Arrived !

Human readable, non-tech posts.

Acordei pouco antes das 6 da manhã, engoli o café e desci para encontrar com o taxista marcado às 6:50.Pegamos um trânsito caprichado e chegamos 7:35 em Congonhas.
O vôo da Varig sairia às 8:35 para pousar 9:20 em Santos Dumont. Vôo curto e rotineiro. Mas Santos Dumont estava fechado por mau tempo no Rio e o avião que nos levaria estava preso lá.
Colocaram-nos no primeiro avião possível e finalmente decolamos umas 9:45 para pousar no Galeão.
Minha agenda era uma reunião preparatória de manhã na IBM para deslanchar um projeto na reunião da tarde em outro lugar. Atrasar a primeira não era o fim do mundo. A segunda era a importante.
No Rio só chuva, não daquelas de cair o mundo, mas das que chove constantemente por horas sem fim. Alagou tudo, fechou o túnel Rebouças e a cidade parou. Por telefone, alguns cariocas me disseram que aconselhavam não sair de casa.
A Varig anunciou que um ônibus nos levaria do Galeão p/ Santos Dumont, mas não vi nenhum sinal. As companhias de táxi de guichê exibiam uma placa escrita à mão: ESTAMOS SEM CARROS. A fila do táxi de rua no desembarque estava cheia de gente e desolada de carros. Eu que sou manjado de aeroportos subi até o embarque e esperei 1 minuto até um dos táxis amarelinhos descarregar alguém.
Às 11h estava saindo do Galeão rumo ao Botafogo.
Combinei o almoço por telefone mas gastei 1h no carregado trajeto entre a Ilha do Governador e a Praça da Apoteose, perto do centro do Rio. Das vias elevadas via-se várias ruas alagadas e carros parados. O rádio, de tempos em tempos, dava informações desesperadoras sobre o trânsito.
Perto do centro me avisaram que a reunião foi cancelada por causa do caos. Ter acordado de madrugada, tomado vôo, gastar mais de hora no trânsito, ficar sem almoço, de repente ficou sem propósito.
Pedi ao taxista dar meia volta e me levar de volta ao Galeão. Ainda bem que não havia trânsito para voltar.
Cheguei no aeroporto umas 13h, pedi para me colocarem no próximo para Congonhas e 13:40 estava com o bilhete das 14h na mão.
Almocei um Cheetos enquanto passava pela fila da segurança extremamente ineficiente da Infraero do Galeão. Formavam fila única a metros de distância e seguravam as pessoas enquanto cada passageiro era atendido. Durante os metros de caminhada da boca da fila à boca do raio-X, o segurança, seu auxiliar e a máquina ficavam ociosos. Some esses segundos ao final de um dia e terá horas de diversos desperdícios.
No gate, o vôo já tinha saído e começou um pequeno tumulto porque diversas pessoas não ouviram o chamado. Íamos pegar o próximo que pousaria às 14:30 mas que só pousou umas 15 e pouco.
Enquanto isso, fui traçar o pior sanduíche natural de atum de todo o universo conhecido. Era só maionese e pão velho por R$5,50.
Acabamos embarcando só umas 15:40. Seguraram mais um pouco o avião para pegar os passageiros de uma conexão de Caracas o que aumentou ainda mais o nervosismo de algumas pessoas cujo vôo original era às 7:10 da manhã.
Quando todos estavam embarcados e acomodados, o comandante anunciou que Congonhas — nosso destino — havia fechado por mau tempo. Então alguns cariocas desistiram e saíram do avião. Sorte deles que ainda não tinham saído de sua cidade.
Pessoas gritavam sugerindo descer em Cumbica, mas minutos depois o vôo foi liberado para Congonhas. Vai entender. Decolamos 16:40.
Pousamos 18:05 porque ficamos uns 40 minutos dando voltas no ar esperando liberação de Congonhas. Pessoas que tentavam vir para São Paulo desde cedo puxaram palmas aliviadas ao encostarmos na pista molhada do aeroporto.
Em casa mesmo só cheguei às 19h, 13 horas inúteis depois de ter acordado.
O saldo é de quase R$600 de passagem, uns R$160 de taxis, muito saco cheio e doses consideráveis de junk food. Tudo isso para nada.
É fácil botar a culpa no mau clima. Mas se existisse metrô nos aeroportos a reunião não teria sido cancelada e nem eu nem as outras 5 pessoas que vinham de outras partes do país teriam perdido viagem. Não teríamos sido vítimas do trânsito.
O saldo positivo foi ter encontrado diversos conhecidos em todos os aeroportos, inclusive uma velha amiga querida, que estaria no mesmo vôo ao Rio se não tivesse atrasado tanto a ponto de ela perder sua reunião, e nem embarcar. E as infindáveis horas em táxis valeram a pena quando botei em dia a conversa com amigos. A outra coisa que compensou é que entre uma espera e outra, provei o milkshake do Bob’s que um amigo tomava, de maçã com canela, melhor que o clássico — e único que conhecia — Ovomaltine.
De resto, o meu dia foi pro brejo.
Deu uma ventania aqui no bairro no domingo a noite e não choveu. Mas foi o suficiente para estremecer as bases da velha Tipuana de frente de casa.
Esta madrugada ela caiu do nada. Só porque estava velha e podre por dentro.

Ela caiu às 3 da manhã e parece que amassou um pouco o teto de um carro do outro lado da rua.
Os bombeiros começaram a picotá-la às 5h com motoserras barulhentas. Mas o pior foi a incompreensão dos carros que buzinavam sem parar. Poxa, um pouco de respeito pela querida árvore morta.

A árvore estava oca por dentro e tinha raízes pouco profundas, incompatíveis com sua idade e tamanho centenário. A certa altura, os bombeiros acharam um ninho de abelhas ou algo do gênero e se empenharam para retirá-lo com cuidado e tentar guardar o mel que escorreu. Alguns provaram e gostaram. Parecia até que o principal momento de seu trabalho era marcado por esse achado.

Adeus Tipuana. Nossa rua vai ter menos cara de alameda sem você. Mais ainda quando sua irmã ao lado foi também cortada este ano.
O único consolo é que a nova árvore que será plantada no lugar vai absorver bastante CO2 para crescer.
Tatiana e eu fizemos uma viagem absolutamente incrível para o outro lado planeta — a Ásia Central — região que muitas pessoas mal sabem que existe.
Fizemos anotações detalhadas, dia após dia, sobre todos os lugares que passamos, pessoas que encontramos e impressões que tivemos. Os links abaixo vão te levar às mesquitas do Uzbequistão, montanhas do Kyrgyzstão, ao caldeirão social da China, e a exuberância de Moscow.
Foi uma viagem de conhecimento, então os relatos estão recheados de mapas, referências na Wikipédia, fotos e videos. Além de impressões gerais, e observações sobre etnias, línguas, religião e coisas que não existem na Ásia Central logo abaixo.
Viaje conosco !

