Published: Fri, 13 Aug 2010 17:39:18 +0000 Updated: Fri, 13 Aug 2010 17:44:53 +0000 |
I spent a few days to figure out how to make a simple conversion of a DBF file into a plain text file as comma separated values (CSV) or tab separated values (TSV) in a batch/command line way. I was almost setting up an OpenOffice.org server because it seamed to be the only packaged solution to read and convert DBFs.
Well, it easier than that. The secret lives in the XBase drivers for Perl Data Base Interface project. To install it on Fedora or Red Hat use this command:
yum install perl-DBD-XBase
If you use other Linux distributions, you may look for a package with a similar name.
For a simple file conversion, you don’t need to program in Perl because the perl-DBD-XBase package contains a command line tool for that: dbftool.pl. So to convert the mytable.dbf file into a more standard CSV file, do this:
dbfdump.pl --fs "," mytable.dbf > mytable.csv
If you want to use TAB instead of a comma to separate fields, while editing the command put the cursor between the double quotes, press Ctrl+V and then press the TAB key on your keyboard. This will fill the double quotes with a real (but invisible) TAB char.
Published: Thu, 12 Aug 2010 16:38:39 +0000 Updated: Thu, 12 Aug 2010 16:55:36 +0000 |
É a segunda vez que uma mesma assessoria de imprensa me envia “sugestão de pauta” para que eu fale aqui sobre os produtos tecnológicos de seus clientes.
E ainda me ligam de outra cidade, no celular, perguntando se eu recebi o e-mail com a sugestão !
Bem, e-mail enviado para o endereço certo chega com certeza, então não precisa me ligar. Acho que não entenderam essa parte da Internet. A não ser que tenham problemas nos servidores deles, porque do meu lado — no GMail — eu não tenho.
Outra parte da Internet que parace que não entenderam é como funciona a blogosfera. Meu blog, como a massiva maioria de blogs independentes, funciona de forma espontânea, baseado em coisas que eu ativamente descubro ou gostaria de contar. Não é alimentado passivamente por “sugestões de pauta”.
Obviamente pedi também para me removerem dessa lista de “e-mail marketing” (o nome bonitinho para o odiável spam).
Mas por hora agredeço a essa assessoria de imprensa por serem objeto de discussão na incansável luta pela netiqueta.
Você, blogueiro independente, concorda comigo ou não !?
Published: Fri, 30 Jul 2010 10:53:29 +0000 Updated: Fri, 30 Jul 2010 11:00:15 +0000 |
Folks at the Fedora Project devel list asked us to enable and use SELinux.
So I sent this reply:
SELinux blocks some very basic functionality I use in my Linux systems. That’s why I disable it right away.
SELinux is too complex to learn on the moment that you are setting up a new system and want to deliver real value to your client, or simply want to test new features. That’s why I disable it right away.
I consider myself a security-aware user and sysadmin. I’m pretty satisfied with the level of security I currently employ on my setups, thus I don’t see value to use a new very complex security thing as SELinux. That’s why I disable it right away.
Just to explain why I (still) don’t use SELinux.
I believe security is achieved with awareness, responsability, consciousness. Not limitations.
I also believe that users that don’t have any of those, won’t accept limitations too.
Published: Tue, 20 Jul 2010 05:21:38 +0000 Updated: Tue, 20 Jul 2010 05:28:35 +0000 |
The TrueType bytecode interpreter patents have expired !!! It means you’ll get much better and nice looking font rendering on your Linux desktop, by default, without the need of hacking or exchanging packages.
| FreeType without Bytecode Interpreter |
FreeType with Bytecode Interpreter |
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As the writer and mainteiner of the official Linux Font-HOWTO [official home], I feel good now to paste an updated excerpt that explain what is BCI and its implications. Here it goes…
Why Fonts on Linux Aren’t Straight Forward ?
Fonts are used on the screen and for printing. These medias differ a lot in DPI resolution: screens have 72 to 96 DPI, while modern printers use to have 300 DPI. So low-resolution medias as the screen need better font rendering algorithms to workaround the media’s limitations.
To get optimal fonts on the screen you need:
- Good fonts designed for low resolution media.True Type font technology evolved to be the best thing you can get nowadays. But for optimal screen beauty, you also need fonts that were designed for this purpose. We found that Tahoma and Verdana are the best fonts you can get for the screen.
- A good font renderer.Current Linux distributions include the excelent and very mature FreeType font renderer library.
A .ttf file contains information to draw the characters at any size, so you eventually can convert a text into a scalable outline drawing (built from line segments and quadratic bezier arcs) with tools like OpenOffice.org or CorelDraw.
Font drawing algorithms are extremely complex because they have to decide which pixels to highlight based on the mathematical equations inside the .ttf file. When you need text in big sizes like 48 or 60, one or two pixels these algorithms “forget” to highlight doesn’t make much difference, but when you need text at size 8pt or 11px, each pixel counts. And these use to be the text size for KDE and Gnome widgets, text for web browsing, and almost everything else we see on the screen.
