Tenho um apartamento ótimo para alugar em São Paulo.
Mobiliado, no Itaim Bibi, ótima localização. Mais detalhes aqui.
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Coral Russo Sretensky no Mosteiro de São Bento
Conforme havia twittado ontem, assisti ao Coral Russo do Monastério Sretensky ontem no Mosteiro de São Bento.
Filas gigantescas e mosteiro lotadíssimo garantiram que assistiríamos de pé. Mas valeu a pena. Um coral de uns 30 homens soltaram a voz que ecoou forte no teto alto da catedral.
Quando fui a Russia, no ano passado, descobri os corais sacros de lá e fiquei exaltado. Esperava aquele tipo de música inspiradora mas a apresentação de ontem foi mais folclórica, popular e de ritmos mais rápidos. Bom também.
Devo parte da diversão de ontem à visão dos litúrgicos da Igreja Ortodoxa Russa, com suas longas barbas e que se vestem de forma peculiar aos nossos olhos brasileiros.
Sobre o Mosteiro de São Bento, no centro de São Paulo, nunca havia entrado antes. Muito bem decorado e preservado, com diversas inscrições em latim, imagens de santos, anjos etc. Vale a visita.
Dois computadores na palma da minha mão
Da série Crônicas de TI Moderna, tenho essa foto para lhes mostrar.

O cara chegou na sala, esticou o braço segurando isso pela correntinha e disse: “Estou com as duas VMs aqui”. Tratava-se desse minúsculo flash drive USB de 8GB, carregando duas máquinas virtuais de 4GB cada.
E me lembrei daquele artigo sobre Paravirtualização onde escrevi: “A máquina paravirtual passa a ser como um líquido que se adapta a qualquer recipiente, podendo ser migrada a quente para outro equipamento com apenas milissegundos de indisponibilidade real, armazenada em backup ou fazer parte de uma infra-estrutura de alta-disponibilidade de máquinas virtuais.”
Mini Papers: Pílulas de Conhecimento
Alguns anos atrás começamos uma iniciativa na IBM de publicar regularmente artigos curtos que abordam temas de Tecnologia da Informação, suas aplicações e impacto nos negócios e na sociedade.
São chamados de Mini Papers e recentemente começamos a publicá-los no portal developerWorks, em um formato de blog. Tem até um feed para os ávidos leitores.
Estes são meus favoritos:
- Component Business Modeling e O Modelo Econômico da Inovação de Rafael Dan Schur
- Análise de Redes Socias de Mario Costa
- Enterprise Architecture: planejando TI de maneira Corporativa de Luís Fernando Liguori
- Serious Game é Jogo Sério de Wilson Cruz
- Software as a Service de Cristiane Ferreira
- Arquitetura Orientada a Serviços (SOA) de Cintia Barcelos
- Wikinomics de José Spagnuolo
- Open Source na Prática, Paravirtualização e A Blogosfera, de minha autoria
Os autores escrevem por espontânea vontade e são especialistas no assunto, tanto que os artigos ganharam muito prestígio dentro da IBM. Sempre cabem em uma página, rápidos de ler e que dão o almejado “elevator pitch“.
Para quem ainda não entendeu que é marmelada
Os defensores do OOXML, que defendem só com um monte de argumentos vagos e de meias respostas, nada técnicos, precisam ver o que aconteceu na Noruega esses dias,
O organismo padronizador daquele país aprovou o OOXML mesmo que grande parte de seu corpo técnico foi contra. Ou seja, rolou marmelada forte.
Gostaria que eles respondesem a minha carta aberta aberta os NBs que votaram SIM.
Open Source com Maturidade
Para quem quer ter um exemplo de uma abordagem madura para a adoção de Open Source em uma empresa, é só ver como a Petrobras faz, num artigo no Convergência Digital.
Alguns trechos empolgantes de Jorge Sued, gerente de TIC da Petrobras:
- “já houve seleções em que aplicações baseadas no ‘open source’ foram vencedoras, não por questão de custo, mas por qualidade técnica”
- “Não há nada grátis no modelo empresarial do ‘open source’. A nossa idéia é normatizar porque é um mundo novo. Há questões de suporte, manutenção e evolução que precisamos e queremos definir”
- “O software livre está ganhando espaço. A prova é que a Petrobras vai criar normas para utilizá-lo”
Quando faço palestras sobre Open Source versus Closed Source, enfatizo os seguintes pontos:
- Empresas devem usar e adquirir, de preferência, somente software maduro para o objetivo desejado.
- O modelo Closed Source atinge maturidade segundo este ciclo: (a) desenvolvimento ⇒ (b) estabelecimento de suporte local ⇒ (c) uso massivo ⇒ (a) mais desenvolvimento.
- O modelo Open Source atinge maturidade segundo este ciclo: (a) desenvolvimento ⇒ (b) uso massivo ⇒ (c) estabelecimento de suporte suporte local ⇒ (a) mais desenvolvimento.
A única diferença entre os dois modelos é a ordem em que as coisas acontecem.
Isso também me lembra algo que um colega costuma dizer: “Open Source só é de graça se o seu tempo não vale nada”.
Escrevi extensamente sobre este assunto em vários artigos: Open Source na Prática, Open Source geeks should read this, Quando abrir o código fonte.
Para que afinal servem essas redes sociais online ?!

… foi a pergunta que me fez hoje no almoço o Agostinho Villela, uma cara multicultural, multimídia e multilegal que trabalha comigo.
— Agostinho, tu não pode ver essas coisas como sites. Orkut, Facebook etc são como festas (© Avi Alkalay). — respondi na hora.
É fácil continuar pensando nisso: geralmente você se veste bem para ir a uma festa, se arruma de acordo com a ocasião, trabalha bem o seu perfil, inclui boas fotos, coleciona bons depoimentos etc.
O que muda é o que cada um faz numa festa. Alguns vão paquerar, outros só querem encontrar velhos amigos, ou fazer novos, ou só fazer contatos profissionais (caso do Linked In), outros ainda estão interessados em usar o poder de alcance da Web para achar interlocutores de assuntos raros. E muitos, como eu, fazem tudo isso.
Sou um dos primeiros usuários do Orkut no Brasil — entrei em fevereiro de 2004 — e posso dizer com toda propriedade que isso mudou a minha vida. Apesar de não ser mais um freqüentador tão assíduo.
Não que eu adore o Orkut. Tecnicamente acho o Facebook, por exemplo, bastante superior. Mas creio que qualquer um declinaria um convite a uma festa cheia de pirotecnias e luzes bonitas ao preferir estar em outra mais simples, onde se pode desfrutar da companhia de seus amigos e o poder de suas respectivas conexões.
Mas a festa evoluiu. Ela tem uma espécie de onisciência e onipresença. Ao alcance de um clique, pode-se saber mais sobre o autor de um comentário interessante: é a onisciência. E pode-se participar de várias conversas simultaneamente: é a onipresença.
Nunca canso de citar Doc Searls e David Weinberger em seu artigo Mundo de Pontas (“World of Ends”). Dizem que a Internet é uma grande esfera oca com a superfície formada por pontas interconectadas. Bem, nós somos as pontas e ela é oca porque não há nada no meio que limite a nossa interação.
De todos os nossos selves, o mais novo é o Digital Self (© Avi Alkalay ?). Acredito que esse conceito vai se consolidar e em breve cada indivíduo terá uma URL (um permalink) onde se encontra seu OpenID, parte pública de sua assinatura digital, perfil, interesses, blogs etc. Algo como os perfis dos Orkuts, Facebooks etc, só que consolidados em um só lugar.
