
Acho que nunca vou entender esse amor das mulheres por Neve.
Para nós homens, comparando com outro papel ótimo, ele vai continuar sendo 180% mais caro mas só 10% melhor.

Acho que nunca vou entender esse amor das mulheres por Neve.
Para nós homens, comparando com outro papel ótimo, ele vai continuar sendo 180% mais caro mas só 10% melhor.
This is the 12 weeks plus 4 days ultrasound result of our baby.
We don’t know yet if its a boy or a girl. Stay tuned, it will be revealed in the next one.
He is growing fast and we are looking forward for his arrival in february.
[flashvideo filename=http://avi.alkalay.net/articlefiles/2008/08/2008-08-15-Ultrasound_Parts-H264_672x464_650kbps-AAC_64kbps.mp4 overstretch=none width=672 height=487 showstop=true autostart=true volume=100 /]
If you can’t see the video above, please update your Flash Player here. It is a DVD-quality MP4 video compressed by x264.
Podem me chamar de geek mas eu adoro informação em formato digital.
Alguém mais adora comigo ?
Não é que eu não gosto exatamente do Windows. Acho ele até bem arquitetado, visualmente bonito e tem uma ótima estrutura para drivers, extensibilidade e plugins. Até uso ele bem.
Meu problema com o Windows é o que ele faz com a cabeça dos desenvolvedores de sistemas e por conseqüência dos usuários. O Vista, por exemplo, está sendo odiado pelos usuários primeiro porque — é normal — ainda não atingiu a maturidade e estabilidade familiares do XP. Segundo, porque introduziu uma ênfase em segurança que nós pingüins gostamos e achamos necessária, mas que os velhos XPs e W9#s não fazem a menor idéia do que se trata. Acham estranho o sistema pedir permissão para tudo.
O Windows parece afastar a mente dos desenvolvedores e usuários de boas práticas de uso de sistemas.
Exemplo: estamos avaliando um sistema de Digital Signage (o uso de PCs e TVs ao invés de placas de sinalização) e toda comunicação entre clientes e servidores é por IP. DNS não é usado. E engraçado que o sistema tem uns diálogos para cadastro desses IPs e nomes de máquinas, mas que não é seu hostname. Reinvenção da roda, prática ruim.
Quando um desenvolvedor Linux iria abrir mão de DNS ?!
Outro excelente exemplo é quando dizem que Windows é menos seguro. Balela. O que na verdade acontece é que sysadmins Windows tem menos noção de segurança porque aprenderam as coisas apertando botões, enquanto um sysadmin Linux precisou desenvolver um aprendizado mais teórico e profundo. Problemas de segurança são sempre de responsabilidade das pessoas e nunca de sistemas.
Um grande abraço para os bons sysadmins do mundo a fora. De Windows e de Linux.
E muito feliz também.
Voltamos das férias na Holanda com o ultrassom já marcado. Seria isto o que confirmaria a gravidez, se víssemos o coração batendo. Antes dele havia dúvida porque exames de sangue e hormônio deram resultados conflitantes.
E bingo. A primeira coisa que vimos foi o coração batendo.

Nesta fase pode-se ver o começo dos membros e cabeça, mas nada de rosto nem sexo. Mais detalhes só no próximo.
Aqui na IBM um funcionário troca de laptop mais ou menos a cada 4 anos. Minha última troca foi em novembro e recebi um ThinkPad T61 com CPU dual core, 2GB RAM e 120GB em disco. Uma maravilha de máquina.
Em termos de software, o computador já veio com Windows XP Pro, Lotus Notes, MS Word+Excel+PowerPoint 2002 e outros softwares que funcionários usam no dia-a-dia. O funcionário pode optar por instalar Linux, reparticionando ou não, com suporte interno. Pode também instalar aplicativos pré-homologados e pré-customizados de um repositório interno que chamamos de ISSI.
O Lotus Notes que usamos agora é a 8.0.1, que inclui o Symphony, suite de escritório baseado no OpenOffice.org e que nativamente lê e grava documentos no formato ODF (textos, planilhas e apresentações).
