Hoje estive numa médica.
Ela votou e votará no Serra porque na sua opinião técnica ele foi o melhor Ministro da Saúde que tivemos:
Read MorePolitics, community, society, social events, stand up for your rights, etc.
Hoje estive numa médica.
Ela votou e votará no Serra porque na sua opinião técnica ele foi o melhor Ministro da Saúde que tivemos:
Read MoreEu fui criado com palmadas. Por nota baixa, por irritar minha mãe etc. Mas fui criado com muito amor e sabedoria também. Acho que as palmadas eram consequência de pais desinformados, sem noção etc.
Meus pais vieram de uma cultura que tinha um lema: “quem ama, dá umas palmadas”, ou algo do gênero. Em hebraico, essa frase tem rima.
Read MoreLiguei na NET hoje pelo 5º mês consecutivo para reclamar que estavam cobrando pelo 5º mês consecutivo o NET Fone, mesmo após eu tê-lo cancelado, 5 meses atrás. Minha frase não foi redundante pois faz 5 meses que pedi cancelamento, faz 5 meses que a conta vem errada, mesmo eu ligando todo mês pedindo correção da conta.
Read MoreTranscrevo aqui o texto abaixo de Paulo Wainberg, advogado, escritor e jornalista de Porto Alegre por me identificar muito com ele, sobretudo do segundo parágrafo até mais ou menos o “Deu pra Entender?”.
Read MoreAntena ou “conversor” digital é bobagem para quem tem TV a cabo. Só serve pra quem precisa captar sinal digital do ar e por enquanto só serve para a cidade de São Paulo.
Sobre OLED vs LED vs LCD vs Plasma, é o tipo da coisa que você só sente a diferença de imagem na loja, quando vê a mesma imagem passando em tecnologias diferentes. O importante é você não entrar numa tecnologia que deixaram pra trás, tipo Plasma, e entrar no que é bom em termos de custo/benefício hoje. Meu pai comprou uma LG LCD uns meses atrás com fatores de contraste e luminosidade superbons e preço bacana. E lembre-se que 3 minutos depois que o filme começar, deitado no sofazão, comendo pipoca, o que importa é a emoção e não mais a tecnologia. Este é o fator mais importante. Read More
Um colega me pediu para contar a história da imigração da minha família para o Brasil no trabalho escolar de seu filho de 8 anos. Isso era algo que fazia tempo já queria publicar aqui.
Read MoreFurtaram meu iPhone 3GS 32GB na festa de aniversário fechada da minha filha. Fiquei chateado, principalmente porque usava até o último recurso do aparelho de forma muito produtiva.
Decidi comprar outro, desta vez no Brasil mesmo, mas eu tinha um complicador: minha linha é corporativa. Isso significa que minha conta tem tarifas muitíssimo baixas, tanto que no longo prazo não compensaria abandoná-lo e mudar para outro plano que incluísse iPhone. Linha corporativa significa também que não acumulo pontos, coisa que é usada pelos mortais para trocar por aparelhos melhores [e, nas letras miudas do contrato, por mais fidelidade com a operadora].
Então fiquei com as seguintes alternativas: Read More
Em abril contei para vocês que deixei de ter carro argumentado que minha vida ficaria mais verde e mais barata. Bem, vejamos.
Valorizo meu tempo e muitas vezes preciso chegar rápido aos meus destinos, então não penso duas vezes antes de chamar um taxi.
Mas cuidado. Não troquei um carro por um taxi. Esforço-me para encontrar carona (desenvolvi cara-de-pau para isso) e uso metrô e ônibus quando possível. Taxi é minha última opção quando não há nenhuma outra disponível.
Então vamos aos números:
Quando tinha carro, acredito que gastava uns R$300 por mês em combustível. Fora IPVA, seguro, manutenção, estacionamentos, preocupações, depreciação anual do carro, perda de custo de oportunidade. E multas, muitas multas injustas.
Novamente, cuidado ao interpretar esses números pois este é meu contexto de vida:
Mesmo com esses fatores favoráveis, acho que não sou ponto fora da curva. Acredito que existam muitas famílias que poderiam reduzir o número de carros na garagem com um esforço mínimo e sem perder o conforto que um carro dá.
E claro, ainda por cima economizando dinheiro.
