Chatbots de auto-atendimento ūü•Ī

O dilema dos chatbots que empresas disponibilizam em seus canais de atendimento é que eles são só mais uma UI (user interface). Como é o app. Como é o site da empresa.

Se o usuário não encontrou a função que precisa no site ou no app, também não vai encontrar no chatbot 100% das vezes que procurar.

O desafio dos chatbots continua sendo integração dos sistemas por trás, que é o maior desafio de qualquer empresa que quer se informatizar, desde quando o computador entrou no mundo corporativo.

Ent√£o se sua √ļltima tentativa para resolver um problema √© entrar no chat ou ligar no call center da empresa, pode j√° ir direto pedindo pr√° falar com ser humano. Pois estes nunca falham.

LinkedIn e Facebook.

Import√Ęncia de regular as Redes Sociais

Tem gente achando que a PL das Fake News (p√©ssimo apelido para projeto que debate liberdade, responsabilidade e transpar√™ncia na Internet) vai restringir liberdades, como se hoje posts e opini√Ķes circulassem livremente.

Deixa eu s√≥ explicar uma coisinha: n√£o tem livre circula√ß√£o nenhuma aqui, quem decide qual conte√ļdo voc√™ vai ver s√£o algoritmos controlados por umas 3 empresas privadas. E tais algoritmos n√£o selecionam conte√ļdo que √© bom/saud√°vel para voc√™ ou com base em qualidade, import√Ęncia, relev√Ęncia hist√≥rica, como faz o curador de um museu. Para os donos desses algoritmos, ‚Äúconte√ļdo relevante‚ÄĚ √© o que ati√ßa os neur√īnios dos usu√°rios, faz voc√™ ficar ligad√£o e voltar e interagir, porque assim voc√™ consome mais publicidade dos clientes deles. Dessa forma, para os algoritmos, conte√ļdos sobre terra plana ou fascismo ou outro sensacionalismo qualquer ganham mais relev√Ęncia e alcance justamente porque s√£o mais pol√™micos e geram intera√ß√£o.

Todo o resto da internet ‚ÄĒ sites de not√≠cias, de museus, ou qualquer conte√ļdo excelente ‚ÄĒ s√£o concorrentes dessas 3 empresas. N√£o √© √† toa que o Instagram n√£o permite postar links externos, o que obriga as pessoas a terem que ficar falando o famigerado ‚Äúlink na bio‚ÄĚ. N√£o √© √† toa que o Facebook bloqueia acesso ao conte√ļdo de seus usu√°rios, mesmo ao totalmente p√ļblico, se voc√™ n√£o est√° logado na plataforma, pois acesso an√īnimo n√£o tem dados a oferecer aos seus algoritmos de otimiza√ß√£o.

Regular a Ind√ļstria da Aten√ß√£o (o nome oficial dessa ind√ļstria das redes sociais) √© t√£o importante e leg√≠timo quanto termos regras de tr√Ęnsito, normas comerciais, pol√≠tica de uso de terra, √©tica m√©dica etc. O mundo inteiro est√° discutindo isso porque percebeu qu√£o nocivo √© n√£o termos regras.

Também no meu Facebook.

Também no meu LinkedIn.

LinkedIn Inferences About You

Export all your LinkedIn data (on computer, select Me ‚ěĒ Settings & Privacy ‚ěĒ Data Privacy ‚ěĒ Get a copy of your data ‚ěĒ Larger data archive) and then check the Inferences_about_you.csv file.

As the file name says, it is how LinkedIn AI models see you. Do you have career stability? Are you in the early stages of your career? Are you a people or senior leader? Business owner?

These classifications are certainly used by recruiters to search for people. And you should use it to check if there are things you must change in your profile.

UPDATE: LinkedIn apparently isn’t providing this information anymore. It was being provided until a few days before my post.

Also on my LinkedIn.

Melhorias para o Pix do BaCen

O Banco Central do Brasil acertou em cheio com o Pix, inova√ß√£o banc√°ria digna de ser copiada por qualquer BC do mundo. Mas ainda acho o Pix bem burocr√°tico de ser usado. Vejo que ele √© um sucesso porque era algo muit√≠ssimo desejado, n√£o por ter boa usabilidade nem por promover boas pr√°ticas. Minha veia de designer de aplica√ß√Ķes n√£o pode deixar de sugerir algumas melhorias que poderiam ser feitas numa pr√≥xima revis√£o, especialmente em rela√ß√£o a usabilidade.

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Como o WhatsApp foi usado para disseminar fake news e como combater

Ao contr√°rio do que se pensa, os rob√īs da campanha via WhatsApp n√£o enviaram as fake news diretamente para milh√Ķes de brasileiros. Enviavam s√≥ para algumas centenas de grupos extremistas enormes como ‚ÄúDireita √© o Poder‚ÄĚ, ‚ÄúParada H√©tero‚ÄĚ etc. A partir da√≠, seus usu√°rios humanos propagavam organicamente os memes e fakes pelos seus grupos de fam√≠lia, escola e trabalho, que por sua vez tamb√©m os propagavam. E foi assim que a maioria dos brasileiros receberam de seus pr√≥prios amigos (e n√£o de rob√īs) a enxurrada de memes que vimos ao longo de setembro.

