Avi Alkalay Digital Awareness and Flying Spirit

Archive for tag “best”

Como Tirar Passaporte Urgente 105 comments By AviPublished: Mon, 14 Jan 2008 21:08:50 -0200 Updated: Thu, 13 Mar 2008 21:34:02 -0300 Published: 14 Jan 2008 Updated: 13 Mar 2008 Published: 9:08 pm Updated: 9:34 pm Categories: Community and SocietyTravels Tags:

Seu passaporte vai vencer em menos de 6 meses? Pintou uma viagem ao exterior que é urgente e inadiável? Não consegue uma data decente para agendar a passaportagem na Polícia Federal?

Se você seguir as dicas abaixo, terá um novo passaporte definitivo nas mãos em 2 dias. Tudo começa no site da Polícia Federal, mas eu forneço links mais diretos abaixo.

Vai precisar do seguinte:

  1. Junte os documentos originais exigidos pela Polícia Federal que são RG, passaporte anterior, título de eleitor, comprovante de votação nas últimas eleições (emita um online no site do TSE), certificado de naturalização para os naturalizados.
  2. Preencha online o formulário de emissão de passaporte. Preencha com muito cuidado, pois o site costuma se embaralhar e decidir que você mora em Adamantina.
  3. Um dos últimos campos lhe perguntará a unidade de emissão do passaporte. Selecione sua cidade e clique em Buscar Posto de Emissão. Se você for de São Paulo, não selecione nenhum shopping. Vá direto à última opção chamada Núcleo de Passaportes na rua Hugo D’Ântola. Essa é a central do DPF e só lá poderão emitir passaporte rapidamente.
  4. Com o formulário aceito, o site vai emitir o que ele chama de GRU. Imprima-a, confira seus dados e pague a taxa de uns R$160. Você pode pagar diretamente no site do seu banco, com o número comprido do boleto que fica perto e representa o código de barras. Imprima o comprovante de pagamento da GRU do banco, emitido logo após a transação online e junte tudo isso aos documentos que você vai levar ao DPF.

O que descrevi acima é praticamente o procedimento padrão resumido. O próximo passo seria agendar um atendimento mas você já viu que só há disponibilidade para daqui a 2 ou 3 meses, muito tarde para a sua vida cheia de viagens-surpresa.

Então não agende.

Você deve ter uma justificativa para precisar de um passaporte com tanta urgência, então seu chefe ou superior deve escrever isso numa carta com o logotipo da empresa, escola, ONG etc.

Exemplo de texto para a carta:

7 de Janeiro de 2008

Ao Departamente de Polícia Federal

Assunto: Emissão urgente de passaporte para funcionário

O funcionário/aluno Avi Alkalay precisa bla bla bla bla que acontecerá em Paris, em Janeiro de 2008. Esta decisão foi feita na semana passada.

O funcionário/aluno já fez um passaporte provisório (validade de 6 meses) para sua última viagem a trabalho e precisa fazer um definitivo a fim de reduzir custos e trabalho à empresa e aos serviços públicos. Viagens decididas na última hora são freqüentes em nosso ambiente de trabalho.

Agradecemos a compreensão do DPF da necessidade de emitir um passaporte ao funcionário/aluno o mais rápido possível, visto que não há data disponível em tempo hábil para agendamento do atendimento.

Obrigado novamente.

Chefe Pereira da Silva do Avi
Gerente de Assuntos Randômicos
ACME do Brasil

O Chefe Pereira da Silva do Avi deve assinar, junte-a aos outros documentos e dirija-se em horário comercial ao DPF que em São Paulo fica na tal rua Hugo D’Ântola 95.

Colagem do passaporte

Primeira visita ao DPF

Tente ir de ônibus pois os estacionamentos ao redor cobram R$8 a primeira ½ hora e R$3 por hora seguinte. Eu fui de carro algumas vezes e sempre consegui estacionar na rua a poucos quarteirões de distância.

Na Polícia Federal de São Paulo, suba ao primeiro andar e procure pela Tânia que é a simpática agente (e aparentemente coordenadora) do DPF que atende casos urgentes (ou o agente que tiver essa missão na sua localidade).

Eu esperei na fila uns 40 minutos. Depois ela me encaminhou para um atendente que tirou foto, tomou as digitais de todos os dedos sem sujar as mãos, revisou os documentos etc. No total fiquei no DPF pouco menos de 2 horas. Ele disse que o prazo de emissão é de 6 dias úteis.

Segunda visita ao DPF

Mas eles deram uma agilizada e no final do dia seguinte recebi um e-mail informando que meu passaporte já estava pronto.

Se a primeira visita foi numa quarta-feira, a segunda foi já na sexta para pegar o passaporte. Apresentei o papel que me deram na primeira visita, esperei 20 minutos e saí com o novo passaporte nas mãos.

Conheço pessoas que não receberam o e-mail acima mas foram mesmo assim ao DPF dois dias depois e o passaporte já estava pronto.

Conclusão

O processo para emitir passaporte é demorado devido ao grande número de pessoas e o agendamento para todas elas, mas se você tem uma justificativa para a urgência, a Polícia Federal é compreensiva e dá uma forcinha.