20/09: Bukhara com Aziz


Eu recomendo fortemente qualquer pessoa fazer viagens desafiantes. Dificilmente nossa cultura e pontos de vista vão crescer se passarmos 7 dias coçando num resort.
Pode ser qualquer lugar: Amazônia para urbanóides, Islã para ateus, Las Vegas para saudosos marxistas.
Além do gostinho de poder contar que fomos para lugares que muitas pessoas não sabem nem pronunciar o nome, o desafio nos fez pensar muito sobre a história do mundo, o fluxo das etnias humanas, sociedade, economia, comida, fé, religião, e principalmente sobre nós mesmos e o que de fato somos.
Viajar pela Ásia Central não foi nada difícil. As pessoas são amigáveis e bonitas, os hotéis são confortáveis, cidades bem equipadas. E se você não for se meter no Afeganistão ou no Kashmir, a paz reina.
O Uzbequistão faz fronteira com o Irã, antiga Pérsia, que definiu o tipo étnico da região há milênios. Mas a região foi também berço de incursões militares gregas de Alexandre o Grande e Genghis Khan. Isso conferiu uma mistura incrível de traços, cores de olhos e línguas.
É comum ver persas claros, loiras de olhos puxados, ou mongois de olhos verdes. E vimos mulheres realmente lindas.
O noroeste da China não é chinês. Pelo menos não no esteriótipo de chinês que as pessoas costumam ter na cabeça. O noroeste da China é tão persa quanto o Uzbequistão.
Já o Kyrgyzstão tem olhos mais puxados do que o noroeste da China. Se te teletransportarem para lá de olhos fechados, vai dizer que está no interior da China.
Toda aquela região, inclusive o noroeste da China fala dialetos muito parecidos, todos derivados de língua turca. Uzbeque, Kyrgyz e Uyghur são línguas 95% similares e todos se entendem pela lingua falada.
O problema é ler e escrever. As línguas escritas no Uzbequistão são o russo (alfabeto cirílico) e o uzbeque a décadas escrito em cirílico. Mas recentemente o governo decidiu dar um passo no sentido da modernidade e maior integração com o ocidente adotando alfabeto latino como o oficial para escrever uzbeque.
No Kyrgyzstão eles não ligam muito para relações internacionais, então continuam escrevendo kyrgyz em cirílico mesmo. E na China, o povo Uyghur se orgulha em manter as tradições usando o alfabeto árabe (diferente da língua árabe) para ler e escrever.
Mas isso não tem muito problema porque o Uzbequistão é o maior produtor de videoclipes da região e todo mundo acaba ouvindo música Uzbeque que obtém de DVDs pirateados.
Há ainda inúmeros outros povos na região, que falam dialetos parecidos: os Khorezm, os Kazakhs, Tajiks, etc.
Esse foi um dos aspectos mais interessantes da viagem. A região é predominantemente islãmica. É incorreto dizer que são árabes porque estes são os que vivem na Península Arábica, milhares de quilómetros a oeste da Ásia Central.
Mas é um islã leve. Se não visitássemos os lugares históricos talvez nem percebêssemos. No Kyrgyzstão é mais leve ainda. Não há uma conexão muito grande com isso por lá.
Só a China nos surpreendeu. Sim, a China. Foi somente alí que vimos mulheres de rostos cobertos e fanatismo um pouco mais evidente. Isso acontece porque há um preconceito mútuo entre os chineses Uyghurs (predominantes no noroeste do país) e os chineses Han (os de olhos puxados). A conseqüência é que a minoria Uyghur acaba se voltando mais para sí, fomentando tradições e costumes em torno da religião. Ao longo dos séculos, costumes temporais, tradições sociais e leis religiosas se confundem e tudo vira sagrado sem se saber exatamente o motivo.
Yes, was a great trip indeed, as I told you the other day.
20 days in Uzbekistan, Kyrgyzstan, northwest of China and Moscow+Paris for desert.
We compiled all the stories, pictures and videos in my blog . But for non-portuguese speakers I can only offer an interactive map and a small collection of only 500 selected and impressive photos.
Enjoy !
Ao entrarmos em sua adega pessoal, mais de 800 garrafas gritavam “pick me, pick me”. Nossa ansiosidade era tanta que o termômetro mostrou aumento de temperatura de 17 para 18°C. Sacamos um Pintia Tempranillo 2001, da região do Toro na Espanha. Um supervinho com aromas que nunca havia experimentado antes.
É muito chique ter uma adega particular. Mais chique ainda saber quais vinhos servir e tal. Muito chiques esses meus amigos.
Foi um petit comité que desafia o paladar, como todos os que eles nos convidam. Uma outra vez naquela mesma sala renasci (já meio bêbado, confesso) quando ele serviu algo que nem sabia que existia: pequenas garrafas de vinhos de sobremesa com uvas de colheita tardia. Ele gostava mais do deslumbrante sul-africano, mas eu me apaixonei mesmo pelo Henry Cosecha Tardia 2003, argentino da Lagarde.
Naquele dia, as outras pessoas continuavam falando de estátuas, o Crescente Fértil, chicle de bola, sei lá. Mas eu me deslumbrava na viagem dos vinhos. A quantidade de perfumes e complexidades que pode uma garrafa conter desafia qualquer lei da física.
Para a sobremesa de ontem, abrimos um Alvear Pedro Ximénez Solera 1927 (sim, você leu o ano corretamente), extremamente doce, licoroso, de textura espessa, com aroma de calda de figos, para acompanhar um revezamento entre sorvete Häagen-Dazs Praline e queijo tipo roquefort, este último bastante salgado, como de costume, para balancear a doçura do vinho.
Aguardamos ansiosamente a próxima oportunidade, e acho que vai ser regado a Zinfandels que eu trouxe da Califórnia.
Eu lembro quando a sorveteria Sottozero abriu sua primeira loja na Rua Augusta em São Paulo.
Quilômetros de paulistanos se empacotavam na rua para mandar ver aquele sorvete novo e diferente. Eu demorei mais de ano para provar por que não sou muito chegado em lotação.
Inesquecível também quando finalmente fui agraciado pelo seu sorvete ultra-sofisticado. Tinha um sabor temporário chamado Fantasia de Laranja que era nada menos que apoteótico. Só uma vez na vida.
Isso foi há muitos anos. Ontem levei uma prima americana para se sorvetar na Sottozero da Sumaré. Fiquei meio chateado. Eles ainda têm uma lista comprida de sabores pitorescos mas a qualidade enveredou para bem regular. Antigamente seu sorvete ineditamente cremoso escorregava da pá, hoje é tão duro quanto as massas de supermercado. E alguns sabores têm um final nítido de artificial, a começar pelo de graviola que provei ontem.
Uma pena tanto talento de confeiteiro se curvar à necessidade de aumentar os lucros.
