Eu odeio LPs

Eu odeio LPs

ūüáßūüá∑ Eu odeio LPs.

Não porque têm som ruim.

Mas porque, na nossa era, representam a vit√≥ria do capitalismo t√≥xico, aliado a extraordin√°rio marketing, sobre a ingenuidade e ignor√Ęncia das pessoas, quando lhes vende um refugo obsoleto como se fosse artigo de luxo.

Fica pior quando se descobre que boa parte dos novos fonogramas, impressos e vendidos em vinil a pre√ßo de ouro, foram originalmente gravados em est√ļdio moderno com processo inteiramente digital.

M√ļsica em formatos digitais tem alta fidelidade por defini√ß√£o e √© o mais pr√≥ximo que se pode chegar dos m√ļsicos e sua performance no est√ļdio.

ūüá¨ūüáß I hate LPs.

Not because they have bad sound.

But because, in our era, they represent the victory of toxic capitalism, allied with extraordinary marketing, over the naivety and ignorance of people, when it sells them obsolete junk as if it were a luxury item.

It gets worse when it is discovered that a good part of the new phonograms, printed and sold on vinyl at the price of gold, were originally recorded in a modern studio with an entirely digital process.

Music in digital formats is high fidelity by definition and is the closest thing you can get from the musicians recording their performance in a studio.

Ovos de P√°scoa, de novo

Chegou aquela época do ano em que os supermercados se abarrotam de um velho produto cuja nova roupagem quadruplica seu preço.

Se realmente precisar mimar algu√©m com o celofane brilhante ‚ÄĒ que √© lindo, mas que poluir√° nosso planeta at√© depois de seus tataranetos morrerem ‚ÄĒ prefira os ovos feitos pela galera do bairro que t√° no corre pr√° fazer alguma renda. Prefira os artesanais com cacau de qualidade e n√£o os industrializados, que s√£o tipo 0,003% cacau.

E lembre-se: o robalo que depois você vai comer, tartaruga, baleia, golfinho, engolem mas não digerem celofane. Cansei de ver esse lixo poluindo o mar.

Fica a dica.

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Café com Experiência

Me fizeram ir a um lugar famoso que vende ‚Äúexperi√™ncia‚ÄĚ de caf√©.

Muita frescura, muito caro, muito pl√°stico.

O frappuccino de mais de R$20, artificialmente saborizado, vem num suntuoso copão de plástico, com tampa esférica enorme de plástico, mas com um canudo de papelão. Não entendi o sentido disso, talvez prá ver se cola pagarem uma de sustentáveis.

Enquanto houver gente pagando caro por porcarias industrializadas entregues em pl√°stico para ser √°gil, enquanto a base econ√īmica da nossa sociedade forem m√°quinas de fazer lucro chamadas de ‚Äúempresas‚ÄĚ, podemos esquecer qualquer iniciativa s√©ria e perene de sustentabilidade ou mera preocupa√ß√£o com o meio ambiente. √Č tudo pr√° ingl√™s ver.

O pingado do bar, de R$3 em copo NF, continua fazendo mais sentido. Mas fica faltando a experiheeeeeeeeeiiiiincia……..

Maracujá é a fruta da Flor da Paixão

Eu passei a vida toda achando que o nome internacional do maracuj√° ‚ÄĒ passion fruit, fruta da paix√£o ‚ÄĒ era devido a sua cor e aroma ex√≥ticos e afrodis√≠acos.

Me enganaram! Ou, mais provável, eu me enganei a si próprio.

O maracuj√° √© t√≠pico da Amaz√īnia e o nome latim/ingl√™s/franc√™s ‚ÄĒ passiflora ‚ÄĒ foi dado pelos jesu√≠tas, no s√©culo 18, porque usavam a flor para ensinar sobre a Paix√£o de Cristo aos nativos do novo mundo. Pois a flor tem p√©talas que lembram uma coroa de espinhos, e estames que lembram uma cruz.

