponto em mente, geralmente leva ao fracasso. Foi o caso do Darwin e o OpenSolaris, pois não conseguiram criar ao seu redor um ecossistema viável para sobreviverem sem seu criador. Seu código foi aberto muito tarde, tão tarde que Linux já dominava a cena de sistemas operacionais.


Quando há um equilíbrio entre as duas vantagens acima, abrir o código fonte pode mudar completamente o rumo do mercado naquele setor. Foi o que aconteceu com o Eclipse e o OpenOffice.org. No caso do Eclipse, era uma grossa camada de código muito bem feito mas que dava muito trabalho para manter. Além do fato de que o verdadeiro valor de produto estava no que ficava sobre o Eclipse, como o antigo WSAD da IBM. Quando foram abertos, não havia nem sombra de algo similar em código aberto e com aquela qualidade. O resultado hoje é uma comunidade dinâmica ao seu redor que está levando esses projetos onde nunca se imaginava poderem chegar.

O poder de uma abertura estrategicamente bem pensada pode abalar as bases de um produto bem estabelecido. É o caso do OpenOffice.org mais ODF versus o MS Office e todo o barulho que temos ouvido na mídia e nos governos.

Hoje, softwares que implementam conhecimento muito específico de áreas avançadas como engenharia, arquitetura, negócios, logística, etc estão longe de serem abertos, simplesmente porque o mercado ainda remunera bem seus fabricantes. Há opções abertas, mas é tão difícil criar e autosustentá-las de forma global e com qualidade, que as opções fechadas ainda são melhores.

E softwares que implementam funcionalidades de uso genérico como o de um sistema operacional, servidor de arquivos, webserver, etc, graças ao mundo pequeno que a Internet nos ofereceu já dominam seu escopo inclusive em termos de ecossistema, e ninguém mais se arriscará a criar um concorrente de código fechado. A excessão aqui é o Microsoft Windows, único sistema operacional proprietário e de código fechado, que ainda detém um ecossistema gigante.

Já estamos vivendo uma época em que a decisão de abrir o código fonte não está mais no âmbito da infraestrutura. Nos próximos anos provavelmente vamos ver middlewares populares terem seus códigos abertos. Open Source está avançando nesse setor, e a capacidade dos gestores dessas áreas em tomar decisões inovadoras será o que vai diferencia-los da concorrência.

Isso acontecerá num ritmo natural. Não se pode mudar os nove meses de uma gestação. São idéias que naturalmente estão amadurecendo no mercado.

Qt Jambi for Java 0 comments By AviPublished: Mon, 11 Jun 2007 14:02:22 -0300 Published: 11 Jun 2007 Published: 2:02 pm Categories: Info & Biz Technology Tags:

If AWT looks bad, you don’t like SWT, and SWING seems too fat, you have a new option for a GUI API on Java: Qt Jambi. The demos are impressive, as fast as they should be. And Jambi is claimed to be the same excellent Qt API, now for Java.

Install Java on Fedora, Red Hat, SUSE with RPM 4 comments By AviPublished: Mon, 11 Jun 2007 13:07:18 -0300 Updated: Thu, 31 Jan 2008 20:05:19 -0200 Published: 11 Jun 2007 Updated: 31 Jan 2008 Published: 1:07 pm Updated: 8:05 pm Categories: Linux & Open Source Tags:

Just to make more generic and to simplify Liquidat’s good howto about this topic, here is a better way to install Sun, IBM or BEA Java/JVM/JDK on any modern Linux RPM-based distribution as Fedora 7, Red Hat 5, SUSE, Mandriva, etc:

  1. On the JPackage non-free repository, look for the package named java-VERSION-PROVIDER-*nosrc.rpm and download it. For this example, I used IBM JVM. Procedure is the same for Sun’s or BEA’s.
  2. Check the package information with the RPM command as shown bellow:
    bash# rpm -qpi java*nosrc.rpm
    Name        : java-1.5.0-ibm               Relocations: (not relocatable)
    Version     : 1.5.0.2.3                         Vendor: JPackage Project
    Release     : 3jpp                          Build Date: Tue 15 Aug 2006
    Install Date: (not installed)               Build Host: tortoise.toronto.redhat.com
    Group       : Development/Interpreters      Source RPM: (none)
    Size        : 395165271                        License: IBM Binary Code License
    Signature   : (none)
    Packager    : Thomas Fitzsimmons
    URL         : http://ibm.com/developerworks/java/jdk/linux/download.html
    Summary     : IBM Java Runtime Environment
    Description :
    This package contains the IBM Java Runtime Environment.
  3. We visited the URL above to find IBM’s JVM binary for Linux. Chose the 1.5 SDK in tgz format and copied all this way:
    bash# cd /directory/where/binary-SDK/was/downloaded
    bash# cp ibm-java2-sdk-50-linux-i386.tgz /usr/src/redhat/SOURCES
    bash# cp ibm-java2-javacomm-50-linux-i386.tgz /usr/src/redhat/SOURCES

    In SUSE, copy to /usr/src/rpm/SOURCES.

  4. And built the final installable packages this way:
    bash# cd /directory/where/nosrc.rpm/was/downloaded
    bash# rpmbuild –-rebuild java*nosrc.rpm
  5. When finished, all final packages are under /usr/src/redhat/RPMS/. Install them all this way:
    bash# cd /usr/src/redhat/RPMS/i*86
    bash# rpm -Uvh java*rpm

    and the JVM is installed.

(All but step 5 may be done as a regular user instead of root, but explanations would be longer and more complex)

Later, you may also want to install the javaws package to have Java Web Start integrated on your browser.

By the way, JPackage Project has standarized how Java software should be packaged on Linux. And they are doing it with RPM (but the concepts may be ported to other packaging systems). It is such a great and well done standard that all RPM-based distributions such as Fedora, Red Hat Enterprise Linux, SUSE, Mandriva, etc are using it for their own Java works. It all starts with a package named jpackage-utils, probably already installed on your fresh system.

You may find many Java software as JBoss, Apache Geronimo, Ant, Eclipse, etc packaged in JPackage web site.

Welcome Planet Fedora Readers 1 comment By AviPublished: Mon, 11 Jun 2007 00:13:05 -0300 Updated: Mon, 11 Jun 2007 00:17:12 -0300 Published: 11 Jun 2007 Published: 12:13 am Updated: 12:17 am Categories: Web 2.0 Tags:

My blog feed was included in one more of these planet-like web sites.

Welcome Planet Fedora readers.

I was already being read by Pandemonium and Planeta GNU/Linux Brasil readers.

I guess 90% of high quality readers and comments I get come from these community planets. OK, I have some very popular posts with 470+ comments but they are terrible.

For new readers, I blog a lot about Linux, Open Standards, Open Source, ODF, business related to all this stuff together with SOA, Web 2.0, and all those buzwords. At work I was asked to start blogging, to keep a connection with the community. So I can say to blog is officialy part of my job.

I also enjoy writing about travels, food, metaphysics, music, politics, and this is the place I store my published articles and presentations I use to deliver in events. Most of that in portuguese, but many technical stuff are in english.

Welcome all.

Fedora Post-installation Configurations 26 comments By AviPublished: Sun, 10 Jun 2007 17:31:03 -0300 Updated: Thu, 20 Nov 2008 16:41:24 -0200 Published: 10 Jun 2007 Updated: 20 Nov 2008 Published: 5:31 pm Updated: 4:41 pm Categories: Linux & Open SourceMultimedia Tags:

Inspired by an old post by Rui Moura, I’ll maintain here the plain commands needed to setup a freshly installed Fedora or Red Hat system, to include essential softwares they don’t ship by default due to legal issues.

These instructions are currently optimized for Fedora 7, 8 and 9, but most of it should work on any other Fedora and modern Red Hat Enterprise Linux too. Good suggestions provided as comments bellow will be added to this guide.

Terms highlighted in red should be changed to match your system.

Permissions Setup

This step will allow you to issue some administrative commands without having to be all the time logged in as root — the system administrator.

bash# echo 'your_plain_loginname_here ALL=(ALL) ALL' >> /etc/sudoers

Note that this is the only command throughout this guide that shows a root prompt (bash#). All other commands are indicated to be run as a regular non-root user (indicated by bash$).

After configuring sudo, every time you execute an administrative command with its help, a password is requested. This is your password (the regular user’s password), not the root password.