Semana passada recebemos um comunicado interno dizendo que novos computadores não terão mais o MS Office instalado. Caso o funcionário precise, terá que justificar e disparar um pedido de compra.
O Symphony é agora a suite de escritório oficial interna na IBM, globalmente. Significa também que o formato padrão de documentos é o ODF e formatos antigos como DOC, XLS são suportados como legado.
Por enquanto acredito que muitas pessoas vão justificar a compra do MS Office mas sempre serão a exceção. Como ODF é o porto seguro de formato que todo funcionário consegue abrir, o MSO será usado somente em casos especiais.
Agências de Publicidade ou de Marketing são 100% digitais hoje em dia. Geram conteúdo digital em forma de videos, animações, documentos, imagens etc. Às vezes preciso interagir com essas agências e é importante que todo seu potencial criativo esteja materializado em formatos abertos para que seus clientes (nós) tenham máxima flexibilidade ao usar seus serviços.
Este é um guia que envio para Agências de Publicidade, a fim de entregarem produtos em bons formatos. Cor verde indica os bons formatos, e vermelho os banidos.
Dia chato o de hoje. Desceram aqui com um Mac Mini novinho na caixa pedindo para que eu dê uma olhada, testar outros sistemas operacionais, ver como é que é.

É a primeira vez que experimento um Mac na minha mesa, com tempo. Antes, só de amigos ou em lojas.
Claro, a primeira coisa que fui atrás foi o terminal, o Bash, para me sentir em casa. O ‘uname’ retorna Darwin 9.0 ou algo do genero.
Há utilitários simplésimos no Mac OS para reparticionar a quente, e lá vou eu mandando Linux, depois Windows e depois veremos.
Em termos de hardware a maior diferença que se nota é a ausência de BIOS. Há a tal da EFI que ainda não investiguei a fundo. Meu único contato com ela até agora foi o boot depois do reparticionamento. Mostra uma tela gráfica com ícones enormes representando as partições e CDs detectados para se inicializar.
O Mac OS é bem bonito, cheio de animações. O menu constante fora da janela é um pouco intrigante no começo, mas depois passa a ser interessante. Fechar uma janela só faz ela desaparecer da sua frente, mas o aplicativo continua em execução.
A interface do Mac OS definitivamente serviu de inspiração para o Gnome, enquanto o Windows foi a base para o KDE. Hoje em dia, em termos de aplicativos e jeitão, percebo muitas coisas em comum entre o Mac, o Linux em geral e o Windows Vista.
Na caixa veio também um controle remoto pequeno que funciona em conjunto com uma aplicação chamada Front Row que é similar a MythTV ou Media Center.
So far so good.
Depois de muito tempo voltei ao Maha Mantra (também conhecido com o melhor restaurante vegetariano do mundo) para almoçar ontem. Descobri que mudou de dono e agora Fernando e Mariana tocam simpaticamente o lugar.
A comida continua espetacular, com ênfase no sabor indiano e temperos marcantes. Fernando me atualizou que os vegetais agora são orgânicos e vêm muito frescos de uma fazenda de Morungaba. É verdade, fresquíssimos.
O pudim de yougurt na sobremesa continua sensacional. E os chutneys, ah os chutneys…
A partir de 15/08/2008 o Maha Mantra abrirá nas noites de sexta e sábado servindo um buffet se sopas e saladas e opções no cardápio. Especificamente no dia 15/08, a partir das 18:30, haverá uma cerimônia do fogo para inaugurar essa nova atividade, com boca livre do buffet. Não vou perder.
I just participated in very successful proof of technology with Siemens OpenScape video conferencing products.
We made a point-to-point SIP high definition video conference over a local area network. Another test used H.323 protocol. We also included my SIP-enabled Nokia E61i in the conference over the office WiFi network in a direct multipoint call simply calling my phone’s IP address. Crystal clear sound.
The equipment statistics showed the following:
Video
Audio
Total of aprox. 1850 kbps for excellent and smooth audio and video quality.