Todas as campanhas pol√≠ticas da hist√≥ria lan√ßaram m√£o de dissemina√ß√£o de boatos, propaganda enganosa, dissemina√ß√£o de medo, incerteza e d√ļvida. Essas constru√ß√Ķes da mente s√£o, inclusive, uma das caracter√≠stica que nos diferenciam dos outros animais, conforme citam Yuval Harari em seu livro Sapiens e outros autores.

Mas na campanha presidencial brasileira de 2018 isso foi levado a níveis extremamente nocivos devido a junção inédita de 3 fatores:

  1. Conte√ļdos mais acess√≠veis, em forma de memes, imagens, charges, videos e tamb√©m artigos. As mensagens s√£o sutis e enviesadas, nem sempre s√£o noticias falsas, √†s vezes s√£o s√≥ piadas de mau gosto. Mas o objetivo √© claro e sempre o mesmo: destilar esc√°rnio, √≥dio e preconceito. Seus mensageiros, quando questionados quanto a ofensa contida na mensagem, frequentemente responder√£o que ela cont√©m ‚Äúa mais pura verdade‚ÄĚ. O meme √© facilmente produzido pelos pr√≥prios usu√°rios em seus celulares ou por ag√™ncias profissionais contratadas. O importante √© capturar imediatamente a aten√ß√£o de quem recebe o conte√ļdo. Veja alguns exemplos neste artigo do El Pais.
  2. Dissemina√ß√£o em massa do conte√ļdo por rob√īs, em grandes grupos de WhatsApp de muito interesse naquela mensagem. Trata-se de grandes grupos de WhatsApp onde a maioria dos participantes n√£o se conhecem pessoalmente, nunca saber√£o se um dos n√ļmeros de telefone al√≠ √© um rob√ī de disparo de mensagens. Quando o conte√ļdo √© inserido pelo rob√ī, a posi√ß√£o pol√≠tica coletiva do grupo entra rapidamente em sintonia com ele, e sua pitada de humor o livra de maiores questionamentos sobre sua veracidade. Um usu√°rio mais questionador rapidamente perderia for√ßa num embate com o grupo extremista porque o massacrariam com ‚Äúdeixa disso‚ÄĚs. Depois da inser√ß√£o intencional do conte√ļdo, come√ßa a 2¬™ fase: os pr√≥prios usu√°rios, felizes com um novo conte√ļdo divertido e importante, divulgam-no organicamente para seus outros grupos restritos e fechados que s√£o da fam√≠lia, da escola, do trabalho e assim ele continua se propagando organicamente. A enorme maioria das pessoas acaba recebendo o conte√ļdo nessa segunda fase, de forma org√Ęnica. Essa 2¬™ fase org√Ęnica esconde a origem rob√≥tica e artificial da 1¬™ fase. A sele√ß√£o inicial desses grandes grupos de WhatsApp, que t√™m afinidade com a mensagem que se quer transmitir, e a adi√ß√£o dos rob√īs neles, √© a parte mais estrat√©gica da campanha porque √© o mecanismo para se plantar a semente. Os rob√īs enviam os memes somente para os grupos de interesse, nunca diretamente para pessoas avulsas, como alguns pensam.
  3. Mobilidade pervasiva. Este fator obviamente habilitou os dois anteriores. √Č o celular que nos chama o tempo todo e que s√≥ saberemos se √© uma emerg√™ncia m√©dica de um parente ou uma bobagem qualquer depois de dar uma olhadinha.

Foi no come√ßo de setembro que observei um aumento expressivo na dissemina√ß√£o de memes nos grupos da escola e da fam√≠lia que fa√ßo parte. √Č dif√≠cil saber se √© puramente org√Ęnico ou se foi estimulado por uma campanha de rob√īs alguns n√≠veis antes. No meu caso, o conte√ļdo era encaminhado sempre por 3 usu√°rios, um deles declaradamente de extrema direita e muito ativo politicamente.

O video da denuncia, que mostra o pr√≥prio Bolsonaro e a tela do WhatsApp em atualiza√ß√£o fren√©tica devido ao envio rob√≥tico de mensagens (que emergiu em 2 de outubro de 2018), revela os grupos de muito interesse atrav√©s de seus nomes: ‚ÄúDireita √© o Poder‚ÄĚ, ‚ÄúDireita Ativa‚ÄĚ, ‚ÄúDireita Agreste‚ÄĚ, ‚ÄúBolsoMito‚ÄĚ, ‚ÄúDireita Aprendiz‚ÄĚ, ‚ÄúParada H√©tero‚ÄĚ etc. Essa lista espec√≠fica de grupos, aquela alta velocidade anormal de recebimento de mensagens, nas m√£os de Bolsonaro, para mim comprovam o uso consciente de rob√īs de envio de mensagens de campanha. Todos os brasileiros puderam observar a efic√°cia dessa campanha visto a enxurrada de memes de √≥dio e esc√°rnio que recebemos em nossos celulares. Muitos infelizmente foram perme√°veis a esse √≥dio constante e insistentemente comunicado.