Keeping System Updated

After all the steps bellow and from time to time, update all software installed on your system with the following command:

bash$ sudo yum update

Repositories Setup

RPM Fusion is a repository of many essential multimedia and general purpose software for Fedora and Red Hat systems. It is a good idea to have it configured so you can easily install players for DVDs, MP3s amongst other useful things.

bash$ sudo rpm -Uvh http://download1.rpmfusion.org/free/fedora/rpmfusion-free-release-stable.noarch.rpm http://download1.rpmfusion.org/nonfree/fedora/rpmfusion-nonfree-release-stable.noarch.rpm

Install Adobe Flash Player Globally

bash$ sudo rpm -Uvh http://linuxdownload.adobe.com/adobe-release/adobe-release-i386-1.0-1.noarch.rpm
bash$ sudo yum -y install flash-plugin

Restart your browser to activate the plugin.
For reference: Flash Player for Linux home page.

Access LAN Hosts by Name Without a DNS Server

You can access servers and machines on you LAN by name, instead of using their long IP address using the Zeroconf standard (implemented as Avahi in Linux). This is so useful and works out of the box in Ubuntu. The setup in Fedora is easy too, but not automatic.

bash$ sudo yum -y install avahi-tools nss-mdns

Now, instead of accessing local hosts by their IP, you can use the .local domain appended to their names. Just like this:

bash$ ssh 10.0.0.5 # stop using the IP address of dbserver
bash$ ssh dbserver.local # start using its hostname

Tip grabbed from Fedora Project wiki.

Keep Date and Time Correct and Precise

Your system can have 100% correct time and date everyday, synchronizing with atomic clocks across the Internet.

bash$ sudo yum -y install ntp    # install time sync tools
bash# ntpdate 0.fedora.pool.ntp.org    # make the first time sync with a Fedora clock mirror
bash# chkconfig --level 2345 ntpd on    # enable the synchronization service to run on every boot
bash# service ntpd start    # run the service so you don't need to reboot

Read more in the official Linux Time Precision HOWTO.

Dramatically Improve Fonts

bash$ sudo yum install freetype-freeworld

Logoff and login again your graphical environment to this update take effect.

To understand why you need this update read this section on the Linux Font HOWTO.

The freetype-freeworld package uses a technique described in this bug report.

Install Web Standard Fonts

These packages include popular fonts as Arial, Times New Roman, Tahoma, Verdana, as well as new Windows Vista and MS Office 2007 fonts. Learn more.

bash$ sudo rpm -Uvh \
http://avi.alkalay.net/software/webcore-fonts/webcore-fonts-3.0-1.noarch.rpm \
http://avi.alkalay.net/software/webcore-fonts/webcore-fonts-vista-3.0-1.noarch.rpm

Then, configure your desktop as described in the Linux Font HOWTO, for KDE or Gnome.

MP3 Support

For Gnome and GStreamer:

bash$ sudo yum -y install gstreamer-plugins-ugly libmad libid3tag id3v2


For KDE:

bash$ sudo yum -y install kdemultimedia-extras-nonfree id3v2

Amarok: The best audio player for Linux

bash$ sudo yum -y install amarok-extras-nonfree

DVD Player

bash$ sudo yum -y install vlc

General DVD and DivX/Xvid/MP4/H.264 Movie Player and Browser Plugin

bash$ sudo yum -y install mplayer mplayer-fonts mplayerplug-in

General Digital Video Authoring and Editing tools

bash$ sudo yum -y install mencoder mkvtoolnix mkvtoolnix-gui ffmpeg avidemux subtitleripper

Correctly install Java

Fedora 8 includes what will be the new Sun Java 1.7 JVM that was open sourced in late 2006.

This JVM (codename Iced Tea) is still beta and may not fulfill all your needs, but it is now extremely easy to install:

bash$ sudo yum -y install java-1.7.0-icedtea    # installs the JRE only

Other subpackages you can install with similar command are java-1.7.0-icedtea-devel (JDK), java-1.7.0-icedtea-plugin (browser plugin), java-1.7.0-icedtea-demo, java-1.7.0-icedtea-src, java-1.7.0-icedtea-javadoc.

If the 1.7 does not fulfill your needs, I wrote another similar tutorial on how to correctly install traditional Java that will become obsolete as soon the Iced Tea project is final, but may be enlightening about how to install other Java related libraries and packages.

Access Windows NTFS Partitions From Linux

bash$ sudo yum -y install ntfs-config

Then run the ntfs-config-root graphical tool and configure your partitions to be writable and mountable.

bash$ sudo /usr/sbin/ntfs-config-root

An example of my system:
NTFS config tool screenshot
After you configure the tool and quit, your NTFS partitions will be mounted in the specified place. In my case /media/Windows and /media/Work.

Configure text console in high resolution and smaller fonts

This tip is for the text console.

bash$ sudo echo 'SYSFONT="lat0-08"' >> /etc/sysconfig/i18n  # set a ISO-8859-15 font
bash$ sudo echo 'fbset 1024x768-60' >> /etc/rc.d/rc.local    # set console resolution to 1024x768 @ 60Hz

These settings will take effect after a reboot, but you can test them before rebooting executing the following commands:

bash$ sudo setfont lat0-08
bash$ sudo fbset 1024x768-60

Note that you can set different resolutions than 1024×768 if you have a video card and monitor that will accept it. A full list of modes can be listed with the command:

bash$ grep "mode " /etc/fb.modes
Cuidado com o seu Emprego 0 comments By AviPublished: Tue, 05 Jun 2007 18:55:17 -0300 Updated: Thu, 20 Dec 2007 20:12:19 -0200 Published: 5 Jun 2007 Updated: 20 Dec 2007 Published: 6:55 pm Updated: 8:12 pm Categories: OpenDocument Format Tags:

Especificação do Microsoft Office Open XML, impressaAinda sobre a gigantesca (e ridícula) especificação do Office OpenXML, da foto ao lado, eu não sei qual é o seu emprego, mas imagine o seu chefe chegar te dizendo “leia isto e entenda tudo, implemente-o perfeitamente e tenha certeza que ele interopera com outros softwares produzidos por quaisquer outros que estão fazendo o mesmo que você”.

Traduza essa assertiva para seu próprio emprego e olhe novamente para a foto. O que você conclui ?

  • Você terá um emprego para o resto da vida tentando implementar a especificação.
  • Seu chefe vem de um universo paralelo maluco.
  • Isso é uma piada.
  • A avaliação do seu trabalho não será muito boa no ano que vem.
  • Não há nenhuma chance de você executar esse trabalho sem reimplementar partes significativas do protfólio de produtos da Microsoft e portanto você estará sujeito a problemas relacionados a propriedade intelectual.
  • A Microsoft está tentando mudar as regras sobre o que é um padrão e quem pode implementá-lo.

Todas as alternativas acima ?

Para quem gosta de fotos e gráficos interessantes sobre este assunto, veja http://www.openmalaysiablog.com/2007/05/putting_6039_pa.html.

Tradução livre de um post no blog de Bob Sutor.

Índice Linux Journal, Maio de 2007 0 comments By AviPublished: Tue, 05 Jun 2007 14:37:05 -0300 Updated: Thu, 08 Nov 2007 15:55:30 -0200 Published: 5 Jun 2007 Updated: 8 Nov 2007 Published: 2:37 pm Updated: 3:55 pm Categories: Linux Journal Index Tags:
  1. Bilhões de dólares que operadoras de cabos vão gastar até 2012 melhorando a capacidade de redes digitais: 80
  2. Milhões de dólares cotados por uma facilidade de Internet de alta velocidade baseada em fibra ótica, em São Francisco: 500
  3. Aumento de porcentagem em assinaturas fiber-to-the-home (FTTH) no Japão: 88
  4. Milhões de assinaturas FTTH no Japão, em março de 2005: 5.4
  5. Potência efetiva irradiada em watts do “rádio open-source” KRUU: 100
  6. Alcance em milhas do sinal metropolitano da KRUU: 4
  7. Número de planetas servidos pelo fluxo web ao vivo da KRUU: 1
  8. Número total de dólares pagos à AT&T pelo uso contínuo de um telefone “push-button” desde 1960 por uma pessoa de 88 anos de idade: 7500
  9. Milhões de carros ao fim de 2006: 800
  10. Milhões de PCs ao fim de 2006: 850
  11. Bilhões de conexões à Internet ao fim de 2006: 1.1
  12. Bilhões de cartões de crédito ao fim de 2006: 1.4
  13. Bilhões de TVs ao fim de 2006: 1.5
  14. Bilhões de telefones celulares ao fim de 2006: 2.7
  15. Bilhões de telefones celulares em uso em setembro de 2006: 2.5
  16. Milhões de telefones celulares novos no ano anoterior: 484
  17. Porcentagem de novos telefones celulares na Ásia: 41
  18. Bilhões de telefones celulares esperados ao fim de 2007: 3
  19. Projeção da remessa anual de telefones celulares em bilhões, em 2008: 1
  20. Estimativa de bilhões de seres humanos em Julho de 2006: 6,525170264