Exemplo de passaporte

A Blogosfera 6 comments By AviPublished: Wed, 26 Dec 2007 11:47:14 -0200 Updated: Thu, 31 Jan 2008 18:56:42 -0200 Published: 26 Dec 2007 Updated: 31 Jan 2008 Published: 11:47 am Updated: 6:56 pm Categories: Community and SocietyEssaysWeb 2.0 Tags:

Um blog é um website qualquer cujo conteúdo é organizado como um diário (log, em inglês), ou seja, por datas e em ordem cronológica. O nome surgiu quando “web log” virou “weblog”, que em uma brincadeira se transformou em “we blog”, para enfim se popularizar em “blog”.

A cultura dos blogs tem um dicionário de jargões:

  • Post: um artigo ou publicação que pode conter texto, imagens, links, multimídia, etc. Um post tem um título, data e hora, é categorizado sob um ou mais assuntos como “vinhos”, “tecnologia”, “viagens”, “poesia”, etc., definidos pelo dono do blog. Usa geralmente linguagem mais direta e descontraída, e pode ser tão longo quanto um extenso artigo, ou conter somente poucas palavras. Um blog é uma seqüência de posts.
  • Comentário: visitantes do blog podem opinar sobre os posts, e esse é um lado muito importante da interatividade dos blogs.
  • Permalink: um link permanente, o endereço direto de um post específico.
  • Trackback e Pingback: um post que faz referência a outro post, até mesmo em outro blog.
  • Feed: há ferramentas que permitem ler vários blogs de forma centralizada, sem ter que visitá-los separadamente. O feed é uma versão mais pura do blog, contendo somente os últimos posts em formato XML (RSS ou ATOM), e serve para alimentar essas ferramentas. Podcasts nada mais são do que feeds contendo mídia, ao invés de só texto.

Blog é um nome mais atual para o que se costumava chamar de “home page”. A diferença é que antes da era dos blogs, uma pessoa que quisesse ter um website pessoal, tinha um enorme trabalho para publicar conteúdo de páginas, que geralmente eram estáticas, não interativas, e francamente, sem graça. Era um processo manual que exigia algum conhecimento técnico, e por isso eram geralmente os técnicos que publicavam conteúdo na web.

Com a padronização do conteúdo em ordem cronológica, em posts, surgiram uma série de ferramentas e serviços de blogging, sendo os mais conhecidos o WordPress, Blogger, LiveJournal e MovableType.

Eles facilitaram a publicação de textos, links, multimídia, de forma organizada e bonita, e a web ficou muito mais interessante. Se antigamente um escritor precisava ter influência com editoras para publicar trabalhos, hoje qualquer pessoa é um escritor em potencial. E, sim, os blogs revelaram inúmeros ótimos escritores — alguns viraram celebridades —, só porque agora eles tem acesso a uma plataforma de publicação independente e direta: a Internet.

Os “blogueiros” (bloggers, pessoas que possuem e escrevem em seus blogs) visitam e lêem outros blogs, fazem comentários, criam links e se referenciam, criando uma espécie de conversa distribuída.

A consolidação da cultura dos blogs fez surgir alguns serviços como Technorati, Truth Laid Bear, BlogBlogs, Ping-o-matic, Digg, dentre outros, que tem a habilidade de seguir a conversa. Mais ainda, eles conseguem medir a popularidade de um blog ou de um assunto, e mensurar sua vitalidade e popularidade na web. Usando extensamente idiomas XML como XHTML, RDF, RSS e ATOM, eles conseguem notificar um blog de que ele foi citado em outro blog, ajudando o primeiro a publicar automaticamente um pingback ou trackback, mostrando quem o citou e como.

A Blogosfera é o fenômeno sócio-cultural materializado nessa malha de interações digitais entre os blogs e seus autores. Pode ser comparada a Comunidade de Software Livre. Onde esta cria software de forma distribuída e de acesso livre e direto aos usuários finais, a Blogosfera trabalha com idéias em geral, poesia, fotografia, multimídia, notícias, de qualquer um que se disponha a escrever para qualquer um interessado em ler.

Como dizem Doc Searls e David Weinberger no artigo Mundo de Pontas (“World of Ends”), a Internet é uma grande esfera oca com a superfície formada por pontas interconectadas. Bem, nós somos as pontas e ela é oca porque não há nada no meio que limite a nossa interação. Essa metáfora explica como os bloggers ganharam voz ativa na sociedade livre da Internet, onde falam bem de quem gostam e denunciam quem ou o que não gostam. Sendo público e interativo, qualquer assunto verídico e bem conduzido tem potencial para virar uma bola de neve ao ponto de iniciar um escândalo político (exemplo), obrigar uma empresa a admitir que deve fazer um recall de produtos defeituosos, ou de dar informações muito precisas sobre a bomba que explodiu no bairro durante uma guerra (warblog).

O Software Livre, a Blogosfera e outros movimentos socioculturais que estão por vir são um resultado direto da benéfica massificação da Internet.