Como levantar provas sobre o conte√ļdo inserido no WhatsApp, ainda para as elei√ß√Ķes de 2018

O aplicativo registra quando uma mensagem √© encaminhada, pode-se ver o ‚ÄúForward‚ÄĚ ou ‚ÄúEncaminhado‚ÄĚ sobre o bal√£o da mensagem. Por tr√°s dos panos, o aplicativo guarda uma s√©rie de metadados sobre a mensagem que numa an√°lise forense nos servidores do WhatsApp permitiriam recriar toda a trajet√≥ria da mensagem, mesmo que o conte√ļdo em si √© criptografado na transmiss√£o entre usu√°rios. Em outras palavras, via mandado judicial ou outro pedido formal, o WhatsApp seria capaz de dar um relat√≥rio completo sobre o conte√ļdo, incluindo quando o meme foi inicialmente publicado na rede, de qual endere√ßo de internet, se foi usado um computador ou celular, de qual marca, de que regi√£o do planeta, n√ļmero de telefone do usu√°rio e eventualmente at√© seu usu√°rio Facebook.

Como combater esse mal de forma mais definitiva no futuro

Qualquer tipo de limita√ß√£o ou restri√ß√£o n√£o √© a solu√ß√£o de longo prazo, mesmo porque o aplicativo n√£o sabe diferenciar entre receitas de bolo e memes de √≥dio. Criar restri√ß√Ķes para um tipo, valer√£o desnecessariamente para o outro tipo de conte√ļdo.

O que falta no WhatsApp √© um mecanismo para que usu√°rios denunciem conte√ļdo impr√≥prio, colocando-o numa esp√©cie de quarentena e assim evitar que outros usu√°rios, inclusive em outros grupos fa√ßam qualquer coisa com tal conte√ļdo problem√°tico. No Facebook, funcionalidade similar j√° foi implementada ap√≥s os problemas nas elei√ß√Ķes do Trump. Uma proposta para o WhatsApp seria o usu√°rio selecionar o conte√ļdo ofensivo e denunci√°-lo via alguma op√ß√£o in√©dita no aplicativo. Uma vez decidido que √© ofensivo/falso, o conte√ļdo passaria a ter uma moldura vermelha ou outra marca visual clara aos usu√°rios informando que ele √© problem√°tico. O aplicativo inibiria e bloquearia outras opera√ß√Ķes sobre esse conte√ļdo tamb√©m, como encaminhamentos, salvar no rolo da c√Ęmera etc.

Mas tudo isso, s√≥ para as pr√≥ximas elei√ß√Ķes.

A nova TI do iPhone

Do PC ao Datacenter, como o iPhone mudou tudo o que fazíamos em TI

A f√≥rmula era ambiciosa para 2007: um telefone com inovadora tela multitoque grande, teclado virtual que finalmente funcionava, SMS repensado e apresentado como uma conversa, aplica√ß√£o de e-mail com interface extremamente efetiva e clara, in√ļmeros sensores que interagiam com o mundo f√≠sico. E, acima de tudo, um browser completo e avan√ßado, que funcionava t√£o bem quanto o que t√≠nhamos no desktop. Read More

WordPress Community is in Pain

I don’t know about you senior bloggers but I’m starting to hate the way the WordPress community has evolved and what it became.

From a warm and advanced blogging software and ecosystem it is now an aberration for poor site makers. Themes are now mostly commercial, focused on institutional/marketing sites and not blogs anymore. WordPress is simply a very poor tool for this purpose. You can see this when several themes are getting much more complex than WordPress per se. Read More

SMS sem Ansiedade

SMS, WhatsApp, iMessage, Hangouts mudaram a forma como nos comunicamos.

S√≥ n√£o podemos nos deixar cair na armadilha de achar que a mensagem entrou no c√©rebro do destinat√°rio quando aparece ‚úĒ‚úĒ. Evite ansiedade desnecess√°ria pois o destinat√°rio pode estar ocupado, esqueceu de responder ou simplesmente viu mas n√£o leu direito.

De resto essas Apps s√£o ador√°veis mesmo.

Publicado também no Facebook.

Como será sua próxima TV

Antena ou “conversor” digital √© bobagem para quem tem TV a cabo. S√≥ serve pra quem precisa captar sinal digital do ar e por enquanto s√≥ serve para a cidade de S√£o Paulo.

Sobre OLED vs LED vs LCD vs Plasma, é o tipo da coisa que você só sente a diferença de imagem na loja, quando vê a mesma imagem passando em tecnologias diferentes. O importante é você não entrar numa tecnologia que deixaram pra trás, tipo Plasma, e entrar no que é bom em termos de custo/benefício hoje. Meu pai comprou uma LG LCD uns meses atrás com fatores de contraste e luminosidade superbons e preço bacana. E lembre-se que 3 minutos depois que o filme começar, deitado no sofazão, comendo pipoca, o que importa é a emoção e não mais a tecnologia. Este é o fator mais importante. Read More

Drupal is Gonna Change Your World

Forget expensive and proprietary MS Access. Forget about applications built on top of complex muiltitab spreadsheets. Drupal with Content Construction Kit, Views and Faceted Search are the right and way better solution for you.

Forget about building Flash-only web sites. Drupal and its modules is a better and semantically correct way for your Web 2.0 site.

Forget about PHP, ASP, JSP development from scratch. Drupal and its modules will put your site running faster with near zero programming.

This is a just a note for people building websites and general applications.

Eu, Drupal e a Arrebentação

Dediquei-me nos √ļltimos meses a estudar o Drupal. Fiz isso nas horas vagas (tipo da meia noite √†s 6 da manh√£) e foi uma longa curva de aprendizado.

Para quem n√£o sabe, Drupal √© um Sistema de Gerenciamento de Conte√ļdo (CMS) para a Web. Um fazedor de sites, em outras palavras. Quaisquer sites.