To solve this problem more efficiently, beside of the mathematical equations inside a .ttf file, a font designer (a human being with a font creation software) also put some extra information to help the font renderer make correct decisions for this small size text. This process is called grid-fitting or hinting.
The point is: the technologies to interpret this hinting information are patented by Apple, and they are commonly called True Type Byte Code Interpreters (or simply BCI in our document, from now on).
With reverse engineering, the Freetype Project has implemented a byte code interpreter, but due to legal issues in some countries, some Linux distributions had to disable it at compilation and packaging time.
FreeType tries to workaround this legal issues developing autohinting algorithms, but in our tests, BCI algorithms gave us much better font rendering results on the screen.
Published: Thu, 17 Jun 2010 15:50:28 +0000 Updated: Thu, 17 Jun 2010 15:50:28 +0000 |
Horas depois do lançamento do iPhone 4, twitei sobre como seriam revolucionárias as novas capabilidades de VoIP do iPhone, batizado de FaceTime. Fiz questão de vasculhar a Internet para encontrar empatia naquela visão, mas aparentemente todos estavam facinados somente com o aspecto “videochamada” do aplicativo.
FaceTime é uma nova função integrada na aplicação de telefone do iPhone 4. No melhor estilo Apple do “até minha vó consegue usar isso”, quando estou falando com uma pessoa, seleciono o FaceTime e a conversa vira uma video-conferência usando meu WiFi e o do meu interlocutor. Dispensando apartir daí o 3G. Dispensando a partir daí os custos dos minutos de sua operadora 3G, para ser mais claro.
VoIP de ponta a ponta, completo e gratuito, como conhecemos hoje não é uma novidade. Só é terrível de ser usado:
- Exige que eu e meu interlocutor sejamos associados ao mesmo provedor de serviço (Skype, VoIP Discount, Gizmo etc) que muitas vezes usa tecnologias proprietárias.
- Exige que eu e meu interlocutor combinemos horários para nos falar, pois ambos temos que estar conectados em tal provedor.
- Em geral ainda é usado no desktop ou no laptop, que passam longe de ser portáveis e ergonômicos como um telefone.
- Para os poucos geeks que já tem aplicações de VoIP em seus smartphones, sabem que a integração é ruim ou até deixam de usar porque é inseguro: o Fring, por exemplo, mantém uma cópia de suas senhas de login em seus servidores.
Enfim, as avós que nada entendem de tecnologia nunca poderiam fazer ligações internacionais gratuitas com VoIP.
Para resolver esses problemas definitivamente e colocar VoIP gratuito e não proprietário nas mãos de todos é preciso uma conjunção de fatores raros:
- Poder de penetração nas massas para fazer a tecnologia pegar. A Apple tem isso e se chama iPhone, um objeto de desejo que todos querem. Outra característica importante que a Apple tem é a capacidade de aglutinar tecnologias complexas atrás de um simples botão, com experiência de usuário (UX) e usabilidade soberbas.
- Desejo e coragem de tomar decisões impopulares perante seus parceiros em prol de um bem maior de longo prazo relacionado a acessibilidade, padrões abertos etc. A Apple tem demonstrado tal conciência e coragem na famosa guerra Flash x HTML5. A Apple apresenta também um bom balanço entre o uso de padrões e tecnologias proprietárias.
Esse passo tinha que ser dado por um fabricante de celular, mas se pararmos para pensar, Nokia, Microsoft, RIM (BlackBerry), HTC ou nenhum outro tem essa conjunção de fatores. Nem o Google com seu Android chegou no nível de penetração e mind share que goza o iPhone.
Assim que o iPhone 4 cair nas mãos dos desenvolvedores, começarão a surgir aplicações VoIP compatíveis. Os softphones que usam o padrão aberto SIP (centro nevrálgico do FaceTime) praticamente só terão que ser testadas com o FaceTime.
 Padrões Abertos que compõem o FaceTime
Fabricantes de outros smartphones também poderão entrar nesse ecossistema. Só não fizeram antes ou por preguiça de integrar tantos padrões abertos ou por falta de coragem de enfrentar parceiros que mantém hegemonia das telecomunicações, como as operadoras de celular etc.
E falando em hegemonia, este passo da Apple também mina modelos de negócio de telecomunicações baseados em redes inteligentes (também conhecido como “o telefone comum”). VoIP peer-to-peer como o FaceTime se alinha melhor com o modelo da Internet: a rede é burra e a inteligência está nas pontas, na mão dos usuários. Outros VoIP não peer-to-peer, como o Skype, também estão em perigo pois seu modelo proprietário e caro ainda se baseia na inteligência de sua rede (sem o servidor Skype, não há serviço).