De sorvete bom em São Paulo há a Offelê na Lorena. Prove o de castanhas portuguesas (marrom glacê), zuppa inglese, e o de milho se tiverem. E na Parmalat pode-se elevar a alma com os espetaculares Canela e Cookies ao Porto, por caros R$7 o copinho. De supermercado tem o de Abóbora com Côco da La Basque que é absurdamente bom e caro ao mesmo tempo. A Ofner também sempre fez um sorvete responsa daqueles que preenchem até o vazio da alma.
Agora, o melhor sabor de sorvete do universo é o de Bacurí, uma fruta do norte. Em Sampa, de tanto que martelo, começou a ser servido em alguns lugares. Tente num bar chamado Feira Moderna (rua Fradique Coutinho perto da rua Wizard) ou uma pequena cafeteria que fica no Itaim Bibi, na rua Jesuino Arruda entre ruas João Cachoeira e Manuel Guedes.
Destaque para uma sorveteria de Paraty chamada Sorveterapia, na avenida da entrada da cidade. O dono é um cara simples e que faz os sorvetes com as próprias mãos observando altíssima qualidade dos ingredientes sempre naturais. Ele gosta de fazer experiências e o que vende hoje é resultado de anos de alquimia refinada.
Deveriam erguer uma estátua em homenagem ao cidadão que inventou o sorvete. Sua importância histórica é maior que a de figuras como Stalin, e o bem que fez à humanidade é comparável ao de Einstein.
Esta semana fui atualizar a maior lista do mundo de restaurantes vegetarianos em São Paulo, para adicionar também um mapa interativo e as últimas novidades, e esbarrei no Mude o Mundo que availou o Banana Verde.
Fiquei com água na boca e fui almoçar lá.
Restaurante bem bonito, bem localizado na Vila Madalena. Não é self-service como a maioria dos vegetarianos. O esquema é o mesmo do Gaia, com duas opções de entradas, pratos principais e sobremesas.
Fui num tabule de quinua para começar, depois num pene ao sugo com bastante brócolis e queijo, e no creme de papaya com morangos. Feel Good para acompanhar.
Estava excelente e muito bem servido. Mas quem tiver estômago grande pode repetir, eles trazem mais pelo mesmo preço.
Entre as opções sempre há uma ovo-lacto-vegetariana, e outra 100% vegetariana (vegan) para agradar os salvadores dos bichos.
Dentro do restaurante há uma lojinha de coisas naturais e livros de bem estar, incenso, velas e outros apetrechos zen. Me divirto com essas coisas.
Meu celular captou uma rede WiFi que o gerente gentilmente me deu a senha, e usei a Internet entre um prato e outro.
Funciona de terça a domingo só no almoço, R$20 e R$22 finais de semana e feriados, e inclui tudo menos a bebida.
Pode ir. Eu recomendo.
Conheci a uns meses atrás o chá verde Feel Good.
Hoje acho que é a melhor bebida gelada que se vende por ai. É levíssimo, sem açúcar e tem um sabor inusitado.
Na Ásia Central toma-se isso — mas em versão quente — o tempo todo e em todas as refeições. Quando adicionavam lima (que no resto do mundo é conhecido como lemon) o sabor ficava igual ao Feel Good. Bem bom.
Agora que voltei ao Brasil, vi que lançaram mais um sabor, o de laranja com gengibre. Não demorei para provar e é bom também, mas prefiro o tradicional com seu sabor, assim, tipo, pitoresco.
Tem também o de soja, mas não sou muito chegado e nunca provei.
Não é em todo restaurante que se acha o Feel Good. Mas se tiver a oportunidade, eu recomendo provar.
Inspired by a great idea by Rodrigo Stulzer, I started to record the chronology of important events of my life.
It is still incomplete and some dates are inaccurate (marked as a different color).
This might feel a bit egocentric, but could be useful for the far future and next generations of my family.
Este relato é parte de uma viagem à Ásia Central que começa aqui.
Paramos num desses para encontrar com outro amigo da Tati, o François, e comer algo. Era um lugar descolado e moderninho com direito a garçom que fazia gracinhas. A certa altura o cozinheiro azulão trouxe um balde para uma das mesas e fez saltar nossos olhos enquanto enchia de chocolate líquido do balde as travessinhas de petit gâteau que seriam assadas em seguida. Ao terminar o importante trabalho, traçou tranqüilamente, sentado no mesmo lugar, um sanduíche de baguete, enquanto conversava com alguns garçons e outras pessoas de pé. Uma cena tão parisiense.Este relato é parte de uma viagem à Ásia Central que começa aqui.

Este relato é parte de uma viagem à Ásia Central que começa aqui.
A Tati pediu duas entradas: cogumelos gratinados em bastante creme em uma cumbuquinha de barro, e pelmeni (um tipo de ravioli russo) recheado de salmão temperado com ervas por cima e creme de leite a parte. O primeiro estava ótimo e bem consistente e o segundo foi bom. Eu achei que as ervas dominaram de mais o sabor e fizeram o salmão sumir.Este relato é parte de uma viagem à Ásia Central que começa aqui.
Elas não eram uma conveniência. Se quebrassem as pessoas provavelmente não teriam forças para subir a pé e esperariam serem consertadas. A viagem até em cima era veloz, íngreme e longa o suficiente. A Tati teve uma leve tontura pela mudança de referência de equilíbrio.
De lá fomos à Catedral Cristo Salvador que foi reconstruída em 1997. Seu estilo e magnitude não combinam mais com esta era e gerou muita revolta quando foi construída.Este relato é parte de uma viagem à Ásia Central que começa aqui.
Mapa: de Novosibirsk para Moscow
Este relato é parte de uma viagem à Ásia Central que começa aqui.

Este relato é parte de uma viagem à Ásia Central que começa aqui.
De lá fomos ao mercadão de fato. Imagine o Mercado Municipal de São Paulo, mais a rua José Paulino com suas lojas de tecidos, as lojas de roupas feias do Brás, algumas partes da Sta Efigênia e seus componentes eletrônicos, mais dezenas de camelôs de sapatos de todos os tipos inclusive usados, mais vendas de vestidos de festa, ternos, sedas, cashmere, artesanato, especiarias, higiene pessoal, louça, lataria, frutas e legumes. Esse é o mercado de Kashgar.
Do mercado fomos almoçar perto do hotel. Anwar pediu a comida mas esperou na rua. Estava em jejum.
Conversamos sobre coisas leves, línguas, a sociedade Uyghur, vícios, vida noturna, e um imaginário “Uyghuristan”. Anwar disse que uyghur são muito ciumentos e tem dificuldade de trabalhar em equipe pois brigam entre si, mas ao mesmo tempo todos churingas tem talentos. Estávamos todos felizes e foi agradável.
Pessoas iam lá principalmente para jogar, para surfar um pouco na Internet ou para assistir filmes e seriados. Isso mesmo: uma pagina interna indexava filmes e episódios de seriados já baixados disponíveis em seus servidores. Um clique no browser abria o player e a sessão começava. Só descobri isso porque foi o que Anwar fez (e me mostrou) enquanto usávamos o ciberespaço. Ele na verdade só vinha para LAN houses para isso. Nem e-mail tinha e acabei criando um GMail para ele.Estamos desde sexta a noite em Kashgar, uma China das Arabias. A unica coisa que lembra China aqui eh que algumas lojas tem letreiros em chines, todo o resto eh arabe, inclusive a fisionomia da maioria das pessoas que eh de um povo chamado Uyghur.