Que delícia que é ler o Almanaque Brasil. Faz um monótono vôo (da TAM no caso, onde ele é distribuido gratuitamente) passar bem mais rápido.
É o tipo de revista que a gente lê de cabo a rabo. E como o vôo foi longo, lá no comecinho descobri que todo seu conteúdo é Creative Commons, incentivando sua disseminação.
E já que é assim, vou copiar para cá algo que aprendi em sua sessão Lambe-Lambe da edição 111 da revista, sobre como nasceu a música mais famosa do Brasil, a Garota de Ipanema, num único célebre encontro de seus autores Tom Jobim, Vinicius de Moraes e João Gilberto em 1962 no restaurante Au Bon Gourmet no Rio. Conta que precederam a primeira apresentação com o seguinte diáglogo:

In September 1956 IBM launched the 305 RAMAC, the first computer with a Hard Disk Drive (HDD).
Its weight was close to 1 ton and had a capacity of 5MB. So now please do not complain about the lack of storage in your 2GB pen drive.
Hoje recebi o seguinte e-mail da ABNT:
De: Milena Pires
Assunto: Formal AppealPrezados Membros,
Por solicitação do Diretor de Normalização, Sr. Eugenio Guilherme Tolstoy De Simone, informamos que, após a análise dos comentários dos Srs. Murilo Dantas e Deivi Lopes, a ABNT decidiu solicitar à ISO o cancelamento de todo o processo de elaboração da ISO/IEC DIS 29500 e seu retorno como um novo item de trabalho (NWIP) seguindo o processo normal de elaboração (sem Fast-Track) no âmbito do ISO/IEC/JTC1/SC34.
Atenciosamente,Milena Beguito Pires
Gerência do Processo de Normalização
ABNT/RJ – Av. Treze de Maio, 13 – 28º Andar
20031–901 – Rio de Janeiro – RJ
Significa que além de o Brasil ter votado NÃO em todo o processo de normalização do ISO/IEC DIS 29500 (mais conhecido como padronização do OOXML), tivemos também coragem de peitar a ISO e pedir o cancelamento de todo o processo por irregularidades que foram documentadas e enviadas a ISO semanas atrás.
Pelo que ouvi falar, isso nunca aconteceu antes em um processo Fast Track. Nunca inclusive houve uma apelação de nenhum país após um BRM antes do OOXML. Mas quatro países apelaram nesse caso.
Nunca antes também os processos da ISO foram tão expostos a níveis populares. Foi preciso um desejo de padronização de algo (o OOXML no caso) que tem enormes impactos populares, sociais, tecnológicos, e financeiros para expor esses processos (e a forma como são tocados) para que o mundo perceba como eles podem ser falhos e sucetíveis a opiniões pessoais. Onde só deveria haver espaço para posições independentes, tecnicamente fundamentadas.
O OOXML virando padrão ISO ou não (pelo andar da carruagem, não vai virar), o mundo aprendeu uma lição: a ISO precisa mudar.
Notícias como as do Banco do Brasil migrando seus 40.000 ATMs para Linux será cada vez mais freqüente.
Explico. Uma empresa que precisa manter uma infraestrutura de computadores largamente espalhados, deve ter uma equipe preocupada com os seguintes pontos:
Com excessão do primeiro ítem, todos devem acontecer obrigatoriamente dentro da empresa — ou terceirizado para uma equipe que trabalha de forma tão integrada com a empresa que pode também ser considerada interna.
Para uma equipe que precisa mergulhar tão profundamente na tecnologia de um projeto como esses, adicionar o primeiro ítem em seu conjunto de responsabilidades pode até ser benéfico porque traz mais controle.
Então, em casos como esse, ao invés de sair no mercado em busca de suporte pago ao SO, criar inteligência interna para prover esse suporte é um passo pequeno e fácil de ser absorvido, além de reduzir custos de licenças e suporte anual.
Empresas deste tipo são os grandes varejistas como Casas Bahia, Pão de Açucar, Droga Raia, Lojas Marabraz, etc — todos eles casos de sucesso no uso de Linux em seus Pontos de Venda.