Para quem quiser ver os detalhes, trajetos, valores etc, anotei e continuarei anotando todas as corridas de taxi numa planilha pública.
E lembre-se: seu carro poluiu em sua fabricação muito mais do que você poluirá ao usá-lo em toda a sua vida útil.
Veja que preços estranhos:
| Preço do kg | Origem | |
| Castanha de Cajú graúda | R$39,90 | Norte e Nordeste brasileiros |
| Macadâmia | R$38,90 | Australia, Hawaii, África do Sul |
| Amendoa | R$29,90 | Oriente Médio |
Alguém pode me explicar por que a castanha de cajú é mais cara que essas outras castanhas importadas visto que o cajueiro nasce e cresce espontaneamente, quase como praga, em vastas regiões quentes do Brasil ?
Me parece que deve haver um monopólio na distribuição da castanha, falta de concorrência etc, que define o preço que quiser.
Lamentável.
Durante as pesquisas para escrever meu último post, ví o Tim O’Reilly falando de um site do governo americano chamado data.gov.
O site é um portal para se procurar e baixar informações e estatísticas em formatos puros como XML, KML, CSV etc.
Achei genial e fundamental para uma gestão aberta colaborativa. Então o título deste post é um mero desejo meu de ter algo similar no Brasil, nada mais.
Estou até me sentindo mais verde… Vendi meu carro esta semana simplesmente porque não estava mais usando-o.
Eu e Tati trabalhamos perto e tentamos casar os horários. Quando não dá, usamos ônibus, metrô, carona ou taxi na ida ou na volta, nunca nos dois.
Num contexto familiar, dois carros é muitas vezes um luxo desnecessário e caro para seu bolso. Acompanhe:
Ou seja, sobra de R$400 a R$500 por mês para, eventualmente, gastar com taxis quando for necessário.
Isso sem falar no custo de oportunidade do dinheiro que estava materializado e depreciando num carro e que agora é líquido e pode ser investido e render juros. Comprei novo meu ex-Astra em 2003 e paguei R$33500. Vendi semana passada por R$24800. Se tivesse colocado esse primeiro valor num investimento conservador, a 13% ao ano, teria hoje uns R$45530. Essa é uma conta bem por cima, meti numa planilha a seguinte fórmula:
=FV(13%;ANOS_QUE_FIQUEI_COM_O_CARRO;VALOR_DO_CARRO/ANOS_QUE_FIQUEI_COM_O_CARRO)
Um amigo me disse que a quantidade de poluição, emissão de carbono e desgaste a natureza que é necessário para fabricar um carro é infinitamente maior do que toda a poluição que você, usuário do carro, vai produzir ao usá-lo.
Hoje ainda não abro mão do conforto de um carro, mas estou convencido de que, num contexto familiar, é mais difícil um segundo carro se justificar.
Replaneje sua vida, faça as contas, livre-se de um carro e devolva um planeta melhor para seus filhos.
Este diálogo aconteceu poucos dias atrás:
Até aquele momento nunca veio ao meu conhecimento que prestar um concurso público é ingressar num novo setor industrial. Mesmo o que chamamos “setor público” é na verdade algo virtual que se divide entre os setores financeiros, jurídico e utilidades.
Mas francamente, como fazer para que mais desenvolvimento e oportunidades de trabalho alcancem lugares longíquos desse Brasilzão? Enquanto isso não acontecer, nosso país é meio comunista onde cria-se emprego quase que por se criar, muitas vezes sem uma real necessidade.
Uma pena…
Tenho um apartamento ótimo para alugar em São Paulo.
Mobiliado, no Itaim Bibi, ótima localização. Mais detalhes aqui.
Conforme havia twittado ontem, assisti ao Coral Russo do Monastério Sretensky ontem no Mosteiro de São Bento.
Filas gigantescas e mosteiro lotadíssimo garantiram que assistiríamos de pé. Mas valeu a pena. Um coral de uns 30 homens soltaram a voz que ecoou forte no teto alto da catedral.
Quando fui a Russia, no ano passado, descobri os corais sacros de lá e fiquei exaltado. Esperava aquele tipo de música inspiradora mas a apresentação de ontem foi mais folclórica, popular e de ritmos mais rápidos. Bom também.