Sim, estou ansioso para ter um iPhone 4. Mas estou mais ansioso ainda para ver a materialização desse novo mundo da telefonia fácil e gratuita.
Veja também Inside iPhone 4: FaceTime video calling, excelente artigo da AppleInsider.
Veja também o post do Dia da Mentira no blog do Dev Team (time dos hackers que trabalham no jailbreak do iPhone), postado como mentira mas que após o lançamento do FaceTime revela que eles tem fontes internas da Apple.
Published: Thu, 27 May 2010 15:20:55 +0000 Updated: Fri, 28 May 2010 16:08:37 +0000 |
Saímos de férias para descansar no Tivoli EcoResort que parece ser um dos melhores resorts do pais. Tem lençóis Trousseau na cama, ★★★★★ e tal.
A comida é ma-ra-vil-ho-sa. Mesa ultraextensa no café e jantar (almoço é por fora mas já volto neste assunto). Tem uma baiana sempre fazendo moquecas, risotos baianos etc. Se fossemos ficar mais, íamos ter que comer alface no quarto pra fugir da tentação. E as sobremesas? Ai ai ai !!!!
Pro almoço tem um restaurante carinho dentro do resort, na beira da praia, e outro na beira da piscina mais barato e mais roizfejão. E tem a vila da Praia do Forte a 10 minutos a pé ou a R$10 de tuc-tuc de distância, superlinda, cheia de restaurantes, mas meio cansativo de ir com bebê no calor todos os dias. O restaurante da piscina era prático nessas horas.
 A charmosa vila da Praia do Forte
Ainda sobre a vila, foi um programa legal escolher aleatoriamente um restaurante ali para almoçar e esticar visitando o Projeto Tamar. Às 15h começa um ótimo passeio guiado que explica sobre as tartarugas, seus ovos, tubarões e outros peixes. Por volta desses horários há também alimentação dos tubarões. E tivemos a sorte de estar na época do ano em que o Tamar ajuda na eclosão dos ovos às 17h na praia, então vimos e tocamos as tartarugas recém nascidas. Achei imperdível.
 Tartaruga que acabou de nascer no Tamar
A praia do hotel é nota 7. quando a maré baixa, ficam umas piscininhas show pros pequenos. Mas tem um rio perto que não deixa a água tão cristalina. OK. Chuveiros, toalhas, piscinas e o quarto ficavam pertissississíssimo da praia, então nada de areia grudada na gente por muito tempo.
 Vista do quarto
Todas as noites haviam musica ao vivo no jantar ou shows bem bons, mas com a Clarinha ou não curtíamos nada ou ela grudava nos músicos e ficava dançando com eles e o show era ela.
Tem a baby copa que tem tudo que o bebê precisa a vontade e 24 horas por dia: frutas, leites em pó, mucilons, biscoitos, sopas boas no almoço e jantar, liquidificador etc. Eles te mandam o cardápio por e-mail se você pedir. E não é necessário levar nada especial para os pequenos, tem tudo lá.
Jamais na vida esquecerei os passeios noturnos em que levava Clarinha para adormecer no carrinho e aproveitava para me embebedar com a brisa morna que vinha do mar e me banhar com a luz das estrelas. Numa dessas, Clarinha não dormia mas estava mansinha, sentei com ela no escuro em frente ao mar e lhe contei coisas de pai pra filha. Foi emocionante, mesmo que ela não entendia nada. Dormiu abençoada pelos coqueiros dançantes logo depois.
Tem também a brinquedoteca que é show e a Clarinha passou e passaria horas brincando lá. E é ali o centro de socialização dos bebês e dos pais deles (engraçado que todos os pais conhecem os nomes de todos os bebês do resort mas acabam não se apresentando diretamente e ficam no “oi mãe do Renato, eu sou o pai da Clara”… fenômeno infantosocial interessante esse). Lá também pode-se contratar babás a R$13 por hora. É um serviço bom e legal e todos os pais lançaram mão dele, uns menos, outros mais e outros 100% do tempo, tipo full outsourcing.
 Uma das piscinas do hotel
 Um lago no hotel
Na época em que estivemos, de segunda a quinta o hotel é totalmente privê. Tipo mais de 200 quartos para umas 20 famílias. Num dos finais de semana, o hotel recebeu um evento e encheu bem, significa mais comida, mais música, mais shows etc. Divertido também mas menos privê.
Sobre preços, não foi muito barato. Principalmente porque pegamos um quarto melhor, mais perto do centro nevrálgico das piscinas, restaurantes, brinquedoteca etc, por causa da Clara e tal. Mas negociamos bas-tan-te e a agência ViaBR foi a que nos fez a melhor oferta.
Passar as férias num resort não é uma viagem de conhecimento e auto-conhecimento como as que fizemos para Asia Central com a Latitudes, mas nós adoramos !