Da perspectiva de TI, grandes bancos não são muito diferentes de varejistas. São idênticos na verdade, em termos de arquiteturas e fluxo da informação.
Banrisul e Bando do Brasil são os pioneiros no Brasil a entrar neste caminho, e anunciam o ingresso dos outros monumentais Itaús e Bradescos e Unibancos neste domínio de ATMs e caixas rodando Linux. Simplesmente porque não faz o menor sentido técnico e financeiro usar qualquer outro sistema operacional.
There is this website called Brand Tags that lets people quickly tag brands that pop up in a web 2.0 style.
Then you can also browse brand names and see their tag cloud.
For example, Linux is associated with “penguin”, “free”, “tux”, “cute”, “free” etc. Windows gets “computer”, “crap”, “crash”, “monopoly”, “sucks” etc. Apple gets “apple”, “computer”, “awesome”, “cool”, “design”, “innovation”, “love”, “trendy”. IBM gets “big big blue”, “boring”, “computer”, “corporate”, “old”, “pc”, “thinkpad”. Nike has a scary association with “child labor”. Oracle has a plain “database”.
In portuguese we use to say that people’s voice is God’s voice.
ISO has a press release about the 4 countries (India, Brazil, South Africa and Venezuela) and their appeal against the OOXML standardization.
The important part of it is this:
According to the ISO/IEC rules, a document which is the subject of an appeal cannot be published as an ISO/IEC International Standard while the appeal is going on. Therefore, the decision to publish or not ISO/IEC DIS 29500 as an ISO/IEC International Standard cannot be taken until the outcome of the appeals is known.
Which means OOXML cannot become a standard until the appeals get resolved and all countries get satisfied with the outcome.
In other words, OOXML is stucked in the limbo. It can’t be described, considered or even sold as an ISO standard.
It was sort of approved but can’t be approved. Well, the final specification text was not published yet anyways. With some luck, to technically fix OOXML can take the same amount of time as of solving the appeal.
Then we’ll go back to first question: does the world need tow standard ways to describe “helvetica, 12pt with red” or “a table with 3 columns and 5 rows” or even “page layout with 1.5cm margins” ?
As a reference, Brazilian appeal was published in Andy’s blog and is an informative yet concise enough text to understand the technical and process issues around OOXML.
Juro para vocês, a seguinte notícia apareceu no jornal sensacionalista Hora H hoje. Como não tem permalink, segue o screenshot mesmo.
Só faltou isto para ficar definitivamente provado que usuários de Slackware são assassinos e bebem o sangue de suas vítimas !
Bem, a notícia é verdadeira mas minha afirmação foi brincadeira… Eu, como a maioria dos usuários antigos de Linux, começamos com Slackware e é uma grande distribuição.
Fonte: Rodrigo Missiaggia
Desde que fui morar em Rio Claro para estudar na UNESP, o interior paulista virou meu amigo do peito, irmão camarada. Adoro as paisagens, os sotaques e as estradas.
Eis que fui convidado para dar uma aula na UNIFEB em Barretos, e lá fui eu cair na estrada. É longe pacas, mais de 900km, ida e volta. Veja o mapa.
Para garantir a imersão, fiz questão de ouvir só as rádios locais das cidades do caminho. A programação é 30% música e 70% propaganda local. Tocam todos os estilos do sabor romântico, e quanto mais longe da capital, mais só sertanejo moderno se escuta. As modas de viola que falam do amor pela terra, contam causos de boiada ou que são inspiradas pelo amor de uma mulher são coisas do passado que deixou saudade. Agora é só melodrama de ciúmes, sofrimento de amor e tal, cantado com muito vibrato.
Notável exceção é a Rádio da Universidade Federal de São Carlos. Num mesmo bloco conseguem tocar Rock alternativo, a MPB Maldita de Jorge Mautner e música eletrônica, tudo com explicações detalhadas do quando, do onde e do porquê. Uma rádio crua e espetacular.