Devo parte da diversão de ontem à visão dos litúrgicos da Igreja Ortodoxa Russa, com suas longas barbas e que se vestem de forma peculiar aos nossos olhos brasileiros.
Sobre o Mosteiro de São Bento, no centro de São Paulo, nunca havia entrado antes. Muito bem decorado e preservado, com diversas inscrições em latim, imagens de santos, anjos etc. Vale a visita.
Yesterday I met a colleague at IBM Brazil that moved to a world wide position. He is now living in Manhattan, New York.
His everyday routine, as most Information Workers nowadays, is to talk to people, make phone conference calls, e-mails, design and communicate strategies, make some data consolidation and reports, instant messaging, etc.
Since most of this things have become information, and since we have information technology today, he can do his job from any point on earth as long as he has an Internet connection to let the information flow.
He choose NY because he enjoys life jazz and wanted to experiment the Big Apple, not because his job is physically located there. He could choose Montana, Alaska, Manaus, Fernando de Noronha etc to live.
Of course personal contact is sometimes needed. In these occasions, people schedule meetings and get a flight to meet someplace. This is probably cheaper than maintaining an office space for all these information workers, and probably more friendly to the environment than make them drive everyday to a physical location.
I can think about dozens of jobs that could be this way. Lawyers, journalists, writers, architects, web 2.0-related jobs, even also physicians in many situations when they don’t need to examine their patients.
The matter of all these jobs is information and the platform to make it flow is ready — the Internet. Now we just need a sort of cultural shift.

… foi a pergunta que me fez hoje no almoço o Agostinho Villela, uma cara multicultural, multimídia e multilegal que trabalha comigo.
— Agostinho, tu não pode ver essas coisas como sites. Orkut, Facebook etc são como festas (© Avi Alkalay). — respondi na hora.
É fácil continuar pensando nisso: geralmente você se veste bem para ir a uma festa, se arruma de acordo com a ocasião, trabalha bem o seu perfil, inclui boas fotos, coleciona bons depoimentos etc.
O que muda é o que cada um faz numa festa. Alguns vão paquerar, outros só querem encontrar velhos amigos, ou fazer novos, ou só fazer contatos profissionais (caso do Linked In), outros ainda estão interessados em usar o poder de alcance da Web para achar interlocutores de assuntos raros. E muitos, como eu, fazem tudo isso.
Sou um dos primeiros usuários do Orkut no Brasil — entrei em fevereiro de 2004 — e posso dizer com toda propriedade que isso mudou a minha vida. Apesar de não ser mais um freqüentador tão assíduo.
Não que eu adore o Orkut. Tecnicamente acho o Facebook, por exemplo, bastante superior. Mas creio que qualquer um declinaria um convite a uma festa cheia de pirotecnias e luzes bonitas ao preferir estar em outra mais simples, onde se pode desfrutar da companhia de seus amigos e o poder de suas respectivas conexões.
Mas a festa evoluiu. Ela tem uma espécie de onisciência e onipresença. Ao alcance de um clique, pode-se saber mais sobre o autor de um comentário interessante: é a onisciência. E pode-se participar de várias conversas simultaneamente: é a onipresença.
Nunca canso de citar Doc Searls e David Weinberger em seu artigo Mundo de Pontas (“World of Ends”). Dizem que a Internet é uma grande esfera oca com a superfície formada por pontas interconectadas. Bem, nós somos as pontas e ela é oca porque não há nada no meio que limite a nossa interação.
De todos os nossos selves, o mais novo é o Digital Self (© Avi Alkalay ?). Acredito que esse conceito vai se consolidar e em breve cada indivíduo terá uma URL (um permalink) onde se encontra seu OpenID, parte pública de sua assinatura digital, perfil, interesses, blogs etc. Algo como os perfis dos Orkuts, Facebooks etc, só que consolidados em um só lugar.
Existem mil e uma maneiras de ir a uma festa. Orkuts, forums, Google Talks, SecondLifes, blogs, planets etc. Invente a sua.
Quero imbicar na reca abafanética e viver meio amostrado, afuleimado nessa coisa arretada que é o passo. Se avexe na bacafusada se derreinhando encangado na alegria influído na massa, com munganga em vuco-vuco e rugi-rugi vou sentindo o furdunço, frege da multidão. Assim, arapuá, acochado, destabocado, meio cabreiro digo: eita! é o Frevo.