Published: Thu, 27 May 2010 10:21:07 +0000 Updated: Thu, 27 May 2010 13:54:17 +0000 |
Hoje mandei esta mensagem para o Facebook da CasaProntaMóveis após ficar extremamente frustrado com seu site:
Procurei vocês como especialistas em móveis, então por favor me escutem como especialista em Internet:
Desculpe a franqueza mas seu site é completamente inútil para vocês e para seus clientes. Explico…
Preciso comprar um móvel e como tudo ultimamente, olharei fotos na Internet, farei ligações para negociar preços, talvez visitarei pessoalmente uns poucos que realmente gostei depois de ver bem na Internet e pronto. Se for possível, se as fotos no site forem boas mesmo, fecharei por telefone mesmo.
Mas seu site não é um site. É um catálogo impresso cheiroso que toca música e não tem cheiro porque cheiro ainda não passa pela Internet.
Minha sugestão é que troquem palavras como “Coleções”, “Mostra” — que só fazem sentido para vocês e para sua agência de marketing — por “Quartos Prontos”, “Produtos” — que são entendidos por qualquer um. E se forem dizer que seus clientes entendem aquelas palavras, não se enganem, porque eu sou um potencial clientes e não entendo. Talvez eu entenderia ao vivo, numa loja, quando imediatamente um vendedor me explicasse e me mostrasse o que significa uma “Mostra Casa Pronta”, mas caindo de para-quedas no site eu não entendo.
E esbanjem fotos de produtos, de todos os ângulos. Não de praia, areia, bicicletas na montanha etc — porque não é isso que vocês vendem — mas de PRODUTOS, só produtos. Claro, temperando com o estilo de vida que é sua marca, mas não passem o estilo de vida na frente dos produtos. Não na Internet, de forma alguma.
A quantidade, qualidade e tamanho das fotos por produto deve ser convincente o suficiente a ponto de um desconhecido entender o produto. Depois de ver, deve poder dizer com firmeza se o produto faz seu estilo ou não. Mas as fotos que tem em seu site e no seu blog ou são pequenas de mais ou demoram muito para aparecer devido a tantas animações e musiquinhas inúteis. Não tive paciência de esperar. Um ótimo exemplo de fotos enormes é o conhecidíssimo BigPicture. Vejam essas como impressionam. Não tem porque um site cujos produtos são móveis ter fotos menores.
Diga também a quem fez seu site que cometeu um erro fatal ao fazer tudo com Flash. Se houvesse um “Tribunal da Internet” ele o levaria à prisão perpétua.
Seu Facebook é inútil também. É um Facebook pessoal e não de uma empresa. Poderia ser muitíssimo mais bem aproveitado se algém na empresa tivesse tempo de administrar. Se não há tempo, talvez seja melhor fechá-lo ou não divulgá-lo tanto assim.
Enfim, desculpem novamente a franqueza, mas sou um profissional desta área e prefiro investir meu tempo dando a vocês essas dicas para melhorar seu site e experiência com a web e acabar comprando minha cama king numa loja que tenha um site melhor.
Em matéria de Internet, vocês foram mal assessorados. Lamento por isso.
Um bom ano,
Avi
Published: Fri, 29 Jan 2010 12:29:52 +0000 Updated: Mon, 24 May 2010 18:04:14 +0000 |
This is my reaction to The iPad provides the ultimate browsing experience? that appeared on the Flash Blog.
I’m not an Apple fan but I tend to disagree with that campaign of Flash support.
Clearly, this is another platform war. The Apple platform versus the Flash platform. It is very strategic for Apple to keep the attention of developers on the platforms and technologies they support. Supporting Flash means the opposite for Apple, so this is why they won’t allow it.
In this case I’ll be with Apple because their platform is the pure browser, standard, open HTML5 with XML-SVG and JavaScript – which all sum a platform as exciting, beautiful, colorful, dynamic, interactive as the proprietary Flash, but open.
Flash is proprietary, bad for SEO, bad for the semantic web, bad for deep linking, bad for the customer, good only for lazy web developers.
I hate visiting websites entirely built on Flash.
So if you, web developer, want to support your web apps on the iPad, iPhone, iTouch etc, just use standard web technologies (to cite them again: HTML5, SVG, JavaScript). Oh, by the way, all other browser will be (or should be) supported right away because these are the good technologies.
The only thing Flash is still useful for is playing streamed MP4+H.264 video. Nothing else.
Published: Thu, 28 Jan 2010 19:18:49 +0000 Updated: Mon, 24 May 2010 18:03:52 +0000 |
Today I spent several hours testing the almost amazing Samsung LED TV on a local store. More specifically the UN40B7000 model.
The image quality is great and all but I was more interested in the digital multimedia features included in these new models, branded Medi@ 2.0 (or Media 2.0). You actually plug these TVs on your home network and can access media content on a home DLNA/UPnP server or the Internet.