Umas semanas atr√°s ultrapassei o ponto da arrebenta√ß√£o. Agora √© s√≥ um mar de calmaria, ou seja, a luta contra o maremoto da falta de conhecimento foi ultrapassado. Minha saga com CMSs come√ßou com o WordPress, quando montei este blog que vos fala. A partir da√≠ aprendi o que √© um conte√ļdo at√īmico, como gerenci√°-lo corretamente, taxonomias, tags, feeds, mashups, blogosfera, e as maravilhas da web sem√Ęntica.

O WordPress √© um CMS otimizado para blogs e por isso ele se d√° ao luxo de ser f√°cil de usar. OK, voc√™ pode fazer outros tipos de sites com ele, mas isso exige uma violenta interven√ß√£o em seu mecanismo de temas, e ao longo do tempo esse site n√£o-blog se tornar√° ingerenci√°vel ‚ÄĒ uma aberra√ß√£o.

Se o WordPress foi feito para fazer blogs, Drupal foi feito para fazer qualquer tipo de site. O custo disso é que os elementos que o constituem são mais abstratos e por consequência mais difíceis de se entender. Além do mais, o Drupal Core por sí só é meio feio, pouco prático e não faz muita coisa.

No processo de aprendizado, √© necess√°rio dedicar uma boa lapa de tempo para conhecer seu ecossistema de plugin e extens√Ķes. Ultrapassar a arrebenta√ß√£o ent√£o constitui em vencer os seguintes passos:

  1. Entender os elementos b√°sicos do Drupal e suas correla√ß√Ķes: n√≥, taxonomia, URLs limpas, m√≥dulos, pap√©is (roles) e permiss√Ķes, temas, etc
  2. Conhecer um conjunto razo√°vel de m√≥dulos que se integram bem e que extendam enormemente a funcionalidade do Core. Alguns exemplos de extens√Ķes/m√≥dulos poderos√≠ssimos: Views, Content Construction Kit, Busca Facetada, Pain√©is, CSS Injector

Construi dois sites relativamente complexos, sem√Ęnticos, com m√ļltiplos tipos de categorias, buscas facetadas, layouts diferenciados, look profissional etc, sem escrever sequer uma linha de c√≥digo. OK, para n√£o enganar voc√™s escrevi umas 30 linhas de CSS para embelezar alguns elementos da p√°gina. S√≥. Posso dizer que h√° algumas dezenas de pessoas encantadas com um deles, rodando na Intranet da minha empresa ‚ÄĒ IBM‚ÄĒ e que ele √© t√£o funcional, simples e interessante que at√© meu chefe comprou a id√©ia e est√° vendendo-o empresa a dentro.

Drupal tem o mérito de juntar duas características importantíssimas que cada uma por sí só já é ultravaliosa:

  1. Seu Core é extremamente bem arquitetado visando economia e extensibilidade total.
  2. Conseguiu montar um ecossistema de extens√Ķes que tornam o trabalho (depois da arrebenta√ß√£o) um prazer altamente produtivo.

H√° outros CMSs por a√≠ ‚ÄĒ Plone, Joomla etc ‚ÄĒ, n√£o os conhe√ßo na pr√°tica. Mas acho que dificilmente alcan√ßaram a maturidade e a solidez do Drupal. O retorno disso √© que Drupal est√° conquistando algumas refer√™ncias incr√≠veis como o site da Casa Branca, Sony, MTV, etc.

Anotem esta previs√£o: Dentro de 2 ou 3 anos, Drupal estar√° para o mundo dos sites assim como Linux est√° hoje para o mundo do Sistemas Operacionais ‚ÄĒ n√£o far√° nenhum sentido criar um site sem ele.

WhiteHouse.Gov migrou para Drupal

Drupal √© um dos melhores gerenciadores de conte√ļdo que existem e √© Open Source.

H√° quem diga que √© porque o governo Obama incentiva Open Source blablabla etc. Mas a verdade √© que provavelmente a escolha foi pelo melhor: Drupal. No blog do Tim O’reilly, h√° tamb√©m mais detalhes sobre a infraestrutura: Red Hat Linux como SO e MySQL como DB.

Eu uso-o diariamente e posso dizer que √© extremamente bem arquitetado e tem uma comunidade vibrante. Posso dizer tamb√©m que n√£o faz nenhum sentido hoje em dia criar um site do zero sem usar uma ferramenta poderosa e flexivel de gest√£o de conte√ļdo como o Drupal.

Bem, a prova que o site da Casa Branca roda sobre Drupal est√° em seu HTML enviado ao browser.

Assinaturas do Drupal no HTML do site da Casa Branca

As partes em destaque são típicas URIs do Drupal.

Se Linux reina hoje no universo dos sistemas operacionais de servidor, Drupal reinará também no universo dos sites em 2 ou 3 anos.

Yawasp Ultimate Anti-Spam Solution

Spam fighting is a difficult job. Many spammers are too smart for Akismet and I was spending too much time cleaning comment spam.

Captcha-based anti-spam methods are ok but they hurt too much the usability and user experience.

Then I finally found Yawasp WordPress plugin that implements an innovative anti-spam method. It makes the comment form field names to be dynamic and to always change so spambots will have a harder time to know what field is what.

Additionally, it creates a hidden field also with a random cryptic name that must be sent empty. Smarter spambots (but not smart enough) usually send it filled because they can’t see the difference between this honeypot field to a real one.