Existem mil e uma maneiras de ir a uma festa. Orkuts, forums, Google Talks, SecondLifes, blogs, planets etc. Invente a sua.
Êita !
Quero imbicar na reca abafanética e viver meio amostrado, afuleimado nessa coisa arretada que é o passo. Se avexe na bacafusada se derreinhando encangado na alegria influído na massa, com munganga em vuco-vuco e rugi-rugi vou sentindo o furdunço, frege da multidão. Assim, arapuá, acochado, destabocado, meio cabreiro digo: eita! é o Frevo.
Glossário Pernambuquês
- abafanética: ofegante
- acochado: destemido
- afuleimado: em estado de excitação
- amostrado: exibido
- arapuá: cabelo assanhado
- arretada: coisa boa
- avexe: se apresse
- bacafusada: confusão
- cabreiro: desconfiado
- derreinhado: apaixonado
- destabocado: exaltado
- eita: surpresa
- encangado: inseparável
- frege: reboliço
- furdunço: agitação
- imbicar: mergulhar
- influído: animado
- munganga: jeito
- rugi-rugi: esfrega-esfrega
- reca: grupo de pessoas que segue uma direção
- vuco-vuco: empurra-empurra
Extraido de um artigo sobre Frevo na revista Raiz de cultura popular, encontrado nas Montanhas do Japi.
Qual é a sua raça ?
Perguntaram-me esses dias qual era a minha raça. Respondi o seguinte:
A minha raça é a humana, como a de vocês e de qualquer pessoa que caminha ou caminhou sobre este planeta.
Acho que o que vocês querem saber é alguma coisa entre etnia e cor de pele das pessoas.Hoje em dia a palavra “raça” não é mais usada para definir etnia. http://pt.wikipedia.org/wiki/Raça
Raça é o que diferencia o gorila do orangotango, ou o labrador do pequines. Não o homo negro do homo amarelo do homo branco.Além de que a palavra “etnia” é muito mais chique. Eu por exemplo sou e-tno porque recebo muito e-mail, participo de e-meetings, estou envolvido em projetos de e-business que geram vendas de e-servers, e-tcetera.
Neve para Mulheres

Acho que nunca vou entender esse amor das mulheres por Neve.
Para nós homens, comparando com outro papel ótimo, ele vai continuar sendo 180% mais caro mas só 10% melhor.
Vida Digital
Podem me chamar de geek mas eu adoro informação em formato digital.
- Música ⇒ MP3
- Filme ⇒ H.264 com MP4 ou MKV
- Idéias ⇒ ODF
- Desenhos ⇒ SVG
- Fotos ⇒ JPEG
- Termos ⇒ Wikipedia
- Qualquer coisa que já foi ou será inventada ⇒ XML
- O mecanismo de funcionamento do mundo ⇒ Código, Software
- Gente ⇒ Orkut, Geni, FaceBook, SecondLife, Lively, etc
- Festa, ou onde pessoas trocam de tudo ⇒ Web 2.0
- Repositório para criação coletiva de idéias ⇒ Wiki
- Um ponto na Terra ⇒ Google Maps
- E, para encontrar tudo isso ⇒ URLs, Permalinks
Alguém mais adora comigo ?
O que eu não gosto no Windows
Não é que eu não gosto exatamente do Windows. Acho ele até bem arquitetado, visualmente bonito e tem uma ótima estrutura para drivers, extensibilidade e plugins. Até uso ele bem.
Meu problema com o Windows é o que ele faz com a cabeça dos desenvolvedores de sistemas e por conseqüência dos usuários. O Vista, por exemplo, está sendo odiado pelos usuários primeiro porque — é normal — ainda não atingiu a maturidade e estabilidade familiares do XP. Segundo, porque introduziu uma ênfase em segurança que nós pingüins gostamos e achamos necessária, mas que os velhos XPs e W9#s não fazem a menor idéia do que se trata. Acham estranho o sistema pedir permissão para tudo.
O Windows parece afastar a mente dos desenvolvedores e usuários de boas práticas de uso de sistemas.
Exemplo: estamos avaliando um sistema de Digital Signage (o uso de PCs e TVs ao invés de placas de sinalização) e toda comunicação entre clientes e servidores é por IP. DNS não é usado. E engraçado que o sistema tem uns diálogos para cadastro desses IPs e nomes de máquinas, mas que não é seu hostname. Reinvenção da roda, prática ruim.
Quando um desenvolvedor Linux iria abrir mão de DNS ?!
Outro excelente exemplo é quando dizem que Windows é menos seguro. Balela. O que na verdade acontece é que sysadmins Windows tem menos noção de segurança porque aprenderam as coisas apertando botões, enquanto um sysadmin Linux precisou desenvolver um aprendizado mais teórico e profundo. Problemas de segurança são sempre de responsabilidade das pessoas e nunca de sistemas.
Um grande abraço para os bons sysadmins do mundo a fora. De Windows e de Linux.
Estou Ligeiramente Grávido
E muito feliz também.
Voltamos das férias na Holanda com o ultrassom já marcado. Seria isto o que confirmaria a gravidez, se víssemos o coração batendo. Antes dele havia dúvida porque exames de sangue e hormônio deram resultados conflitantes.
E bingo. A primeira coisa que vimos foi o coração batendo.

Nesta fase pode-se ver o começo dos membros e cabeça, mas nada de rosto nem sexo. Mais detalhes só no próximo.
Como a IBM gradativamente abandona o MS Office
Aqui na IBM um funcionário troca de laptop mais ou menos a cada 4 anos. Minha última troca foi em novembro e recebi um ThinkPad T61 com CPU dual core, 2GB RAM e 120GB em disco. Uma maravilha de máquina.
Em termos de software, o computador já veio com Windows XP Pro, Lotus Notes, MS Word+Excel+PowerPoint 2002 e outros softwares que funcionários usam no dia-a-dia. O funcionário pode optar por instalar Linux, reparticionando ou não, com suporte interno. Pode também instalar aplicativos pré-homologados e pré-customizados de um repositório interno que chamamos de ISSI.
O Lotus Notes que usamos agora é a 8.0.1, que inclui o Symphony, suite de escritório baseado no OpenOffice.org e que nativamente lê e grava documentos no formato ODF (textos, planilhas e apresentações).
Semana passada recebemos um comunicado interno dizendo que novos computadores não terão mais o MS Office instalado. Caso o funcionário precise, terá que justificar e disparar um pedido de compra.
O Symphony é agora a suite de escritório oficial interna na IBM, globalmente. Significa também que o formato padrão de documentos é o ODF e formatos antigos como DOC, XLS são suportados como legado.
Por enquanto acredito que muitas pessoas vão justificar a compra do MS Office mas sempre serão a exceção. Como ODF é o porto seguro de formato que todo funcionário consegue abrir, o MSO será usado somente em casos especiais.
Como Receber Conteúdo de Agências de Publicidade
Agências de Publicidade ou de Marketing são 100% digitais hoje em dia. Geram conteúdo digital em forma de videos, animações, documentos, imagens etc. Às vezes preciso interagir com essas agências e é importante que todo seu potencial criativo esteja materializado em formatos abertos para que seus clientes (nós) tenham máxima flexibilidade ao usar seus serviços.
Este é um guia que envio para Agências de Publicidade, a fim de entregarem produtos em bons formatos. Cor verde indica os bons formatos, e vermelho os banidos.
Fomatos para Audio, Video e Filmes
- Arquivos no formato MKV (Matroska) ou MP4 (MOV, M4V) com faixa de vídeo em formato H.264 ou MPEG-4 AVC. A faixa de áudio do arquivo deve estar no formato AAC ou MP3. O video deve ter a resolução original da câmera que foi usada na gravação e não deve ser reduzido para resolução de DVD.