Fontes

  • 1: ABI Research
  • 2: “Fiber Optics for Government and Public Broadband: A Feasibility Study Prepared for the City and County of San Francisco, January 2007″, by Communications Engineering & Analysis for the Public Interest
  • 3, 4: Broadband Properties, December 2006
  • 5: FCCInfo.com
  • 6: radio-locator.com
  • 7: KRUU
  • 8: The Consumerist
  • 9-14: Tomi T. Ahonen and Alan Moore in Communities Dominate Brands
  • 15-18: Wireless Intelligence, via Cellular News
  • 19: Gartner via windowsfordevices.com
  • 20: CIA’s World Factbook

Por Doc Searls. Original: http://www.linuxjournal.com/article/9617#mpart4

Analisando o Acordo Microsoft-Novell 2 comments By AviPublished: Tue, 05 Jun 2007 11:21:16 -0300 Published: 5 Jun 2007 Published: 11:21 am Categories: Linux & Open SourceOpenDocument Format Tags:

Andei participando de alguns eventos como o de Virtualização da Novell e o Linux Park da Linux Magazine, nos quais tive a oportunidade de entender melhor os detalhes desse acordo. No Linux Park foi até distribuido um whitepaper bem escrito que explicava aspectos do acordo.

O Roberto Prado da Microsoft tem a responsabilidade de articular o relacionamento de sua empresa com a comunidade Open Source. É o braço brasileiro do Open Source Software Labs da Microsoft, comandado por Bill Hilf, que conheci quando ele ainda trabalhava na IBM no mesmo time global de Linux em que trabalho. Entre reuniões de trabalho e pizzadas com o Bill ficou claro que ele conhece muito bem a dinâmica do mundo Open Source, incluindo vantagens e problemas, é um bom hacker e grande apoiador do movimento em geral.

Prado esteve nesses eventos, mas conversei com ele menos do que gostaria. Segundo ele, o que se conta sobre este acordo é que a iniciativa partiu da Microsoft, mais especificamente de Bill Hilf. Isso também representa um sólido reconhecimento, por parte da Microsoft, de que Linux está aí e veio para ficar.

Um dos pontos centrais do acordo é que ambas empresas vão poder usar patentes uma da outra com a benção de que não serão processadas.

A comunidade Open Source em geral não gostou e a blogosfera se encarregou de malhar tudo e todos, defendendo tecnologias e ideais e colocando a Novell e principalmente a Microsoft em posições maquiavélicas.

Mas podemos ver diferente. Deixando de lado o véu das ideologias, o que fica é uma postura madura de empresas que estão preocupadas em melhor atender seus clientes. Que colocam seus clientes e a demanda do mercado por interoperabilidade — e não tecnologias e ideais — no centro da discussão. Segundo Prado, interoperabilidade foi a demanda principal de clientes, em pesquisas da empresa.

A seguir uma análise sobre os pontos do acordo de interoperabilidade:

Permalink desta parte Interoperabilidade em (Para-)Virtualização de Hardware

Quem ganha: Windows, SLES e datacenters que têm ambientes heterogêneos.

Quem perde: Plataformas de hardware que não suportam paravirtualização à la Xen (porque as que suportam ganharão em eficiência), e distribuições Linux que a Microsoft não suportar (ou seja, todas menos SLES) quando essas precisarem interoperar com paravirtualização com o Microsoft Virtual Server.

A paravirtualização introduzida pelo Xen é uma tecnologia desruptiva. Ela muda tudo o que se estava falando ultimamente sobre virtualização. Basta ver as mudanças de estratégia da VMWare e agora da Microsoft. E o Kernel do Linux e seu modelo de desenvolvimento para sempre terão o mérito de ser o estopim e berço dessa inovação. Este é na minha opinião o ponto mais importante do acordo e onde mais a Microsoft se beneficia. Promete poder executar máquinas SLES virtuais e paravirtuais sobre Windows, e máquinas virtuais e enlightened (são os marketeiros inventando palavras para descrever a paravirtualização) sobre SLES.

A Microsoft ganha com isso uma forte ajuda dos técnicos da Novell para aprenderem sobre as APIs do Xen. Ajuda somente, porque sem a Novell a Microsoft já poderia aprender sobre isso sozinha, olhando o código do Xen, que é aberto. Mas o produto final importante é um valor agregado de “é suportado”.

Permalink desta parte Gerenciamento de Datacenters Heterogêneos

Quem ganha: Produtos da Microsoft e Novell que se encaixam nesta categoria, a comunidade Open Source, e datacenters heterogêneos.

Quem pode perder: Produtos concorrentes, Red Hat Linux e outras distribuições.

A Novell irá trabalhar com a comunidade para implementar o padrão aberto WS-Management (WS vem de Web Services), que será a base de comunicação para gerenciamento heterogêneo. Isso é uma aposta das duas companhias neste padrão.

Apesar de baseado em padrões abertos, espera-se que as duas companhias declarem um suporte mútuo somente, provavelmente excluindo ou atrasando o suporte a outras distribuições Linux .

Permalink desta parte Unificação de Diretórios e Identidades

Quem Ganha: SUSE Linux, Microsoft Active Directory, Novell eDirectory e datacenters heterogêneos que usarem esses produtos de diretórios.

Quem Perde: Outras distribuições Linux, e produtos concorrentes de diretório (LDAP) como o Red Hat Directory Server, IBM Tivoli Directory Server, OpenLDAP, etc.

Um diretório de identidades é peça chave de uma infraestrutura organizada porque gerencia centralizadamente (ainda que com replicação) todas as metainformações para acessos, permissões, PKI, etc.

O Novell eDirectory não é Open Source, então espera-se que as novas camadas de código de integração com o Active Directory não beneficiem outros produtos de diretório.

Se a Novell fizer altarações nas bibliotecas-cliente de acesso a LDAP (subproduto do OpenLDAP) para agora conseguirem acessar o Active Directory, talvez tenham que usar patentes da Microsoft, e é aqui que o acordo beneficia somente o SUSE Linux como distribuição.

Este é um ponto forte do acordo.

Permalink desta parte Compatibilidade de Documentos

Quem Ganha: O formato Office Open XML da Microsoft (MOOX), o Microsoft Office e seus usuários, e, a longo prazo, o OpenOffice.org empacotado pela Novell.

Quem Perde: O formato OpenDocument (ODF) e a suite OpenOffice.org em geral.

Este é um ponto muito estratégico para a Microsoft que visa popularizar seu novo formato de decumentos de escritório: o MOOX. Hoje ODF já é um padrão mundial ISO e o MOOX não. Isso confere ao ODF um status único de “formato da interoperabilidade”.

Se o MOOX começar a ser implementado em outras suites de escritório, o ODF pode aos poucos deixar de ser um oásis no deserto. Por outro lado, a especificação MOOX é tão complexa, longa, inconsistente e de futuro incerto, que talvez nunca haja uma implementação descente além da do Microsoft Office.

É mais fácil, natural e, a princípio, benéfico para a sociedade em geral o Microsoft Office entrar para a longa lista de aplicativos que já suportam o formato universal OpenDocument, do que todos os outros aplicativos aderirem a um formato — o MOOX — que não tem nenhum ecossistema e que é, por design, atrelado a uma ferramenta proprietária.

Permalink desta parte Mono e Samba

Quem Ganha: Samba e sua comunidade de usuários, e .NET.

Quem Perde: Java.

Mono é uma reimplementação de código aberto de parte do .NET. A Microsoft passa agora a assumir que isso existe. Por enquanto não se pode tentar adivinhar o que vai acontecer além disso.

Java e seu ecossistema reina como a tecnologia aberta para criar aplicações e componentes de negócio. E .NET — uma tecnologia proprietária — tenta vir atrás. Para mentes menos atenciosas, a Microsoft abraçando o Mono pode dar a impressão de que abriu alguma coisa, e mover culturalmente programadores de Java para .NET. Não se iluda. Só a tecnologia Java é 100% aberta de ponta a ponta.