Deveria existir um Uyghuristan, mas a China nao deixou e mantem essa gente meio socialmente oprimida.
Hoje fomos ao mercado de domingo, que eh uma mistura de Mercado Municipal, Festa do Peao de Barretos, R. Santa Efigenia, e a feira do bairro, tudo somado e multiplicado por 12.
As coisas sao bem baratas, inclusive eletronicos e comida que continua apimentando nossas entranhas. Estou tentando balancear as coisas com sorvete e cha verde. Vegetarianos sofrem aqui. Ou tem carne ou eh cozido com carne, nao tem muito jeito. Esta eh uma China muculmana/iraniana/persa, nao budista.
De qualquer forma, soh agora comecou a me cair a ficha do barato de viajar por lugares completamente diferentes do nosso mundo. Gosto daquele ditado: soh podemos saber realmente quem somos se conhecermos pessoas completamente diferente de nos. Esse deveria ser o ditado da diversidade porque soh experimentando mundos novos anulamos vicios e habitos do mundo em que vivemos, e o que sobra eh a essencia de nos mesmos. O delta.
OK, viajei na viagem…
Amanha vamos para o lago Karakol com a promessa de paisagens de tirar o folego. Ai temos mais 4 dias de Moscow.
Nasdravia, Namaste, Xush Kilibsiz, Hair Hosh e bye bye
Este relato é parte de uma viagem à Ásia Central que começa aqui.
Este relato é parte de uma viagem à Ásia Central que começa aqui.
A fronteira não passava de uma cancela de ferro mais uma casinha no meio de um grande nada de montanhas nevadas. Alfandega e burocracia ficavam, vários kilometros antes e depois. Era sexta-feira e o posto fecha no final de semana. Se o guia chines não aparecesse teríamos que passar o final de semana arrumando o que fazer no Kyrgyzstan. Nossa última refeição foi às 5:00 da manhã e por sorte a Natalia trouxe um tipo de balas duras de queijo seco, salgado e coalhado, típicas dessa região, que ficamos chupando para enganar o estômago agonizante.
A paisagem humana do lado chines é igual: kyrgyz criadores de ovelhas, cavalos, camelos, moradores de yurts e semi-nômades.
O doce Anwar era um resultado confuso de antigas tradições, regras para um mecanismo social que deixou de existir e costumes vencidos. Um abismo de gerações isolado em sua cultura parou de perguntar o porquê de tudo aquilo e ao longo dos seculos a ação desprovida de pensamento transformou tudo em leis sagradas inquestionáveis. Essas mesmas características são encontradas em qualquer sociedade religiosa fechada e secular, como a judaica e outras.Este relato é parte de uma viagem à Ásia Central que começa aqui.
Ficamos conversando com a Natalia sobre a vida dos jovens, línguas, telecomunicações, e varias outras coisas.
No fim da tarde chegamos em Naryn, uma cidade um pouco maior que a vila do almoço. Entramos numa guest house chamada Celestial Mountains e iriamos dormir num yurt mas nos deram o quarto da TV onde transformaram 2 sofás em camas, tinha bastante espaço, TV, DVD e vários filmes. Mas a empolgação durou pouco ao vermos que todos os filmes eram piratas e falados em russo. Os chuveiros, privadas e pias eram comunitários mas limpinhos. E haviam muitos outros turistas ali, principalmente holandeses.Este relato é parte de uma viagem à Ásia Central que começa aqui.
Este relato é parte de uma viagem à Ásia Central que começa aqui.
Este relato é parte de uma viagem à Ásia Central que começa aqui.
Este relato é parte de uma viagem à Ásia Central que começa aqui.
Este relato é parte de uma viagem à Ásia Central que começa aqui.
Depois de se perder um pouco, Sacha nos levou à beira do lago de águas cristalinas e menos salgadas que o mar. Precisávamos de mais poucos graus de calor para entrar de corpo e alma, mas o ligeiro frio convidou só os pezinhos. Caminhamos pela praia do deserto cuja areia era ainda mais fina e macia que as das praias brasileiras. Havia arbustos completamente cobertos por sal.
Tinham cardápios em farsi e em russo, inúteis para nós. Foi provavelmente o pedido mais demorado, mímico e trabalhoso que o garçom que mal falava inglês tirou. E foi baseado em coisas que conseguimos nos entender com ele, e não tanto no que realmente estávamos a fim de comer. Resumindo: “green and tomato salad”, “vegetarian soup”, “chicken kebab”. Foi divertido. Depois descobrimos que esse era um restaurante iraniano e que não era muito bom.Este relato é parte de uma viagem à Ásia Central que começa aqui.
Este relato é parte de uma viagem à Ásia Central que começa aqui.
Este relato é parte de uma viagem à Ásia Central que começa aqui.
Eh assim que se escreve o nome do pais que eh muito diferente do nosso.
A coisa mais incrivel eh a etnia das pessoas, ou melhor dizer, a salada etnica delas. Eh russo loiro misturado com mongol e tartaro ouvindo musica americana na MTV. Nunca se perguntaram por que o negocio se “salada russa”? Poizeh, entendemos.
Estamos em Bukhara, chegamos hoje depois de viajar o dia todo pelo deserto, que eh sempre lindo.
Ja passamos por Tashkent que eh bem bonita e arborizada, e Khiva que eh uma cidade-museu. Tashkent tem um ar europeu com edificios stalinistas enormes, avenidas larguissimas e gente bonita.
A comida eh meio turca, meio arabe, meio carneiro e meio oleo. Daqui a 2 dias vamos chegar em Samarkand onde disseram ter o melhor sorvete do pais, ai minha dieta vai se equilibrar 😀
As coisas sao muito baratas. Se a gente se livrasse dessa nossa cara de turista, ia ser mais ainda.
Este relato é parte de uma viagem à Ásia Central que começa aqui.
Começamos o ritual de despedidas e as moças pediram para que lhes enviássemos as fotos. Estiquei uma caneta e falei as palavras mágicas “e-mail” e “internet”. Elas disseram calmamente “no no, no internet”. Fiquei alguns segundos perdido pensando como iria enfrentar esse desafio enquanto elas escreviam seu endereço num papel. Fiquei mais calmo quando lembrei que existia uma coisa chamada correio físico e agora só faltava descobrir como usá-lo.Este relato é parte de uma viagem à Ásia Central que começa aqui.
Este relato é parte de uma viagem à Ásia Central que começa aqui.