O nome original em tupi ‚ÄĒ mara kuya ‚ÄĒ significa alimento na cuia. Porque afinal fazemos da casca do fruto o recipiente para se comer a polpa.

Mais uma coisa bem aprendida numa bela viagem.

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Abacaxi vem da Amaz√īnia

O abacaxi √© uma brom√©lia amaz√īnica.

A gente chama de ‚Äúfruta‚ÄĚ, mas aquilo √© na verdade um conglomerado de frutos, sendo cada fruto um dos gomos que se v√™ na casca. Da brom√©lia brota uma estrutura cheia de florzinhas, parecida com a foto. E a√≠ cada 1 florzinha se transforma em 1 fruto. Eles v√£o engordando e grudando um no outro at√© formar o abacaxi inteiro.

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Vit√≥ria-R√©gia da Amaz√īnia

A Vitória-Régia, além de linda e exótica, é também uma planta alimentícia não-convencional (P.A.N.C.).

T√≠pica da Amaz√īnia, ancora sua raiz no fundo de lagos ou √°guas doces est√°veis, e de l√° estende grossos caules at√© a superf√≠cie para cada flor, cada fruto, cada folha enorme em forma de prato de 1 a 2 metros de di√Ęmetro.

A raiz é um tubérculo, que pode ser cozido e consumido como batata. Os caules podem ser descascados e preparados como palmito ou aspargos ou espaguete. As folhas, após removidos os espinhos, podem ser consumidas cruas ou cozidas como couve.

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Nilo √ó Amazonas

Tati acabou de voltar do Egito ūüá™ūüᨠe conta as maravilhas do Rio Nilo, como √© majestoso, surpreendentemente limpo ‚ÄĒ mesmo com o caos do Cairo nas suas margens ‚ÄĒ, e como √© caudaloso e um pouco mais largo que o Rio Tiet√™ na cidade de S√£o Paulo (rio abaixo, perto de Santa Maria da Serra, o Tiet√™ √© bem mais largo).

Lembro que anos atr√°s discutia-se qual rio era o maior do mundo, o Nilo ou o Rio Amazonas. Essa conversa mole acabou da noite pro dia quando algu√©m lembrou que ficar medindo comprimento de rio era pura bobagem porque o Amazonas √© algumas centenas de vezes mais largo que o Nilo e transporta n√£o sei quantos zilh√Ķes de litros a mais de √°gua.

S√≥ o Rio Tapaj√≥s, um dos afluentes do Amazonas, tem 14km de largura (quatorze quil√īmetros de largura) em seus √ļltimos 220km antes de desaguar no, ainda maior, Rio Amazonas. √Č uma piscina oce√Ęnica de 14√ó220‚ČąÔłé3000km¬≤Ôłé de superf√≠cie, s√≥ um trecho, s√≥ do Tapaj√≥s.

Não tem prá ninguém contra os rios do Brasil. Sensacionais esses rios do nosso planeta, sobretudo os brasileiros.

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Luminária que é uma belezura

Uma belezura de luminária que eu quase comprei prá minha filha ler. Sem fio, luz regulável, recarrega por USB, baixo consumo, tem até alto-falante bluetooth embutido. R$120.

‚ÄĒ Que show, mo√ßo. E com√© que troca a l√Ęmpada?

‚ÄĒ N√£o troca. √Č pr√° descarte quando queima.

‚ÄĒ Ela toda?

‚ÄĒ Tudo, com bateria, 400g de pl√°stico, alto-falante, l√Ęmpada queimada e tudo.

E assim devolveremos aos nossos filhos um planeta com uma pilha de lixo descartável e tóxico prá eles viverem.

Como é que deixamos isso acontecer?

Ele não tinha nenhuma outra opção para iluminação de cabeceira. Loja de iluminação.

Eu n√£o comprei.

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Can√ß√£o Um √ćndio, de Caetano

Esta canção voltou à minha cabeça creio que por causa das coisas que ando lendo sobre mudança climática, decadência social de grande quantidade de pessoas etc.