This methods ensure a full shield against spammers without hurting usability. I simply stopped receiving spam since Sunday when I installed it. And Yawasp is reporting this about the 48 hours it is running in my blog:

Yawasp has blocked 888 birdbrained Spambots since its last activation.
‚ô¶ 856 Spambots send the default author and/or comment field.
‚ô¶ 32 Spambots send the hidden field, but filled it out.

The only drawback of Yawasp is that my WordPress theme PHP code had to be changed to activate Yawasp dynamic filed names hook. But I can deal with that. And Yawasp may also try to change your theme automatically so you don’t have to worry about that.

I recommend Yawasp to any WordPress blog owner.

Para que afinal servem essas redes sociais online ?!

Matisse

… foi a pergunta que me fez hoje no almo√ßo o Agostinho Villela, uma cara multicultural, multim√≠dia e multilegal que trabalha comigo.

‚ÄĒ Agostinho, tu n√£o pode ver essas coisas como sites. Orkut, Facebook etc s√£o como festas (¬© Avi Alkalay). ‚ÄĒ respondi na hora.

√Č f√°cil continuar pensando nisso: geralmente voc√™ se veste bem para ir a uma festa, se arruma de acordo com a ocasi√£o, trabalha bem o seu perfil, inclui boas fotos, coleciona bons depoimentos etc.

O que muda é o que cada um faz numa festa. Alguns vão paquerar, outros só querem encontrar velhos amigos, ou fazer novos, ou só fazer contatos profissionais (caso do Linked In), outros ainda estão interessados em usar o poder de alcance da Web para achar interlocutores de assuntos raros. E muitos, como eu, fazem tudo isso.

Sou um dos primeiros usu√°rios do Orkut no Brasil ‚ÄĒ entrei em fevereiro de 2004 ‚ÄĒ e posso dizer com toda propriedade que isso mudou a minha vida. Apesar de n√£o ser mais um freq√ľentador t√£o ass√≠duo.

N√£o que eu adore o Orkut. Tecnicamente acho o Facebook, por exemplo, bastante superior. Mas creio que qualquer um declinaria um convite a uma festa cheia de pirotecnias e luzes bonitas ao preferir estar em outra mais simples, onde se pode desfrutar da companhia de seus amigos e o poder de suas respectivas conex√Ķes.

Mas a festa evoluiu. Ela tem uma espécie de onisciência e onipresença. Ao alcance de um clique, pode-se saber mais sobre o autor de um comentário interessante: é a onisciência. E pode-se participar de várias conversas simultaneamente: é a onipresença.

Nunca canso de citar Doc Searls e David Weinberger em seu artigo Mundo de Pontas (‚ÄúWorld of Ends‚ÄĚ). Dizem que a Internet √© uma grande esfera oca com a superf√≠cie formada por pontas interconectadas. Bem, n√≥s somos as pontas e ela √© oca porque n√£o h√° nada no meio que limite a nossa intera√ß√£o.

De todos os nossos selves, o mais novo √© o Digital Self (¬© Avi Alkalay ?). Acredito que esse conceito vai se consolidar e em breve cada indiv√≠duo ter√° uma URL (um permalink) onde se encontra seu OpenID, parte p√ļblica de sua assinatura digital, perfil, interesses, blogs etc. Algo como os perfis dos Orkuts, Facebooks etc, s√≥ que consolidados em um s√≥ lugar.

Existem mil e uma maneiras de ir a uma festa. Orkuts, forums, Google Talks, SecondLifes, blogs, planets etc. Invente a sua.

Vida Digital

Podem me chamar de geek mas eu adoro informação em formato digital.

  • M√ļsica ‚áí MP3
  • Filme ‚áí H.264 com MP4 ou MKV
  • Id√©ias ‚áí ODF
  • Desenhos ‚áí SVG
  • Fotos ‚áí JPEG
  • Termos ‚áí Wikipedia
  • Qualquer coisa que j√° foi ou ser√° inventada ‚áí XML
  • O mecanismo de funcionamento do mundo ‚áí C√≥digo, Software
  • Gente ‚áí Orkut, Geni, FaceBook, SecondLife, Lively, etc
  • Festa, ou onde pessoas trocam de tudo ‚áí Web 2.0
  • Reposit√≥rio para cria√ß√£o coletiva de id√©ias ‚áí Wiki
  • Um ponto na Terra ‚áí Google Maps
  • E, para encontrar tudo isso ‚áí URLs, Permalinks

Alguém mais adora comigo ?

Web 2.0 Heaven for Brand Owners

There is this website called Brand Tags that lets people quickly tag brands that pop up in a web 2.0 style.

Then you can also browse brand names and see their tag cloud.

For example, Linux is associated with “penguin”, “free”, “tux”, “cute”, “free” etc. Windows gets “computer”, “crap”, “crash”, “monopoly”, “sucks” etc. Apple gets “apple”, “computer”, “awesome”, “cool”, “design”, “innovation”, “love”, “trendy”. IBM gets “big big blue”, “boring”, “computer”, “corporate”, “old”, “pc”, “thinkpad”. Nike has a scary association with “child labor”. Oracle has a plain “database”.

In portuguese we use to say that people’s voice is God’s voice.

Profiss√Ķes Web 2.0

Em 2007 participei de uma s√©rie de reuni√Ķes com clientes e discuss√Ķes sobre a import√Ęncia do Second Life na estrat√©gia de qualquer pessoa ou empresa que se julgue “in”.