As amplas paisagens se revezam entre laranja e canaviais sem fim. Treminhões triplos são constantemente vistos carregados de cana e lançam caules na beira da estrada.

As estradas são da mais alta qualidade, praticamente todas duplicadas, limpas, grama aparada e bem cuidadas. Um tapete, e não tenho dúvida de que são as melhores do país.
Só os pedágios dóem de mais. Viajar por essas estradas custa aproximadamente R$1 por cada 9km rodados. Um absurdo de caro, visto que já ouvi especialistas dizerem que esse valor deveria cobrir dez vezes mais, uns 100km.
Comparado com o combustível necessário para esta viagem, são aproximadamente R$140 de gasolina para R$100 em pedágios. Com um carro mais econômico, o combustível para a viagem sairia mais barato que os pedágios. Algo que não parece ter nenhum cabimento.
| R$52 em 9 pedágios para 458km rodados. Ou 8.83km para cada R$1. VOLTA ↓ |
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↑ IDA R$48 em 9 pedágios para 467km rodados. Ou 9.74km para cada R$1. |

The Iron Man movie is all about programmers. Being challenged and have to invent something that will make you get rid of hand work, the adventure of a project, to mold, test and debug, and the joy of having a prototype inspiring the next perfect design.
Just don’t miss it. The metal man movie has a lot of Heavy Metal music and Robert Downey Jr., both fit perfectly.
Oh, and stay until after the final credits to see what are the plans for the next movie.
Costumo dizer que são os desenvolvedores as figuras mais importantes no cenário da TI corporativa.
Não é o CIO não. Este conversa com outros gerentes e assina o cheque, mas só e somente só quem sabe “meter a mão em código” pode transforma um problema de negócio em um software capaz de resolvê-lo, e estes são os desenvolvedores.
Dias 18 e 19 de de Junho a IBM vai fazer um evento para nós desenvolvedores no WTC Hotel em São Paulo (Av. Nações Unidas 12551, clique para ver no mapa). O Development Conference 2008.

Você também pode submeter um assunto e ser o palestrante. Aproveite o evento também para se certificar.
Detalhes sobre inscrição estão aqui e no telefone 0800 707 1426, ramal 1105.
Bom evento !
Fico sem fôlego de tanta emoção que me causou a Virada Cultural que aconteceu este final de semana. É um evento simplesmente fantástico, genial, alucinante, maravilhoso e qualquer outro adjetivo que você possa imaginar.
Para quem ainda não sabe o que é, instituiram que em um certo final de semana perto de abril e maio de todos os anos, a cidade de São Paulo inteira — mas principalmente o centro — abrigará 24 horas ininterruptas de atividade cultural gratuita, indiscriminada, intensa e a céu aberto. Vai de música, a teatro, a cinema, a dança e por aí vai. Começou sábado umas 17:00 e foi até o final da tarde de domingo. E olha, não dá pra descrever o que foi aquilo, mas vou tentar.
Tenho a sorte de morar perto do centro e fizemos todos os programas a pé. Os dias estavam lindos e nos divertimos à beça. Confira:
Teatro Mágico, palco da Av. São João com R. Aurora, domingo às 9:00

Mas o mais bonito da Virada foram “aquelas pessoas andando pelo centro da cidade como donas do local” — para usar as palavras do Andre que resumiu bem o evento. Outro grande amigo também disse exatamente a mesma coisa e eu tenho que concordar com ambos.
Lamento não ter ido nos Bossacucanova, Tetê, nos violeiros do Mercado Municipal, Pepeu, Kroma, Celso Pixinga, e tantos outros que queria ver e prestigiar, isso sem nem contar as apresentações de dança, maratonas de cinema, teatro etc.
Ano que vem não perco a Virada por nada. Se tiver viagem, desmarco. Compromisso inadiável, falto. Se adoecer, fico são na hora. Mas vou. E espero encontrar você lá.