- No caso de legendas, que estejam em trilhas independentes nos arquivos MKV ou MP4. Ou como arquivos SRT separados. Nunca sobrescritos no video.
- No caso de filmes a serem embutidos em Flash Players, favor usar arquivos MP4 otimizados para streaming, contendo video comprimido em H.264 e AAC para audio. O formato FLV é proprietário, ineficiente e considerado obsoleto hoje em dia.
- Formatos proprietarios como WMA, WMV, ASF, AVI não serão aceitos por permitirem pouca flexibilidade.
- Formatos como MPEG (.mpg) são considerados obsoletos em favor do conjunto MPEG-4.
- Não é necessário nem desejável transformar o video em DVD, por ser um formato pouco prático, menos bom e obsoleto. Mas o DVD pode ser usado para gravar o arquivo MP4 ou MKV (sem conversão) para entregá-lo ao cliente.
Imagens e Arte Gráfica Estática
- PNG para arte gráfica e imagens geradas por computador. Por favor observem e respeitem transparências e alpha channels das imagens.
- JPEG somente para fotografias, nunca para arte gráfica e gerada por computador.
- XML-SVG para graficos vetoriais. Pode ser editado em ferramentas como Adobe Illustrator e Inkscape, e visualizado no próprio Firefox.
- Ainda para arte vetorial, formatos como OpenDocument (do OpenOffice.org) e PowerPoint também são aceitos.
- TIF e GIF são considerados ineficientes e obsoletos após a invenção do PNG.
- AI e CDR são formatos proprietários e não podemos visualizá-los. Exporte para SVG.
- PSD e EPS são pouco práticos no dia a dia mas gostariamos de recebê-los como referência.
Animações Flash
- Páginas web em geral não devem conter Flash. Use DHTML com JavaScript.
- Arquivos Flash para sinalização digital (digital signage) devem estar no formato SWF, nunca EXE.
- Antes de enviar o arquivo SWF, por favor teste no Firefox, não somente no Internet Explorer.
- Se o contrato permitir, a Agência deve entregar também o arquivo fonte do SWF.
- No caso de filmes a serem embutidos em Flash Players, favor usar arquivos MP4 otimizados para streaming, contendo video comprimido em H.264 e AAC para audio. O formato FLV é proprietário, ineficiente e considerado obsoleto hoje em dia.
- Animações Silverlight não são suportadas nem aceitas.
Páginas e Aplicações Web
- HTML e JavaScript devem ser testados e rodar bem no Firefox, Safari e Internet Explorer.
- Páginas web não devem ter conteúdo Flash, somente em casos especiais.
- Aplicações web de servidor devem ser feitas em Java, PHP ou Python. Nunca ASP, .NET ou ColdFusion.
Um Mac Mini na Minha Mesa
Dia chato o de hoje. Desceram aqui com um Mac Mini novinho na caixa pedindo para que eu dê uma olhada, testar outros sistemas operacionais, ver como é que é.

É a primeira vez que experimento um Mac na minha mesa, com tempo. Antes, só de amigos ou em lojas.
Claro, a primeira coisa que fui atrás foi o terminal, o Bash, para me sentir em casa. O ‘uname’ retorna Darwin 9.0 ou algo do genero.
Há utilitários simplésimos no Mac OS para reparticionar a quente, e lá vou eu mandando Linux, depois Windows e depois veremos.
Em termos de hardware a maior diferença que se nota é a ausência de BIOS. Há a tal da EFI que ainda não investiguei a fundo. Meu único contato com ela até agora foi o boot depois do reparticionamento. Mostra uma tela gráfica com ícones enormes representando as partições e CDs detectados para se inicializar.
O Mac OS é bem bonito, cheio de animações. O menu constante fora da janela é um pouco intrigante no começo, mas depois passa a ser interessante. Fechar uma janela só faz ela desaparecer da sua frente, mas o aplicativo continua em execução.
A interface do Mac OS definitivamente serviu de inspiração para o Gnome, enquanto o Windows foi a base para o KDE. Hoje em dia, em termos de aplicativos e jeitão, percebo muitas coisas em comum entre o Mac, o Linux em geral e o Windows Vista.
Na caixa veio também um controle remoto pequeno que funciona em conjunto com uma aplicação chamada Front Row que é similar a MythTV ou Media Center.
So far so good.
A Volta do Maha Mantra
Depois de muito tempo voltei ao Maha Mantra (também conhecido com o melhor restaurante vegetariano do mundo) para almoçar ontem. Descobri que mudou de dono e agora Fernando e Mariana tocam simpaticamente o lugar.
A comida continua espetacular, com ênfase no sabor indiano e temperos marcantes. Fernando me atualizou que os vegetais agora são orgânicos e vêm muito frescos de uma fazenda de Morungaba. É verdade, fresquíssimos.
O pudim de yougurt na sobremesa continua sensacional. E os chutneys, ah os chutneys…
A partir de 15/08/2008 o Maha Mantra abrirá nas noites de sexta e sábado servindo um buffet se sopas e saladas e opções no cardápio. Especificamente no dia 15/08, a partir das 18:30, haverá uma cerimônia do fogo para inaugurar essa nova atividade, com boca livre do buffet. Não vou perder.
Almanaque Brasil
Que delícia que é ler o Almanaque Brasil. Faz um monótono vôo (da TAM no caso, onde ele é distribuido gratuitamente) passar bem mais rápido.
É o tipo de revista que a gente lê de cabo a rabo. E como o vôo foi longo, lá no comecinho descobri que todo seu conteúdo é Creative Commons, incentivando sua disseminação.
E já que é assim, vou copiar para cá algo que aprendi em sua sessão Lambe-Lambe da edição 111 da revista, sobre como nasceu a música mais famosa do Brasil, a Garota de Ipanema, num único célebre encontro de seus autores Tom Jobim, Vinicius de Moraes e João Gilberto em 1962 no restaurante Au Bon Gourmet no Rio. Conta que precederam a primeira apresentação com o seguinte diáglogo:
- João: Tom, e se você fizesse agora uma canção que possa nos dizer, contar o que é o amor ?
- Tom: Olha, Joãozinho, eu não saberia sem Vinicius para fazer a poesia.
- Vinicius: Para essa canção se realizar, quem dera o João para cantar.
- João: Ah, mas quem sou eu? Eu sou mais vocês. Que bom se nós cantássemos os três.
- Todos: ♪ Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça… ♪
ABNT Decide Solicitar Cancelamento do OOXML na ISO
Hoje recebi o seguinte e-mail da ABNT:
De: Milena Pires
Assunto: Formal AppealPrezados Membros,
Por solicitação do Diretor de Normalização, Sr. Eugenio Guilherme Tolstoy De Simone, informamos que, após a análise dos comentários dos Srs. Murilo Dantas e Deivi Lopes, a ABNT decidiu solicitar à ISO o cancelamento de todo o processo de elaboração da ISO/IEC DIS 29500 e seu retorno como um novo item de trabalho (NWIP) seguindo o processo normal de elaboração (sem Fast-Track) no âmbito do ISO/IEC/JTC1/SC34.
Atenciosamente,Milena Beguito Pires
Gerência do Processo de Normalização
ABNT/RJ – Av. Treze de Maio, 13 – 28º Andar
20031–901 – Rio de Janeiro – RJ
Significa que além de o Brasil ter votado NÃO em todo o processo de normalização do ISO/IEC DIS 29500 (mais conhecido como padronização do OOXML), tivemos também coragem de peitar a ISO e pedir o cancelamento de todo o processo por irregularidades que foram documentadas e enviadas a ISO semanas atrás.