Fala de uma Terra depredada pela civilização e aí vem um índio-messias que deixa todos atonitos por falar e fazer nada mais do que o óbvio.

Uma pessoa ‚ÄĒ Caetano Veloso ‚ÄĒ que escreve uma letra prof√©tica como esta, j√° em 1976, 45 anos atr√°s, merece todo o meu respeito.


Um índio descerá de uma estrela colorida e brilhante
De uma estrela que vir√° numa velocidade estonteante
E pousará no coração do hemisfério sul
Na América, num claro instante
Depois de exterminada a √ļltima na√ß√£o ind√≠gena
E o espírito dos pássaros das fontes de água límpida
Mais avançado que a mais avançada
Das mais avançadas das tecnologias
Vir√°, imp√°vido que nem Muhammed Ali, vir√° que eu vi
Apaixonadamente como Peri, vir√° que eu vi
Tranquilo e infalível como Bruce Lee, virá que eu vi
O axé do afoxé, filhos de Ghandi, virá
Um índio preservado em pleno corpo físico
Em todo sólido, todo gás e todo líquido
Em √°tomos, palavras, alma, cor, em gesto, em cheiro
Em sombra, em luz, em som magnífico
Num ponto equidistante entre o Atl√Ęntico e o Pac√≠fico
Do objeto, sim, resplandecente descerá o índio
E as coisas que eu sei que ele dir√°, far√°, n√£o sei dizer
Assim, de um modo explícito
Vir√°, imp√°vido que nem Muhammed Ali, vir√° que eu vi
Apaixonadamente como Peri, vir√° que eu vi
Tranquilo e infalível como Bruce Lee, virá que eu vi
O axé do afoxé, filhos de Ghandi, virá
E aquilo que nesse momento se revelar√° aos povos
Surpreenderá a todos, não por ser exótico
Mas pelo fato de poder ter sempre estado oculto
Quando terá sido o óbvio

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Quanto Custa N√£o Ter Carro em S√£o Paulo

Em abril contei para vocês que deixei de ter carro argumentado que minha vida ficaria mais verde e mais barata. Bem, vejamos.

Valorizo meu tempo e muitas vezes preciso chegar r√°pido aos meus destinos, ent√£o n√£o penso duas vezes antes de chamar um taxi.

Mas cuidado. N√£o troquei um carro por um taxi. Esfor√ßo-me para encontrar carona (desenvolvi cara-de-pau para isso) e uso metr√ī e √īnibus quando poss√≠vel. Taxi √© minha √ļltima op√ß√£o quando n√£o h√° nenhuma outra dispon√≠vel.

Ent√£o vamos aos n√ļmeros:

  • Dias corridos que fiquei sem carro at√© hoje (8/abr ‚ÄĒ 15/dez): 251
  • N√ļmero de corridas de taxi nesse per√≠odo: 65
  • Dinheiro total gasto com taxis: R$1.198,35
  • Gasto m√©dio com taxi por dia (incluindo os dias que n√£o usei taxi): R$4,79
  • M√©dia de corridas por semana, no per√≠odo: 1,82
  • Valor m√©dio da corrida: R$18,43
  • Gasto m√©dio mensal com corridas de taxi: R$143,2

Quando tinha carro, acredito que gastava uns R$300 por m√™s em combust√≠vel. Fora IPVA, seguro, manuten√ß√£o, estacionamentos, preocupa√ß√Ķes, deprecia√ß√£o anual do carro, perda de custo de oportunidade. E multas, muitas multas injustas.