Empresas têm usado blogs como forma de se aproximarem de seus clientes. Sua linguagem descontraída, não-institucional e principalmente interativa derruba barreiras e potencializa comunidades. Bons blogs corporativos passaram a ser peça chave do ciclo de desenvolvimento de produtos, como plataforma de divulgação das próximas novidades e ponto de coleta direta de opiniões de usuários.

O que você está esperando para ingressar na Blogosfera ?

OOXML é Incompatível com Formatos Anteriores 1 comment By AviPublished: Fri, 21 Dec 2007 19:28:03 -0200 Updated: Thu, 31 Jan 2008 19:02:56 -0200 Published: 21 Dec 2007 Updated: 31 Jan 2008 Published: 7:28 pm Updated: 7:02 pm Categories: OpenDocument Format Tags:

É importante enfatizar que a Microsoft anda dizendo que o OOXML é bom e necessário porque garante compatibilidade com o formato anterior (.doc etc).

Isso é uma imprecisão grosseira que cai bem nos ouvidos de quem não é técnico ou quem não pára pra pensar o que isso significa.

Explico: O .doc e companhia são formatos binários (ilegivel aos olhos humanos), e o OOXML é um formato baseado em XML (texto puro comprimido). Só este fato faz com que seja impossível haver compatiblidade entre os dois formatos. Dessa perspectiva, OOXML é mais compatível com ODF do que com .doc e companhia.

O que sim pode ser compatível com .doc e OOXML ao mesmo tempo é a suite de escritório MS Office, um programa que lê e escreve esses formatos — e que pode fazer o mesmo com ODF. Mas a guerra toda é sobre os formatos e não sobre programas, certo !?.

OOXML — o formato — não é compatível com nada anterior a ele, e agradeceria se pessoas influentes (mas imprecisas) parassem de achar e dizer que é.

Anarchy at ISO 7 comments By AviPublished: Thu, 20 Dec 2007 14:36:07 -0200 Updated: Thu, 31 Jan 2008 19:00:22 -0200 Published: 20 Dec 2007 Updated: 31 Jan 2008 Published: 2:36 pm Updated: 7:00 pm Categories: OpenDocument Format Tags:

The fundamental question, lack of tangible answer and the probable consequences

This is a translation for a blog post by Jomar Silva, head of the ODF Alliance Chapter Brazil.

In the coming days I’ll celebrate (or regret) one year working with OpenXML in ISO, and I must admit that the more time goes by I’m more far of finding a plausible answer to the most fundamental (and forgotten) question: “Why two standards ?”

The claim of proponents is the legacy support, which is not technically proven in more than 6 thousand pages of specification. It is also not proven the claim that the OpenXML fulfills the specific users needs… Did any of them read the specification of ODF (ISO / IEC 26300)?

The commercial reasons for the existence of this second standard is more than obvious and have been widely commented worldwide, but doesn’t it work as a warning that something is going wrong? Does the initiatives of international standardization are just moved by commercial interests of six guys and the argument that standardization helps to reduce artificial barriers to free trade is nothing more than cheap and utopian ideology?

Would the ISO 9000 be what it is for Quality worldwide if its opponents had proposed and made whatever was needed to ensure many different standards of quality, addressing different user needs? Will ISO accept in the coming years a proposal for more flexible quality standard, which is compatible with the legacy of disorganization that some companies still have today? Does the lack of ability of a small company to have and maintain decently a quality system based on the ISO 9000 configures “specific users needs” and therefore demand a new international standard?

Let us move to environmental issues? Do small and medium businesses have conditions and structure to maintain an ISO 14000 certificate correctly? Do the allegations of China on emissions of carbon (by the way, supported by USA position) configures the existence of the specific user needs in order to prepare a new environmental standard?

The precedent that OpenXML brought to international standardization, in my point of view, is the worst possible because based on the existence of two standards for editable documents, or at least the ability to mobilize the world and spend huge amounts of money in this discussion, will not allow the JTC1, the ISO, IEC and anyone else to refuse the discussions of new rules or alternatives standards for any economic sector. This really worries me, because all the efforts of standardization achieved in recent decades can go up in the garbage can in a short time and the worst is that everyone seems not to see it is happening. Want to see an example of the mess… I give one of the bests…

The PDF format is an ISO standard, the PDF/A which is the ISO 19005-1:2005, published in October 2005. It was developed based on a subset of the specification PDF 1.4 of Adobe. Several countries and organizations around the world have already adopted this standard as the default for non-editable documents.

Microsoft has released Windows Vista along with a new standard for non-editable electronic documents, called XPS (XML Paper Specification), which uses the same packaging concepts of OpenXML (OpenPackaging Convention) to represent non-editable documents. Who guess where XPS is standardized as another “Open Standard” wins a gift… ECMA… A lot of creativity is not needed to understand that this standard will also be submitted to ISO through a FasTrack in the coming months, just following the OpenXML opened path to that.

Adobe has realized this and has already expressed itself. A press release from the company itself, from January of this year already announced the delivery of version 1.7 of the standard to ISO. This proposal has followed their natural path and this week the vote of the standard in ISO has finished. According to the expectation of a blog from Adobe, published yesterday, the standard was adopted. My personal opinion is that this approval is very important, because now PDF becomes a full international standard, not a subset as was the PDF/A.