Veja, não estou dizendo que o Second Life é importante, mas que muitas pessoas e empresas chegaram a discutir isso seriamente.

Levante a m√£o quem j√° entrou no Second Life. Agora levante a m√£o quem entrou mais de uma vez e continua usando.

A Sociedade da Informação de hoje não esta pronta nem tecnológica nem psicologicamente para esses mundos virtuais. Mas eles nos ensinaram uma lição: muito relacionamento humano está acontecendo em forma de fluxo de bits, e as empresas querem estar onde as pessoas [seus clientes] estão.

O Second Life (e similares) é a manifestação máxima dessa malha digital de relacionamentos (também conhecida como Web 2.0), mas se é ainda inusável, que tal as empresas clarearem seus objetivos Рestar perto das pessoas, lembra? Рe usarem outras ferramentas da mesma família para atingí-los?

Que tal criarem blogs corporativos para se comunicarem de forma mais direta, descontraida e interativa com seus clientes, como a IBM, Sun, Intel, Google, Microsoft, Nokia tem feito ?

Que tal aumentarem sua participação em comunidades onde as pessoas estão, como Orkut, Facebook etc? Essas festas online, especificamente, são um prato cheio para fabricantes de produtos de uso final. E não estou falando de spam, mas de uma participação oficial que realmente agregue valor.

Que tal usarem conceitos de Wikinomics a fim de criar novos produtos baseado diretamente no desejo do consumidor ?

Agências de propaganda que tiverem afinidade com essas novas características da Sociedade da Informação poderão levar seus clientes a graus de competitividade mais confortáveis.

Profiss√Ķes como Gerente de Redes Sociais, Blogueiro Corporativo, Evangelizador Digital est√£o surgindo no horizonte, s√£o profissionais raros e que come√ßam a ser procurados pelas empresas.

Esse profissional precisa de alguns ingredientes bem apimentados: capacidade de comunica√ß√£o, bom conhecimento dos produtos da empresa, entender como redes sociais digitais funcionam, seus c√≥digos de √©tica etc, alguns conhecimentos do linguajar dessa nova esfera (feeds, podcasts, trackbacks, avatars, OpenIDs etc) para fazer a tecnologia efetivamente trabalhar a seu favor, no√ß√Ķes de user-friendlyness, etc. Meio t√©cnico, meio comunicador, meio designer, meio webguy. Uma mistura bastante peculiar de caracter√≠sticas.

E como se trata de comunica√ß√£o externa, h√° um certo risco e medo envolvido. “Ser√° que meu blogueiro vai falar o que n√£o deve, revelar segredos, etc?”.

Posso contar como isso aconteceu aqui na IBM. Há anos foram criados blogs, wikis e outras ferramentas típicas da Web 2.0 na Intranet. Todo funcionário pode ter seu blog interno, pode criar um wiki, etiquetar sites e pessoas, e automaticamente tem um perfil online tipo Orkut, que chamamos de Bluepages. Há também uma atmosfera e incentivo quase que formal para fomentar inovação, mas isso é outra história.

Alguns funcionários que começaram a blogar internamente passaram a fazer isso para a Internet. Houve uma espécie de seleção natural dos escritores.

O curioso √© que essas ferramentas internas n√£o foram criadas para fazer tal sele√ß√£o. Mas seu uso √© t√£o marcante no dia a dia dos funcion√°rios que elas at√© viraram produtos para empresas que querem criar sua infraestrutura para a Web 2.0 sem o uso das √≥timas op√ß√Ķes em Software Livre que existem por a√≠.

Mas voltando √†s profiss√Ķes, o mais interessante √© que n√£o h√° curso universit√°rio que forme para tal miss√£o. Pense nisso.

Upgrade to WordPress 2.5

This is my first post in the new WordPress 2.5.

Upgrade was as easy as:

$ cd avi.alkalay.net
$ svn sw http://svn.automattic.com/wordpress/tags/2.5/

Everything worked without any changes, including my experimental content-optimized Plasma theme.

The new WordPress has lots of improvements, specially in the administration part and I recommend it.

Web 2.0 Party

Web 2.0 is about people. Its a global party where human beings exchange knowledge, experiences, information and even emotions.

Yesterday I saw the Xanadu movie again with ELO’s All Over the World, a good-vibe song from the 80’s that still has very current lyrics that explain what people are doing in our 2008’s Web 2.0.

Check out the movie excerpt with the song and the lyrics.

Everybody all around the world
Gotta tell you what I just heard
There’s gonna be a party all over the world

I got a message on the radio
But where it came from I don’t really know
And I heard these voices calling all over the world

All over the world,
Everybody got the word
Everybody everywhere is gonna feel tonight

Everybody walkin’ down the street
Everybody movin’ to the beat
They’re gonna get hot down in the U.S.A.
(New York, Detroit, L.A.)

We’re gonna take a trip across the sea
Everybody come along with me
We’re gonna hit the night down in gay Pareee

All over the world,
Everybody got the word
Everybody everywhere is gonna feel tonight

London, Hamburg, Paris, Rome, Rio, Hong Kong, Tokyo
L.A., New York, Amsterdam, Monte Carlo, Shard End and

All over the world,
Everybody got the word
Everybody everywhere is gonna feel tonight

Everybody all around the world
Gotta tell you what I just heard
Everybody walkin’ down the street
I know a place where we all can meet
Everybody gonna have a good time
Everybody will shine till the daylight

All over the world,
Everybody got the word
Everybody everywhere is gonna feel tonight

All over the world
Everybody got the word
All over the world
Everybody got the word
All over the world
Everybody got the word

Google Maps com Posicionamento por Antenas de Celular

J√° faz um tempo que tenho me divertido com a nova vers√£o do Google Maps que se instala no celular.