Extraido de um artigo sobre Frevo na revista Raiz de cultura popular, encontrado nas Montanhas do Japi.

The kind of thing you can find circulating in São Paulo, friday at noon.
I was oweing this for the lovers of M. C. Escher works.
Last July I visited the wonderful Escher Museum in Den Haag, Holland. One of my preferred works is the Print Gallery where a painting gets mixed with the surrounding real world in a precise geometrical way, as you can see bellow (borrowed from aixa.ugr.es/escher/table.html).
It is intrigating what happens in the center of the picture, where the distortion would be very chaotic.
In the museum there was a screen that played the following video with a computer simulation recreating the chaotic center. I recorded it with my own camera. Quality is not perfect, but watchabel.
It was calculated and produced by some university I can’t remember the name. If you know who made it, please let me know to put the credits here.
Check it out.
Perguntaram-me esses dias qual era a minha raça. Respondi o seguinte:
A minha raça é a humana, como a de vocês e de qualquer pessoa que caminha ou caminhou sobre este planeta.
Acho que o que vocês querem saber é alguma coisa entre etnia e cor de pele das pessoas.Hoje em dia a palavra “raça” não é mais usada para definir etnia. http://pt.wikipedia.org/wiki/Raça
Raça é o que diferencia o gorila do orangotango, ou o labrador do pequines. Não o homo negro do homo amarelo do homo branco.Além de que a palavra “etnia” é muito mais chique. Eu por exemplo sou e-tno porque recebo muito e-mail, participo de e-meetings, estou envolvido em projetos de e-business que geram vendas de e-servers, e-tcetera.

Acho que nunca vou entender esse amor das mulheres por Neve.
Para nós homens, comparando com outro papel ótimo, ele vai continuar sendo 180% mais caro mas só 10% melhor.
E muito feliz também.
Voltamos das férias na Holanda com o ultrassom já marcado. Seria isto o que confirmaria a gravidez, se víssemos o coração batendo. Antes dele havia dúvida porque exames de sangue e hormônio deram resultados conflitantes.
E bingo. A primeira coisa que vimos foi o coração batendo.

Nesta fase pode-se ver o começo dos membros e cabeça, mas nada de rosto nem sexo. Mais detalhes só no próximo.
Que delícia que é ler o Almanaque Brasil. Faz um monótono vôo (da TAM no caso, onde ele é distribuido gratuitamente) passar bem mais rápido.
É o tipo de revista que a gente lê de cabo a rabo. E como o vôo foi longo, lá no comecinho descobri que todo seu conteúdo é Creative Commons, incentivando sua disseminação.
E já que é assim, vou copiar para cá algo que aprendi em sua sessão Lambe-Lambe da edição 111 da revista, sobre como nasceu a música mais famosa do Brasil, a Garota de Ipanema, num único célebre encontro de seus autores Tom Jobim, Vinicius de Moraes e João Gilberto em 1962 no restaurante Au Bon Gourmet no Rio. Conta que precederam a primeira apresentação com o seguinte diáglogo:
Desde que fui morar em Rio Claro para estudar na UNESP, o interior paulista virou meu amigo do peito, irmão camarada. Adoro as paisagens, os sotaques e as estradas.
Eis que fui convidado para dar uma aula na UNIFEB em Barretos, e lá fui eu cair na estrada. É longe pacas, mais de 900km, ida e volta. Veja o mapa.
Para garantir a imersão, fiz questão de ouvir só as rádios locais das cidades do caminho. A programação é 30% música e 70% propaganda local. Tocam todos os estilos do sabor romântico, e quanto mais longe da capital, mais só sertanejo moderno se escuta. As modas de viola que falam do amor pela terra, contam causos de boiada ou que são inspiradas pelo amor de uma mulher são coisas do passado que deixou saudade. Agora é só melodrama de ciúmes, sofrimento de amor e tal, cantado com muito vibrato.
Notável exceção é a Rádio da Universidade Federal de São Carlos. Num mesmo bloco conseguem tocar Rock alternativo, a MPB Maldita de Jorge Mautner e música eletrônica, tudo com explicações detalhadas do quando, do onde e do porquê. Uma rádio crua e espetacular.