Pelo que ouvi falar, isso nunca aconteceu antes em um processo Fast Track. Nunca inclusive houve uma apelação de nenhum país após um BRM antes do OOXML. Mas quatro países apelaram nesse caso.
Nunca antes também os processos da ISO foram tão expostos a níveis populares. Foi preciso um desejo de padronização de algo (o OOXML no caso) que tem enormes impactos populares, sociais, tecnológicos, e financeiros para expor esses processos (e a forma como são tocados) para que o mundo perceba como eles podem ser falhos e sucetíveis a opiniões pessoais. Onde só deveria haver espaço para posições independentes, tecnicamente fundamentadas.
O OOXML virando padrão ISO ou não (pelo andar da carruagem, não vai virar), o mundo aprendeu uma lição: a ISO precisa mudar.
Linux cada vez mais forte em PCs de uso específico
Notícias como as do Banco do Brasil migrando seus 40.000 ATMs para Linux será cada vez mais freqüente.
Explico. Uma empresa que precisa manter uma infraestrutura de computadores largamente espalhados, deve ter uma equipe preocupada com os seguintes pontos:
- Obter suporte para o sistema operacional
- Desenvolver customizações do sistema operacional
- Desenvolver aplicações de negócio específicas que rodam nesses computadores
- Desenvolver camadas de integração entre essas aplicações e os serviços centrais da empresa
- Desenvolver novas funções de acordo com constantes requisições da área de negócios
- Preparar procedimento de instalação e atualização automatizado para tudo isso
- Testar constantemente tudo isso
Com excessão do primeiro ítem, todos devem acontecer obrigatoriamente dentro da empresa — ou terceirizado para uma equipe que trabalha de forma tão integrada com a empresa que pode também ser considerada interna.
Para uma equipe que precisa mergulhar tão profundamente na tecnologia de um projeto como esses, adicionar o primeiro ítem em seu conjunto de responsabilidades pode até ser benéfico porque traz mais controle.
Então, em casos como esse, ao invés de sair no mercado em busca de suporte pago ao SO, criar inteligência interna para prover esse suporte é um passo pequeno e fácil de ser absorvido, além de reduzir custos de licenças e suporte anual.
Empresas deste tipo são os grandes varejistas como Casas Bahia, Pão de Açucar, Droga Raia, Lojas Marabraz, etc — todos eles casos de sucesso no uso de Linux em seus Pontos de Venda.
Da perspectiva de TI, grandes bancos não são muito diferentes de varejistas. São idênticos na verdade, em termos de arquiteturas e fluxo da informação.
Banrisul e Bando do Brasil são os pioneiros no Brasil a entrar neste caminho, e anunciam o ingresso dos outros monumentais Itaús e Bradescos e Unibancos neste domínio de ATMs e caixas rodando Linux. Simplesmente porque não faz o menor sentido técnico e financeiro usar qualquer outro sistema operacional.
Psicopatas usam Slackware !?
Juro para vocês, a seguinte notícia apareceu no jornal sensacionalista Hora H hoje. Como não tem permalink, segue o screenshot mesmo.
Só faltou isto para ficar definitivamente provado que usuários de Slackware são assassinos e bebem o sangue de suas vítimas !
Bem, a notícia é verdadeira mas minha afirmação foi brincadeira… Eu, como a maioria dos usuários antigos de Linux, começamos com Slackware e é uma grande distribuição.
Fonte: Rodrigo Missiaggia
Pelas Estradas Paulistas Afora
Desde que fui morar em Rio Claro para estudar na UNESP, o interior paulista virou meu amigo do peito, irmão camarada. Adoro as paisagens, os sotaques e as estradas.
Eis que fui convidado para dar uma aula na UNIFEB em Barretos, e lá fui eu cair na estrada. É longe pacas, mais de 900km, ida e volta. Veja o mapa.
Para garantir a imersão, fiz questão de ouvir só as rádios locais das cidades do caminho. A programação é 30% música e 70% propaganda local. Tocam todos os estilos do sabor romântico, e quanto mais longe da capital, mais só sertanejo moderno se escuta. As modas de viola que falam do amor pela terra, contam causos de boiada ou que são inspiradas pelo amor de uma mulher são coisas do passado que deixou saudade. Agora é só melodrama de ciúmes, sofrimento de amor e tal, cantado com muito vibrato.
Notável exceção é a Rádio da Universidade Federal de São Carlos. Num mesmo bloco conseguem tocar Rock alternativo, a MPB Maldita de Jorge Mautner e música eletrônica, tudo com explicações detalhadas do quando, do onde e do porquê. Uma rádio crua e espetacular.
As amplas paisagens se revezam entre laranja e canaviais sem fim. Treminhões triplos são constantemente vistos carregados de cana e lançam caules na beira da estrada.

As estradas são da mais alta qualidade, praticamente todas duplicadas, limpas, grama aparada e bem cuidadas. Um tapete, e não tenho dúvida de que são as melhores do país.
Só os pedágios dóem de mais. Viajar por essas estradas custa aproximadamente R$1 por cada 9km rodados. Um absurdo de caro, visto que já ouvi especialistas dizerem que esse valor deveria cobrir dez vezes mais, uns 100km.
Comparado com o combustível necessário para esta viagem, são aproximadamente R$140 de gasolina para R$100 em pedágios. Com um carro mais econômico, o combustível para a viagem sairia mais barato que os pedágios. Algo que não parece ter nenhum cabimento.
| R$52 em 9 pedágios para 458km rodados. Ou 8.83km para cada R$1. VOLTA ↓ |
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↑ IDA R$48 em 9 pedágios para 467km rodados. Ou 9.74km para cada R$1. |
Evento para os Heróis da Tecnologia
Costumo dizer que são os desenvolvedores as figuras mais importantes no cenário da TI corporativa.
Não é o CIO não. Este conversa com outros gerentes e assina o cheque, mas só e somente só quem sabe “meter a mão em código” pode transforma um problema de negócio em um software capaz de resolvê-lo, e estes são os desenvolvedores.
Dias 18 e 19 de de Junho a IBM vai fazer um evento para nós desenvolvedores no WTC Hotel em São Paulo (Av. Nações Unidas 12551, clique para ver no mapa). O Development Conference 2008.

- Arquitetura Orientada a Serviços (SOA).
- Segurança no ambiente de desenvolvimento.
- Open Computing.
- Web 2.0.
- Gestão de Qualidade em ambiente de desenvolvimento.
Você também pode submeter um assunto e ser o palestrante. Aproveite o evento também para se certificar.
Detalhes sobre inscrição estão aqui e no telefone 0800 707 1426, ramal 1105.
Bom evento !
Virada Cultural 2008
Fico sem fôlego de tanta emoção que me causou a Virada Cultural que aconteceu este final de semana. É um evento simplesmente fantástico, genial, alucinante, maravilhoso e qualquer outro adjetivo que você possa imaginar.
Para quem ainda não sabe o que é, instituiram que em um certo final de semana perto de abril e maio de todos os anos, a cidade de São Paulo inteira — mas principalmente o centro — abrigará 24 horas ininterruptas de atividade cultural gratuita, indiscriminada, intensa e a céu aberto. Vai de música, a teatro, a cinema, a dança e por aí vai. Começou sábado umas 17:00 e foi até o final da tarde de domingo. E olha, não dá pra descrever o que foi aquilo, mas vou tentar.
Tenho a sorte de morar perto do centro e fizemos todos os programas a pé. Os dias estavam lindos e nos divertimos à beça. Confira:
- Madeira de Vento, Theatro São Pedro, sábado às 22:00
Um quinteto de clarinetes que fez um show belíssimo de música instrumental brasileira, percorrendo várias composições de choro, maxixe etc. Os músicos têm formação erudita e trouxeram toda sua experiência sublime aos refinados arranjos para música popular. Na verdade a música popular também emprestou um cromatismo todo vivo e alegre à sua formação erudita. Um “sopro” novo na rica cena da Música Instrumental Brasileira.