Obviamente bombardeamos ela com perguntas sócio-político-étnico-econômico-religiosas, e perguntamos como soa a língua uzbek. Ela foi atrás de umas senhoras com traços mais ou menos tártaros que passeavam por lá e pediu para abrirem a boca. E elas falaram frases simples mostrando seus inúmeros dentes de ouro. Foi o momento mais alto do dia até aquela hora.
Fomos a um complexo de edifícios renovados de arquitetura islâmica típica do Uzbekistan. Fica na parte antiga da cidade, pois Tashkent sempre foi um lugar de passagem e troca de mercadorias. Além das ruas labirínticas de terra batida do século XVI, visitamos a madrassa e mesquita renovadas após a independência (e a retomada da fé islâmica).
De lá fomos para uma antiga madrassa que foi transformada em um centro de artesanato onde artesãos mantinham seus estúdios e lojinhas. Todos faziam exatamente as mesmas coisas: caixinhas pintadas da forma tradicional, pinturas islâmicas simétricas de grande precisão e detalhe, e também os mesmos temas em papel de seda ou papiro antigo. Era lindo mas encheu o saco ver tantos artesãos fazerem a mesma coisa com diferenças somente técnicas.Este relato é parte de uma viagem à Ásia Central que começa aqui.
Pode-se identificar as etnias pelas roupa (quem conhece). há chapéus quadradinhos, chapéus redondos, chapéus mais muçulmanos ou mais chineses. Para as mulheres, vestidos em geral longos e brilhantes, como se fossem a Scarlett Ohara com vestido do sofá da vovó. Mas tem aquelas moderninhas que se vestem com jeans ou micro saias, sempre cheios de brilhos. Aquele amor oriental por tudo que brilha, porque mesmo o que não é ouro, reluz.Tomorrow we are traveling to Uzbekistan, Kyrgystan, Kashgar in China and a few days in Moscow.
When I tell this to people their first reaction is always “WTF are going to do there?”. Well, I try to reroute this question to my girlfriend, because I am still not sure. I even don’t know how she convinced me to do this trip. But with her company everything will be a pleasure.
I’ll try to blog the most I can from there, but I guess this region and some parts of Africa are the most remote locations in the world, so I can’t promise any single post.
Estou usando a biblioteca online do Google para indexar alguns livros que já lí. Já vou avisando que não sou um grande leitor como algumas pessoas que conheço.


Amoras sem fim preencheram nossas manhãs nesse feriado. E quanto mais colhíamos, mais outras amadureciam para o dia seguinte. Um deleite.
Minha São Paulo é uma cidade lotada de restaurantes vegetarianos, como uma cidade cosmopolita não podia deixar de ser. Temos mais de 50 catalogados !
A maioria segue o padrão sirva-se-e-coma-a-vontade, e não passam de R$10 ou R$15 por pessoa, geralmente com bebidas e sobremesas incluidas. Isso os faz ter o melhor custo-benefício entre os restaurantes, e são uma ótima opção também para os não-vegetarianos.
A lista abaixo é um resumão de um movimentado tópico na comunidade São Paulo do orkut.com, e que continua crescendo com a ajuda da comunidade dos Paulistanos Vegetarianos, do mesmo Orkut. Está ordenada por P.N. e provavelmente inclui todos os restaurantes vegetarianos de São Paulo, porque várias pessoas contribuem constantemente. Deus salve as comunidades.
Se você conhecer algum que não está aí, ou que esteja com informação imprecisa, por favor deixe um comentário. Esta lista só será melhor ainda se você continuar contribuindo para ela.
Este mapa interativo contém todos os restaurantes da lista. Encontre a região desejada e veja clique nos ícones para ver os restaurantes próximos. Mantenho ele publicamente disponível no Google Maps.
Exibir mapa ampliado
Mapa de Restaurantes Vegetarianos
R. Fradique Coutinho 766, na metade do quarteirão após a Inácio Pereira da Rocha (ou o Galinheiro), Vila Madalena. 3032-2560. www.mahamantra.com.br
Sem dúvida o melhor vegetariano de São Paulo, ou do mundo (conferido no México, Amsterdam, Munique, Paris, New York e outras cidades).
A cozinha mistura receitas indianas com idéias de cozinhas de outras civilizações. O resultado são soberbas feijoadas, babaganushes, dhals, etc. Alho e cebola não são usados porque atrapalham a prática da meditação.
Abre mão do excesso de opções para concentrar as delicias, desde a simples salada até o prato mais sofisticado. Os chutneys, especialmente os de manga e abacaxi, sempre se superam. Entre as bebidas, prove algum lassi (yogurt batido com água de rosas com opção de alguma fruta) ou deixe-o para a sobremesa, pois ele não mata a sede.
Falando nisso, as sobremesas não estão incluidas no preço, e o pudim de yougurt com calda de frutas vermelhas vale a pedida pela leveza.
R$11,50 por pessoa durante a semana e R$17 sábado e domingo. Sobremesas e sucos não inclusos.
Atualização 3/08/2008:
Depois de muito tempo voltei ao Maha Mantra para almoçar ontem. Descobri que mudou de dono e agora Fernando e Mariana tocam simpaticamente o lugar.
A comida continua espetacular, com ênfase no sabor indiano e temperos marcantes. Fernando me atualizou que os vegetais agora são orgânicos e vêm muito frescos de uma fazenda de Morungaba. É verdade, fresquíssimos.
O pudim de yougurt na sobremesa continua sensacional. E os chutneys, ah os chutneys…
A partir de 15/08/2008 o Maha Mantra abrirá nas noites de sexta e sábado servindo um buffet se sopas e saladas e opções no cardápio. Especificamente no dia 15/08, a partir das 18:30, haverá uma cerimônia do fogo para inaugurar essa nova atividade. Não vou perder.
Rua Cônego Eugênio Leite 1152. Pinheiros. 3031-0680
Mande um e-mail para gaiavegetariano@ajato.com.br e receba diariamente o cardápio do dia. Escrevi um artigo rasgando a seda para o maravilhoso Gaia Gourmet aqui.
R. Tutóia 126, esquina com Rua Manoel da Nóbrega. 2609-7347
Um oásis vegetariano numa parte da cidade que realmente fazia falta: perto do meu trabalho.
Por R$15 come-se a vontade diversas opções de saladas, quentes, sopas, sucos e sobremesas. A maioria é vegan, mas há sinalização onde há leite e ovos. Havia uma kafta de repolho no dia que fui que estava simplesmente estupenda. A simples sopa de ervilha também era imperdível. O que me chamou a atenção foi a originalidade das receitas, fora do espaço comum. As diversas sobremesas eram fortemente baseadas em frutas e excelentes também.
A casa tem 2 andares com muitas saletas e serve-se no térreo. É decorada com leveza e a música ambiente é MPB e às vezes do tipo inspirativa. Vendem também grãos, pães e livros de Paramahansa Yogananda.