As amplas paisagens se revezam entre laranja e canaviais sem fim. Treminhões triplos são constantemente vistos carregados de cana e lançam caules na beira da estrada.

As estradas são da mais alta qualidade, praticamente todas duplicadas, limpas, grama aparada e bem cuidadas. Um tapete, e não tenho dúvida de que são as melhores do país.
Só os pedágios dóem de mais. Viajar por essas estradas custa aproximadamente R$1 por cada 9km rodados. Um absurdo de caro, visto que já ouvi especialistas dizerem que esse valor deveria cobrir dez vezes mais, uns 100km.
Comparado com o combustível necessário para esta viagem, são aproximadamente R$140 de gasolina para R$100 em pedágios. Com um carro mais econômico, o combustível para a viagem sairia mais barato que os pedágios. Algo que não parece ter nenhum cabimento.
| R$52 em 9 pedágios para 458km rodados. Ou 8.83km para cada R$1. VOLTA ↓ |
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↑ IDA R$48 em 9 pedágios para 467km rodados. Ou 9.74km para cada R$1. |

The Iron Man movie is all about programmers. Being challenged and have to invent something that will make you get rid of hand work, the adventure of a project, to mold, test and debug, and the joy of having a prototype inspiring the next perfect design.
Just don’t miss it. The metal man movie has a lot of Heavy Metal music and Robert Downey Jr., both fit perfectly.
Oh, and stay until after the final credits to see what are the plans for the next movie.
Fico sem fôlego de tanta emoção que me causou a Virada Cultural que aconteceu este final de semana. É um evento simplesmente fantástico, genial, alucinante, maravilhoso e qualquer outro adjetivo que você possa imaginar.
Para quem ainda não sabe o que é, instituiram que em um certo final de semana perto de abril e maio de todos os anos, a cidade de São Paulo inteira — mas principalmente o centro — abrigará 24 horas ininterruptas de atividade cultural gratuita, indiscriminada, intensa e a céu aberto. Vai de música, a teatro, a cinema, a dança e por aí vai. Começou sábado umas 17:00 e foi até o final da tarde de domingo. E olha, não dá pra descrever o que foi aquilo, mas vou tentar.
Tenho a sorte de morar perto do centro e fizemos todos os programas a pé. Os dias estavam lindos e nos divertimos à beça. Confira:
Teatro Mágico, palco da Av. São João com R. Aurora, domingo às 9:00

Mas o mais bonito da Virada foram “aquelas pessoas andando pelo centro da cidade como donas do local” — para usar as palavras do Andre que resumiu bem o evento. Outro grande amigo também disse exatamente a mesma coisa e eu tenho que concordar com ambos.
Lamento não ter ido nos Bossacucanova, Tetê, nos violeiros do Mercado Municipal, Pepeu, Kroma, Celso Pixinga, e tantos outros que queria ver e prestigiar, isso sem nem contar as apresentações de dança, maratonas de cinema, teatro etc.
Ano que vem não perco a Virada por nada. Se tiver viagem, desmarco. Compromisso inadiável, falto. Se adoecer, fico são na hora. Mas vou. E espero encontrar você lá.
Veja também o mapa do Centro e os locais destes shows:
Um conhecido me comentou que fez o seguinte teste:
Bem, tire suas próprias conclusões. Depois imagine quais das suas informações financeiras pessoais foram negociadas entre a vazaram da Receita Federal para tal editora.
Isn’t this web app very neat? You must interact to feel it.
Moisés conduziu os Hebreus escravos, a base do insosso pão que não inchou, do Egito à uma terra prometida de Israel onde jorraria com abundância o leite e o mel.
Até hoje celebra-se esse acontecimento como a Pascoa Judaica, ou Pessach.
Então desejo a todos vocês um bom Pessach recordando o verdadeiro sentido de tudo isso: libertar-se das coisas que nos escravizam, dos desejos inchados, dos vícios físicos e mentais, e ir ao encontro de um prometido aqui-interior onde a felicidade e bem aventurança jorram em abundância como se fossem leite e mel.
Final de semana foi intenso.
No sábado, decidido a toque de caixa, almoço com vários amigos no terraço do apê de uma delas. Viva a comida simples: salada de folhas, macarronada com diversos molhos e sorvete.