Teatro Mágico, palco da Av. São João com R. Aurora, domingo às 9:00
Nunca ouvi esse grupo mas foram muito bem recomendados por amigos. Um show lotado de moçada que conhecia todas as letras, cantava as músicas em coro e usava camisetas com trechos de suas poesias. Seu estilo musical é bem legal com letras jovens e inteligentes que me lembraram os Smiths, mas sem sua conhecida melancolia. O Teatro Mágico faz sucesso sem tocar em rádio porque são independentes (ou seja, não têm uma gravadora por trás para ficar pedindo que as rádios toquem seus albuns). São conhecidos porque deixam suas canções disponíveis para download em seu site, e ainda por cima promovem que copiem suas músicas a vontade.- River Boat Jazz Quartet no terraço do Bar Brahma, Av. São João com Av. Ipiranga, às 10:30
Este não estava no programa. Íamos para o Municipal e fomos dragados pelas deliciosas notas desse conjunto de músicos alegres e de instrumentos um tanto bizarros. Dançamos, tiramos fotos e nos divertimos com o resto do povo que também foi pego de surpresa. - Eduardo Gudin, Paulo Cesar Pinheiro e Marcia no Teatro Municipal, às 12:00
Depois da fila em baixo do sol do meio-dia, veio o conforto e beleza do Municipal. Paulo Cesar Pinheiro — marido de Clara Nunes e um dos mais importantes compositores de Samba e MPB — foi saudado de pé ao entrar no palco. Ele e os outros bambas mandaram ver como é que se faz a fina flor da nossa música melodiosa e de rimas ricas. Estávamos diante dos dinossauros da música brasileira. - Tarancón, palco da Av. Rio Branco com Av. Ipiranga, às 13:00
Saimos às pressas do Municipal para ainda pegar este show, e conseguimos. A música do Tarancón é singular na Terra do Samba. Praticam um estilo musical mais popular na Bolívia, Chile e Peru, chamado de Latino Americano. Lançam mão dos charangos, tambores de pele, flautas de bambu e outros instrumentos indígenas e marcaram melodiosamente a raridade global da música deste continente, cantando em português, espanhol e quechua. O Canto Lunar foi deveras emocionante e sua apresentação fez as pessoas dançarem em roda como se fossemos integrantes de uma única grande tripo global. ♪ Ó Lua, navega serena, vai de Ipanema ao céu do Irã ♪. - Renato Borghetti, palco da Av. Rio Branco com Av. Ipiranga, às 15:00
A música de Renato Borghetti fica em algum ponto nebuloso entre o totalmente gaudério e o totalmente jazz contemporâneo. E também surpreende indo do sul-anteroidal ao norte-gonzagueante. Cá entre nós, quanto mais ele se movimentar em todas as geografias mais a gente gosta, afinal, este país é ou não é um caldeirão de estilos? Tocou a gauchíssima Redomona com sua gaita-ponto junto com os dedos velozes e precisos de Daniel Sá no violão. Alucinante.


Mas o mais bonito da Virada foram “aquelas pessoas andando pelo centro da cidade como donas do local” — para usar as palavras do Andre que resumiu bem o evento. Outro grande amigo também disse exatamente a mesma coisa e eu tenho que concordar com ambos.
Lamento não ter ido nos Bossacucanova, Tetê, nos violeiros do Mercado Municipal, Pepeu, Kroma, Celso Pixinga, e tantos outros que queria ver e prestigiar, isso sem nem contar as apresentações de dança, maratonas de cinema, teatro etc.
Ano que vem não perco a Virada por nada. Se tiver viagem, desmarco. Compromisso inadiável, falto. Se adoecer, fico são na hora. Mas vou. E espero encontrar você lá.
Veja também o mapa do Centro e os locais destes shows:
Sua Privacidade na Receita Federal
Um conhecido me comentou que fez o seguinte teste:
- Mora há anos no apartamento 32 de seu prédio, e assim sempre preencheu na declaração do imposto de renda.
- Certo ano propositadamente trocou o apartamento na declaração de 32 para 32A, uma mudança que em termos práticos e de correspondência não faz nenhuma diferença.
- Naquele ano começou a receber mala direta de uma grande editora de revistas endereçada para o tal apartamento 32A que o zelador obviamente mandava para o 32.
Bem, tire suas próprias conclusões. Depois imagine quais das suas informações financeiras pessoais foram negociadas entre a vazaram da Receita Federal para tal editora.
Minha Virada Cultural
Esta é a programação que pretendo fazer nesta Virada Cultural. São as coisas que eu quero ver, e em vermelho as coisas que mais quero e pretendo conseguir.
Este ano o foco vai ser só música. Não dá pra fazer tudo… 🙁
O Arco-Iris depois da Chuva
Está lá no céu exatamente agora este Arco-Íris sorrindo prá gente.


Alguns dos prédios na foto são os da Rua Estela.
Nota do dia seguinte:
Na noite desse arco-íris houve um terremoto que muitas pessoas sentiram em São Paulo. Parece até causo bíblico: arco-íris relacionado a desastres naturais como dilúvios e terremotos.
Páscoa Judaica
Moisés conduziu os Hebreus escravos, a base do insosso pão que não inchou, do Egito à uma terra prometida de Israel onde jorraria com abundância o leite e o mel.
Até hoje celebra-se esse acontecimento como a Pascoa Judaica, ou Pessach.
Então desejo a todos vocês um bom Pessach recordando o verdadeiro sentido de tudo isso: libertar-se das coisas que nos escravizam, dos desejos inchados, dos vícios físicos e mentais, e ir ao encontro de um prometido aqui-interior onde a felicidade e bem aventurança jorram em abundância como se fossem leite e mel.
Por que as mulheres gostam tanto de flores ?
Alguém pode me explicar por favor? Isso transcende o meu poder de compreensão.
Índice Linux Journal, Março de 2008
- Porcentagem de usuários que clicam em propagandas pelo menos uma vez por mês: 1
- Número de vezes por mês que tais usuários clicam em propagandas: 1
- De cada três pessoas que clicam em propaganda, o número de mulheres: 2
- Bilhões de dólares americanos projetados em 2008 em vendas de propaganda: 486
- Bilhões de dólares americanos projetados em 2008 em vendas de propaganda on-line: 44.6
- Porcentagem do mercado projetado para 2008 referente a propaganda on-line: 9.4
- Anos necessários para que propaganda on-line ultrapasse propaganda em rádio: 0
- Anos necessários para que propaganda on-line ultrapasse propaganda em revista: 2
- Linhas de código buscadas por Koders.com: 766,893,913
- Linhas de código buscadas por KruglePublic, em bilhões: 2.6
- Repositórios de código buscados por Krugle.com: 600
- Milhares de projetos buscados por KruglePublic: 100
- Número de projetos registrado em SourceForge: 164,138
- Número de usuários registrado em SourceForge: 1,744,635
- Serviços listados no Sourceforge Marketplace em seu lançamento: 600
- Milhões de celulares baseados em Linux vendidos pela Motorola: 9
- Porcentagem do portfólio de celulares da Motoroal servidos pela plataforma Linux MotoMagx da companhia: 60
- Porcentagem de CPUs Linux rodando AMD Athlon: 14.71
- Porcentagem de CPUs Linux rodando Pentium 4: 12.15
- Porcentagem de CPUs Linux rodando outros Pentiums: 24.97
Fontes
- 1–3: AOL
- 4–8: AdAge
- 9: Koders.com
- 10–12: Krugle.com
- 13, 14: SourceForge.net
- 15: CNN.com
- 16, 17: AmericasNetwork.com
- 18–20: Linux Counter (counter.li.org); numbers gathered by December 9, 2007
Por Doc Searls. Original: http://www.linuxjournal.com/article/9976#mpart1
Se eu ganhasse uma fortuna . . .