Permalink desta parte Conlusões Gerais

Perguntei ao Roberto Prado se as novas extensões aos produtos Open source, fruto do acordo, poderão ser devolvidas à comunidade. Sua resposta foi vaga. De fato, ainda é cedo para saber.

A nova licença GPL3 — ainda em fase de confecção — pretende ferir este acordo limitando a Novell integrar software GPL3 com patentes proprietárias. Isso soa como uma espécie de ditadura da bondade, coisa que é difícil de conceber. Esse é um mercado muito concorrido, commoditizado, e é natural que as empresas queiram ter benefícios extras a oferecer aos seus clientes. Apesar dessas empresas estarem usando o mecanismo de processos e patentes, é preciso lembrar que não foram elas quem inventaram esse jogo. São as regras do mercado de nossa era, produto de séculos de aprimoramento. Talvez um dia essas regras mudem como uma evolução natural, mas elas estão estabelecidas hoje, e se eles não as usarem para benefício próprio e de seus clientes, outros usarão.

Como disse no começo, esse acordo beneficia muito a Microsoft e a Novell, e facilita muito a vida de clientes que tem um TI heterogêneos (quem é que não tem hoje em dia ?). Particularmente para a Novell, coloca-a numa posição de vantagem técnica e de valor agregado quando comparada com outras distribuições Linux.

De quebra, a comunidade Open Source pode também ganhar com isso, principalmente em padrões de gerenciamento de infraestrutura.

O acordo dura 5 anos, e só o tempo dirá onde chegaremos.

Um Novo Conceito de Desktop 2 comments By AviPublished: Mon, 04 Jun 2007 15:44:14 -0300 Published: 4 Jun 2007 Published: 3:44 pm Categories: Info & Biz Technology Tags:

Só experimentando para saber se isso é tão prático quanto bonito.

O fabricante é a BumpTop.

Propagandas do iPhone para Linux 1 comment By AviPublished: Mon, 04 Jun 2007 11:26:37 -0300 Updated: Sun, 02 Mar 2008 09:58:56 -0300 Published: 4 Jun 2007 Updated: 2 Mar 2008 Published: 11:26 am Updated: 9:58 am Categories: Linux & Open SourceMobilityMultimedia Tags:

A Apple finalmente deu a data de lançamento do iPhone: 29 de junho.

Em seu site há 3 lindos videos mostrando a operação fácil do aparelho. Mas exige Quicktime e sem isso não funciona. Para um leigo.

Mas como já sabia que a Apple usa padrões ISO em seus videos, tipo MP4, H.264 e AAC, foi só ver o fonte e descobrir a URL dos videos. Então é só clicar com o botão direito, salvar o arquivo MOV (MP4) e depois assistir com MPlayer ou outro player de Linux que você preferir.

Never been an iPod
Never been an iPod

How to
How to

Calamari
Calamari

Ou então, se tiver um link rápido, pode assistir enquanto baixa, assim:

bash$ mplayer http://movies.apple.com/movies/us/apple/iphone/never_been/apple-iphone-never_been_848x496.mov
bash$ mplayer http://movies.apple.com/movies/us/apple/iphone/how_to/apple-iphone-how_to_848x496.mov
bash$ mplayer http://movies.apple.com/movies/us/apple/iphone/calamari/apple-iphone-calamari_848x496.mov

Os links que escolhi são os de alta definição. Há versões com qualidade mais baixa no site original.

Middleware IBM num evento da SUCESU 0 comments By AviPublished: Thu, 31 May 2007 12:43:46 -0300 Updated: Tue, 24 Jul 2007 12:51:07 -0300 Published: 31 May 2007 Updated: 24 Jul 2007 Published: 12:43 pm Updated: 12:51 pm Categories: EventsLinux & Open Source Tags:

Vou ministrar um workshop acompanhado por café da manhã sobre middleware IBM para Linux, na SUCESU-SP dia 27/06, a das 8:30 às 11:00, na rua Tabapuã 627.

O público alvo são desenvolvedores e administradores de sistemas, e vamos abordar ferramentas Rational, Data Management, WebSphere e Open Desktop.

Gratuito para sócios SUCESU, e R$40 para quem não é associado.

Mais informações e inscrição no site da SUCESU-SP.

O Meme dos Comandos Mais Usados 0 comments By AviPublished: Mon, 28 May 2007 17:43:44 -0300 Updated: Wed, 05 Sep 2007 15:23:55 -0300 Published: 28 May 2007 Updated: 5 Sep 2007 Published: 5:43 pm Updated: 3:23 pm Categories: Linux & Open Source Tags:

Resolvi aderir ao meme (alguém sabe onde começou?).

floripa:~$ history|awk '{print $2}'|awk 'BEGIN {FS="|"} {print $1}'|sort|uniq -c|sort -rn|head -20
    222 ls
    140 cd
    136 ls
     52 rsync
     43 dmesg
     35 mv
     35 gmplayer
     24 sudo
     23 ps
     23 df
     19 mkvinfo
     18 rpm
     15 mkdir
     14 cat
     11 mkvextract
     11 less
     11 ffmpeg
     10 mmg
      9 ping
      9 kill

Resolvi dobrar o tamanho da lista para dar a chance das pessoas conhecerem novos comandos, menos populares, como mkvextract, mmg, mkvinfo, ffmpeg.

Queria lembrar que essa lista é uma fotografia do meu uso atual, e tenho manipulado muito vídeo últimamente. Em outros carnavais, iriam aparecer coisas como java, ssh, etc.

Inauguração da Sessão Índice Linux Journal 0 comments By AviPublished: Mon, 28 May 2007 14:34:12 -0300 Updated: Fri, 01 Jun 2007 12:23:41 -0300 Published: 28 May 2007 Updated: 1 Jun 2007 Published: 2:34 pm Updated: 12:23 pm Categories: Linux Journal Index Tags:

A revista Linux Journal sempre teve uma pequena sessão que passa quase despercebida pela maioria das pessoas, mas que é a primeira que devoro quando um exemplar cai em minhas mãos: a LJ Index.

Preparada por ninguém menos que Doc Searls — autor de Mundo de Pontas (World of Ends), The Clue Train Manifesto, e outros textos monumentais sobre a cybercultura, cybereconomia e Open Source — traz uma numerologia rápida, geral e deliciosa sobre coisas como Linux e cybercultura.

Comecei a traduzi-lo desde março de 2007, e vai aparecer na sessão Índice Linux Journal do meu blog. Quem assina meu feed geral já está recebendo. Quem só quiser assinar esta sessão, fique a vontade também.

Divirtam-se.

Índice Linux Journal, Abril de 2007 0 comments By AviPublished: Mon, 28 May 2007 13:39:18 -0300 Updated: Mon, 10 Sep 2007 09:02:43 -0300 Published: 28 May 2007 Updated: 10 Sep 2007 Published: 1:39 pm Updated: 9:02 am Categories: Linux Journal Index Tags:

  1. Milhões de residentes no Second Life em 1 de janeiro de 2007: 2,287
  2. Milhares de dólares gastos por dia no Second Life, em 1 de janeiro de 2007: 803,79
  3. Dias em 2007 quando Linden Labs abriu o código fonte do cliente do Second Life: 8
  4. Bilhões de dólares em vendas de eletrônicos em 2006: 145,7
  5. Porcentagem de lares pesquisados na Alemanha que leem blogs: 15
  6. Porcentagem de “influenciadores” pesquisados na Alemanha que leem blogs: 27
  7. Porcentagem de lares pesquisados nos EUA que leem blogs: 27
  8. Porcentagem de “influenciadores” pesquisados nos EUA que leem blogs: 34
  9. Porcentagem de lares pesquisados no Japão que leem blogs: 74
  10. Porcentagem de “influenciadores” pesquisados no Japão que leem blogs: 91
  11. Porcentagem de todos os blogs que são escritos em inglês: 39
  12. Porcentagem de todos os blogs que são escritos em japonês: 33
  13. Porcentagem de mulheres americanas vivendo sem um marido em 1950: 35
  14. Porcentagem de mulheres americanas vivendo sem um marido em 2000: 49
  15. Porcentagem de mulheres americanas vivendo sem um marido em 2005: 51
  16. Anos desde que o código fonte do Jabber foi lançado: 8
  17. Faixa em milhões de usuários das tecnologias de código fonte XMPP (Jabber): 40-50
  18. Número de PCs biprocessados rodando Linux em Tradebit AG: 10
  19. Terabytes de dados servidos por Tradebit AG: 20
  20. Milhões de números de downloads por dia de Tradebit: 1