Sábado a noite, festa de aniversário surpresa do meu cunhado. Uma das amigas preparou um filme tocante com fotos desde a infância dele. Todas as mulheres choraram de emoção.
No domingo, café da manhã de aniversário de uma grande amiga. Um casal de amigos não veio e suspeitamos que ela tinha dado a luz. Confirmou-se numa ligação no final da manhã e todos celebraram o nascimento da Nina.
De lá fomos direto pro almoço de aniversário de outra amiga, no Martin Fierro. Terminou quase 5 da tarde.
Tudo isso precedido por um jantar e ótimo filme na sexta a noite: Jogos de Poder.
Domingo a noite iríamos jantar com alguns amigos que estão recebendo um amigo da Holanda em São Paulo. Mas recusamos, simplesmente porque não dá.
Ficamos em casa assistindo o ótimo Inside Man e tomando chá e sopinha.
Essa vida ainda me cansa. Mas por enquanto eu adoro.
Não estou em Genebra, no Ballot Resolution Meeting do OOXML na ISO, mas falei pelo Google Talk com o Deivi do Serpro que é chefe da delegação brasileira, e em linhas gerais me contou o seguinte:
A delegação brasileira pediu para que eu tirasse as informações do ar para evitar problemas na ISO. O Jomar vai publicar algumas informações no blog dele.
Bob Sutor também publicou umas palavras.
A violência ficou para o sábado que antecedeu a reunião. Deivi saiu de um pub a noite para caminhar e foi atacado do nada por uns rapazes. Tomou um soco no rosto que lhe quebrou o maxilar. Fernando Gebara deu o maior apoio mas terá que ficar 6 semanas sem poder mastigar nada, nem o chocolate e queijo suiços que tanto prometeu degustar na viagem.
E agente achando que não há violência nas ruas da Europa…
The state of Paraná, here in Brazil, is the first to have laws that specifically promotes the use of OpenDocument Format. This is a free translation of such law:
This law was signed by Roberto Requião, the state gorvernor, and Nizan Pereira Almeida, secretary for strategic initiatives.
Other states in Brazil, inspired by Paraná, are creating similar laws.

The folks in the photo, left to right, are: Henrique Menezes, government relations, IBM. Jomar Silva, ODF Alliance chapter Brazil. State congressman Edson Praczyk. Vitorio Furusho, Celepar (a state public company), BrOffice.org users group and Open Source Movement in Paraná. Reginaldo Radel, congressman Prazyk assistent.
Seu passaporte vai vencer em menos de 6 meses? Pintou uma viagem ao exterior que é urgente e inadiável? Não consegue uma data decente para agendar a passaportagem na Polícia Federal?
Se você seguir as dicas abaixo, terá um novo passaporte definitivo nas mãos em 2 dias. Lembre-se: por uma questão de segurança, ninguém pode fazer esse procedimento por você. Um despachante pode até te auxiliar a levantar a documentação necessária, mas somente a sua presença na Polícia Federal te garantem passaporte.
Tudo começa no site da Polícia Federal, mas eu forneço links mais diretos abaixo.
Vai precisar do seguinte:
O que descrevi acima é praticamente o procedimento padrão resumido. O próximo passo seria agendar um atendimento mas você já viu que só há disponibilidade para daqui a 2 ou 3 meses, muito tarde para a sua vida cheia de viagens-surpresa (Informação atualizada em 27 de Novembro de 2012: consegui agendar para ser atendido no dia seguinte em São Paulo. Aparentemente não é mais necessário seguir o procedimento de passaporte urgente a seguir.).
Então não agende.
Você deve ter uma justificativa para precisar de um passaporte com tanta urgência, então seu chefe ou superior deve escrever isso numa carta com o logotipo da empresa, escola, ONG etc.
Exemplo de texto para a carta (adapte as partes em vermelho para o seu caso):
7 de Janeiro de 2008
Ao Departamente de Polícia Federal
Assunto: Emissão urgente de passaporte para funcionário
O funcionário/aluno Avi Alkalay precisa bla bla bla bla que acontecerá em Paris, em Janeiro de 2008. Esta decisão foi feita na semana passada.
O funcionário/aluno já fez um passaporte provisório (validade de 6 meses) para sua última viagem a trabalho e precisa fazer um definitivo a fim de reduzir custos e trabalho à empresa e aos serviços públicos. Viagens decididas na última hora são frequentes em nosso ambiente de trabalho.