Se ganhasse uma fortuna hoje eu iria:
- Me mudar para uma casa com bela vista na zona rural de um lugar tipo São Francisco Xavier ou Gonçalves.
- Comprar um helicóptero.
- Separar uma grana para viver bem mas sem ostentação.
- Investiria o que sobrou em pesquisa para teletransporte.
E você ?
Índice Linux Journal, Fevereiro de 2008
- Número de processadores x86 necessários para executar a mesma quantidade de trabalho de um mainframe IBM System z: 250
- Consumo de energia de um mainframe zSeries como uma porcentagem daquela necessária por 250 x86 processadores: 2
- Porcentagem de todos os servidores físicos que serão virtualizados em 2011: 50
- Número de parceiros no Google Open Handset Alliance para sua plataforma de telefone baseada em Linux, Android: 30
- Número de funcionários do Google trabalhando na iniciativa Android: 100
- Milhões de telefones móveis vendidos mundialmente no 3° trimestre de 2007: 289
- Bilhões de dólares mínimo que o Google vai oferecer no leilão do espectro americano de 700MHz: 4.6
- Número de fabricantes de motores de locomotivas que se deram bem no negócio de motores a disel: 0
- Bilhões de linhas telefônicas no mundo: 4
- Bilhões de contas de telefone móvel: 2.68
- Milhões entregas de dispositivos habilitados para Bluetooth em 2007: 800
- Bilhões de telefones Nokia em uso: 900
- Idade da Nokia como uma companhia: 142
- Bilhões que a Nokia está gastando para se tornar uma “consumer Web media company”: 9
- Bilhões de telefones móveis que serão vendidos em 2008: 1.3
- Porcentagem de telefones móveis que serão vendidos em 2008 na Asia/Pacífico: 82
- Porcentagem de Linux entre as top 10 companhias de hosting mais confiáveis segundo a Netcraft em setembro de 2007: 50
- Porcentagem de Linux entre as top 3 companhias de hosting mais confiáveis segundo a Netcraft em setembro de 2007: 100
- Porcentagem de Linux entre as top 48 companhias de hosting mais confiáveis segundo a Netcraft em setembro de 2007: 43.75
- Porcentagem das top 48 companhias de hosting mais confiáveis que são Linux, FreeBSD, Solaris ou F5 Big-IP (BSD-based) em setembro de 2007: 66.7
Fontes
- 1, 2: IBM and its Power Estimator Tool, CNN
- 3: IDC, via Guardian.co.uk
- 4: The Register
- 5–7, 12–16: Forbes
- 8: Bob Frankston
- 9, 10: Trends in Telecommunication Reform 2007, from the ITU, via Dilanchian.com.au
- 11: Laptop Magazine
- 17–20: Netcraft.com
Por Doc Searls. Original: http://www.linuxjournal.com/article/9943#mpart1
Tratando de Tordesilhas
Esta semana levei uns parentes do exterior para jantar no Tordesilhas, restaurante brasileiro especializado em Bobós, Farofas, Muquecas, Maracujás, Mandiocas, Dendês, Côcos, Pimentas, Cachaças, Goiabas, Açaís etc da nossa Terra Brasilis.
Eu fiquei nada menos que impressionado em como tudo estava saboroso e o atendimento impecável.
Esse restaurante é parada obrigatória para qualquer estrangeiro que der um tempo em São Paulo, afinal nossa culinária e sua diversidade é a rota mais deliciosa para se conhecer o Brasil.
Você, brasileiro, também não deixe de experimentar. R. Bela Cintra 465, perto da Av. Paulista.
FISL 2008 e Open Source na IBM
Algumas pessoas andaram me perguntando por que a IBM não está participando do FISL 2008.
Percebia em seu tom de voz (ou nas linhas do Jabber/Google Talk) que na verdade perguntavam se a IBM está parando de suportar Open Source. Não está.
A IBM continua a suportar Linux, Open Source e Padrões Abertos de forma absolutamente central.
Muitos dos produtos mais estratégicos da IBM tem elementos Open Source em seu núcleo, como o Eclipse, Apache, diversas bibliotecas etc. Além do mais, Linux ocupa um papel fundamental como plataforma operacional para uma série de iniciativas de Cloud Computing, Grid, Web Services etc.
Linux é inclusive a plataforma sugerida, sempre que possível, na implementação de soluções em clientes.
Sem usar meu chapéu da empresa, minha opinião é que a IBM tem uma estratégia muito bem balanceada sobre como usar e integrar Open Source. Muita inovação ainda acontece no universo do software de código fonte fechado e não há porque não explorar isso comercialmente. Mas é muito claro dentro da empresa que Open Source está deixando de ser algo somente para a infraestrutura e vem avançando no middleware e níveis acima também. Isto é muito be visto como uma rota natural da indústria de software. E se por acaso a IBM demonstra uma resistência ou outra quando algum Open Source passa a concorrer diretamente com um de nossos produtos, isso é só um reflexo do instinto de preservação que em seguida abre espaço para adaptação.

A IBM este ano não está participando do FISL por uma questão tática temporária interna. Alguns grupos mudaram, pessoas se movimentaram (como acontece em todas as empresas) e simplesmente não deu tempo. Só isso.
Mas ficou uma vontade enorme de ir.
Profissões Web 2.0
Em 2007 participei de uma série de reuniões com clientes e discussões sobre a importância do Second Life na estratégia de qualquer pessoa ou empresa que se julgue “in”.
Veja, não estou dizendo que o Second Life é importante, mas que muitas pessoas e empresas chegaram a discutir isso seriamente.
Levante a mão quem já entrou no Second Life. Agora levante a mão quem entrou mais de uma vez e continua usando.
A Sociedade da Informação de hoje não esta pronta nem tecnológica nem psicologicamente para esses mundos virtuais. Mas eles nos ensinaram uma lição: muito relacionamento humano está acontecendo em forma de fluxo de bits, e as empresas querem estar onde as pessoas [seus clientes] estão.
O Second Life (e similares) é a manifestação máxima dessa malha digital de relacionamentos (também conhecida como Web 2.0), mas se é ainda inusável, que tal as empresas clarearem seus objetivos – estar perto das pessoas, lembra? – e usarem outras ferramentas da mesma família para atingí-los?
Que tal criarem blogs corporativos para se comunicarem de forma mais direta, descontraida e interativa com seus clientes, como a IBM, Sun, Intel, Google, Microsoft, Nokia tem feito ?
Que tal aumentarem sua participação em comunidades onde as pessoas estão, como Orkut, Facebook etc? Essas festas online, especificamente, são um prato cheio para fabricantes de produtos de uso final. E não estou falando de spam, mas de uma participação oficial que realmente agregue valor.
Que tal usarem conceitos de Wikinomics a fim de criar novos produtos baseado diretamente no desejo do consumidor ?
Agências de propaganda que tiverem afinidade com essas novas características da Sociedade da Informação poderão levar seus clientes a graus de competitividade mais confortáveis.
Profissões como Gerente de Redes Sociais, Blogueiro Corporativo, Evangelizador Digital estão surgindo no horizonte, são profissionais raros e que começam a ser procurados pelas empresas.