Well, I tested almost all features and I can say it is a good product but its not ready for me to buy, and let me point why:
- MKV (Matroska) video files with DTS audio tracks won’t play audio. I got a message on the screen saying the audio codec is not recognized. Well, DTS is pretty popular.
- Chapter information embedded on MKV video files will be ignored. Also, if you want fast forward a movie, 2x is the fastest you can get.
- There is no way to choose which audio track embedded on a MKV or MP4 file will be played, in case you have video files with multiple audio tracks.
- Subtitles embedded in MKV and MP4 movie files are ignored. Apparently only external subtitles files are supported but I didn’t tested it because I embed all my videos with their subtitles. Anyway, external subtitle files may lead to other problems such as charset selection and I couldn’t find any menu option for such things.
- To search the handy embedded YouTube application you have to use the numeric keypad on the remote control as you type SMS in those old fashioned cell phones.
- I can live with all the above but there is one unacceptable super irritating limitation: you can’t browse other files or slideshow photos while music is being played. So you browse your MP3s, select an album to play and you are stuck there. If you try to go back to the menus, the music will stop playing. This is soooo 1980.
- It is very difficult to find complete specifications for this TV. For example, the list of supported codecs etc. Samsung website has a nice design but is very non practical and doesn’t provide enough information.
- A friend that owns this TV claimed the (very expensive) Samsung USB WiFi accessory for this TV can’t connect to his WPA secured wireless network, only week WEP encrypted networks.
It has some good points too, but again, the limitations above currently stop me from buying this LED TV:
- Slim, nice, beautiful menus, integrated remote control.
- Plays general simple MKV full HD movie files with high profile H.264 compression.
- As a DLNA/UPnP client, this TV works very nicely and immediately recognized and played streamed content from a Windows Media Player shared library (its a UPnP server underneath) I configured in 5 minutes on my laptop. Although I found it a a bit slow to browse the library, even connected with an ethernet cable.
I was ready to buy this piece of digital integration but left the store a bit disappointed. But I’ll keep watching their product line and hope Samsung will improve their Linux-based firmware.
Published: Sat, 12 Dec 2009 09:37:33 +0000 Updated: Mon, 24 May 2010 18:03:05 +0000 |
Forget expensive and proprietary MS Access. Forget about applications built on top of complex muiltitab spreadsheets. Drupal with Content Construction Kit, Views and Faceted Search are the right and way better solution for you.
Forget about building Flash-only web sites. Drupal and its modules is a better and semantically correct way for your Web 2.0 site.
Forget about PHP, ASP, JSP development from scratch. Drupal and its modules will put your site running faster with near zero programming.
This is a just a note for people building websites and general applications.
Published: Fri, 20 Nov 2009 01:14:58 +0000 Updated: Fri, 20 Nov 2009 10:27:07 +0000 |
Dediquei-me nos últimos meses a estudar o Drupal. Fiz isso nas horas vagas (tipo da meia noite às 6 da manhã) e foi uma longa curva de aprendizado.
Para quem não sabe, Drupal é um Sistema de Gerenciamento de Conteúdo (CMS) para a Web. Um fazedor de sites, em outras palavras. Quaisquer sites.
Umas semanas atrás ultrapassei o ponto da arrebentação. Agora é só um mar de calmaria, ou seja, a luta contra o maremoto da falta de conhecimento foi ultrapassado. Minha saga com CMSs começou com o WordPress, quando montei este blog que vos fala. A partir daí aprendi o que é um conteúdo atômico, como gerenciá-lo corretamente, taxonomias, tags, feeds, mashups, blogosfera, e as maravilhas da web semântica.
O WordPress é um CMS otimizado para blogs e por isso ele se dá ao luxo de ser fácil de usar. OK, você pode fazer outros tipos de sites com ele, mas isso exige uma violenta intervenção em seu mecanismo de temas, e ao longo do tempo esse site não-blog se tornará ingerenciável — uma aberração.
Se o WordPress foi feito para fazer blogs, Drupal foi feito para fazer qualquer tipo de site. O custo disso é que os elementos que o constituem são mais abstratos e por consequência mais difíceis de se entender. Além do mais, o Drupal Core por sí só é meio feio, pouco prático e não faz muita coisa.