R. Antonio Carlos 413, Perto da Av. Paulista. 3283-3867
Há fila no almoço, que é compensada pelo visual da espera, com pétalas de rosas no chão e decoração indiana. Não é self-service. Senta-se e escolhe-se o prato entre 2 opções. Os sucos são divinamente especiais, misturando frutas com essencia de rosas. A comida é satisfatória. Come-se em pratos e copos de metal, que remetem a Índia. Em indi, prasada significa refeição (aprendi isso em Nova Gokula, dos Hare Krishna :-). R$10 com tudo incluido, de 2ª a sábado.
Al. Santos 2214, quase esquina com a Augusta, ironicamente ao lado do McDonald’s, e em frente ao Galeto’s e Habib’s. 0800-556-876
Segue a linha supernatureba, e acho que não usam ovos nem leite e derivados. Receitas originais e gostosas, com opções de patês e pães. R$14 o buffet. Bebidas e sobremesas a parte.
R. Padre Machado 51, perto do metrô Sta. Cruz, Vila Mariana. 5539-3635.
95% vegan, e o que não é fica em evidência com as plaquinhas ao lado de cada prato. Tudo parece feito com amor e atenção. Tive a impressão de ver mais sobremesas que pratos quentes, sendo a maioria baseado em frutas em calda e compotas. O bolo de fubá estava impressionante.
Num domingo de feriado, 14:00, ameaçaram espera de 10 minutos, mas só esperei 2. Há uma lojinha com livros e coisinhas lá dentro.
George Guimarães, o proprietário, é um grande ativista do vegetarianismo, proferindo palestras etc. O restaurante é usado para uma série de eventos, jantares, pic-nics externos, com agenda mensal, tornando-o um centro social para vegetarianos. A última que se tem notícia é o autêntico Jantar Junk Food, com junks tipo hamburguers, cachorro-quente, frituras, bebidas gaseificadas, e outras porcarias em sua versão vegetariana a uns R$8 por pessoa. Informações no próprio restaurante e no site.
R$11 com sucos e sobremesas. Só almoço. Fecha sábado. Pode abrir para eventos especiais.
R. Bela Cintra 1343, entre Al. Santos e Al. Itú, Jardins. 3062-3727.
Destaque para a PVT (proteina vegetal texturizada, ou carne-de-soja), que é a melhor que conheço. R$10 por pessoa, sucos e sobremesas incluidas.
R. Dom José de Barros 99 1o. andar, Centro. 3256-7909
Av. Pompéia 2544, metros antes da Heitor Penteado, Pompéia. 3672-7674
Bom e simples, sem nenhuma especialidade nem pratos superoriginais. Ótimo para quem está por perto e quer comer bem. Há uma lojinha anexa de livros exotéricos, e produtos natureba. R$10 no buffet, com boas sobremesas incluidas.
R. João Cachoeira 275, depois da Pedroso Alvarenga, perto da Av. 9 de Julho, Itaim. 3167-5211
Provavelmente o mais conhecido e o mais cheio de opções. É o mais lotado também, com risco de espera. Tudo está incluido no preço do buffet, e pode-se escolher sobremesas com ou sem açucar, com ou sem gelatina (derivado animal). Criaram a pouco tempo um anexo similar, só que com uma opção de carne leve, como peixe ou frango. É ainda mais lotado. Uns R$9 pelo buffet.
R. Rodésia 128, perto do Forum, Vila Madalena. 3097-0410.
Os clientes da região fazem-no o mais descolado dos vegetarianos, que por sua vez contrasta com seu visual: fica nos fundos rústicos de uma verdadeira quitanda! Não bastasse o charme, a comida é muito boa também. R$10 com tudo incluido. Das 12h às 16h.
Peixoto Gomide 1413, entre Al Franca e R. José Maria Lisboa, Jardins. 289-6853
Ambiente bonito e agradável. Usam muita batata e muito queijo, o que lhes esconde a falta de originalidade. É a la carte e muito caro, se comparado aos outros vegetarianos. Sempre aparece bem colocado nos guias oficiais de restaurantes, talvez pq fez fama entre famosos carnivoros, que não ligam para vegetarianos. Vale a pena uma vez, para conhecer, e só.
R. Maranhão 812, perto do Shopping Higienópolis.
É o primeiro da rede Bio Alternativa, e fica sobre uma grande loja de produtos naturais.
R. Batataes 388, entre Joaquim Eugênio de Lima e Al. Campinas, Jardins. 3885-3384.
Destaque para os sucos especiais, e comida leve e saborosa. R$11. Somente dias úteis.
Av. Paulista 352, perto do metrô Brigadeiro, dentro do prédio ao lado do Fran’s Café.
Alguém relatou que viu o cozinheiro saindo da cozinha com vassoura na mão, correndo atrás de camundongos. R$9,90, só em dias úteis.
Viaduto 9 de Julho, 160, sobreloja. Perto da Av. Consolação com a São Luis. 3255-4263.
Só almoço e fecha aos sábados. Funciona domingos e feriados. Comida sem pretenções e atendimento simpático. R$13,90 com sucos, chás e sobremesas (algumas a vontade, outras não).
Luis Coelho 214/222, entre Bela Cintra e Augusta.
Várias opções no buffet, mas nada supersaboroso. Se você estiver na região, o Gopala Prasada é uma opção mais autêntica.
Borges Lagoa 406, atrás do Hospital São Paulo. Vila Clementino. 5579-9228.
Só almoço, fecha sábados.
R. Correia Dias 161, perto do metrô Paraiso. 5083-1930. http://www.idch.art.br.
É uma espécie de centro cultural alternativo, com festas, aulas de yoga, etc. Parece que deixou de ser um restaurante e virou uma lanchonete a noite. Mais informações sobre o restaurante, com cardápio e tudo.
Rua Doutor Cândido Espinheira, 643, Perdizes. 3676-1615. Diariamente, 11h30 às 16h. Loja: diariamente, 9h às 16h.
Há opções com peixes e frango tb.
R. Francisco de Morais, 227. 5181-0581.
Almoço de 2ª a sábado. Um dos VGs mais longínquos da cidade, perto do monumento ao Borba Gato.
Prepare-se para enfrentar longas filas para se servir (eu pelo menos peguei num sábado, 29/08/2009). Escolhe-se entre duas opções de prato do dia, com direito a salada de entrada por uns R$27, ou as outras coisas do cardápio. Não é self-service-coma-a-vontade e a bebida é a parte.
A comida é muito boa, o ambiente agradável e a frequência contempla todas as tribos, incluindo muito praticantes de yoga, gente saudável e bonita.
Na entrada há uma loja de orgânicos e coisas naturais. Começamos o almoço com um pão integral com castanhas do pará pescado ali que estava bem bom.
É um restaurante bom e prático para quem mora na região de Santo Amaro.
Al. dos Arapanés, 1456 – Moema
Al. Jauaperi, 1332 – Moema
Achei que era vegetariano, mas mantém uma opção de frango. Sobremesas e bebidas não incluidas no buffet.
Fradique Coutinho 910, quase com a Inácio Pereira da Rocha, em frente a Livraria da Vila e ao lado do Fran’s Café, na Vila Madalena. 3816-0706
Largo do Arouche, 88, Centro. 223-0219. Dia 31/Jan/2008 passei lá e observei que este restaurente fechou.