Agradecemos a compreensão do DPF da necessidade de emitir um passaporte ao funcionário/aluno o mais rápido possível, visto que não há data disponível em tempo hábil para agendamento do atendimento.
Obrigado novamente.
Chefe Pereira da Silva do Avi
Gerente de Assuntos Randômicos
ACME do Brasil
O Chefe Pereira da Silva do Avi deve assinar, junte-a aos outros documentos e dirija-se em horário comercial ao DPF que em São Paulo fica na tal rua Hugo D’Ântola 95.

Tente ir de ônibus pois os estacionamentos ao redor cobram R$8 a primeira ½ hora e R$3 por hora seguinte. Eu fui de carro algumas vezes e sempre consegui estacionar na rua a poucos quarteirões de distância.
Na Polícia Federal de São Paulo, suba ao primeiro andar e procure por algum coordenador do DPF que atende casos urgentes.
Eu esperei na fila uns 40 minutos. Depois me encaminharam para um atendente que tirou foto, tomou as digitais de todos os dedos sem sujar as mãos, revisou os documentos etc. No total fiquei no DPF pouco menos de 2 horas. E disseram que o prazo de emissão é de 6 dias úteis.
Mas eles deram uma agilizada e no final do dia seguinte recebi um e-mail informando que meu passaporte já estava pronto.
Se a primeira visita foi numa quarta-feira, a segunda foi já na sexta para pegar o passaporte. Apresentei o papel que me deram na primeira visita, esperei 20 minutos e saí com o novo passaporte nas mãos.
Conheço pessoas que não receberam o e-mail acima mas foram mesmo assim ao DPF dois dias depois e o passaporte já estava pronto.
O processo para emitir passaporte é demorado devido ao grande número de pessoas e o agendamento para todas elas, mas se você tem uma justificativa para a urgência, a Polícia Federal é compreensiva e dá uma forcinha.

Há quem diga que a Alemanha foi o país que mais insultou os direitos humanos com o Holocausto da Segunda Guerra. Houve também o período pós-guerra em que a “República Democrática Alemã” (Alemanha Oriental) foi o catalisador da Guerra Fria por estar literalmente às margens do mundo ocidental. E o lado de lá do mundo foi marcado por perseguições políticas, opressão da voz livre e das artes e chantagens do tipo “sou o dono da bola, faça o que mandar”.
Minha família é proveniente da Bulgária, país da Europa Oriental, e lembro das histórias…
Mas essa mesma Alemanha é um exemplo de aceitação e superação de erros do passado. Tem lançado excelentes dramas para as telas, quase documentários, que mostram com um olhar autocrítico e melancólico, ainda que bastante humano, as atrocidades que cometeu.
Ainda está em cartaz nos cinemas o espetacular A Vida dos Outros que retrata essa opressão da era comunista e como os dirigentes corruptos e egoistas acabam definindo um tanto da estratégia política e uso indevido de recursos públicos de um país.
Nessa onda, há também o histórico A Queda que mostra os supostos últimos dias de Hitler (e a loucura que já o dominava) no final da Segunda Guerra.
Ambos os filmes são imperdíveis por sua qualidade técnica e porque são autobiográficos de períodos desafiadores de sua história, coisa que é psicologicamente mais difícil de realizar.
Um blog é um website qualquer cujo conteúdo é organizado como um diário (log, em inglês), ou seja, por datas e em ordem cronológica. O nome surgiu quando “web log” virou “weblog”, que em uma brincadeira se transformou em “we blog”, para enfim se popularizar em “blog”.
A cultura dos blogs tem um dicionário de jargões:
Blog é um nome mais atual para o que se costumava chamar de “home page”. A diferença é que antes da era dos blogs, uma pessoa que quisesse ter um website pessoal, tinha um enorme trabalho para publicar conteúdo de páginas, que geralmente eram estáticas, não interativas, e francamente, sem graça. Era um processo manual que exigia algum conhecimento técnico, e por isso eram geralmente os técnicos que publicavam conteúdo na web.
Com a padronização do conteúdo em ordem cronológica, em posts, surgiram uma série de ferramentas e serviços de blogging, sendo os mais conhecidos o WordPress, Blogger, LiveJournal e MovableType.