Novamente, cuidado ao interpretar esses n√ļmeros pois este √© meu contexto de vida:

  • Minha esposa ainda mant√©m seu carro. Temos somente um carro na fam√≠lia ‚ÄĒ um Honda Fit. Carro pequeno, pois temos pavor ideol√≥gico e racional de carros grandes.
  • Minha esposa e eu trabalhamos pr√≥ximos um do outro ent√£o √© comum eu ir de manh√£ com ela de carro. √Äs vezes, se os hor√°rios coincidem, voltamos juntos de carro tamb√©m.
  • Nos finais de semana as coisas acontecem mais em fam√≠lia ent√£o vamos juntos, de carro, para onde for.
  • Trabalho numa empresa enorme e sempre encontro uma boa alma que me d√™ carona para casa ou para muito pr√≥ximo de casa.
  • A mesma coisa de manh√£. As vezes vou com uma colega de carona. E, em seus dias de rod√≠zio, ela vem comigo de taxi ‚ÄĒ eu pagando integralmente, como forma de retribuir a carona.
  • Quando o clima √© mais ameno e quando tenho mais tempo, adoro usar transporte p√ļblico. √Č um tempo que ganho para mim, para ouvir m√ļsica, observar as pessoas, ler, ouvir podcasts, resolver coisas por telefone etc. Usaria muito mais se os pontos fossem mais pr√≥ximos de meus destinos.

Mesmo com esses fatores favor√°veis, acho que n√£o sou ponto fora da curva. Acredito que existam muitas fam√≠lias que poderiam reduzir o n√ļmero de carros na garagem com um esfor√ßo m√≠nimo e sem perder o conforto que um carro d√°.

E claro, ainda por cima economizando dinheiro.

Para quem quiser ver os detalhes, trajetos, valores etc, anotei e continuarei anotando todas as corridas de taxi numa planilha p√ļblica.

E lembre-se: seu carro poluiu em sua fabrica√ß√£o muito mais do que voc√™ poluir√° ao us√°-lo em toda a sua vida √ļtil.

N√£o Tenho Mais Carro !!

Estou at√© me sentindo mais verde… Vendi meu carro esta semana simplesmente porque n√£o estava mais usando-o.

Eu e Tati trabalhamos perto e tentamos casar os hor√°rios. Quando n√£o d√°, usamos √īnibus, metr√ī, carona ou taxi na ida ou na volta, nunca nos dois.

Num contexto familiar, dois carros é muitas vezes um luxo desnecessário e caro para seu bolso. Acompanhe:

  1. Nos √ļltimos anos gastei uns R$1300 por ano em impostos [R$110 por m√™s].
  2. Mais uns R$1200 por ano em seguro [R$100 por mês].
  3. Mais uns R$200 a R$300 por mês em gasolina.

Ou seja, sobra de R$400 a R$500 por mês para, eventualmente, gastar com taxis quando for necessário.

Isso sem falar no custo de oportunidade do dinheiro que estava materializado e depreciando num carro e que agora √© l√≠quido e pode ser investido e render juros. Comprei novo meu ex-Astra em 2003 e paguei R$33500. Vendi semana passada por R$24800. Se tivesse colocado esse primeiro valor num investimento conservador, a 13% ao ano, teria hoje uns R$45530.  Essa √© uma conta bem por cima, meti numa planilha a seguinte f√≥rmula:

=FV(13%;ANOS_QUE_FIQUEI_COM_O_CARRO;VALOR_DO_CARRO/ANOS_QUE_FIQUEI_COM_O_CARRO)

Um amigo me disse que a quantidade de poluição, emissão de carbono e desgaste a natureza que é necessário para fabricar um carro é infinitamente maior do que toda a poluição que você, usuário do carro, vai produzir ao usá-lo.

Hoje ainda não abro mão do conforto de um carro, mas estou convencido de que, num contexto familiar, é mais difícil um segundo carro se justificar.

Replaneje sua vida, faça as contas, livre-se de um carro e devolva um planeta melhor para seus filhos.

Information Worker

Yesterday I met a colleague at IBM Brazil that moved to a world wide position. He is now living in Manhattan, New York.

His everyday routine, as most Information Workers nowadays, is to talk to people, make phone conference calls, e-mails, design and communicate strategies, make some data consolidation and reports, instant messaging, etc.