Veja também o mapa do Centro e os locais destes shows:
Um conhecido me comentou que fez o seguinte teste:
Bem, tire suas próprias conclusões. Depois imagine quais das suas informações financeiras pessoais foram negociadas entre a vazaram da Receita Federal para tal editora.
Esta é a programação que pretendo fazer nesta Virada Cultural. São as coisas que eu quero ver, e em vermelho as coisas que mais quero e pretendo conseguir.
Este ano o foco vai ser só música. Não dá pra fazer tudo… 🙁
Isn’t this web app very neat? You must interact to feel it.
Está lá no céu exatamente agora este Arco-Íris sorrindo prá gente.


Alguns dos prédios na foto são os da Rua Estela.
Nota do dia seguinte:
Na noite desse arco-íris houve um terremoto que muitas pessoas sentiram em São Paulo. Parece até causo bíblico: arco-íris relacionado a desastres naturais como dilúvios e terremotos.
Moisés conduziu os Hebreus escravos, a base do insosso pão que não inchou, do Egito à uma terra prometida de Israel onde jorraria com abundância o leite e o mel.
Até hoje celebra-se esse acontecimento como a Pascoa Judaica, ou Pessach.
Então desejo a todos vocês um bom Pessach recordando o verdadeiro sentido de tudo isso: libertar-se das coisas que nos escravizam, dos desejos inchados, dos vícios físicos e mentais, e ir ao encontro de um prometido aqui-interior onde a felicidade e bem aventurança jorram em abundância como se fossem leite e mel.
Alguém pode me explicar por favor? Isso transcende o meu poder de compreensão.
A post by Michael DeHaan and others inspired me to say a few words about the importance of ISO standards for developers:
Many developers are clamming that good specifications are more important than standards, specially now that the OOXML process opened to the public the dungeons of ISO processes and how the organization produces standards. This is a clear example on how ISO’s reputation is compromised.
But unfortunately “ISO standards” are what governments tend to use. These are the words they put in their Request For Proposals when they are going to buy things. These “ISO standards” are the words they use to claim how they’ll interoperate and trade across borders. And also how public institutions will interoperate with private institutions. Over time, it defines also how private institutions use technology.
So yes, ISO standards for Information Technology do matter from a developer standpoint because they are crucial in shaping the flow of information in the society in general.
Lets put it this way: technical specifications stand for research and development team while to be an ISO standard equals to have a strong sales force. An IT product needs both to succeed.
So you, developer, can use whatever you want or like. But if you want to interoperate with non-developer folks, you — the smartest guy in this context — will have to use what non-developers use, and they use what has a stronger marketing force as “this is an ISO standard”. This is why ISO standards (good or bad) should be in the focus of our attention.
Since the world already has an International Standards Organization, and since we learned it must be patched, it is our responsability — we, the developers, geeks, sysadmins etc — to be aware of and get involved with what ISO is standardizing right now and help the technical process of standardization to happen solely with technical arguments and not political interests.
Otherwise the future world will still be divided in two groups of developers: those that develop with/for good stuff and those that develop with/for stuff used by non-developers just because a powerful company had the strength to standardize it whatever it takes.
Por Doc Searls. Original: http://www.linuxjournal.com/article/9976#mpart1
Se ganhasse uma fortuna hoje eu iria:
E você ?
Por Doc Searls. Original: http://www.linuxjournal.com/article/9943#mpart1

There was an ISO/IEC/JTC1 meeting in Oslo, Norway wednesday and the local community protested against OOXML and demanded more integrity in ISO’s processes. I couldn’t agree more.
Esta semana levei uns parentes do exterior para jantar no Tordesilhas, restaurante brasileiro especializado em Bobós, Farofas, Muquecas, Maracujás, Mandiocas, Dendês, Côcos, Pimentas, Cachaças, Goiabas, Açaís etc da nossa Terra Brasilis.
Eu fiquei nada menos que impressionado em como tudo estava saboroso e o atendimento impecável.
Esse restaurante é parada obrigatória para qualquer estrangeiro que der um tempo em São Paulo, afinal nossa culinária e sua diversidade é a rota mais deliciosa para se conhecer o Brasil.