Este restaurente fechou.
Av. Paulista 2073, Conjunto Nacional.
Av. Higienópolis 618 (na praça de alimentação do Shopping Higienópolis). 3823-2855
R. Mairinque 163, Vila Clementino. 5572-2054
Tem loja de produtos naturais.
Pça General Gentil Falcão 86. Brooklin. 5506-3875
R$9,00 pelo prato do dia, R$7,50 salada Oceano, e R$2,50 o salgadinho.
Praça Carlos Gomes 60, 1° andar. Liberdade. 3242-9738.
Não abre aos domingos
R. Avanhandava 378 (com 9 de Julho), Bela Vista ou Centro. 6841-1945.
Culinaria asiática vegetariana no centro, principalmente para delivery. Yakissobas, yakimeshi, bifun e chop-suey a R$5,00 e R$1,00 a mais com tofu defumado. Opções de lanches, salgados, sucos, doces, chás, e até pão de mel vegano a preços muito bons.
R. Augusta 305, lado centro, em frente a um muro, perto da rua do Mackenzie. 3258-8939.
Sorveteria que tem opções com e sem leite (vegan). O vegan abóbora com côco impressiona, enquanto que o abacate com leite é intragável.
Servem também açaí na tigela. Se você é vegan, prefira os sorbets (sem leite) da Sotto Zero, Offelê ou outras sorveterias melhores. Sistema self-service por quilo, por uns R$16 o quilo. A regra da casa é não fazer degustação, diferente da Sotto Zero ou Offelê, por exemplo, onde esta prática é deliciosamente liberada.
R. Guaricanga 135, Lapa. 3982-3030, dimiveg@yahoo.com.br. Pede-se ligar antes para reservar.
Usam requeijão de soja, PVT, produtos orgânicos da feira do Parque da Água Branca. Há também esfihas integrais. Sábado a noite (20:30 às 0hs), sistema rodízio com 5 sabores a R$10 com sobremesa incluida. Sábados e domingos coma a vontade no almoço (12:00 às 16:00) incluindo sobremesa, e sucos a parte. Criança acompanhada de adulto pagante não paga. Pede-se ligar antes para confirmar presença.
R. Joaquim Antunes 377, Pinheiros. 3085-3703 e 3088-3335
Almoço e jantar de 2ª a 6ª e almoço aos sábados.
R. Brigadeiro Tobias 420, esquina com Senador Queiroz, Luz. 229-5696 ou 229-6769
Vastíssima mesa de opções de saladas e pratos quentes inspirados na culinária chinesa. As opções que levam leite e ovos estão marcadas, o que o torna prático para vegans. Comida saborosa mas muito carregada em frituras. Sistema a kilo, onde os bons garfos, acostumados a comer a vontade em outros restaurantes do gênero, acabam pagando caro.
Refrigerantes e sobremesas (nada naturais) não incluidos, apesar de que há frutas no buffet de saladas.
Av. Padre Antonio José dos Santos 1512, Brooklin. 5505-9400.
Sistema a la carte. Segunda a sábado das 12:00 às 15:30. A noite (terça a domingo a partir das 18:00) vira pizza-bar com bons sabores.
R. Haddock Lobo 899, esquina com a Alameda Itú, entre a Av. Paulista e R. Oscar Freire. Estacionamento conveniado está situado à R. Haddock Lobo, 867 (R$ 4,00). 11-3081-7769.
Diariamente temos um cardápio executivo com pratos vegetarianos e veganos. No almoço servimos duas opções de entrada e 3 opções de pratos quentes por R$18,70 ou R$ 22,00, com a sobremesa.
No jantar, a sugestão do chef inclui entrada, prato principal e sobremesa por R$ 27,00.
Horário de funcionamento:
Terça a Sexta das 11:30 às 16:00 e 19:30 às 23:30 h
Sábados e feriados das 12:00 às 18:00 e 20:00 às 23:30 h
Domingos das 12:00 às 18:00 h
R. Consolação 2904, Centro. 3083-6237 / 3062-7239.
Um dos poucos que abrem a noite. Pena que a comida a la carte não é aquelas coisas. Usam muita batata.
Prestam também um serviço de emagrecimento baseado em cardápios semanais.
R. Arandu 407, Brooklin. 5507-2704 e 5506-8944
Só almoço, fecha sábado.
Largo do Café, 14. 11h-15h. 3104-9970.
Self-service a vontade com sobremesas e sucos incluidos.
Primeiro andar é um restaurante vegetariano, e no segundo um natural.
R. Ivorá 23, Morumbi. 3746-5803
Almoço de 2ª a 6ª.
R. Verbo Divino 1519, Santo Amaro. 5182-9118
Almoço de 2ª a 6ª.
R. Fidêncio Ramos 49, Vl. Olímpia. 3849-0201
R. Cardoso de Almeida 1457, Perdizes. 3801-4406
R. Venceslau Bras 86, Centro. 3241-5378
Almoço de 2ª a sábado, a quilo e com uma sobremesa grátis.
R. Albion 193, Lapa
Almoço de 2ª a 6ª.
R. Riachuelo 100, Centro. 3104-5621
Almoço de 2ª a 6ª.
R. Tobias Barreto 809. 6605-6452.
Só almoço, fecha aos sábados.
granoencomendas@gmail.com, 3885.6510 ou 9679.5910
Produtos congelados para estocar, resfriados ou quentes para consumo imediato. Oferecemos produtos lactos ou vegans. Mande um e-mail para receber o cardápio ou fazer encomendas.
R. Hideo Sugyama 70, Jabaquara. 5034-3719
Rua Silvio Penteado 08, Brás. 3313-2110, veganas@terra.com.br
Totalmente vegan. Funcionamento de segunda a sexta-feira das 9h00 às 18h00. Aos sábados das 9h00 às 17h00
Rua Florida, 1442, Brooklin. 5506-8944 ou 5507-2704.
Ainda não os conheço, mas parecem ser muito preocupados com qualidade e higiene. Seu site é bem feito e divertido. Segundo alguns leitores deste blog, verduras e legumes são excelentes pois são de produção propria e sem agrotoxicos. Eles tem uma horta com 18.000 metros quadrados.
Av. Eng. Luis Carlos Berrini, 1127. 5505-1461
Segunda à sexta das 11:30 às 15:30. Entrega lanches em domicílio das 10 às 18 horas.
Av. Cotovia 900. 5096-1301
Diariamente das 11:30 às 16 horas inclusive feriados.
R. Botucatu 693. 5579-4983
Segunda à sexta das 11 às 16 horas. Chá das 16 às 18 horas.
R. Arthur de Azevedo 980, Pinheiros, a duas quadras da Henrique Schaumann. 3062-9917 e 3063-5344.
Vegan orgânico que oferecen chá da manhã, almoços e lanches diariamente, e pizza no sábado a noite, tradição trazida de seu antigo endereço na Lapa. Segunda a sexta até as 18h, sábado a partir das 19h.