So I warn all involved and concerned to allocate a part of their budget for 2008 to discuss the FasTrack of XPS, because I think it will be inevitable.

I wonder what will be the other standards that will be run over (or who tries to trample) within ISO. How much money will be spend in this decade to learn this lesson?

What makes me more disappointed is to see that all these things can put ISO in a delicate position in the international standardization scene. The mess ISO is letting to happen in its own rules may cause that to be an ISO standard or a John Doe’s standard will have same value (at least to IT industry). I think this whole mess threatens the reputation that this entity has, which for me has always been synonymous with seriousness and responsibility.

The existence of unique standards, built through community is what today allows me to access the internet and write this article and that allows you to read it here from anywhere, using any browser and any operating system. This is what allows us to buy any CD with music and to use in any CD player (from $50 thousand to $1.00). This is the world created by international standards but looks like its not good for everybody.

Commodity market competition is for serious companies, competent and committed with the differentiation to their customers… It is not for anyone, regardless of their size or achievements in the past…

To relieve a little bit the post, in the last weekend I decided to play my acoustic guitar and ended up playing a song that reminded me a lot about all that I wrote here. I think it encouraged me to write this article.

The song is “Anarchy in UK” by the Sex Pistols and when I played in the weekend, just switched the UK to ISO and things made sense… Perhaps this is the answer to the question that doesn’t have an answer…

The part that I found most interesting is:

Anarchy at the ISO
It’s coming sometime and maybe.
I give a wrong time, stop a traffic line.
Your future dream is a shopping scheme.

That is what they want… Anarchy at ISO!

Sampa 2 comments By AviPublished: Thu, 06 Dec 2007 17:32:48 -0200 Updated: Thu, 31 Jan 2008 19:01:55 -0200 Published: 6 Dec 2007 Updated: 31 Jan 2008 Published: 5:32 pm Updated: 7:01 pm Categories: Community and SocietyGourmetTravels Tags:

São Paulo é assim: coreanos traçando burekas na Casa Búlgara, do ladinho do Acrópoles, restaurante grego mais tradicional da cidade, que fica no coração do Bom Retiro, bairro que outrora acolheu, desde a década de 1930, judeus que fugiram de uma Europa castigada pela guerra e que a partir da década de 1980 tem se mudado para os Jardins, Higienópolis e Itaim Bibí.

E muito, muito trânsito.

Creating OpenSearch plugins for Browsers 1 comment By AviPublished: Mon, 03 Dec 2007 18:12:48 -0200 Updated: Thu, 31 Jan 2008 19:06:38 -0200 Published: 3 Dec 2007 Updated: 31 Jan 2008 Published: 6:12 pm Updated: 7:06 pm Categories: Web 2.0 Tags:

I just came across a Mozilla::Developer page that teaches how to let visitors on a site easily add that site’s search function into their browsers as a plugin.

If you are reading this in my blog and you select your browser’s search tool, this is what you’ll see:

OpenSearch option in browser’s tool

You’ll get the option to permanently add my blog’s search function to your browser. If you select it, you’ll have this:

OpenSearch option added to browser’s tool

To make it, I followed the instructions on the first link and created my OpenSearch description file. Look! Technorati, Microsoft, and many others have OpenSearch-enabled websites.

Linux por todo lado 21 comments By AviPublished: Wed, 21 Nov 2007 11:29:13 -0200 Updated: Thu, 31 Jan 2008 19:30:44 -0200 Published: 21 Nov 2007 Updated: 31 Jan 2008 Published: 11:29 am Updated: 7:30 pm Categories: Linux & Open Source Tags:

Seguindo o espírito de bisbilhotar os sistemas alheios, este feriado observei mais algumas novidades:

Sabrico Volkswagen
Ajudando minha namorada a comprar carro, observei o uso do emulador de terminal seguro PuTTY na loja da Sabrico. Parece que o sistema de estoque e preços deles é centralizado e acessado por SSH. Apertando o olho em partes da tela, uma barra de status mostrava o logon do vendedor e a palavra “LINUX”, provavelmente para indicar a plataforma daquela sua versão do sistema de gestão. Ou seja, esse sistema crítico roda em Linux na Sabrico e é acessado com segurança usando tecnologias Open Source: SSH.

Hospital São Luiz
Encontrei com um amigo antes de uma aula de Yoga. Começou ter dores fortes e acabei levando-o ao pronto socorro do hospital. Como não tinha muito o que fazer, observei novamente o uso do PuTTY nos PCs da sala de enfermagem. No conteúdo da tela não havia muitos indícios de o servidor acessado rodar Linux, mas julguei que a probabilidade era altíssima. Outra coisa que me chamou a atenção foi o nome do servidor acessado pelo PuTTY: SRVIBM. Mais chance ainda de ser Linux, porque todos os servidores da IBM suportam este SO. Agora, há uso mais crítico para Linux do que em um renomado pronto socorro ?