Você, brasileiro, também não deixe de experimentar. R. Bela Cintra 465, perto da Av. Paulista.
Algumas pessoas andaram me perguntando por que a IBM não está participando do FISL 2008.
Percebia em seu tom de voz (ou nas linhas do Jabber/Google Talk) que na verdade perguntavam se a IBM está parando de suportar Open Source. Não está.
A IBM continua a suportar Linux, Open Source e Padrões Abertos de forma absolutamente central.
Muitos dos produtos mais estratégicos da IBM tem elementos Open Source em seu núcleo, como o Eclipse, Apache, diversas bibliotecas etc. Além do mais, Linux ocupa um papel fundamental como plataforma operacional para uma série de iniciativas de Cloud Computing, Grid, Web Services etc.
Linux é inclusive a plataforma sugerida, sempre que possível, na implementação de soluções em clientes.
Sem usar meu chapéu da empresa, minha opinião é que a IBM tem uma estratégia muito bem balanceada sobre como usar e integrar Open Source. Muita inovação ainda acontece no universo do software de código fonte fechado e não há porque não explorar isso comercialmente. Mas é muito claro dentro da empresa que Open Source está deixando de ser algo somente para a infraestrutura e vem avançando no middleware e níveis acima também. Isto é muito be visto como uma rota natural da indústria de software. E se por acaso a IBM demonstra uma resistência ou outra quando algum Open Source passa a concorrer diretamente com um de nossos produtos, isso é só um reflexo do instinto de preservação que em seguida abre espaço para adaptação.

A IBM este ano não está participando do FISL por uma questão tática temporária interna. Alguns grupos mudaram, pessoas se movimentaram (como acontece em todas as empresas) e simplesmente não deu tempo. Só isso.
Mas ficou uma vontade enorme de ir.
Em 2007 participei de uma série de reuniões com clientes e discussões sobre a importância do Second Life na estratégia de qualquer pessoa ou empresa que se julgue “in”.
Veja, não estou dizendo que o Second Life é importante, mas que muitas pessoas e empresas chegaram a discutir isso seriamente.
Levante a mão quem já entrou no Second Life. Agora levante a mão quem entrou mais de uma vez e continua usando.
A Sociedade da Informação de hoje não esta pronta nem tecnológica nem psicologicamente para esses mundos virtuais. Mas eles nos ensinaram uma lição: muito relacionamento humano está acontecendo em forma de fluxo de bits, e as empresas querem estar onde as pessoas [seus clientes] estão.
O Second Life (e similares) é a manifestação máxima dessa malha digital de relacionamentos (também conhecida como Web 2.0), mas se é ainda inusável, que tal as empresas clarearem seus objetivos – estar perto das pessoas, lembra? – e usarem outras ferramentas da mesma família para atingí-los?
Que tal criarem blogs corporativos para se comunicarem de forma mais direta, descontraida e interativa com seus clientes, como a IBM, Sun, Intel, Google, Microsoft, Nokia tem feito ?
Que tal aumentarem sua participação em comunidades onde as pessoas estão, como Orkut, Facebook etc? Essas festas online, especificamente, são um prato cheio para fabricantes de produtos de uso final. E não estou falando de spam, mas de uma participação oficial que realmente agregue valor.
Que tal usarem conceitos de Wikinomics a fim de criar novos produtos baseado diretamente no desejo do consumidor ?
Agências de propaganda que tiverem afinidade com essas novas características da Sociedade da Informação poderão levar seus clientes a graus de competitividade mais confortáveis.
Profissões como Gerente de Redes Sociais, Blogueiro Corporativo, Evangelizador Digital estão surgindo no horizonte, são profissionais raros e que começam a ser procurados pelas empresas.