Since most of this things have become information, and since we have information technology today, he can do his job from any point on earth as long as he has an Internet connection to let the information flow.

He choose NY because he enjoys life jazz and wanted to experiment the Big Apple, not because his job is physically located there. He could choose Montana, Alaska, Manaus, Fernando de Noronha etc to live.

Of course personal contact is sometimes needed. In these occasions, people schedule meetings and get a flight to meet someplace. This is probably cheaper than maintaining an office space for all these information workers, and probably more friendly to the environment than make them drive everyday to a physical location.

I can think about dozens of jobs that could be this way. Lawyers, journalists, writers, architects, web 2.0-related jobs, even also physicians in many situations when they don’t need to examine their patients.

The matter of all these jobs is information and the platform to make it flow is ready¬†‚ÄĒ the Internet. Now we just need a sort of cultural shift.

Tecnologia Org√Ęnica

Numa cobertura do evento CES no caderno Link do Estadão, entre um monte de matérias sobre as novas tralhas tecnológicas apresentadas lá, há uma nota tímida sobre as bizarricies do evento.

Uma delas √© uma bateria ou pilha que √© recarregada com l√≠q√ľidos tipo saliva ou urina.

Uma ótima invenção, de um gênero que deveria ser cada vez mais incentivado !

Porque afinal, toda essa mobilidade eletr√īnica e digital que a gente gosta cobra seu pre√ßo ao meio ambiente.

Diga-se de passagem, isso me lembrou as stillsuites do fictício universo de Duna (livro e filme): roupas especiais que capturam e reciclam a umidade do corpo de quem a veste, para serem usadas em ambientes inóspitos como o planeta-deserto Duna.

Adeus Tipuana

Deu uma ventania aqui no bairro no domingo a noite e n√£o choveu. Mas foi o suficiente para estremecer as bases da velha Tipuana de frente de casa.

Esta madrugada ela caiu do nada. Só porque estava velha e podre por dentro.

Velha tipuana caida

Ela caiu às 3 da manhã e parece que amassou um pouco o teto de um carro do outro lado da rua.

Os bombeiros começaram a picotá-la às 5h com motoserras barulhentas. Mas o pior foi a incompreensão dos carros que buzinavam sem parar. Poxa, um pouco de respeito pela querida árvore morta.

Tipuana oca

A árvore estava oca por dentro e tinha raízes pouco profundas, incompatíveis com sua idade e tamanho centenário. A certa altura, os bombeiros acharam um ninho de abelhas ou algo do gênero e se empenharam para retirá-lo com cuidado e tentar guardar o mel que escorreu. Alguns provaram e gostaram. Parecia até que o principal momento de seu trabalho era marcado por esse achado.

Tipuana fatiada

Adeus Tipuana. Nossa rua vai ter menos cara de alameda sem você. Mais ainda quando sua irmã ao lado foi também cortada este ano.

O √ļnico consolo √© que a nova √°rvore que ser√° plantada no lugar vai absorver bastante CO2 para crescer.

Economizando Energia em Casa

Ouvi esta manhã na KUT, ótima rádio comunitária aqui em Austin, que alguns estados americanos tem pensado em formas de reduzir o consumo doméstico de energia elétrica.

Uma das solu√ß√Ķes √© instalar dentro de casa um mostrador de consumo em d√≥lares e n√£o em indecifr√°veis kWh. Deram um exemplo de que uma torradeira acusa consumo de US$0.59 por hora enquanto uma lavadora de roupas acusa US$1.09 por hora. Muito mais f√°cil de entender, n√£o !?

O dispositivo tem duas partes. Uma para coletar os dados, agregada ao relógio de kWh da casa, e outra dentro de casa funcionando só como mostrador. A comunicação seria por algum tipo de wireless.

Selecionaram uma população para testar esse dispositivo por algum tempo, e observaram que 75% dos lares passaram a gastar menos energia. Não mencionaram quanto economizaram.