Houve uma época em que empresas gastavam fortunas com licensas de emuladores de terminal, para acessarem seus servidores UNIX. Ah, e eles eram inseguros e sem criptografia, usando telnet puro e simples. Hoje Open Source está, com segurança, de ponta a ponta: do servidor ao emulador. Soluções de segurança são importantes o suficiente para terem que ser um commodity: devem ser baratas e fáceis de usar por toda parte. E o movimento Open Source tem o mérito de ter barateado e “commoditizado” esse mercado.

Parabéns às duas empresas !

E você? Onde mais tem visto o uso de Linux?

Cerveja Que Late Não Morde 5 comments By AviPublished: Thu, 15 Nov 2007 19:41:37 -0200 Updated: Thu, 31 Jan 2008 19:31:30 -0200 Published: 15 Nov 2007 Updated: 31 Jan 2008 Published: 7:41 pm Updated: 7:31 pm Categories: ChroniclesTravels Tags:

Ainda da série traduções espetaculares, tem também esta foto de um cardápio onde o proprietário do estabelecimento se preocupou em traduzir algumas palavras para que turistas não se percam. Não sei se funcionou.

Cerveja que late

Juro que não coleciono essas coisas. Simplesmente aparecem na minha frente.

Esta, um amigo que acabou de voltar do Nordeste me mandou. Segundo ele, é do cardápio do restaurante Canion, na praia de Coqueirinhos, localizada ao sul de João Pessoa, Paraíba. Devem ter usado essas ferramentas de tradução online.

Coloque-se no lugar de um turista que não fala português e vai ler este cardápio. Acho que eu sairia correndo.

ODF versus CDF 5 comments By AviPublished: Mon, 05 Nov 2007 14:14:41 -0200 Updated: Thu, 31 Jan 2008 19:35:22 -0200 Published: 5 Nov 2007 Updated: 31 Jan 2008 Published: 2:14 pm Updated: 7:35 pm Categories: OpenDocument Format Tags:

There are some news popping on the web about ODF to be substituted by W3C’s Compound Document Formats.

Read them carefully, read other sources too and try to understand first before making judgements.

Entities like OpenDocument Foundation are switching opinions in a quest for some sort of Universal Format, that still doesn’t exist, promoting CDF.

CDF is a W3C specification about mixing various XML idioms in one document. Things like SVG or MathML inside XHTML, etc. It is a good thing and an inevitable consequence of XML per se.

In my opinion, CDF is more suited to be used in web browsers and online. Some of its sub-specifications are still unifinished or incomplete — as CSS3, required for essential things like pagination.

The most irritating statement by OpenDocument Foundation is a chart from their site that says some several bizarre things:

  • OOXML would be compatible with legacy MS formats. If they can explain how a textual XML format can be compatible with a binary-only one I can accept it. Well, I won’t because I know they can’t.
  • CDF would be compatible with legacy MS formats. This is even worse. While a OOXML document may have same structure as its MS legacy binary equivalent, CDF is still completely different, built on top of technologies created for completely different purposes. If even OOXML can’t be compatible, CDF for sure isn’t compatible too. This is just a CDF-overselling incorrect argument.
  • ODF does not have an interoperability framework. What an “interoperability framework” means for people that does not even understand what is compatibility? In the Open Standards era, the proper use of them is already a simple path to interoperability. Want more sophisticated ways? Build tools around these Open Standards and you are done.
  • CDF would be big vendor-independent. That’s OK if W3C wants to stay independent. But CDF will go nowhere if no big vendor adopts it. And to be a real viable alternative to ODF it must prove its value to these big vendors.
  • ODF does not converges desktop, server, web and devices. Just one example that kills this argument is Google Docs. They are making a good (server) job letting (web) users upload, edit, maintain and download ODF documents. Google Docs is starting to be available for mobile devices too.

There are some people playing with CDF, mostly developers. Nice articles can be found in IBM developerWorks about it.

A successful format also needs user friendly software that implements it, cause I don’t expect my mother to write rich CDF docs in Notepad. That’s were the importance of OpenOffice.org (and all its derivatives) appear to help the ODF ecosystem.

So yes, use CDF to make great standards-oriented web pages, instead of proprietary Flash or Silverlight. But to say that CDF can be a universal format for office applications and documents is to overload the technology a little bit.

Sorveteria Frutos do Cerrado em Goiânia 41 comments By AviPublished: Wed, 31 Oct 2007 14:46:57 -0200 Updated: Thu, 31 Jan 2008 19:36:12 -0200 Published: 31 Oct 2007 Updated: 31 Jan 2008 Published: 2:46 pm Updated: 7:36 pm Categories: GourmetTravels Tags:

Depois você me diz se isso é uma dica quente ou bem gelada.

Passando por Goiânia, não deixe de visitar a Sorveteria Frutos do Cerrado. Começaram fazendo picolés caseiros de frutas da região e acabou virando uma cadeia de lojas.

O sorvete é excelente, feito com muita polpa da fruta. O de graviola foi o mais lotado de graviola que já provei. Há também o de gabiroba, pequi, buriti, jaca, cajá com sal e outras frutas que nunca ouvi falar. Provei também um Romeu e Julieta feito com queijo mesmo. Bem interessante.