No processo de aprendizado, é necessário dedicar uma boa lapa de tempo para conhecer seu ecossistema de plugin e extensões. Ultrapassar a arrebentação então constitui em vencer os seguintes passos:
- Entender os elementos básicos do Drupal e suas correlações: nó, taxonomia, URLs limpas, módulos, papéis (roles) e permissões, temas, etc
- Conhecer um conjunto razoável de módulos que se integram bem e que extendam enormemente a funcionalidade do Core. Alguns exemplos de extensões/módulos poderosíssimos: Views, Content Construction Kit, Busca Facetada, Painéis, CSS Injector
Construi dois sites relativamente complexos, semânticos, com múltiplos tipos de categorias, buscas facetadas, layouts diferenciados, look profissional etc, sem escrever sequer uma linha de código. OK, para não enganar vocês escrevi umas 30 linhas de CSS para embelezar alguns elementos da página. Só. Posso dizer que há algumas dezenas de pessoas encantadas com um deles, rodando na Intranet da minha empresa — IBM— e que ele é tão funcional, simples e interessante que até meu chefe comprou a idéia e está vendendo-o empresa a dentro.
Drupal tem o mérito de juntar duas características importantíssimas que cada uma por sí só já é ultravaliosa:
- Seu Core é extremamente bem arquitetado visando economia e extensibilidade total.
- Conseguiu montar um ecossistema de extensões que tornam o trabalho (depois da arrebentação) um prazer altamente produtivo.
Há outros CMSs por aí — Plone, Joomla etc —, não os conheço na prática. Mas acho que dificilmente alcançaram a maturidade e a solidez do Drupal. O retorno disso é que Drupal está conquistando algumas referências incríveis como o site da Casa Branca, Sony, MTV, etc.
Anotem esta previsão: Dentro de 2 ou 3 anos, Drupal estará para o mundo dos sites assim como Linux está hoje para o mundo do Sistemas Operacionais — não fará nenhum sentido criar um site sem ele.
Published: Sat, 07 Nov 2009 15:51:27 +0000 Updated: Wed, 25 Nov 2009 10:56:35 +0000 |
Here are some technical details an analysis about the formats used by the Apple iPhone 3GS to record video.
This is an annotated screenshot of the excellent Mediainfo by Jerome Martinez.

Some notes:
- Apple always uses MOV as the extension for standard MP4 files. The recorded video uses an MP4 container so it is capable of holding modern content and tags. Read on.
- Very cool: the iPhone ads geotagging to the video file with latitude, longitude and altitude information.
- Video is compressed and encoded with one of the most modern codecs available: H.264. The compression profile used is Baseline at level 3, the one optimized for low power CPUs.
- 3.5mbps average bitrate. Quite high but expected for a low power device compressing on demand. Lower bitrates with minimal quality loss can only be achieved by multipass compressions with higher level proviles.
- The video is a standard VGA 640×480 pixels per frame, with average of 30 frames per second. This is almost DVD quality.
- Audio is compressed and encoded with the MPEG-4’s AAC low complexity codec, the same used by popular M4A audio files. But it is mono, only one channel, no stereo audio.
Having said that, videos generated by the iPhone are ready for streaming over the Internet directly to Flash multimedia players. You may need conversion/recompression/transcoding only if you want to reduce the file size and bit rate. Otherwise, current popular Flash players that you already have installed in your browser are capable of playing these video files.
Here is a more detailed analysis generated by mp4dump utility on Linux, from the mpeg4ip Open Source project.
Published: Thu, 29 Oct 2009 14:52:10 +0000 Updated: Fri, 20 Nov 2009 01:40:37 +0000 |
Sobre este tema, há um ótimo post no ótimo Blog do iPhone. Eis alguns comentários:
Um iPhone 3GS 32GB (modelo top de hoje) custa no Brasil, a preço cheio, uns R$3000. É praticamente uma mentira dizer que um iPhone custa +/- R$1300 na loja da operadora pois saibam que paga-se o preço cheio do aparelho (R$3000) continuamente em sua conta mensal. Além disso assina-se um contrato de fidelidade de 1 ou 2 anos, para garantir que você só deixe a operadora depois de pagar o preço cheio do aparelho. Há multas se quiser deixá-la antes.
Nos EUA, no eBay, este aparelho custa por volta de US$700 (menos da metade do preço).
Eu tenho a sorte de ter um plano corporativo com preços baixíssimos de chamadas e de dados e acho um estupro o que pessoas físicas pagam de conta de celular no Brasil (R$100, R$200, R$400 etc). Minha única desvantagem é que não acumulo créditos para trocar aparelhos a preços ilusoriamente mais baixos (ou de graça). Bem, é uma vantagem ilusória — não se engane.
Então, para o meu caso, vale a pena comprar um iPhone fora do país. E sugiro aos usuários brigarem com suas operadoras por planos mais justos e muuuuito mais baratos.
Na lista de países do post faltou citar que na Austrália também se vende iPhones desbloqueados na Apple Store de lá. Já vi alguns sites que vendem iPhones para o mundo inteiro e eles contam que compram os aparelhos legalmente na Austrália.
Eu comprei meu iPhone 3GS nos EUA, pelo eBay. Um amigo americano comprou para mim, na verdade, porque só vendem para cartões de crédito com endereço confirmado nos EUA. Ou seja, o cartão tem que ser americano. Não vale cartão internacional.