Fontes

  • 1, 2: Tristan Louis
  • 3: Linden Lab
  • 4-10: Edelman
  • 11, 12: Technorati
  • 13-15: New York Times
  • 16, 17: XMPP.org
  • 18-20: Tradebit AG

Por Doc Searls. Original: http://www.linuxjournal.com/article/9594#mpart5

Índice Linux Journal, Março de 2007 1 comment By AviPublished: Mon, 28 May 2007 13:15:04 -0300 Updated: Fri, 01 Jun 2007 12:24:36 -0300 Published: 28 May 2007 Updated: 1 Jun 2007 Published: 1:15 pm Updated: 12:24 pm Categories: Linux Journal Index Tags:
  1. Número de jornalistas na prisão, no mundo todo, em 7 de dezembro de 2006: 134
  2. Aumento anual de jornalistas presos, no ano passado: 9
  3. Número de nações com jornalistas presos: 24
  4. Número de jornalistas presos, relacionados a Internet: 67
  5. Posição da China na lista de campeões em prisão de jornalistas: 1
  6. Número de jornalistas presos na China: 31
  7. Porcentagem do market share do Firefox na Slovênia: 39
  8. Porcentagem do market share do Firefox na Finlândia: 35.4
  9. Porcentagem do market share do Firefox na Eslovákia: 34.3
  10. Porcentagem do market share do Firefox na Polônia: 32.3
  11. Porcentagem do market share do Firefox na República Checa: 31.3
  12. Taxa de crescimento do market share do Firefox na França: 19.5
  13. Porcentagem do market share do Firefox na América do Norte: 13.5
  14. Porcentagem do market share do Firefox na Oceania: 21.4
  15. Tempo médio em minutos e segundos gastos num site, com telefones móveis: 2:53
  16. Tempo médio em minutos e segundos gastos num site, com outras conexões, incluindo PCs: 5:03
  17. Renda de servidores Linux em bilhões de dólares no último trimestre medido: 1.5
  18. Porcentagem de crescimento de renda de Linux, ano a ano: 5.4
  19. Porcentagem do share de Linux entre todas as rendas de servidores: 11.8
  20. Ranking de confiabilidade de Tiscali, rodando em Linux: 1

Fontes

  • 1-6: Comtê de Proteção a Jornalistas
  • 7-16: XiTi Monitor
  • 17-19: IDC
  • 20: Netcraft.com

Por Doc Searls. Original: http://www.linuxjournal.com/article/9474#mpart4

Simples de Implementar 6 comments By AviPublished: Mon, 28 May 2007 10:34:55 -0300 Updated: Tue, 06 Nov 2007 16:05:25 -0200 Published: 28 May 2007 Updated: 6 Nov 2007 Published: 10:34 am Updated: 4:05 pm Categories: OpenDocument Format Tags:

Especificação do Microsoft Office Open XML, impressaEstas são as 6000 páginas impressas da especificação do Microsoft Office “Open” XML.

A que tem “aberto” no nome, mas ninguém pode participar de seu desenvolvimento. Aquela que não tem nenhuma outra implementação além da do Microsoft Office.

Aquela que foi objeto da assertiva da Microsoft ao dizer que ter vários padrões é bom.

É o “padrão” que concorre com o ODF, que por sua vez é bem mais simples e tem dezenas de implementações em softwares como o OpenOffice.org, BROffice.org, KOffice, Gnumeric, IBM Open Desktop, etc.

Conta a lenda que a Microsoft não tinha a menor intenção de abrir a especificação do OOX, mas como o ODF virou um padrão ISO, a Microsoft documentou a toque de caixa a sua proposta de formato para documentos de escritório, para enviar para pré-padronização pelo ECMA.

Pelo jeito foi um longo trabalho. Em todos os sentidos.

SOA, Web Services, Virtualização, Grid, Web 2.0: Mashup gigante 3 comments By AviPublished: Sat, 19 May 2007 13:06:04 -0300 Updated: Thu, 31 Jan 2008 20:07:51 -0200 Published: 19 May 2007 Updated: 31 Jan 2008 Published: 1:06 pm Updated: 8:07 pm Categories: EssaysWeb 2.0 Tags:

SOA é um estilo de arquitetura que tenta alinhar melhor processos de negócio com a TI.

Apesar de os frabricantes de TI — como a IBM — serem os que mais falam sobre isso, ingressar em SOA significa primeiro modularizar seus processos de negócio para depois mapear isso aos módulos de aplicações e infra-estrutura.

Grid é um conceito meio obsoleto. Como conceito, mas não como tecnologia. O conceito é obsoleto porque sua atuação é extremamente estrutural e muito complexa. Toda a terminologia relacionada a Grid tem caráter técnico, difícil de explicar e de nada adianta uma empresa pensar em Grid se seus processos de negócio e aplicações que os implementam não estiverem modularizados.

Por isso inventaram SOA. Para que provedores de TI pudessem ter um discurso mais ameno e acessível ao vender a idéia para gestores em seus clientes. E também para atacar o problema do excesso de complexidade da TI do cliente em sua raiz: na modelagem de seus processos de negócio.

E Web Services, onde entra? Dividindo em camadas, o conceito de SOA mora na fronteira entre negócios e TI. Na hora em que os processos vão se materializar em software e aplicações, a boa prática sugere usarmos certos padrões de desenvolvimento, de integração entre módulos. Esses padrões foram agrupados juntos nas especificações de Web Services, e se preocupam em definir como se faz chamadas a serviços (métodos) remotos, como um serviço encontra outro, etc. Então, nessas camadas conceituais, Web Services encontra-se logo abaixo de SOA.

E Grid está logo abaixo de Web Services. Ocupa-se dos mesmos problemas e soluções, mas com abordagens mais operacionais. Grid nasceu em um ambiente científico e WS em um ambiente de aplicações de negócios. Reinventaram a roda um do outro diversas vezes. Mas nos últimos anos têm juntado esforços para limpar os overlaps a fim de produzir um único conjunto de métodos e boas práticas.

Tudo isso é Virtualização

Se a virtualização de hardware (Xen, VMWare, z/VM) divide um equipamento em vários pedacinhos, SOA, WS e Grid dividem a aplicação em vários pedacinhos funcionais.

A virtualização de software (SOA, etc.) é mais difícil de fazer. Mas é também muito mais poderosa que a de hardware. Traz benefícios mais consistentes, mais abrangentes (porque tiveram que arrumar a casa dos negócios antes) e de mais longo prazo.

Tudo isso tem a ver com a Web 2.0

Explicar Web 2.0 está fora do escopo agora, mas sua arquitetura tem muito a ver com SOA.

Ao invés de feeds, podcasts e APIs JavaScript da Web 2.0, SOA tem serviços, provedores de dados e de funcionalidades. Equivalente ao HTML, capaz de juntar funcionalidades e dados de diversos sites, SOA tem a Linguagem de Execução de Processo de Negócio (BPEL, que é XML) que define a ordem e dependências ao juntar Web Services para formar uma aplicação maior. O papel das tags e folksonomy da Web 2.0, é exercido pelo UDDI no contexto de Web Services.

Mashups da Web 2.0 (experimente o iGoogle) são as Aplicações Compostas do SOA (veja também na Wikipedia).

E o Enterprise Service Bus do SOA (também na Wikipedia) tem o Browser como seu equivalente na Web 2.0. Sim, porque ambos tem a missão de materializar as conexões lógicas definidas pelo DHTML ou BPEL.

Web 2.0 é a Arquitetura Orientada a Serviços global.

VMWare entra na onda da Paravirtualização 0 comments By AviPublished: Wed, 16 May 2007 12:07:41 -0300 Updated: Fri, 01 Jun 2007 12:26:37 -0300 Published: 16 May 2007 Updated: 1 Jun 2007 Published: 12:07 pm Updated: 12:26 pm Categories: Linux & Open Source Tags:

A companhia lançou semana passada o VMWare Workstation 6 com suporte a paravirtualização usando a especificação paravirt-ops, que ela mesma propos, e que comparado ao Xen, não exige um kernel modificado (virtualização transparente). Distribuições Linux com kernel 2.6.20 ou superior já suportam paravirt-ops.