Eles facilitaram a publicação de textos, links, multimídia, de forma organizada e bonita, e a web ficou muito mais interessante. Se antigamente um escritor precisava ter influência com editoras para publicar trabalhos, hoje qualquer pessoa é um escritor em potencial. E, sim, os blogs revelaram inúmeros ótimos escritores — alguns viraram celebridades —, só porque agora eles tem acesso a uma plataforma de publicação independente e direta: a Internet.
Os “blogueiros” (bloggers, pessoas que possuem e escrevem em seus blogs) visitam e lêem outros blogs, fazem comentários, criam links e se referenciam, criando uma espécie de conversa distribuída.
A consolidação da cultura dos blogs fez surgir alguns serviços como Technorati, Truth Laid Bear, BlogBlogs, Ping-o-matic, Digg, dentre outros, que tem a habilidade de seguir a conversa. Mais ainda, eles conseguem medir a popularidade de um blog ou de um assunto, e mensurar sua vitalidade e popularidade na web. Usando extensamente idiomas XML como XHTML, RDF, RSS e ATOM, eles conseguem notificar um blog de que ele foi citado em outro blog, ajudando o primeiro a publicar automaticamente um pingback ou trackback, mostrando quem o citou e como.
A Blogosfera é o fenômeno sócio-cultural materializado nessa malha de interações digitais entre os blogs e seus autores. Pode ser comparada a Comunidade de Software Livre. Onde esta cria software de forma distribuída e de acesso livre e direto aos usuários finais, a Blogosfera trabalha com idéias em geral, poesia, fotografia, multimídia, notícias, de qualquer um que se disponha a escrever para qualquer um interessado em ler.
Como dizem Doc Searls e David Weinberger no artigo Mundo de Pontas (“World of Ends”), a Internet é uma grande esfera oca com a superfície formada por pontas interconectadas. Bem, nós somos as pontas e ela é oca porque não há nada no meio que limite a nossa interação. Essa metáfora explica como os bloggers ganharam voz ativa na sociedade livre da Internet, onde falam bem de quem gostam e denunciam quem ou o que não gostam. Sendo público e interativo, qualquer assunto verídico e bem conduzido tem potencial para virar uma bola de neve ao ponto de iniciar um escândalo político (exemplo), obrigar uma empresa a admitir que deve fazer um recall de produtos defeituosos, ou de dar informações muito precisas sobre a bomba que explodiu no bairro durante uma guerra (warblog).
O Software Livre, a Blogosfera e outros movimentos socioculturais que estão por vir são um resultado direto da benéfica massificação da Internet.
Empresas têm usado blogs como forma de se aproximarem de seus clientes. Sua linguagem descontraída, não-institucional e principalmente interativa derruba barreiras e potencializa comunidades. Bons blogs corporativos passaram a ser peça chave do ciclo de desenvolvimento de produtos, como plataforma de divulgação das próximas novidades e ponto de coleta direta de opiniões de usuários.
O que você está esperando para ingressar na Blogosfera ?

Para lembrar o triste dia de hoje em que você, Lavrador de Café, um belíssimo Portinari, deixou o MASP para viver noutro lugar. É de ti que mais sentiremos falta.
Se cansou de ter o Trianon como vista do outro lado da avenida, espero então que encontre um cafezal sem fim para contemplar.
Como cantou Mercedes Sosa, na composição de Horacio Salinas:
Para Cándido Portinari la miel y el ron, y una guitarra de azúcar y una canción, y un corazón.
(imagem gentilmente roubada do blógue Ritual Café)
Deu mais ou menos o que já imaginava.
| Você é de Social Liberal (66% permissive) e um… Economic Moderate (43% permissive) Você é melhor descrito como:
Link: O Teste de Política em Ok Cupid |
São Paulo é assim: coreanos traçando burekas na Casa Búlgara, do ladinho do Acrópoles, restaurante grego mais tradicional da cidade, que fica no coração do Bom Retiro, bairro que outrora acolheu, desde a década de 1930, judeus que fugiram de uma Europa castigada pela guerra e que a partir da década de 1980 tem se mudado para os Jardins, Higienópolis e Itaim Bibí.
E muito, muito trânsito.
Receber “parabéns” é bom e agente gosta.
Então fiquem a vontade aí nos comentários 😀