Ainda bem que vi a sorveteria em um dia e fui conhecer só no outro, preparando-me com um jejum de almoço a fim de traçar uns 8 picolés. A sorveteria é mesmo um ponto turístico.

Além do mais, Goiânia está muito bonita. Flamboyants frondosos e floridos disputam espaço com centenas de mangueiras carregadíssimas. O povo é aberto e simpático e as mulheres são lindas e de tirar o fôlego.

Vale uma visita, principalmente se você for solteiro.

Gartner’s top 10 strategic technologies for 2008 0 comments By AviPublished: Thu, 25 Oct 2007 14:01:46 -0200 Updated: Thu, 31 Jan 2008 19:37:03 -0200 Published: 25 Oct 2007 Updated: 31 Jan 2008 Published: 2:01 pm Updated: 7:37 pm Categories: Info & Biz Technology Tags:

The following is a copy-paste from an e-mail circulating internaly. The content is probably some place on the web, just don’t know where.

  1. Green IT
    This one is taking on a bigger role for many reasons, including an increased awareness of environmental danger; concern about power bills; regulatory requirements; government procurement rules; and a sense that corporations should embrace social responsibility.
    Chip designers have realized that lowering per-core performance by 20% actually cuts power usage in half, so adding cores can improve chip performance and efficiency, Claunch said. But IT is still responsible for 2% of all carbon releases, and it’s coming from many sources. “Fast memory is getting to be a surprisingly high energy consuming item,” Claunch said.
    One of the next steps is taking the power-saving features of mobile devices such as phones and laptops and bringing them to more computing platforms. “We’ve been confronting the power problem on mobile devices for a long time because of those pesky batteries,” he said. “We can take those learnings and put them into servers. In the future, we’ll have servers that will go to sleep if they’re not being used.”
  2. Unified Communications (UC)
    UC functionality is drawing from five core markets: voicemail, PBXs, e-mail and calendaring, IM, and conferencing and collaboration. The key trends are communications becoming IP-based, analog systems switching to digital, and growing integration among voice, network, storage, sensors and video technologies.
    “In a world in which all the information is digital and carried on IP, the opportunity and advantages of carrying it on a unified infrastructure are becoming obvious,” the analysts stated in a slideshow presentation. “Organizational issues must be addressed to take advantage of this unification, because responsibilities and budgets are so often fragmented among groups such as building maintenance, voice communications, data communications and storage administration.”
  3. Business Process Management
    BPM is more of a business discipline than a technology, but is necessary to make sure the technology of service-oriented architectures (SOA) deliver business value, Cearley said. It’s also important for dealing with laws like Sarbanes-Oxley that require business to define processes, he said.
    “SOA and BPM have common objectives,” Cearley said. “They’re both focused on driving agility, driving business process improvement, flexibility and adaptability within the organization. SOA is a key mechanism that makes BPM easier.”
  4. Metadata Management
    Metadata is the foundation for information infrastructure and is found throughout your IT systems: in service registries and repositories, Web semantics, configuration management databases (CMDB), business service registries and in application development.
    “Metadata is not just about information management,” Cearley said. “You need to look beyond that. Metadata is everywhere.”
  5. Virtualization 2.0
    “Virtualization 2.0″ goes beyond consolidation. It simplifies the installation and movement of applications, makes it easy to move work from one machine to another, and allows changes to be made without impacting other IT systems, which tend to be rigid and interlinked, Claunch said.
    There are also disaster recovery benefits, since the technology lets you restack virtual systems in different orders in recovery centers, providing more flexibility. “Virtualization is a key enabling technology because it provides so many values,” Claunch said. “Frankly it’s the Swiss Army knife of our toolkit in IT today.”
  6. Mashups & Composite Applications
    Mashups, a Web technology that combines content from multiple sources, has gone from being a virtual unknown among IT executives to being an important piece of enterprise IT systems. “Only like 18 months ago, very few people (knew what a mashup was),” Cearley said. “It’s been an enormous evolution of the market.”
    U.S. Army intelligence agents are using mashups for situational awareness by bringing intelligence applications together. Enterprises can use mashups to merge the capabilities of complementary applications, but don’t go too far.
    “Examine the application backlog for potential relief via mashups,” the analysts stated in their slideshow. “Investigate power users’ needs but be realistic about their capabilities to use mashups.”
  7. Web Platform & WOA
    Web-oriented architecture, a version of SOA geared toward Web applications, is part of a trend in which the number of IT functions being delivered as a service is greatly expanding. Beyond the well-known software-as-a-service, Cearley said over time everything could be delivered as a service, including storage and other basic infrastructure needs.
    “This really is a long-term model that we see evolving from a lot of different parts of the market,” Cearley said. It’s time for IT executives to put this on their radar screens and conduct some “what-if” scenarios to see what makes sense for them, he said.
  8. Computing Fabrics
    Today’s blade server design places memory and processors into a fixed combination inside a blade, and until recently neither memory or processors from one blade could be combined with that of other blades.
    New server designs will allow several blades to be merged across a “computing fabric,” in which they will appear as a single server to an operating system.
    “The fabric based server of the future will treat memory, processors and I/O cards as components in a pool, combining and recombining them into particular arrangements to suit the owner’s needs,” the analysts wrote. “This evolution will simplify the provisioning of capacity to meet growing needs.”
  9. Real World Web
    Increasingly ubiquitous network access with reasonably useful bandwidth is enabling the beginnings of what analysts are calling the “real world Web,” Claunch said. The goal is to augment reality with universal access to information specific to locations, objects or people. This might allow a vacationer to snap a picture of a monument or tourist attraction and immediately receive information about the object, instead of flipping through a travel book.
  10. Social Software
    Social software like podcasts, videocasts, blogs, wikis, social bookmarks, and social networking tools, often referred to as Web 2.0, is changing the way people communicate both in social and business settings.
    “It’s really been empowering people to interact in an electronic medium in a much richer fashion than we did with e-mail or corporate collaboration systems,” Cearley said.
    The effectiveness of these tools for enterprise use varies, and some tools that have the potential to improve productivity aren’t yet mature enough for enterprise use, Gartner says. For example, wikis are highly valuable and mature enough for safe and effective enterprise use. Meanwhile, Gartner says prediction markets potentially have a lot of enterprise value but so far have low maturity. Podcasts, conversely, can be used safely and effectively but don’t have a lot of business value, the analyst firm said.
Viagem ao Umbigo do Mundo 11 comments By AviPublished: Mon, 22 Oct 2007 02:19:47 -0200 Updated: Tue, 10 Jun 2008 20:20:37 -0300 Published: 22 Oct 2007 Updated: 10 Jun 2008 Published: 2:19 am Updated: 8:20 pm Categories: Central Asia 2007 Tags:

Tatiana e eu fizemos uma viagem absolutamente incrível para o outro lado planeta — a Ásia Central — região que muitas pessoas mal sabem que existe.

Fizemos anotações detalhadas, dia após dia, sobre todos os lugares que passamos, pessoas que encontramos e impressões que tivemos. Os links abaixo vão te levar às mesquitas do Uzbequistão, montanhas do Kyrgyzstão, ao caldeirão social da China, e a exuberância de Moscow.

Foi uma viagem de conhecimento, então os relatos estão recheados de mapas, referências na Wikipédia, fotos e videos. Além de impressões gerais, e observações sobre etnias, línguas, religião e coisas que não existem na Ásia Central logo abaixo.

Viaje conosco !

Exibir mapa ampliado

Uzbequistão

Kyrgyzstão

China

Moscow e Paris

Impressões Gerais

Eu recomendo fortemente qualquer pessoa fazer viagens desafiantes. Dificilmente nossa cultura e pontos de vista vão crescer se passarmos 7 dias coçando num resort.

Pode ser qualquer lugar: Amazônia para urbanóides, Islã para ateus, Las Vegas para saudosos marxistas.

Além do gostinho de poder contar que fomos para lugares que muitas pessoas não sabem nem pronunciar o nome, o desafio nos fez pensar muito sobre a história do mundo, o fluxo das etnias humanas, sociedade, economia, comida, fé, religião, e principalmente sobre nós mesmos e o que de fato somos.

Viajar pela Ásia Central não foi nada difícil. As pessoas são amigáveis e bonitas, os hotéis são confortáveis, cidades bem equipadas. E se você não for se meter no Afeganistão ou no Kashmir, a paz reina.

Etnias

O Uzbequistão faz fronteira com o Irã, antiga Pérsia, que definiu o tipo étnico da região há milênios. Mas a região foi também berço de incursões militares gregas de Alexandre o Grande e Genghis Khan. Isso conferiu uma mistura incrível de traços, cores de olhos e línguas.

É comum ver persas claros, loiras de olhos puxados, ou mongois de olhos verdes. E vimos mulheres realmente lindas.

O noroeste da China não é chinês. Pelo menos não no esteriótipo de chinês que as pessoas costumam ter na cabeça. O noroeste da China é tão persa quanto o Uzbequistão.

Já o Kyrgyzstão tem olhos mais puxados do que o noroeste da China. Se te teletransportarem para lá de olhos fechados, vai dizer que está no interior da China.

Línguas

Toda aquela região, inclusive o noroeste da China fala dialetos muito parecidos, todos derivados de língua turca. Uzbeque, Kyrgyz e Uyghur são línguas 95% similares e todos se entendem pela lingua falada.

O problema é ler e escrever. As línguas escritas no Uzbequistão são o russo (alfabeto cirílico) e o uzbeque a décadas escrito em cirílico. Mas recentemente o governo decidiu dar um passo no sentido da modernidade e maior integração com o ocidente adotando alfabeto latino como o oficial para escrever uzbeque.

No Kyrgyzstão eles não ligam muito para relações internacionais, então continuam escrevendo kyrgyz em cirílico mesmo. E na China, o povo Uyghur se orgulha em manter as tradições usando o alfabeto árabe (diferente da língua árabe) para ler e escrever.

Mas isso não tem muito problema porque o Uzbequistão é o maior produtor de videoclipes da região e todo mundo acaba ouvindo música Uzbeque que obtém de DVDs pirateados.