Além disso, o 3GS tem proteções especiais que tornam o desbloqueio um pouco mais complicado e um usuário menos atento pode acabar com um iPhone que será somente um iPod Touch por alguns meses, até o Dev Team achar um novo desbloqueio.
De resto, é o melhor gadget multiutilidade que já tive. Tem um ecossistema vibrante de usuários, aplicações e jogos, dispensa o uso de computador em várias situações (blogar, twittar, ler e-mail, navegar na internet, mapas, utilidades etc) além de ser um prato cheio para usuários de Linux como eu, poque seu sistema operacional é uma espécie de Linux no final das contas.
Published: Sun, 25 Oct 2009 10:54:39 +0000 Updated: Fri, 20 Nov 2009 01:40:17 +0000 |
Drupal é um dos melhores gerenciadores de conteúdo que existem e é Open Source.
Há quem diga que é porque o governo Obama incentiva Open Source blablabla etc. Mas a verdade é que provavelmente a escolha foi pelo melhor: Drupal. No blog do Tim O’reilly, há também mais detalhes sobre a infraestrutura: Red Hat Linux como SO e MySQL como DB.
Eu uso-o diariamente e posso dizer que é extremamente bem arquitetado e tem uma comunidade vibrante. Posso dizer também que não faz nenhum sentido hoje em dia criar um site do zero sem usar uma ferramenta poderosa e flexivel de gestão de conteúdo como o Drupal.
Bem, a prova que o site da Casa Branca roda sobre Drupal está em seu HTML enviado ao browser.

As partes em destaque são típicas URIs do Drupal.
Se Linux reina hoje no universo dos sistemas operacionais de servidor, Drupal reinará também no universo dos sites em 2 ou 3 anos.
Published: Wed, 02 Sep 2009 14:28:43 +0000 Updated: Wed, 02 Sep 2009 14:29:20 +0000 |
Meu pai está a viajar pela Turquia e Bulgária e contou o seguinte:
Haaa. esqueci de dizer uma coisa: na Turquia não dá para acessar o youtube, os e-mail que tentava abrir com links para youtube retornava com mensagem oficial do governo turco avisando que esta ligação é inapropriada pelo seu conteudo. Agora na Bulgaria consegui acessar os mesmos e- mail.
E mais uma coisa, estou-me deliciando da comida bulgara.
Published: Tue, 09 Jun 2009 21:08:27 +0000 Updated: Tue, 09 Jun 2009 21:21:12 +0000 |
Um amigo me ligou contando que comentaristas da Band News não acreditavam que o Felipão seria o técnico de um time de um tal país chamado Uzbequistão. Perguntaram no programa quem conhecia o Uzbequistão. Perguntaram também quem conhecia alguém que conhecia o Uzbequistão.
Pois bem, Band News, aqui estou eu em carne e osso como prova de que o Uzbequistão existe sim e é legal. Fomos prá lá em 2007 e pode-se ver um monte de fotos (como a do lado) ao longo do diário da viagem.
Confesso que quando minha namorada me propos essa viagem tive a mesma reação do pessoal da Band News. No roteiro adicionamos o Quirguiztão e Kashgar também.
Então vamos ajudar o pessoal da Band News a encontrar o Uzbequistão no planeta: aos olhos do pessoal da Band News (e para mim também, até antes de 2007), Uzbequistão está para a Russia assim como o Piauí está para o Brasil visto pelos olhos dos uzbeques. Mas diferente do Piauí que é um estado brasileiro, o Uzbequistão é um país que outrora fazia parte da União Soviética. O que eu quero dizer é que o Uzbequistão é tão fim do mundo para os brasileiros (ainda) quanto o Piauí é fim de mundo para os uzbeques.
Nada contra o Piauí. Lá é bem legal também, devidamente visitado e apreciado.
E se ainda tiverem dúvidas sobre o pequeno tamanho desse mundo, deixo vocês com a genial poesia do Gilberto Gil:
Antes mundo era pequeno
Porque Terra era grande
Hoje mundo é muito grande
Porque Terra é pequena
Do tamanho da antena
Parabolicamará
Published: Mon, 08 Jun 2009 21:08:03 +0000 Updated: Mon, 08 Jun 2009 21:10:53 +0000 |
Você pode ir lá e nem se maravilhar com as entradas inusitadas. Passar reto pelos pratos multiétnicos bem bons. E nem se preocupar com o hype descolado dos frequentadores. Deixe todo esse glamour para outro dia, outro jantar.
Vá ao Carlota, atravesse o cardápio em passo reto para as sobremesas e escolha o Carlota Pernambucana. Só eu aqui vou te contar que trata-se de um tipo de petit gateau de banana ainda na forma, acompanhado de sorvete de canela (o melhor sabor de sorvete, depois do de bacuri). Quando se parte o bolo, o creme de banana escorre quente e perfumado. A canela gelada faz um contraponto perfeito e equilibrado, tanto na temperatura quanto no balanço das especiarias. Mmmmmmm…
Pronto, contei. Estava devendo isso há tempos para meu blog e para meus leitores.