Esse profissional precisa de alguns ingredientes bem apimentados: capacidade de comunicação, bom conhecimento dos produtos da empresa, entender como redes sociais digitais funcionam, seus códigos de ética etc, alguns conhecimentos do linguajar dessa nova esfera (feeds, podcasts, trackbacks, avatars, OpenIDs etc) para fazer a tecnologia efetivamente trabalhar a seu favor, noções de user-friendlyness, etc. Meio técnico, meio comunicador, meio designer, meio webguy. Uma mistura bastante peculiar de características.
E como se trata de comunicação externa, há um certo risco e medo envolvido. “Será que meu blogueiro vai falar o que não deve, revelar segredos, etc?”.
Posso contar como isso aconteceu aqui na IBM. Há anos foram criados blogs, wikis e outras ferramentas típicas da Web 2.0 na Intranet. Todo funcionário pode ter seu blog interno, pode criar um wiki, etiquetar sites e pessoas, e automaticamente tem um perfil online tipo Orkut, que chamamos de Bluepages. Há também uma atmosfera e incentivo quase que formal para fomentar inovação, mas isso é outra história.
Alguns funcionários que começaram a blogar internamente passaram a fazer isso para a Internet. Houve uma espécie de seleção natural dos escritores.
O curioso é que essas ferramentas internas não foram criadas para fazer tal seleção. Mas seu uso é tão marcante no dia a dia dos funcionários que elas até viraram produtos para empresas que querem criar sua infraestrutura para a Web 2.0 sem o uso das ótimas opções em Software Livre que existem por aí.
Mas voltando às profissões, o mais interessante é que não há curso universitário que forme para tal missão. Pense nisso.
Num jantarzinho em casa ontem abrimos um Chocalán Carmenère Reserva 2005 que eu trouxe do Chile semana retrasada.
Comprei esse vinho porque pude degustar na loja, era bem barato (acho que uns R$25 depois de converter de Pesos Chilenos) e a princípio não tinha gostado do cheiro, mas o sabor era bem melhor.
A surpresa ontem: depois que ele ficou bastante tempo respirando, ficou melhor ainda. Definitivamente uma ótima relação custo-benefício.
Diga-se de passagem, meu amigo enófilo me disse que 2005 foi um super ano para os vinhos chilenos, apesar de ainda ser cedo para abrí-los.
This is my first post in the new WordPress 2.5.
Upgrade was as easy as:
$ cd avi.alkalay.net
$ svn sw http://svn.automattic.com/wordpress/tags/2.5/
Everything worked without any changes, including my experimental content-optimized Plasma theme.
The new WordPress has lots of improvements, specially in the administration part and I recommend it.
I am learning a lot from all this standardization process.
I was a member of the brazilian committee and I also analyzed the specification. My country disapproved OOXML and I think this was a decision based on logic lead by the process.
The JTC1 rules page 49 item 9.8 says:
NBs may reply in one of the following ways:
- Approval of the technical content of the DIS as presented (editorial or other comments may be appended);
- Disapproval of the DIS (or DAM) for technical reasons to be stated, with proposals for changes that would make the document acceptable (acceptance of these proposals shall be referred to the NB concerned for confirmation that the vote can be changed to approval);
- Abstention (see 9.1.2).
[Note: Conditional approval should be submitted as a disapproval vote.]
In other words, from my understanding, if there is one or more technical problems, the NB must disapprove the DIS. Many countries found many technical problems in OOXML that are still unresolved even after the BRM.
I also understand that such an important matter as an International Standard for Office Documents can’t be defined by 10 or 30 opinions collected as votes in a committee. Thats why the JTC1 process above talks about technical content, not opinion or vote. What I learned from studying the OOXML specification is that it is not ready for acceptance since many countries have found and reached consensus that the spec has problems, even after the BRM. If the NB-leveraged technical team — formed by people that would vote YES and NO — has produced a list of submitted problems in the spec, this list is by itself the consensus that the spec is still problematic.
I would like to understand why an NB that has produced technical comments voted YES or ABSTAINED. I thought abstention is a position for countries that were not able to create a committee to technically discuss the specification for reasons such as logistics or lack of quorum.
I am learning about all this and I’d like to have more solid arguments to build an opinion about these NB’s maturity to run a well documented process.