Categories
- Chronicles (59)
- Community and Society (91)
- Ecology & Environment (12)
- Essays (32)
- Events (25)
- Gourmet (30)
- Info & Biz Technology (290)
- Linux & Open Source (103)
- Linux Journal Index (14)
- Mobility (20)
- Multimedia (17)
- OpenDocument Format (64)
- Web 2.0 (68)
- Linux & Open Source (103)
- Metaphysics (32)
- Misc (8)
- Music & Podcasts (39)
- Podcast: brazilian jazz (8)
- Podcast: general (13)
- Travels (67)
- Central Asia 2007 (29)
- Vegetarianism (10)
Short updates
Caí na estrada com todos os 16 CDs dos 8 albuns Buddha-Bar compactados em práticos 2 CDs de MP3. Para quem não sabe (eu não sabia até uns 3 meses atrás) os Buddha-Bar são belíssimas compilações de DJs do bar-restaurante-lounge Buddha-Bar de Paris, e trazem sons do mundo todo, parte no estilo lounge/chill out/ambient, parte em ritmos mais animados.
Alguns anos atrás eu diria que isso é música alienante e me manteria fiel a MPB, ou ao Instrumental Brasileiro; como a mais uns anos antes diria que qualquer coisa fora do hard rock seria “fagot-music”. Incrível como os gostos mudam quando agente mantém a mente aberta…
Hoje tenho me sintonizado mais com essas pulsações globais. São sons que me fazem sentir parte de uma coisa maior, que amplificam a visão, a respiração, sei lá. Fazem os nossos problemas precerem menores ainda porque insistem em nos lembrar que o mundo não termina na nossa cultura.
No meio de um monte de coisas interessantes, há canções realmente lindas, e separei algumas degustações para vocês: a etérea Tibet (a passage to…) de uns tais de Tibet Project, e a maravilhosa Onón Mweng de Oliver Shanti.
Essas canções fizeram as paisagens de Ilhabela ficarem ainda mais paradisíacas nesse final de semana.
- Veja também o que achei do Café del Mar.