Há ainda inúmeros outros povos na região, que falam dialetos parecidos: os Khorezm, os Kazakhs, Tajiks, etc.

Fé e Religião

Esse foi um dos aspectos mais interessantes da viagem. A região é predominantemente islãmica. É incorreto dizer que são árabes porque estes são os que vivem na Península Arábica, milhares de quilómetros a oeste da Ásia Central.

Mas é um islã leve. Se não visitássemos os lugares históricos talvez nem percebêssemos. No Kyrgyzstão é mais leve ainda. Não há uma conexão muito grande com isso por lá.

Só a China nos surpreendeu. Sim, a China. Foi somente alí que vimos mulheres de rostos cobertos e fanatismo um pouco mais evidente. Isso acontece porque há um preconceito mútuo entre os chineses Uyghurs (predominantes no noroeste do país) e os chineses Han (os de olhos puxados). A conseqüência é que a minoria Uyghur acaba se voltando mais para sí, fomentando tradições e costumes em torno da religião. Ao longo dos séculos, costumes temporais, tradições sociais e leis religiosas se confundem e tudo vira sagrado sem se saber exatamente o motivo.

Coisas que não existem na Ásia Central

  • Preço estampado em qualquer mercadoria. O preço é feito sempre na hora, conforme a cara do freguês e o humor do vendedor. E sempre há margem para pechincha.
  • Adoçante dietético. Nenhum restaurante tem, mesmo se pedir.
  • Coca-Cola Light ou qualquer outro refrigerante dietético.
  • Folhas tipo alface, rúcula ou agrião. Nem na feira. Quando pedíamos a “Salada Verde” do cardápio de alguns restaurantes, era de coentro, cheiro-verde e dil. Uma salada de temperos verdes.
  • Saladas sem coentro.
  • Comida quente sem carne ou sem qualquer gordura animal. “Tem carne nisso aí?”. “Não, só bacon pra dar um sabor”.
  • Comida sem óleo.
  • Facas que efetivamente cortam. Todas eram cegas.
  • Guardanapo limpo sobre a mesa assim que se senta. Sempre tínhamos que pedir.
  • Guardanapo usado que fica na mesa mais de 3 minutos. Os garçons tinham algum tipo de obsessão em recolhê-los assim que fossem usados ainda que pouco.
  • Hoteis com cama de casal. Mais raro que mosca branca.
  • Área ou quarto de hotel para não-fumantes. Em qualquer sala de espera, restaurante, quarto de hotel etc, fumavam sem parar de todos os lados.
Petit Comité com Pintia Tempranillo 2001 1 comment By AviPublished: Fri, 19 Oct 2007 09:26:20 -0200 Updated: Thu, 31 Jan 2008 19:39:00 -0200 Published: 19 Oct 2007 Updated: 31 Jan 2008 Published: 9:26 am Updated: 7:39 pm Categories: Community and SocietyGourmet Tags:

Pintia Tempranillo 2001Ao entrarmos em sua adega pessoal, mais de 800 garrafas gritavam “pick me, pick me”. Nossa ansiosidade era tanta que o termômetro mostrou aumento de temperatura de 17 para 18°C. Sacamos um Pintia Tempranillo 2001, da região do Toro na Espanha. Um supervinho com aromas que nunca havia experimentado antes.

É muito chique ter uma adega particular. Mais chique ainda saber quais vinhos servir e tal. Muito chiques esses meus amigos.

Foi um petit comité que desafia o paladar, como todos os que eles nos convidam. Uma outra vez naquela mesma sala renasci (já meio bêbado, confesso) quando ele serviu algo que nem sabia que existia: pequenas garrafas de vinhos de sobremesa com uvas de colheita tardia. Ele gostava mais do deslumbrante sul-africano, mas eu me apaixonei mesmo pelo Henry Cosecha Tardia 2003, argentino da Lagarde.

Naquele dia, as outras pessoas continuavam falando de estátuas, o Crescente Fértil, chicle de bola, sei lá. Mas eu me deslumbrava na viagem dos vinhos. A quantidade de perfumes e complexidades que pode uma garrafa conter desafia qualquer lei da física.

Petit comité no LosPara a sobremesa de ontem, abrimos um Alvear Pedro Ximénez Solera 1927 (sim, você leu o ano corretamente), extremamente doce, licoroso, de textura espessa, com aroma de calda de figos, para acompanhar um revezamento entre sorvete Häagen-Dazs Praline e queijo tipo roquefort, este último bastante salgado, como de costume, para balancear a doçura do vinho.

Aguardamos ansiosamente a próxima oportunidade, e acho que vai ser regado a Zinfandels que eu trouxe da Califórnia.

Linux Pin-ups and Anime 8 comments By AviPublished: Fri, 12 Oct 2007 08:04:40 -0300 Updated: Sun, 03 Aug 2008 11:25:27 -0300 Published: 12 Oct 2007 Updated: 3 Aug 2008 Published: 8:04 am Updated: 11:25 am Categories: Linux & Open Source Tags:

Have you seen this?