Ele faz uma coisa incr√≠vel: te diz mais ou menos onde voc√™ est√° agora, mesmo se seu celular n√£o √© equipado com GPS. √Č um recurso que se chama “My Location”.

Me falaram que a técnica que usada para fazer isso chama-se triangulação de antenas. Parece que é conhecida a posição geográfica de cada antena de celular e o Google Maps sente a potência de cada antena próxima e calcula a posição aproximada de acordo com a força do sinal de cada uma delas.

No mapa abaixo, estou realmente no ponto mais ao sul mas o Google Maps do meu celular calculou que estou um pouco mais ao norte, ponto este que vejo de minha janela a uns 100m mais ou menos.

Center of map
map
Estou realmente aqui
map
O Google Maps calculou que estou aproximadamente aqui

√Č bastante bom para eu que n√£o tenho GPS.

Já disse antes e continuo repetindo: o Google Maps é o serviço mais legal da Web. Mais ainda que o Google Earth por ser mais acessível e leve.

O mapa desta página é feito com o Google Maps plugin para WordPress.

A Blogosfera

Um blog √© um website qualquer cujo conte√ļdo √© organizado como um di√°rio (log, em ingl√™s), ou seja, por datas e em ordem cronol√≥gica. O nome surgiu quando ‚Äúweb log‚ÄĚ virou ‚Äúweblog‚ÄĚ, que em uma brincadeira se transformou em ‚Äúwe blog‚ÄĚ, para enfim se popularizar em ‚Äúblog‚ÄĚ.

A cultura dos blogs tem um dicion√°rio de jarg√Ķes:

  • Post: um artigo ou publica√ß√£o que pode conter texto, imagens, links, multim√≠dia, etc. Um post tem um t√≠tulo, data e hora, √© categorizado sob um ou mais assuntos como ‚Äúvinhos‚ÄĚ, ‚Äútecnologia‚ÄĚ, ‚Äúviagens‚ÄĚ, ‚Äúpoesia‚ÄĚ, etc., definidos pelo dono do blog. Usa geralmente linguagem mais direta e descontra√≠da, e pode ser t√£o longo quanto um extenso artigo, ou conter somente poucas palavras. Um blog √© uma seq√ľ√™ncia de posts.
  • Coment√°rio: visitantes do blog podem opinar sobre os posts, e esse √© um lado muito importante da interatividade dos blogs.
  • Permalink: um link permanente, o endere√ßo direto de um post espec√≠fico.
  • Trackback e Pingback: um post que faz refer√™ncia a outro post, at√© mesmo em outro blog.
  • Feed: h√° ferramentas que permitem ler v√°rios blogs de forma centralizada, sem ter que visit√°-los separadamente. O feed √© uma vers√£o mais pura do blog, contendo somente os √ļltimos posts em formato XML (RSS ou ATOM), e serve para alimentar essas ferramentas. Podcasts nada mais s√£o do que feeds contendo m√≠dia, ao inv√©s de s√≥ texto.

Blog √© um nome mais atual para o que se costumava chamar de ‚Äúhome page‚ÄĚ. A diferen√ßa √© que antes da era dos blogs, uma pessoa que quisesse ter um website pessoal, tinha um enorme trabalho para publicar conte√ļdo de p√°ginas, que geralmente eram est√°ticas, n√£o interativas, e francamente, sem gra√ßa. Era um processo manual que exigia algum conhecimento t√©cnico, e por isso eram geralmente os t√©cnicos que publicavam conte√ļdo na web.

Com a padroniza√ß√£o do conte√ļdo em ordem cronol√≥gica, em posts, surgiram uma s√©rie de ferramentas e servi√ßos de blogging, sendo os mais conhecidos o WordPress, Blogger, LiveJournal e MovableType.

Eles facilitaram a publica√ß√£o de textos, links, multim√≠dia, de forma organizada e bonita, e a web ficou muito mais interessante. Se antigamente um escritor precisava ter influ√™ncia com editoras para publicar trabalhos, hoje qualquer pessoa √© um escritor em potencial. E, sim, os blogs revelaram in√ļmeros √≥timos escritores ‚ÄĒ alguns viraram celebridades ‚ÄĒ, s√≥ porque agora eles tem acesso a uma plataforma de publica√ß√£o independente e direta: a Internet.

Os ‚Äúblogueiros‚ÄĚ (bloggers, pessoas que possuem e escrevem em seus blogs) visitam e l√™em outros blogs, fazem coment√°rios, criam links e se referenciam, criando uma esp√©cie de conversa distribu√≠da.

A consolidação da cultura dos blogs fez surgir alguns serviços como Technorati, Truth Laid Bear, BlogBlogs, Ping-o-matic, Digg, dentre outros, que tem a habilidade de seguir a conversa. Mais ainda, eles conseguem medir a popularidade de um blog ou de um assunto, e mensurar sua vitalidade e popularidade na web. Usando extensamente idiomas XML como XHTML, RDF, RSS e ATOM, eles conseguem notificar um blog de que ele foi citado em outro blog, ajudando o primeiro a publicar automaticamente um pingback ou trackback, mostrando quem o citou e como.