Published: Sun, 07 Jun 2009 22:31:40 +0000 Updated: Sun, 07 Jun 2009 22:31:54 +0000 |
You can say whatever you want, I’ll keep saying that Ambient Music (the style of music you can listen in albuns such as Buddha-Bar, Café Del Mar etc) is merely a fusion between New Age and João Gilberto’s Bossa Nova.
Published: Sun, 07 Jun 2009 21:32:37 +0000 Updated: Thu, 17 Jun 2010 23:59:58 +0000 |
This is a set of personal notes and a tutorial for everyone about how to correctly organize and tag MP3 files using the id3 command line tool.
General way to tag MP3 files:
id3 -M -2 [-v] [-t title] [-a artist] [-l album] [-n tracknr] [-y year] [-g genre] [-c comment] file.mp3
Recursively tag with ID3v2 a tree with many directories containing MP3 files, setting artist and genre:
id3 -v -2 -R -a "João Gilberto" -g "Bossa Nova" *mp3
Rewrite the Title tag of each file capitalizing the first letter of each word:
id3 -v -2 -t %+t *mp3
Rename files based on track number and song name (as “02 – Song Name.mp3″) padding a zero to track numbers smaller than 10:
id3 -v -2 -f "%#n - %t.mp3" *mp3
Add a suffix to the current Author tag:
id3 -2 -a "%a e Spokfrevo Orquestra" *mp3
Copy current Author tag to the Composer tag:
id3 -v -2 -wTCOM %a *mp3
Use the “Artist” (TPE1) and “Album Artist” (TPE2) tags in a different way to correctly group songs by album on your MP3 player:
id3 -2 -wTPE2 "Various Artists" Café_Del_Mar_*/*mp3
or, alternatively with the id3v2 program:
id3v2 --TPE2 "Various Artists" Café_Del_Mar_*/*mp3
Scan track number (%n) and song name (%t) from each file name and set them as ID3 respectivelly along with additional artist name and album name:
id3 -2 -a "The Artist Name" -l "The Album Name" -g "The Genre Name" -m "%n - %t.mp3"
The id3 program is available for multiplatforms, including Linux and Windows. You can find RPM packages for Fedora Linux on my site.
Published: Wed, 03 Jun 2009 20:50:46 +0000 Updated: Wed, 07 Apr 2010 16:06:12 +0000 |
Depois do grande anuncio em Bombaim, com vocês, o maior sorriso do mundo:
Get the Flash Player to see this player.
(antes que perguntem, “safta” é avó em hebraico)
Published: Wed, 03 Jun 2009 06:44:48 +0000 Updated: Fri, 05 Jun 2009 10:47:31 +0000 |
Uma pessoa muito próxima e querida passou 3 semanas na UTI que culminaram em seu falecimento. Em seus últimos dias ela relatava que sua mãe — morta a muitos anos — vinha lhe visitar com freqüência.
Na última visita que lhe fizemos era evidente que tudo aconteceria nas próximas horas e o Dr. Carlos, veterano de UTI, veio dar umas palavras de consolo. Contamos sobre as “visitas” da mãe dela. Dr. Carlos explicou:
— Ah sim, olha, eu não acredito em espíritos perambulando nem nada disso mas nos nossos anos de UTI, a gente observa que paciente que vê parente morto é porque vai morrer também logo em seguida. Acontece até de vermos pacientes que estão próximo de terem alta, se vêem parentes mortos, nem dá tempo de dar a alta.
Visões na UTI são comuns e podem ser causadas por alguns fatores:
- Dificuldade em dormir longa e continuamente por causa de interrupções constantes para exames.
- Perda da noção de dia e noite pois sempre há luz, e o stress que isso causa.
- Químicos, remédios e toxinas que não saem do corpo e que podem causar alucinações.
Mas o mais interessante foi a observação do meu cunhado, psicólogo, e que também é meio cético:
— Engraçado que as visões nunca são de monstros de geléia, bruxas com verrugas cabeludas nem nada randômico. E sim sempre de parentes mortos vindo visitar.
Talvez a lista devesse receber o seguinte fator novo:
- Pessoas prestes a morrer recebem “visitas” de entes queridos que já se foram, para ajudar na transição para outros mundos.
Termino então com uma pergunta: Existe vida após a morte? Você pode provar que existe? Você pode provar que não existe?
Cuidado com a sua argumentação sobre este assunto para não cair facilmente na armadilha de sua ignorância.
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About Avi
Avi Alkalay is an Information Architect, Enterprise 2.0, Open Standards and Open Source do-it-all hacker at IBM Brazil.
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