A “Outra” Comunidade Open Source 2 comments By AviPublished: Fri, 11 May 2007 11:29:59 -0300 Updated: Mon, 01 Sep 2008 17:42:41 -0300 Published: 11 May 2007 Updated: 1 Sep 2008 Published: 11:29 am Updated: 5:42 pm Categories: Community and SocietyLinux & Open Source Tags:

O Tux corporativoEu acho vibrante ser membro da comunidade Open Source, contribuir com código, evangelizar e encontrar geeks em eventos para escovar bits verbais sobre módulos do kernel a ideais futuristas.

Mas tem uma outra Comunidade Open Source que estou me tocando que existe e que faço parte: a corporativa.

Sim, existe uma seita de engravatados que tem o Tux como mascote, carregam-no como broches em seus ternos, e conversam sobre um monte de assuntos interessantes, inclusive Linux e Open Source.

Ontem fui a um jantar que a Linux Magazine promoveu em São Paulo para os patrocinadores de seus eventos Linux Park. Estavam presentes todos os representantes da seita: Gouveia pela LPI, Annunciação, Tamaris, Carol pela Novell, David Barzilay pela Red Hat, Meyer, Edmundo e Batista pela Itautec, Sulamita a Linux Chix de cabelo vermelho da Intel, Edson pela Fujitsu, Rafael pela revista, e eu pela IBM. Faltaram (de fazer falta mesmo) Oracle, HP, e outros.

Enquanto os geeks trocam pessoalmente chaves GPG de criptografia (juro que vi esse ritual num evento do KDE, na Alemanha), nós, os engravatados, vibramos com o ritual do trading de cartões de visita. Brincos, piercing, cabelão são trocados por gel e bons perfumes. Um tom de voz idealista e revolucionário é substituido por um tratamento formal, moldado por anos de prática em atendimento a clientes. Num evento geek como o FISL é comum ver muitos, em público, focados em seus laptops, construindo código, enquanto nessa nova seita os coffee-breaks são importantes para construir relacionamentos. Network de dados versus o networking corporativo.

As duas facções dessa comunidade — a geek e a corporativa — são importantes e se completam. Uma gera tecnologia, a outra trata de dar um sentido prático e de valor comercial. Uma idealiza e pensa no amanhã, e a outra comunica e prepara o terreno hoje. Os geeks vão ao fundo da tecnologia, e a corporação trata de moldá-la para ser user friendly e de fácil compreensão. E da mesma forma que Fedoras e Slackwares esquecem suas diferenças a fim de trabalhar por um ideal comum, Red Hats e Novells, IBMs e Itautecs e HPs, etcs e etcs comungam juntos para o bem de um mercado livre e grande o suficiente para todos. As comunidades engravatada e a geek não podem existir uma sem a outra e vice-versa. E fico feliz em navegar bem entre as duas.

O jantar estava ótimo e se estendeu até tarde. Tive que sair umas 11 por completa exaustão física e mental, depois de um dia cheio, com muita evangelização num evento para parceiros, sobre Linux em System z (o famoso mainframe).

Suas Multas e Linux 10 comments By AviPublished: Wed, 09 May 2007 17:48:05 -0300 Updated: Sun, 02 Mar 2008 10:02:27 -0300 Published: 9 May 2007 Updated: 2 Mar 2008 Published: 5:48 pm Updated: 10:02 am Categories: Community and SocietyLinux & Open SourceMultimedia Tags:

Sabe aquela multa de radar que você recebeu? Foi enviada pelo Tux.

Mas não o culpe por isso. Linux só foi a base tecnológica para todo o sistema.
Ontem conversei bastante com o pessoal da Engebras, empresa que cria e administra a maioria dos radares de São Paulo e outros estados. Já tinha ouvido falar que todos os sistemas para suportar essa monitoração era baseada em Linux, e eles contaram mais detalhes. Continue lendo…


Os radares são na verdade câmeras analógicas com sensibilidade melhorada conectadas a computadores próximos que rodam Linux que por sua vez digitalizam a imagem instantaneamente com a ajuda de placas de captura de vídeo. As placas dos carros são imediatamente reconhecidas por OCR por uma biblioteca de uma empresa israelense, a multa é impressa, enviada pelo correio, recolhida no banco e repassada para o governo estadual, federal ou município, dependendo da jurisdição.

Todos os carros que passam por um radar — infrator ou não — são filmados. Não é uma câmera fotográfica, e sim uma filmadora.

Tazo (gerente de informática da Engebras) e seu pessoal afirmaram que todos os sevidores da empresa rodam Linux. Coisa de 50 a 60 servidores. Mas são servidores paravirtuais. Porque servidores físicos mesmo a empresa tem menos de 10.

Fiquei feliz em ver um exemplo vivo de um datacenter inteiramente virtual, e imaginei a flexibilidade operacional que eles tem em fazer movimentações de serviços sem indisponibilidades.

Mostraram sua extranet onde pode-se ver as fotos de infrações do momento, mais estatísticas de variação de velocidade média por hora, número de veículos, e até seu tamanho. Mostraram também como motoqueiros cometem infrações, mas escondem sua placa com a mão.


Além disso, imediatamente consultam uma base de dados de veículos não licenciados (em MySQL), mas aqui não se pode multar por radar. Por outro lado uma aviso é enviado para a polícia da região, avisando a placa e o ponto onde o veículo foi detectado.

40% da frota nacional não é licenciada, inclusive viaturas da polícia.

Há também os radares de farol, onde não basta uma imagem estática. É necessário registrar o movimento do veículo ultrapassando o sinal vermelho como evidência. Neste caso são usados softwares livres como ffmpeg para gerar este clip em MPEG.

A comunicação entre os radares e o datacenter central é geralmente provida por GPRS, pelas operadoras de celular da localidade.

Se tiver sorte, o pessoal da Engebras vai passar no meu blog para dar mais detalhes de sua operação.

Supra-sumo em Compressão de Video 10 comments By AviPublished: Wed, 09 May 2007 10:23:48 -0300 Updated: Sun, 02 Mar 2008 09:59:23 -0300 Published: 9 May 2007 Updated: 2 Mar 2008 Published: 10:23 am Updated: 9:59 am Categories: Multimedia Tags:

Andei estudando tecnologias de compressão de vídeo e é um mundo fascinante. Tudo sobre Linux.

DivX e Xvid são compressores ainda bons mas de gerações anteriores. O mais moderno e avançado é o H.264 também conhecido por MPEG-4 AVC, padrão ISO. Uma das melhores implementações desse compressor é livre: o projeto x264.

E sobre containers, um dos mais completos hoje em dia é o MP4. Um mesmo arquivo MP4 pode conter uma trilha de vídeo, outra de vídeo em outros ângulos, outra de audio em inglês, outra de audio em português, e outras de legendas em várias linguas, em Unicode, menu como o de um DVD, informação sobre capítulos etc. Isso é um significativo avanço em relação ao container AVI da Microsoft que não suportava nada disso. Pode-se fazer um backup de um DVD para um arquivo MP4, incluindo toda a sua interatividade, menus e capítulos.

Apesar do nome sugestivo, MP4 não é a evolução do MP3. Afirmar isso é como dizer que .gif evoluiu para .tar, coisa que não faz sentido. A evolução do MP3 é AAC e HE-AAC. MP4 (um formato de container) pode conter streams MP3 (um formato de audio), como fiz abaixo, mas o mais natural e moderno é um MP4 conter streams AAC.

Converti um vídeo de 53 segundos que fiz com minha câmera. Veja a comparação:

  Original.avi Comprimido.mp4
Geral 53s, 15.077 kb/s, 640×480, 30 quadros por segundo 53s, 2.495 kb/s, 640×480, 30 quadros por segundo
Tamanho 100.326.316 Bytes 16.639.145 Bytes
Trilha de vídeo 99.697.780 Bytes, compressão Motion JPEG 15.952.188 Bytes, compressão H.264
Trilha de audio 586.888 Bytes, formato PCM mono 11,024 Hz 657.699 Bytes, compressão MP3 mono 22,05 Hz 64kbps
Overhead do container 41.648 Bytes ou 0.04% do tamanho do arquivo 29.258 Bytes ou 0.18% do tamanho do arquivo

Há duas discrepâncias aqui:

  1. O tamanho relativo do container deveria ter diminuido.
    O overhead do container MP4 é bem menor que AVI, mas como o tamanho do vídeo diminuiu muitíssimo, isso distorceu a relação do tamanho do container com o do arquivo. Se transferíssemos sem recomprimir os streams de audio e vídeo do AVI p/ MP4, veríamos uma significativa queda de overhead do container.
  2. O tamanho da trilha de audio aumentou.
    O fato é que tive sérios problemas para compactar o audio. Minha câmera grava som em formatos tão baixos que tive que aumentar a freqüência do sinal para o arquivo ser aceito pelo LAME. E ai usei bitrates talvez altos de mais para a compressão. Mas ganhei tanto com o H.264 que nem vou esquentar a cabeça.