Esse profissional precisa de alguns ingredientes bem apimentados: capacidade de comunicação, bom conhecimento dos produtos da empresa, entender como redes sociais digitais funcionam, seus códigos de ética etc, alguns conhecimentos do linguajar dessa nova esfera (feeds, podcasts, trackbacks, avatars, OpenIDs etc) para fazer a tecnologia efetivamente trabalhar a seu favor, noções de user-friendlyness, etc. Meio técnico, meio comunicador, meio designer, meio webguy. Uma mistura bastante peculiar de características.
E como se trata de comunicação externa, há um certo risco e medo envolvido. “Será que meu blogueiro vai falar o que não deve, revelar segredos, etc?”.
Posso contar como isso aconteceu aqui na IBM. Há anos foram criados blogs, wikis e outras ferramentas típicas da Web 2.0 na Intranet. Todo funcionário pode ter seu blog interno, pode criar um wiki, etiquetar sites e pessoas, e automaticamente tem um perfil online tipo Orkut, que chamamos de Bluepages. Há também uma atmosfera e incentivo quase que formal para fomentar inovação, mas isso é outra história.
Alguns funcionários que começaram a blogar internamente passaram a fazer isso para a Internet. Houve uma espécie de seleção natural dos escritores.
O curioso é que essas ferramentas internas não foram criadas para fazer tal seleção. Mas seu uso é tão marcante no dia a dia dos funcionários que elas até viraram produtos para empresas que querem criar sua infraestrutura para a Web 2.0 sem o uso das ótimas opções em Software Livre que existem por aí.
Mas voltando às profissões, o mais interessante é que não há curso universitário que forme para tal missão. Pense nisso.
Chocalán Carménère Reserva 2005
Num jantarzinho em casa ontem abrimos um Chocalán Carmenère Reserva 2005 que eu trouxe do Chile semana retrasada.
Comprei esse vinho porque pude degustar na loja, era bem barato (acho que uns R$25 depois de converter de Pesos Chilenos) e a princípio não tinha gostado do cheiro, mas o sabor era bem melhor.
A surpresa ontem: depois que ele ficou bastante tempo respirando, ficou melhor ainda. Definitivamente uma ótima relação custo-benefício.
Diga-se de passagem, meu amigo enófilo me disse que 2005 foi um super ano para os vinhos chilenos, apesar de ainda ser cedo para abrí-los.
Azucar de Caña
Sempre achei que a canção Azucar de Caña dos peruanos Trio Los Chasquis é a melhor companheira da poesia Cantá. Na simplicidade da vida, na alegria do trabalho, no trabalho no campo e na beleza e quanto ambos me sensibilizam.
OOXML na ISO e os números que na verdade não existem
Li algumas coisas na Internet sobre o resultado final do BRM. Em alguns lugares encontrei números e interpretações das mais diversas sobre estes resultados. Como faço parte do comitê da ABNT que analisou o OOXML, resolvi conversar com o Jomar, que foi um dos delegados brasileiros em Genebra.
Ele me disse que não pode comentar nada sobre estes números e sobre o resultado, pois no último dia do BRM, a autoridade da ISO lá presente alertou a todos que nenhum número deveria deixar a sala de reuniões, pois sem conhecer os processos de decisão lá adotados, nenhum número ou estatística faz sentido.
Avisou ainda que qualquer divulgação ou utilização marketeira destes números é no mínimo irresponsável e segundo o entendimento dele uma
clara violação das regras estabelecidas (mas aliás… alguma regra foi seguinda neste processo todo ?).
Eu tentei insistir com o assunto (e olha que o cara é meu amigo), mas ele se recusou a me dar mais informações. Me pediu apenas para entrar em contato com quem divulgou as informações e pedir a ele os devidos esclarecimentos (incluíndo os critérios e regras de votação).
Como eu sou insistente mesmo, acabei arrancando pelo menos uma explicação metafórica dele:
“Se eu te disser que 85% da população mundial sobreviveu à II Guerra Mundial, você consegue concluir que esta guerra não foi tão ruim assim? Se não consegue é porquê conhece os detalhes do processo. Se consegue… vai ler os livros de história e estudar o processo e aproveite pois este episódio não teve uma “Lei do Silêncio” que obrigou todos os envolvidos a se calar. O BRM não vai ter “livro de história” para explicar a estatística.”.
Números são apenas números e marketing será sempre marketing (e o Jomar não abre a boca mesmo… que chato).
OOXML: Está rolando um barraco na ISO
Veja como as coisas são…
Segundo o post do Jomar que esteve no BRM da ISO, um cidadão chegou nele num intervalo e sutilmente pediu para que não levantasse uma questão importante no processo do OOXML da Microsoft virar ou não um padrão ISO: a inexistência do mapeamento entre o formato legado (ex: .doc) e o formato novo (ex: .docx).
Sem esse mapeamento, o propósito primordial da existência do OOXML como padrão ISO deixa de existir.
Só pra lembrar qual é o propósito do OOXML, extraido (em livre tradução) de sua especificação:
O objetivo deste padrão [OOXML] é […] representar fielmente o corpo de documentos existentes […]
Os tais “documentos existentes” são no caso todos os documentos em formato binário legado do MS Office (.doc, ,ppt, .xls), algo fora do escopo do OOXML.
Se esse mapeamento não fizer parte da especificação OOXML, seu objetivo primordial é inválido. A especificação é inválida. E a delegação brasileira queria levantar essa bola: cadê o mapeamento ?
Mas o barraco aqui é outro. Um cidadão pedir pra ele não levantar essa bola é uma coisa. Sei lá, tal cidadão deve ter razões políticas ou financeiras para querer ver uma especificação com sérios problemas conceituais [OOXML] virar um padrão internacional.
O que me escapa o entendimento é por que a ISO não deixou o Brasil apresentar esse questionamento ?
Só sei que a blogosfera vai desabar sobre esse assunto nos próximos dias e vou acompanhar de perto os blogs do Rob Weir, Bob Sutor, Andy Updegrove, Groklaw e a quantidade de reações que o post traduzido do Jomar recebe. Muitos desses blogs já estão descendo a lenha.
Entenda os Homens, uma visão real
Este texto pipocou na Internet no começo de 2008 e tenho um certo respeito por ele. Contaram que o autor é Arnaldo Jabor, mas tenho lá minhas dúvidas. Ao verdadeiro autor sugiro que apareça, visto que lhe é devido o mérito por ter documentado com irreverência, mas também bastante machismo, os instintos do homem.
Entenda Definitivamente os Homens: uma visão real
Foi lendo um monte de besteiras que as mulheres escrevem em livros sobre o ‘universo masculino’, que resolvi escrever esse artigo. Não tenho objetivo de ‘revelar’ os segredos dos homens, mas amigos, me desculpem. Não se trata de quebrar nosso código de ética. Isso vai ajudar as mulheres a entenderem os homens e, enfim, pararem de tentar nos mudar com métodos ineficazes. Vou começar de sola. Se não estiver preparada nem continue a ler. E digo com segurança: o que escrevo aqui se aplica a 99,9% dos homens brasileiros (sem medo de errar).
1º Não existe homem fiel.
Você já pode ter ouvido isso algumas vezes, mas afirmo com propriedade. Não é desabafo. É palavra de homem que conhece muitos homens e que conhecem, por sua vez, muitos homens. Nenhum homem é fiel, mas pode estar fiel ou porque está apaixonado (algo que não dura muito tempo — no máximo alguns meses — nem se iluda), ou porque está cercado por todos os lados (veremos adiante que não adianta cercá-lo, isso vai se voltar contra você).
A única exceção é o crente extremamente convicto. Se você quer um homem que seja fiel, procure um crente daqueles bitolados, mas agüente as outras conseqüências.
