Categories
- Chronicles (59)
- Community and Society (91)
- Ecology & Environment (12)
- Essays (32)
- Events (25)
- Gourmet (30)
- Info & Biz Technology (290)
- Linux & Open Source (103)
- Linux Journal Index (14)
- Mobility (20)
- Multimedia (17)
- OpenDocument Format (64)
- Web 2.0 (68)
- Linux & Open Source (103)
- Metaphysics (32)
- Misc (8)
- Music & Podcasts (39)
- Podcast: brazilian jazz (8)
- Podcast: general (13)
- Travels (67)
- Central Asia 2007 (29)
- Vegetarianism (10)
Short updates
Algumas pessoas andaram me perguntando por que a IBM não está participando do FISL 2008.
Percebia em seu tom de voz (ou nas linhas do Jabber/Google Talk) que na verdade perguntavam se a IBM está parando de suportar Open Source. Não está.
A IBM continua a suportar Linux, Open Source e Padrões Abertos de forma absolutamente central.
Muitos dos produtos mais estratégicos da IBM tem elementos Open Source em seu núcleo, como o Eclipse, Apache, diversas bibliotecas etc. Além do mais, Linux ocupa um papel fundamental como plataforma operacional para uma série de iniciativas de Cloud Computing, Grid, Web Services etc.
Linux é inclusive a plataforma sugerida, sempre que possível, na implementação de soluções em clientes.
Sem usar meu chapéu da empresa, minha opinião é que a IBM tem uma estratégia muito bem balanceada sobre como usar e integrar Open Source. Muita inovação ainda acontece no universo do software de código fonte fechado e não há porque não explorar isso comercialmente. Mas é muito claro dentro da empresa que Open Source está deixando de ser algo somente para a infraestrutura e vem avançando no middleware e níveis acima também. Isto é muito be visto como uma rota natural da indústria de software. E se por acaso a IBM demonstra uma resistência ou outra quando algum Open Source passa a concorrer diretamente com um de nossos produtos, isso é só um reflexo do instinto de preservação que em seguida abre espaço para adaptação.

A IBM este ano não está participando do FISL por uma questão tática temporária interna. Alguns grupos mudaram, pessoas se movimentaram (como acontece em todas as empresas) e simplesmente não deu tempo. Só isso.
Mas ficou uma vontade enorme de ir.