Mas já é bastante efetivo. E funciona só porque apresentaram o consumo para as pessoas numa medida que todo mundo entende muito bem. Sim, isso é uma questão de acessibilidade também.

Claro que discutiram tamb√©m quest√Ķes de redu√ß√£o do lucro das empresas que prov√™m energia. Mas pensando a longo prazo, na minha opini√£o isso √© um problema menor e que se ajeita com o tempo.

Frases Para um Planeta Renovado

Viva com simplicidade para que outros possam simplesmente viver.


Adquira menos necessidades.


Não há poder de mudança maior do que uma comunidade descobrindo o que é importante para ela.
‚ÄĒ Margaret Wheatley


DIGA ADEUS AOS ANOS DO CARBONO…
prepare-se para uma revolução na energia !!


Toda escolha é um voto para o mundo no qual você quer viver.


O caminho de menor resistência leva ao supermercado.
‚ÄĒ Tom Philpott


Comida √© a √ļnica coisa na experi√™ncia humana que pode ao mesmo tempo abrir nossos sentidos e nossa consci√™ncia sobre nosso lugar no mundo.
‚ÄĒ Alice Waters


Ache o caminho mais simples e curto entre o planeta, as m√£os e a boca.
‚ÄĒ Lanza Del Vasto


Comida é uma forma de memória profunda. Através dela [pessoas] são ligadas a sua paisagem nativa, ao seu solo, sua água, e suas árvores.
‚ÄĒ Patricia Klindienst


Os jardins do mundo s√£o uma √ļnica democracia gigante.
‚ÄĒ Rudolf Borchardt


Quando dizemos org√Ęnico, queremos dizer local. Queremos dizer saud√°vel. Queremos dizer ser aut√™ntico √†s ecologias das regi√Ķes. Queremos dizer mutuamente respeitoso entre cultivadores e consumidores. Queremos dizer justi√ßa social e igualdade.
‚ÄĒ Joan Dye Gussow


O melhor fertilizante s√£o as pegadas do fazendeiro.


Vida simples, pensamento elevado.


Tudo est√° conectado.


Extraido do Northeast Organic Farming Association of New York‘s Organic Food Guide 2007, distribuido numa pequena feira org√Ęnica em Mount Kisco, NY.

Aquecimento Global

SAIBAM, que a Terra n√£o ser√° mais a mesma dentro de 20 ou 30 anos.


Aumento da varia√ß√£o de temperaturaA Natureza n√£o consegue rearranjar seus ecossistemas t√£o r√°pido quanto o homem tem feito a temperatura do planeta subir, atrav√©s da crescente emiss√£o de CO2 (di√≥xido de carbono), marca de nossa era industrial. Ent√£o, antes da maioria de n√≥s deixar esta vida, veremos secas fustigantes, enchentes avassaladoras e extin√ß√Ķes irrevers√≠veis. J√° come√ßou. Esp√©cies, geleiras e continentes inteiros sumir√£o do mapa.

O mais terr√≠vel n√£o √© a mudan√ßa na paisagem global, mas os impactos s√≥cio-econ√īmicos. Imaginem as hordas de milh√Ķes de pessoas ‚ÄĒ 6 casas decimais de desabrigados ‚ÄĒ migrando para as montanhas porque seus paises e cidades viraram parte dos oceanos √ćndico, Pac√≠fico e Atl√Ęntico. Ou teremos s√©culos de guerras por √°gua e m2, ou aprenderemos a viver em paz e compartilhar os recursos.

Este assunto era um rumor remoto para mim, mas é impossível não se sensibilizar com o documentário Uma Verdade Inconveniente, ainda em exibição em algumas salas de São Paulo. Os fatos relatados alí não me saem da cabeça, e é filme obrigatório para todas as pessoas.

Faça Sua Parte Para Evitar o Aquecimento Global

Mais na Web

Lembre-se: o planeta não é nosso; ele nos foi emprestado pelos nossos filhos (provérbio africano).