O vídeo final é de alta qualidade (comparado com o original), e não consegui perceber diferença entre eles. Olhei várias vezes, com muita atenção.

Eu ainda fiz questão de alta qualidade, e mantive o bitrate em 2495 kbps. Poderia ter diminuido mais ainda o tamanho se fizesse compressão em 2 passos. Filmes em formato Xvid (MPEG-4 ASP) que se baixa da Internet, em boa qualidade, tem aproximadamente 850 kbps. É esperado que se dermos só 850 kbits para o H.264 trabalhar 1 segundo de vídeo, obteremos resultados melhores comparados ao Xvid.

The Blog Icons 39 comments By AviPublished: Fri, 04 May 2007 04:36:11 -0300 Updated: Sun, 28 Oct 2007 09:07:19 -0200 Published: 4 May 2007 Updated: 28 Oct 2007 Published: 4:36 am Updated: 9:07 am Categories: Web 2.0 Tags:

This is a collection of high quality vectorial icons to represent common ideas and actions of the blogosphere.

They were based on the SVG work from FeedIcons.com. The base button is the same, but mathematically simplified on the XML level. New buttons were added based on other popular icons found on the web or created by myself. Also some redesign was made for new shapes to make the icons look better when exported to smaller image sizes.

By the way, I am not a designer nor an artist. I just know how to use SVG-creation tools as Inkscape or make good XML. Or I just have a blog demanding for these icons. So I’m sure people can contribute better color mixings an outlines. Let me know and lets integrate your ideas into this project in the right way.

Please share alike this icons. They have a Creative Commons license. I appreciate if you can link to my blog when using them.

Icons for Feed and OPML

Feed IconThese icons where the base for this work, specially the feed icon as found in its website. They were probably created with proprietary tools such as Adobe Illustrator and then exported to open formats such as SVG or PNG. The original OPML icon can be found at opmlicons.com

OPML IconThe versions here are visually identical to the original ones, but mathematically simplified. They are now being maintained in an open format — SVG — here, and are a better option because of its open source code and formats, and distribution.

Icons for Trackback and Share

Trackback and Pingback IconThese icons can be found sometimes in the blogosphere. I don’t know who designed them but they are a good representation of the Trackback and Pingback ideas.

The Share icon is not my preferred but for now it is just a copy of what can be found around.

Share IconColors and shapes are identical and based on the feed icon button. I never saw these icons in a size bigger than 16×16 pixels. Now, in a scalable format, they can be rendered at any size you want.

Permalink IconThese are original creations and come in several options. I am still not sure which one is the best. You can also suggest other shapes.

As you can see, I am using this icon to identify that each section on this post has a permalink.

Other Icons

Comment Icon Edit Icon Cancel Icon Tag Icon Download Icon Clock Icon

Other original icons: Comments, Edit, Cancel, Tag, Download, Upload and Clock (to represent date and time). I’m open to suggestions for better shapes.

Challenges for Icon Sizes

The original design of these icons (from feedicons.com) looks wonderful on sizes bigger than 22 pixels, but most people will use them on small sizes as 16×16. So this package delivers also shape design that look better on small sizes as 22×22, 16×16, etc. I am using these sizes all around my blog as you can see.

Converting the SVG Files into Images

In the Blog Icons ZIP file you will find the XML:SVG source code for all icons. Additionally you will get all icons in PNG (preferred), GIF and JPG formats, in common sizes from 10×10 to 128×128 pixels. If you want a specific size, you can import the source SVG file in some graphical tool as Inkscape (on Linux), or CorelDraw, Adobe Illustrator, etc and export them into any format and size you want.

Or use the Makefile like this (on Linux you will need Inkscape and ImageMagick installed):

Make all default sizes of all icons, in PNG, GIF and JPG:

bash$ make all

Make Feed icon in GIF format, at 40×40 pixel size:

bash$ make SIZE=40 feed.gif

Make all icons, all formats at 40×40 pixel sizes:

bash$ make SIZE=40
Evento sobre Soluções Práticas para Linux 0 comments By AviPublished: Wed, 02 May 2007 17:23:29 -0300 Updated: Tue, 24 Jul 2007 12:52:07 -0300 Published: 2 May 2007 Updated: 24 Jul 2007 Published: 5:23 pm Updated: 12:52 pm Categories: EventsLinux & Open Source Tags:

Vamos realizar aqui na IBM um evento gratuito para empresas e profissionais que prestam serviços de TI. O objetivo é mostrar possibilidades de arquiteturas que poucos conhecem mas que trazem enormes benefícios operacionais e financeiros, pois usa computação de forma ecônomica.
Abordarei os seguintes assuntos:

  • Posicionando Open Source e Linux no TI das empresas
  • Clusters de Alta Disponibilidade e Replicação
  • Paravirtualização: a última tendência em virtualização de Hardware
  • Esquemas especiais de segurança com SELinux e AppArmor
  • Grid e SOA com Linux
  • Possibilidades de Linux no desktop
  • PC Multiusuário
  • Formato OpenDocument
  • Outros

Será dia 8 de maio, próxima terça, das 14:00 às 17:30 na IBM São Paulo (rua Tutóia 1157). Sala TU02-226.

Confirme presença com a Fernanda Moraes <femoraes@br.ibm.com> por e-mail ou no telefone 11-2132-5691.

Adicione:

Venha conhecer mais profissionais de sua área, trocar idéias e tomar um café.

TV IBM 0 comments By AviPublished: Wed, 02 May 2007 14:50:55 -0300 Updated: Fri, 01 Jun 2007 12:28:54 -0300 Published: 2 May 2007 Updated: 1 Jun 2007 Published: 2:50 pm Updated: 12:28 pm Categories: Info & Biz Technology Tags:

Em ibm.com/software/info/television há ótimos videos (num estilo “YouTube corporativo”) sobre Second Life, AJAX, Product Lifecycle Management, Webcasts, Comunidades Virtuais, etc.

O Efeito Online 3 comments By AviPublished: Tue, 01 May 2007 00:46:05 -0300 Updated: Fri, 19 Oct 2007 08:01:43 -0200 Published: 1 May 2007 Updated: 19 Oct 2007 Published: 12:46 am Updated: 8:01 am Categories: ChroniclesWeb 2.0 Tags:

Estou usando barba a uns 2 anos.

Mas nesse tempo todo não troquei minhas fotos online, tipo a do MSN Messenger, Orkut, etc. No cyberespaço estou sem barba.

Ai, reencontro pessoas que não me vêem a uns 6 meses (as últimas vezes que me viram ao vivo já estava com barba), mas me dizem que estou diferente, que deixei a barba crescer !!

Isso tem acontecido com muita freqüência.

Conclusão: inconscientemente, as pessoas esperam me enxergar ao vivo com a mesma fisionomia que me vêem online.

Maravilhas da Telefonia Moderna 21 comments By AviPublished: Mon, 23 Apr 2007 16:39:34 -0300 Updated: Tue, 11 Nov 2008 10:16:06 -0200 Published: 23 Apr 2007 Updated: 11 Nov 2008 Published: 4:39 pm Updated: 10:16 am Categories: Mobility Tags:

Vou usar este post para descarregar as coisas maravilhosas que tenho descoberto sobre telefonia móvel, VoIP, e suas aplicações para o mundo corporativo.

Este assunto é fascinante e importante porque telefonia móvel está intimamente ligada a conectividade móvel. A pessoas estarem 100% do tempo conectadas, trocando informações e conhecimento. Desde Graham Bell muita coisa mudou e o conceito todo foi diversas vezes reinventado.