2º Não desanime.
O homem é capaz de te trair e de te amar ao mesmo tempo. A traição do homem é hormonal, efêmera, para satisfazer a lascívia. Não é como a da mulher. Mulher tem que admirar para trair; ter algum envolvimento. O homem só precisa de uma bunda. A mulher precisa de um motivo para trair, o homem precisa de uma mulher.
3º Não fique desencantada com a vida por isso.
A traição tem seu lado positivo. Até digo, é um mal necessário. O cara que fica cercado, sem trair é infeliz no casamento, seu desempenho sexual diminui (isso mesmo, o desempenho com a esposa diminui), ele fica mal da cabeça. Entenda de uma vez por todas: homens e mulheres são diferentes. Se quiser alguém que pense como você, vire lésbica (várias já fizeram isso e deu certo), ou case com um viado enrustido que precisa de uma mulher para se enquadrar no modelo social.
Todo ser humano busca a felicidade, a realização. E a realização nada mais é do que a sensação de prazer (isso é química, tá tudo no cérebro). A mulher se realiza satisfazendo o desejo maternal, com a segurança de ter uma família estruturada e saudável,com um bom homem ao lado que a proteja e lhe dê carinho.
O homem é mais voltado para a profissão e para a realização pessoal e a realização pessoal dele vêm de diversas formas: pode vir com o sentimento de paternidade, com uma família estruturada, etc., mas nunca vai vir se não puder acesso a outras fêmeas e se não puder ter relativo sucesso na profissão.
Se você cercar seu homem (tipo, mulher que é sócia do marido na empresa). O cara não dá um passo no dia-a-dia (sem ela) você vai sufocá-lo de tal forma que ele pode até não ter espaço para lhe trair, mas ou seu casamento vai durar pouco,ele vai ser gordo (vai buscar a fuga na comida) e vai ser pobre (por que não vai ter a cabeça tranqüila para se desenvolver profissionalmente. (Vai ser um cara sem ambição e sem futuro).
4º Não tente mudar para seu homem ser fiel.
Não adianta. Silicone, curso de dança sensual, se vestir de enfermeira, etc… nada disso vai adiantar.
É lógico que quanto mais largada você for, menor a vontade do homem de ficar com você e maior as chances do divórcio. Se ser perfeita adiantasse Julia Roberts não tinha casado três vezes. Até Gisele Bunchen foi largada por Di Caprio, não é você que vai ser diferente (mas é bom não desanimar e sempre dar aquela malhadinha).
O segredo é dar espaço para o homem viajar nos seus desejos (na maioria das vezes, quando ele não está sufocado pela mulher ele nem chega a trair, fica só nas paqueras, troca de olhares). Finja que não sabe que ele dá umas pegadas por fora. Isso é o segredo para um bom casamento.
Deixe ele se distrair, todos precisam de lazer.
5º Se você busca o homem perfeito, pode continuar vendo novela das seis.
Eles não existem nesse conceito que você imagina. Os homens perfeitos de hoje são aqueles bem desenvolvidos profissionalmente, que traem esporadicamente (uma vez a cada dois meses, por exemplo), mas que respeitam a mulher, ou seja, não gastam o dinheiro da família com amantes, não constituem outra família, não traem muitas vezes, não mantêm relações várias vezes com a mesma mulher (para não criar vínculos) e, sobretudo, são muuuuuito discretos: não deixam a esposa (e nem ninguém da sua relação, como amigas, familiares, etc saberem).
Só, e somente só, um amigo ou outro DELE deve saber, faz parte do prazer do homem contar vantagem sexual. Pegar e não falar para os amigos é pior do que não pegar.
As traições do homem perfeito geralmente são numa escapulida numa boite, ou com uma garota de programa (usando camisinha e sem fazer sexo oral nela), ou mesmo com uma mulher casada de passagem por sua cidade. O homem perfeito nunca trai com mulheres solteiras. Elas são causadoras de problemas. Isso remete ao próximo tópico.
6º ESSE TÓPICO NÃO É PARA AS ESPOSAS — É PARA AS SOLTEIRAS OU AMANTES:
Esqueçam de uma vez por todas esse negócio de que homem não gosta de mulher fácil. Homem adora mulher fácil. Se ‘der’ de prima então, é o máximo.
Todo homem sabe que não existe mulher santa. Se ela está se fazendo de difícil ele parte para outra. A demanda é muito maior do que a procura. O mercado está cheio de mulher gostosa. O que homem não gosta é de mulher que liga no dia seguinte. Isso não é ser fácil, é ser problemática (mulher problema). Ou, como se diz na gíria, é pepino puro.
O fato de você não ligar para o homem e ele gostar de você não quer dizer que foi por você se fazer de difícil, mas sim por você não representar ameaça para ele. Ele vai ficar com tanta simpatia por você que você pode até conseguir fisgá-lo e roubá-lo da mulher. Ele vai começar a se envolver sem perceber. Vai começar ELE a te procurar. Se ele não te procurar era porque ele só queria aquilo mesmo.
Parta para outro e deixe esse de stand by. Não vá se vingar, você só piora a situação e não lucra nada com isso. Não se sinta usada, você também fez uso do corpo dele — faz parte do jogo; guarde como um momento bom de sua vida.
7º 90% dos homens não querem nada sério.
Os 10% restantes estão momentaneamente cansados da vida de balada ou estão ficando com má fama por não estarem casados ou enamorados; por isso procuram casamento. Portanto, são máximas as chances do homem mentir em quase tudo que te fala no primeiro encontro (ele só quer te comer, sempre).
Não seja idiota, aproveite o momento, finja que acredita que ele está apaixonado e dê logo para ele (e corra o risco de fisgá-lo) ou então nem saia com ele. Fazer doce só agrava a situação, estamos em 2008 e não em 1958. Esqueça os conselhos da sua avó, os tempos são outros.
8º Para ser uma boa esposa e para ter um casamento pelo resto da vida faça o seguinte:
Tente achar o homem perfeito do 5º item, dê espaço para ele. Não o sufoque. Ele precisa de um tempo para sua satisfação.
Seja uma boa esposa, mantenha-se bonita, malhe, tenha uma profissão (não seja dona de casa), seja independente e mantenha o clima legal em casa. Nada de sufocos, de ‘conversar sobre a relação’, de ficar mexendo no celular dele, de ficar apertando o cerco, etc.
Você pode até criar ‘muros’ para ele, mas crie muros invisíveis e não muito altos. Se ele perceber ou ficar sem saída, vai se sentir ameaçado e o casamento vai começar a ruir.
9º A última dica:
Se você está revoltada por este artigo, aqui vai um conselho: vá tomar uma água e volte para ler com o espírito desarmado. Se revoltar quanto ao que está escrito não vai resolver nada em sua vida.
Acreditar que o que está aqui é mentira ou exagero pode ser uma boa técnica (iludir-se faz parte da vida, se você é dessas, boa sorte!). Mas tudo é a pura verdade.
Seu marido/noivo/namorado te ama, tenha certeza,senão não estaria com você, mas trair é como um remédio, um lubrificante para o motor do carro. Isso é científico. O homem que você deve buscar para ser feliz é o homem perfeito do item 5º. Diferente disso ou é crente, ou viado ou tem algum trauma (e na maioria dos casos vão ser pobres).
O que você procura pode ser impossível de achar, então, procure algo que você pode achar e seja feliz ao invés de passar a vida inteira procurando algo indefectível que você nunca vai encontrar.
Espero ter ajudado em alguma coisa. Agora, depois de tudo isso dito, cadê a coragem de mandar este artigo para minha mulher??