Rua Anésio Pinto Rosa, 63 – Brooklin (entre as av. Luiz Carlos Berrini e av. Nova Independência). 5102-4381
Inaugurado no final de fev/2005, oferece comida lactovegetariana védica, feita por monges Hare Krishnas. Além dos pratos tradicionais como bife vegetal, arroz dal (feijões e lentilhas com especiarias) e também das massas, como lasanhas, panquecas e koftas (almôndegas vegetais ao molho) , pode-se comprar os pães integrais feito todos os dias. Após o almoço, há um cantinho especial para relaxar, com música tranqüila, energética e propícia. O restaurante funciona de seg. a sex. no horário do almoço, até 15:00 hs. São duas opções de pratos por dia, sendo que se pode pedir parte de um e de outro, podendo repetir o quanto quiser. O prato custa R$12,00. Inclui saladas, sucos e sobremesas. O ambiente é agradável e bem decorado e a comida muito saborosa (segundo minha opinião). Aceitam cartão Visa (não sei se outros).
Estrada Municipal Fernando Nobre, 1.461 (Rod. Raposo Tavares km28, saindo a direita seguindo as placas para o templo). 4612-2895.
Considere isso mais que um almoço, mas uma agradável visita a este belíssimo e exuberante templo budista. O objetivo deste lugar não é ser um restaurante. A comida é oferecida como um serviço secundário aos visitantes e aos que vão orar no templo. O almoço é servido até as 14:00 e há filas. Os alimentos são simples e lembram comida chinesa, distribuindo-se entre saladas, preparados de legumes, sopas, tofu e PVT. Os R$10 por pessoa incluem almoço a vontade, alguma fruta e água. Outras bebidas e pães-doces a parte. Há uma cafeteria também vegetariana no templo, onde pode-se sentar ao ar livre. Visite também o museu budista e informe-se sobre cursos de culinária vegetariana, meditação etc.
rua. Haddock Lobo, 899. 3081-7769.
Alameda Franca, 444. 3284-7961.
rua Augusta, 2077. 3062 9989.
rua Augusta, 2052. 3062 4429.
R. Maria Figueiredo, 189. 3283-0884.
Almoço: 12:00 – 15:30hs. Happy Hour Natural: 17h00 – 20:00hs
Fica dentro de uma escola de yoga, perto da Paulista. Oferecem duas opções de entrada e duas opções de prato principal a escolher. A salada esta ótima, com excelente molho de gengibre. Comi também uma feijoada que podia estar mais bem temperada. Se trabalhasse lá perto, comeria quase todos os dias. Se não, provavelmente não me deslocaria até lá para almoçar.
Na sobremesa pedi uma torta de maçã com sorvete de castanha. Estava bem pesado.
Renata Rocha também conta: Tenho almoçado no Prema e gostado bastante de lá, só que precisa chegar cedo pra conseguir comer direito e ser bem atendido, depois de 12:30 a comida fica faltando no balcão e a casa lota.
Rua Harmonia, 278, Vila Madalena. 3814-4828.
R$ 22,00, entrada, prato principal e sobremesa. Também serve café da manhã.
Rua Domingos Rodrigues, 423, Lapa. 3835-2490.
De R$ 15,00 a R$ 20,00, cardápio original.
Segunda: Lasanha, Pizzas, Bife de Soja…
Terça: Strogonoof, Croquetes, Abobrinha ou Berinjela a Milanesa…
Quarta: Feijoada veg, Esfihas integrais , Quibe de forno..
Quinta: Panqueca,Torta e Hamburguer de PVT
Sexta: Yakissoba, Pizzas, Bife de Soja…
Sábado: Noite de Pizzas – Rodízio de 6 Pizzas Salgadas, Pizzas Doces, Espeto veg, Salgados e sorteios. Das 19:15 às 23:00 h, e deve-se fazer reserva.
Domingo: Reservado para Festas, Eventos e Encontros.
Rua Tonelero, 1248. 3021-563.
Av. Lins de Vasconcelos,1659. 6914-2294
R. Maria Paula, 140 piso L. 3106-0726.
R. Fernão Tavares, 132. 6197-5571
Rua Artur Guimarães, 166 – Santana (em frente à Chácara Souza). 6977-0579.
Almoço de segunda a sexta das 12h às 15h, empório aberto das 9h às 18h.
Restaurante lacto-vegetariano com delivery; R$ 7,00 o prato, s/ incluir suco e sobremesa. Aceita encomendas de doces, salgados, comida congelada, pão integral e bolo.
Rua do Paraíso, 694 – Paraíso (próx. ao metrô Paraíso). 3149-0450.
De Terça a Sexta-feira, a partir das 14h, Sábados a partir das 12h e aos Domingos
as 16h.
Rua Abraão Adib 8, Paraíso (próx. ao Shopping Paulista).
Av. São Camilo, 288, São Paulo
2º a Sábado: a partir de 12h. Domingo não abre. Para alimentar a alma e o coração.
Rua Muniz de Souza, 1170 – em frente ao Parque Aclimação, São Paulo. 3208-7552.
Ainda não posso falar da comida e do lugar porque só agora entrou na minha lista para visitar. Por enquanto só posso falar sobre o site que é bonito para os olhos mas pouco amigável para o browser por não seguir as boas práticas da Internet.
R. João de Sousa Dias, 281, Campo Belo. 5093 4257. www.masala.com.br
Recebi um e-mail anunciando este novo restaurante. Alguns de seus sócios são os ex-Maha-Mantra. Entrou na lista dos que quero visitar.
Uma vez prestei atenção na belíssima letra da belíssima canção I Say a Little Prayer.
Pasmem, ela é uma oração, uma reza, e não uma canção de amor !
De todas as versões que existem por aí, eu acho que as da Aretha Franklin (como a do video acima) são as mais bonitas.
Para fazer uma boa cantora não basta ter só bela voz. Gosto como Aretha modula a voz e não cai na armadilha de repetir melodias. Ela sempre trata de inserir improvisações melódicas. Elis Regina, Milton Nascimento, Chico Buarque e muitos outros são cantores que independente de terem bela voz ou não, tocam o âmago do nosso ser porque sabem transmitir emoção.
Um exemplo inverso é a Natalie Merchant, famosa cantora do 10,000 Maniacs, que tem uma voz de timbre singular e bonito, mas que considero no máximo mediana. Ela não sabe cantar.
Bem, acabei de achar o tal video por aí e todas essas idéias e lembranças me ocorreram.
Fiquei feliz em achar por acaso o blog da Elisa Queiros, bela voz do Arranco de Varsóvia e colega de trabalho. E não é que ela escreve bonito também !
Bom, decidi colocar o feed dela aqui na minha barra lateral e resolvi que vou fazer isso de tempos em tempos com blogs de amigos, para promover essa tal de Web 2.0, que é mais gente do que tecnologia.