  • VoIP é um assunto de muitos donos. Cada fabricante de PBX (central telefônica, Cisco, Avaya, Nortel, etc) inventa seus protocolos proprietários. O padrão universal se estabeleceu com o SIP, que é um protocolo muito parecido com HTTP.
  • A partir do momento em que duas pontas (computadores, smartphones) tem IPs e um software capaz de “falar” SIP, elas podem fazer uma conexão direta e começar a conversa de voz, video, ou texto.
  • Um softphone é um software que implementou o padrão SIP. Isso é muito fácil, em parte porque o SIP é um padrão aberto. Em Windows eu uso o PhonerLite e em Linux uso o Ekiga e o KPhone.
  • A parte proprietária do SIP são alguns codecs de voz: eles são necessários para comprimir (e descomprimir) a voz entre os interlocutores, e funcionam mais ou menos como compressão em MP3, só que otimizados para voz. Os proprietários são o G.711, G.726 e os codecs abertos são os excelentes Speex e o iLBC. Se não há um codec comum entre as duas pontas, algum intermediário terá que fazer a conversão, e esse é um dos papeis do PBX (ou central telefônica).
  • Pode-se montar uma central telefônica em casa com um PC velho e com pouca RAM, usando o Asterisk, que nada mais é do que um software que implementa a lógica de uma central. Mais fácil ainda, pode-se usar o life CD do AstLinux (que contém o Asterisk) e bootar qualquer PC como um PBX IP.
  • Pode-se montar uma central telefônica online gratuitamente, usando serviços como o PBXes. Cadastra-se os usuários e seus softphones e pode-se configurar serviços como um número para conferência, número que faz tocar vários telefones simultaneamente, caixa postal, voice mail para e-mail, etc.
  • Para usar SIP para ligar para números de telefonia convencional (land lines) no mundo todo, é necessário comprar serviços de minutagem de algum provedor. O mais barato que conheço é o SIP Discount com preços realmente agressivos, e alguns países totalmente gratuitos. Esse processo todo é similar a usar o Skype, só que o software é genérico, e a minutagem é muitíssimo mais barata. Diga-se de passagem, entre todos esses serviços de minutagem VoIP, o Skype é o mais proprietário e de longe o mais caro. Outros serviços são o Ekiga.net, Gizmo, VoIP Discount (da mesma empresa do SIP Discount, mas com softphone proprietário).
  • O único inconveniente em usar SIP é substituir o telefone pelo computador. Na prática é desconfortável, e não temos um computador conectado sempre conosco. Mas isso já está sendo resolvido. Leia adiante.

Nokia: O Celular das Pessoas Conectadas

A Nokia não me pagou para dizer isso, mas com certeza meu próximo celular será um smartphone desse fabricante, da linha N ou E.

  • Esses celulares mais avançados tem um cliente SIP embutido e integrado. Ao se escolher um número da agenda para ligar, ele pergunta se a ligação é normal ou pela Internet. Até aí não há nenhuma diferença em pegar um smartphone qualquer, por exemplo baseado em Windows Mobile 5.0, e instalar um softphone nele. Mas esse SO não vai te deixar ficar on line o tempo todo: sua bateria vai acabar antes da hora do almoço.
  • Esses celulares tem WiFi, mas não é esse o fator mais importante. WiFi em um handheld seca sua bateria em menos de duas horas conectadas. O que realmente importa é que o Symbian OS (sistema operacional desses aparelhos) foi otimizado para se manter sempre conectado por WiFi, mas economizando energia quando não há dados trafegando. Mais ainda: quando se muda de localidade, ele detecta a mudança, se reconecta e se reconfigura.
  • Quando não há redes WiFi (mais baratas ou gratuitas), pode-se usar outras redes de dados, tipo GPRS (do GSM) ou WCDMA (do CDMA). O Symbian OS trata de fazer a troca de redes de forma transparente, sem interrupções. Essa gerência automática de redes somada a otimização de uso de energia para WiFi faz esse SO ser realmente especial.
  • O SIP integrado ao celular elimina o inconveniente de precisar de um computador. O celular é o computador conectado a Internet o tempo todo, da forma mais barata possível para uma localidade que se está.
  • Uma equipe de funcionários de uma mesma empresa, portando celulares com VoIP como os da Nokia (que na verdade são os únicos do mercado hoje), usando serviços gratuitos como os do PBXes, poderão se telefonar com push-to-talk (como Nextel), fazer conferências, ter o ramal transferido para o celular, enviar SMSs, fazer video conferências por IP (no novo N73), etc, de graça. Isso quando estiverem associados a uma rede WiFi, como as de seu escritório, ou em casa. Quando estiverem na rua, ainda poderão fazer tudo isso com VoIP sobre GPRS a custos bem mais baixos do que os dos minutos de voz GSM ou CDMA, porque o custo-benefício de voz comprimida sobre IP é melhor que o de voz tradicional.
  • Para ligações internacionais ou quando estiverem viajando, esses usuários poderão receber ligações VoIP gratuitamente em seus celulares, ou fazer a custo muito baixo com serviços como SIP Discount. Além de literalmente levarem seu ramal consigo.
  • Além do mais esses celulares contam com um arsenal de ferramentas para a web, tais como um ótimo browser, melhor que a média dos handhelds do mercado, player de multimídia incluindo filmes e leitores de feeds. A soma desses elementos faz o celular ser um ótimo cliente para podcasts. Se o som do seu carro tiver bluetooth, seu Nokia pode transmitir seus podcasts favoritos para ele enquanto estiver dirigindo para o trabalho.

Se as informações aqui estão um pouco desestruturadas é porque isso foi um “dump mental” mesmo. Para compartilhar rapidamente esse conhecimento com você, leitor.

Festa no Novo Escritório da Red Hat Brasil 3 comments By AviPublished: Fri, 20 Apr 2007 00:19:09 -0300 Updated: Tue, 24 Jul 2007 12:51:48 -0300 Published: 20 Apr 2007 Updated: 24 Jul 2007 Published: 12:19 am Updated: 12:51 pm Categories: EventsLinux & Open Source Tags:

A Red Hat comemorou hoje seu novo escritório num dos edifícios mais novos e elegantes de São Paulo.

Endereço do novo escritório da Red Hat

Muitos parceiros e clientes foram confortavelmente recebidos para um coquetel espaçoso num escritório colorido, decorado com uma mistura de cartazes de propaganda de produtos, e outros com a famosa frase de Gandhi que foi adotada pelo Open Source:

Primeiro eles te ignoram, depois eles riem de você, depois eles lutam contra você, e depois você vence.

A primeira coisa que chamava a atenção era a “Sala de Descompressão”, onde o pessoal pode relachar jogando games. Mas depois nos levaram para conhecer as espaçosas salas de reunião, as bem equipadas salas de aula, e as salas dos gerentes.

Havia realmente muito espaço que eles pretendem preencher com novas contratações de vendedores, sales engineers, pessoal de marketing etc. E havia ainda a outra metade inteira do andar para mobiliar e ocupar. Mas em pequenos passos.

A Red Hat (ou Rêd Hétchi, como diz Alejandro Chocolat, argentino gente boa que comanda a empresa no Brasil) inaugurou sua operação por aqui ao comprar a Latin Source, empresa que já os representava no cone sul.

Estavam todos presentes: Chocolat com seu inconfundível sotaque, Julian, Gabriel Szulik (com o mesmo sobrenome do diretor mundial da empresa, mas que afirma não ser parente dele), Rodrigo Missiagia e suas belas camisas caneladas, Filipe absorvido em resolver o problema de um cliente, David Barzilay com um terno novo e bonito, Leticia, Edgar (o sopro Java/JBoss na equipe técnica de vendas), Paulo Banitz e outros tantos que lamento não lembrar o nome.

O ar da empresa tem um quê de Google: aquele ambiente descontraido onde todos trabalham por prazer, fazem o que gostam, e ainda estão na ponta da tecnologia. Eles pretendem dobrar de tamanho em um ano.

Há um lado oculto da empresa: o laboratório de tecnologia. É oculto porque seus membros não ficam muito a vista, imersos em melhorar o kernel do Linux, o JBoss, e escovar outros bits. É o lar de figurões como Marcelo Tosatti, Acme e outros.

A conversa com o Edgar, figura Java, foi particularmente interessante. Ele veio da Summa e está a uma semana na Red Hat. É o primeiro da empresa que tem a missão de falar sobre JBoss com o mercado. Contou que muitos clientes já usam JBoss gratuitamente, e que agora é hora de provar o valor de terem também suporte comercial. Contei que achava muito importante a Red Hat ter comprado a JBoss. Na linha do tempo de decidir qual tecnologias adotar, uma empresa pensa antes na plataforma de aplicações (coisas como o JBoss, WebSphere, middleware em geral), e só depois no sistema operacional (Linux). No tecnês do dia a dia, dizemos que sistema operacional é um mal necessário. Ter uma oferta tão estratégica e expressiva como o JBoss coloca a Red Hat numa posição adiantada nessa linha do tempo.

Resumo da ópera: a festa foi superdivertida e ótima para encontrar os amigos do nosso mundo de Linux comercial no Brasil.

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