A Blogosfera √© o fen√īmeno s√≥cio-cultural materializado nessa malha de intera√ß√Ķes digitais entre os blogs e seus autores. Pode ser comparada a Comunidade de Software Livre. Onde esta cria software de forma distribu√≠da e de acesso livre e direto aos usu√°rios finais, a Blogosfera trabalha com id√©ias em geral, poesia, fotografia, multim√≠dia, not√≠cias, de qualquer um que se disponha a escrever para qualquer um interessado em ler.

Como dizem Doc Searls e David Weinberger no artigo Mundo de Pontas (‚ÄúWorld of Ends‚ÄĚ), a Internet √© uma grande esfera oca com a superf√≠cie formada por pontas interconectadas. Bem, n√≥s somos as pontas e ela √© oca porque n√£o h√° nada no meio que limite a nossa intera√ß√£o. Essa met√°fora explica como os bloggers ganharam voz ativa na sociedade livre da Internet, onde falam bem de quem gostam e denunciam quem ou o que n√£o gostam. Sendo p√ļblico e interativo, qualquer assunto ver√≠dico e bem conduzido tem potencial para virar uma bola de neve ao ponto de iniciar um esc√Ęndalo pol√≠tico (exemplo), obrigar uma empresa a admitir que deve fazer um recall de produtos defeituosos, ou de dar informa√ß√Ķes muito precisas sobre a bomba que explodiu no bairro durante uma guerra (warblog).

O Software Livre, a Blogosfera e outros movimentos socioculturais que estão por vir são um resultado direto da benéfica massificação da Internet.

Empresas t√™m usado blogs como forma de se aproximarem de seus clientes. Sua linguagem descontra√≠da, n√£o-institucional e principalmente interativa derruba barreiras e potencializa comunidades. Bons blogs corporativos passaram a ser pe√ßa chave do ciclo de desenvolvimento de produtos, como plataforma de divulga√ß√£o das pr√≥ximas novidades e ponto de coleta direta de opini√Ķes de usu√°rios.

O que você está esperando para ingressar na Blogosfera ?

Complete a Ponte

Lotus SymphonyE parece que o pessoal de marketing aqui na IBM tem usado a imagina√ß√£o para mostrar a linha de produtos de colabora√ß√£o com o l√ļdico site Complete A Ponte. Fizeram tamb√©m uns v√≠deos engra√ßadinhos.

Um dos produtos mais em voga que está lá é o Lotus Symphony, suite de escritório gratuita, compatível com o formato aberto ODF, os proprietários do MS Office (.doc, .xls, .ppt) e também com o formato do antigo Lotus Smart Suite (.lwp, .prz, .123, .wk4). Ou seja, o Symphony pode ser usado para converter tudo isso para o moderno ODF.

Mas há outras coisas lá também como o Lotus Connections que traz para o ambiente corporativo o que há de mais atual na Web 2.0, como Wikis, Blogs, tagging e comunidades e redes sociais (a la Orkut). E claro não poderiam ficar de fora o Lotus Domino, servidor de workgroup mais popular do mundo, e outros.

Visite e complete a ponte !

Creating OpenSearch plugins for Browsers

I just came across a Mozilla::Developer page that teaches how to let visitors on a site easily add that site’s search function into their browsers as a plugin.

If you are reading this in my blog and you select your browser’s search tool, this is what you’ll see:

OpenSearch option in browser’s tool

You’ll get the option to permanently add my blog’s search function to your browser. If you select it, you’ll have this:

OpenSearch option added to browser’s tool

To make it, I followed the instructions on the first link and created my OpenSearch description file. Look! Technorati, Microsoft, and many others have OpenSearch-enabled websites.

Homembit e Seu Novo Blog

Homembit parece nome de super-herói.

Apesar de isso só existir em quadrinhos, há um Homembit circulando entre nós e seus atos tem sido bastante heróicos ultimamente.

Estamos falando de Jomar Silva, diretor da ODF Alliance Brasil, pessoa com quem tive o prazer de trabalhar em diversas frentes, principalmente na saga da definição do voto do Brasil/ABNT no caso OpenXML.

Ele acabou de migrar seus pensamento para algo que finalmente podemos chamar de blog. Como de costume, seu feed est√° exposto na minha barra lateral e sugiro assinarem.

Se voc√™s achavam que o meu blog era fonte para as √ļltimas novidades de ODF e padr√Ķes, esperem s√≥ at√© ver o dele. Um dos posts mais chocantes ainda est√° na primeira p√°gina, sobre o real compromisso da Microsoft com o OpenXML.

BlogPlex IBM

Tenho lido os bloggers da IBM todos agregados em um BlogPlex. Tem um time fera ali:

  • Cezar Taurion. Analisando com insights refrescantes simplesmente tudo o que acontece em TI. Open Source, Second Life, Web 2.0, Grid, Mobilidade, ODF.
  • Mario Costa. Web 2.0, colabora√ß√£o e ferramentas, ODF.
  • Carlos Sena. Web 2.0, colabora√ß√£o, ferramentas para gerir portais e dicas muito interessantes.
  • Edson Oliveira. Ferramentas Lotus.
  • Avi Alkalay. Eu pego carona na sabedoria deles e falo de mais de tudo um pouco. A fac√ß√£o TI do meu blog √© agregada no BlogPlex.

N√£o deixem de conferir.